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Textos com Etiquetas ‘VPN’
23, julho, 2015

PayPal registra 1 bilhão de pagamentos via telefone, mas antivírus para celular é besteira

Responda rápido: qual antivírus você tem instalado em seu telefone? Se você levou mais de 3 segundos para dar uma resposta, então é melhor rever o seu comportamento online pois com a quantidade de transações monetárias e pagamentos feitos via celular hoje em dia, não há dúvidas nenhuma de que hackers estão cada vez mais interessados no que você guarda em seu computador de bolso, assim como o que você armazena em seu laptop.

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Compras via celular têm crescido rápido, muitas feitas em wi-fi de terceiros: antivírus e VPN agora são essenciais

Esta semana, durante uma entrevista à rede de televisão norte-americana CNN, o CEO da PayPal, Dan Schulman, informou que em 2014 a empresa registrou mais de 1 bilhão de pagamentos via telefone. De acordo com o site Statista, no ano passado foram vendidos 1,3 bilhão de smartphones, ou seja, podemos dizer que praticamente para cada celular comprado no mundo em 2014, uma transação monetária foi feita com ele via PayPal.

Entretanto, há quem acredite ainda que não há riscos e nem necessidade de se adquirir algum tipo de proteção para o seu aparelho celular. Desculpas do tipo: “mas eu não faço nada de especial com meu celular” ou “eu não tenho nada a esconder” ou a minha predileta “eu só uso o celular para fazer ligações e usar o Whatsapp, quem vai se interessar por isso?”, ainda são muito comuns.

Não há dúvidas nenhuma de que ataques a computadores e servidores continuam a ser mais lucrativos pois esses aparelhos têm um poder de armazenamento de dados muito maior, embora esta realidade venha mudando drasticamente. Até porque hoje em dia muitos aparelhos celulares servem como porta de entrada para PCs, roteadores e servidores, portanto, muitas vezes, o objetivo do hacker não é atacar seu celular, mas sim seus dados, ou os dados da sua empresa, armazenados em algum outro local. E isto pode ser feito com um vírus em seu Android, por exemplo.

Usuários de iPhone também sob risco

Sabemos que há aquela lenda de que “quem usa iPhone e produtos Apple está seguro”, mas não é bem por aí. É verdade que existem poucos vírus para os produtos da maçã, mas os ataques a eles podem ser feitos de uma outra maneira: através da invasão via roteadores domésticos mal protegidos ou wi-fi aberta/pública.

Por exemplo, se você estiver em um restaurante utilizando a wi-fi gratuita daquele estabelecimento, um hacker sentado à mesa ao lado poderá acessar a rede e, através de aplicativos de coleta de dados, invadir todos os aparelhos conectados àquela wi-fi e acessar as informações transmitidas por esses dispositivos.

Recentemente, a Avast fez um experimento em São Paulo com mais de 5 mil hotspots com internet gratuita. E 49% deles estavam vulneráveis a ataques deste tipo. Neste teste, a equipe de engenheiros da Avast conseguiu ter acesso a e-mails, fotos, vídeos e outros documentos pessoais que estavam sendo transmitidos por àquelas redes. E advinha o que mais? Muitas dessas informações eram oriundas de produtos iOS como iPhone, iPad e Mac.

Portanto, não é só antivírus que precisamos instalar em nossos celulares, mas também um VPN (Virtual Private Network) que criptografa os dados transmitidos entre um dispositivo e servidor ou roteador.

Agora é a sua vez caro leitor! Conte-nos: como você tem garantido a segurança dos seus dados e compras através de seu celular?

19, julho, 2015

Usuários do Hola e Hola VPN: vocês podem estar fazendo parte de uma rede zumbi!

A VPN Hola, que tem milhões de usuários, foi alvo de duras críticas por não proteger seus usuários. No mês passado, foi divulgado que a Hola atua da seguinte forma:

  • Permite que os usuários da Hola usufruam da banda de outros usuários.
  • Vende a banda dos seus usuários para outra empresa do grupo (a Luminati, que recentemente foi utilizada para ataques de redes zumbis).
  • E, de acordo com a pesquisa da Vectra, a Hola pode instalar e executar códigos e programas adicionais nos aparelhos dos usuários sem o seu consentimento.

Se você é um usuário da Hola ou se você sabe de alguém que utiliza a Hola, por favor, tenha consciência disto.

O serviço, que pode tanto ser baixado como um aplicativo ou uma extensão do navegador, é uma rede peer-to-peer que permite que as pessoas utilizem a banda de outros usuários da Hola para tornar anônima a navegação e burlar as restrições de acesso a alguns conteúdos.

Hola_logo_blackO que muitos usuários não sabem é que passam a ser portas de saída e que outros usuários da Hola podem utilizar a sua banda para executar atividades ilegais, como acessar pornografia infantil.

Além disso, a Hola vende a banda dos seus usuários para outra empresa do grupo, a Luminati. Antes do final de maio, a Hola não mencionava a Luminati em seu site. O serviço premium da Luminati, que primariamente era oferecido como uma rede de anonimização, utiliza os clientes da Hola como canais por onde o tráfego da internet é redirecionado. A conexão da Hola com a Luminati foi tornada pública depois que um usuário da Luminati iniciou um ataque DDOS ao 8chan através da rede dos usuários da Hola, transformando-a em uma rede zumbi.

Os pesquisadores da Vectra, uma empresa de segurança que monitor ataques cibernéticos, mergulharam mais a fundo e descobriram que a Hola também pode baixar e instalar programas adicionais sem o consentimento do usuário, além de poder instalar e executar códigos remotos da mesma forma. Mais do que isso, a Vectra descobriu que a Hola contém um console interno, o “zconsole”. O zconsole permite a interação humana com a canal da Hola, mesmo quando a Hola não esteja sendo executada pelo usuário. Com acesso ao console, um hacker pode, como a Vectra apontou, “executar qualquer coisa” e produzir um ataque em larga escala.

O que nós aprendemos de tudo isso

Há pelo menos uma grande lição que podemos aprender deste caso: pesquise sobre os programas que você baixa e utiliza.

O que muitas pessoas não estão cientes é como a sua própria banda de internet pode estar sendo utilizada pelos usuários da Hola e quanto controle a Hola tem sobre tudo isto. Uma VPN ajuda a que você navegue anonimamente e possa acessar conteúdos restritos a certas regiões pelo fato de o tráfego da internet estar sendo redirecionado por outros servidores. Esta tecnologia pode ser útil, por exemplo, quando você estiver viajando e desejar acessar o conteúdo restrito apenas ao seu próprio país.

O que você deve pesquisar antes de escolher um serviço VPN

Antes de decidir qual serviço VPN você deve utilizar, pesquise mais sobre o fornecedor VPN e assegure-se de que é confiável. Descubra qual tecnologia ele utiliza. Se utilizam servidores para redirecionar o tráfego da internet e, neste caso, se você sabe quem são os donos destes servidores, o que eles fazem com os dados que trafegam por estes servidores e se eles mantêm ou não os seus dados privados, não os vendendo a terceiros.

A Avast, por exemplo, oferece um antivírus gratuito, mas o nosso Avast SecureLine VPN é um serviço premium. Cobramos pelos nossos serviços VPN porque temos custos extras para manter e possuir servidores em todo o mundo, através dos quais é redirecionado o tráfego da internet. Não rastreamos os dados que trafegam pelos nossos servidores VPN.

Saiba quanto o seu serviço VPN realmente controla. A Hola está disponível como um aplicativo e uma extensão do navegador, como mencionamos acima. A Vectra descobriu que a Hola é capaz de fazer muito mais do que apenas redirecionar o seu tráfego. A Hola pode baixar e executar programas adicionais sem o seu consentimento. As extensões dos navegadores têm, em geral, um enorme controle sobre o seu navegador e a maioria dos usuários não é consciente disso.

“As extensões do navegador podem ver tudo o que você vê em seu navegador, assim como tudo o que você digita no seu navegador, incluindo suas senhas. Um fabricante pouco confiável de uma extensão para os navegadores pode facilmente fazer mau uso desses dados e, por isso, é extremamente importante que os usuários sejam cuidadosos ao escolher as extensões que instalam em seus navegadores. Além disso, as extensões dos navegadores também podem manipular os resultados das buscas e tornar lento o seu navegador”. Thomas Salomon, Diretor de Desenvolvimento do Avast Browser Cleanup.

O que fazer antes de baixar uma extensão para o seu navegador

Para decidir se você deve ou não baixar uma extensão para o navegador, você primeiro deve ter certeza de que a extensão vem de uma fonte confiável, ler os comentários tanto dados profissionais quanto de outros usuários sobre a extensão e ler os termos de uso da extensão.

O que você deve fazer se uma extensão ruim estiver instalada no seu navegador? Se você está preocupado de ter alguma extensão maliciosa (elas são frequentemente oferecidas ao instalar outros programas legítimos, mas sem que você note) instalada em seu navegador ou tem uma extensão que é difícil de remover, você deve executar o Avast Browser Cleanup. O Avast Browser Cleanup é uma ferramenta que remove extensões maliciosas ou de baixa reputação e restaura o seu navegador para as configurações padrão. O Avast Browser Cleanup está presente nos produtos Avast e também está disponível como uma ferramenta independente.

Mantendo segura a sua navegação

As informações da nossa navegação são extremamente valiosas: utilizamos o nosso banco, mantemos contado com as pessoas que amamos por email ou pelas redes sociais, procuramos tudo na internet. Junte todos os pedaços de informação e você terá a identidade completa de uma pessoa. E você não quer que isto caia nas mãos de qualquer um, quer?

As VPNs e as extensões do navegador, como a Hola, tornam-se perigosas no momento que abusam do seu poder, sem informar abertamente os seus usuários sobre o que estão fazendo. Por isso é vital que você saiba quais programas estão instalados no seu computador e quais extensões você tem instaladas no seu navegador para que suas informações sejam mantidas privadas.

22, junho, 2015

Como navegar com segurança em redes WiFi públicas e gratuitas

Muitos dos pontos de WiFi que você pode utilizar gratuitamente na cidade ou quando viaja podem ter grandes falhas de segurança, tornando mais fácil para que hackers possam ver a sua atividade de navegação, suas pesquisas, suas senhas, seus vídeos, seus e-mails e outras informações pessoais. As conexões WiFi são públicas, o que significa que você está compartilhando a rede com muitos estranhos. Esses estranhos podem facilmente ver o que você está fazendo ou roubar um nome de usuário e senha de uma de suas contas, enquanto saboreia o seu café na mesa ao lado.

Uma maneira fácil e acessível de manter a sua segurança é utilizar sempre o acesso através de uma rede virtual privada (VPN). Parece algo sofisticado, mas a Avast tornou isto muito simples.

Em um serviço VPN, como o nosso SecureLine VPN, o tráfego de todos os dados que você envia e recebe são feitos através de uma rede privada, segura, mesmo que você esteja em uma rede WiFi pública e gratuita. Dessa forma, o SecureLine faz com que você esteja 100% anônimo e protege a sua atividade online.

Nós temos servidores em todo o mundo para que você possa se conectar aos nossos locais virtuais quando quiser que ninguém monitore ou registre a sua atividade na internet. Nós expandimos o SecureLine com mais 10 servidores para garantir que você tenha uma conexão ainda mais rápida.

Um dos bônus de utilizar o SecureLine é que ele permite que você visite sites que são restritos para estrangeiros. Com o SecureLine conectado a um servidor local daquele país, você pode assistir aos seus programas favoritos ou ouvir um streaming de rádio em qualquer lugar do mundo, porque o SecureLine faz parecer que você está conectado localmente e tenha direito a acessar aquele conteúdo. (Você sabe que há países onde o Facebook, o YouTube e o Twitter estão bloqueados? Utilizando uma VPN as pessoas ainda podem se conectar a esses serviços.)

Veja o que você ganha quando se conecta através do SecureLine no seu PC, Mac, ou telefone Android:

1) Proteção de privacidade: esconda a sua atividade na internet

2) Acesse conteúdo restrito a certos locais: você é livre para acessar o seu conteúdo favorito

3) Você está anônimo: ninguém registra o que os usuários fazem quando estão conectados através do SecureLine

4) Fácil de usar: com apenas um clique você estará conectado a um dos 24 servidores em todo o mundo

Como usar o SecureLine VPN

O SecureLine VPN é parte do Avast Antivírus. Basta abrir a interface de usuário do Avast, escolher a opção Ferramentas no menu à esquerda e, em seguida, clicar no botão SecureLine VPN. As licenças para as versões do Avast SecureLine VPN para Windows, Android e iOS são separadas.

Suporte: Windows, iOS 7.0 ou posterior, Android 4.0 ou posterior.

Servidores: América do Norte – Chicago, Dallas, Miami, Nova York, Salt Lake City, San Jose, Seattle, Montreal, Cidade do México; Europa – Praga, Frankfurt, Madrid, Paris, Londres, Amsterdã, Varsóvia, Bursa, São Petersburgo; Ásia/Oceania – Hong Kong, Tóquio, Seul, Cingapura, Melbourne.

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10, junho, 2015

Invasão do sistema de computador do governo norte americano: é tão fácil assim?

Irreal, inacreditável, impossível, por que, como… Essas foram algumas palavras usadas por mais de 4 milhões de norte-americanos que trabalham para o governo federal após descobrirem que seus dados foram roubados em um ataque de hacker divulgado há cerca de 1 semana. O ataque, de acordo com o jornal The New York Times, tinha como objetivo adquirir dados pessoais de funcionários do governo em todo os Estados Unidos. Embora o ato ainda esteja em investigação, a grande suspeita é de que um hacker chinês esteja por trás desse roubo.

hacker

Ataques de hacker podem soar como fáceis, mas não são tão simples assim: saiba como se cuidar

Se isso tivesse ocorrido em um país de menor poder cibernético, talvez a notícia não seria tão alarmante. Mas ver que milhões de dados do governo norte-americano podem ser facilmente acessados em um piscar de olhos, realmente soa irreal. Mas espere um pouco! Eu usei a palavra “facilmente”? Opa, acho que me enganei…

Ninguém consegue invadir uma plataforma de dados como dos Estados Unidos do dia para à noite, a não ser que o criminoso tenha acesso a informações confidenciais e senhas que lhe permitam isso. Ou devido a algum descuidado de um funcionário por alguns segundos e a sorte de um hacker de estar lá no lugar certo, na hora certa. Pois na grande maioria dos casos é preciso muito trabalho para se chegar a este ponto.

Qual o motivo para este ato? Durante uma entrevista (em inglês) dada pelo CEO da Avast, Vince Steckler, à agência de notícias Bloomberg, em Singapura, “existe um mercado negro underground comercializando essas informações”. Segundo ele, com esses dados criminosos podem criar novas identidades ou adquirir informações detalhadas para quebrar senhas e ter acesso exclusivo a informações valiosas.

Tá, se o Obama não consegue se proteger, como eu (um simples mortal) poderei fazer isso?

Como dito por Vince, os seus dados podem ser comercializados no mercado negro, mas o controle deles depende única e exclusivamente de você.

De acordo com uma recente pesquisa da Avast, a grande maioria dos brasileiros possui roteadores domésticos configurados com senhas de acesso extremamente fáceis de serem quebradas, como data de aniversário, endereço da casa, etc. Portanto, se você quer se proteger, comece configurando a senha do seu roteador de maneira eficaz e, de preferência, troque-a regularmente, de cada 3 a 6 meses.

Se for usar a internet de amigos ou em wi-fi aberta, utilize uma VPN (Virtual Private Network), que criptografa todos os dados do seu aparelho. Assim, se a internet que você estiver conectado for atacada, seu dispositivo e dados estarão seguros.

Por fim, utilize um software de segurança em seu computador e suspeite de qualquer programa que lhe for oferecido para ser baixado online. Antivírus como da Avast, por exemplo, possui o Sandbox, uma área virtual onde você pode baixar programas suspeitos sem perigo ao seu disco rígido.

Enfim, o ataque ao governo norte-americano pode ter sido assustador, mas não foi fácil. Portanto, dificulte a vida de cibercriminosos tendo uma postura online mais ativa e segura.

 

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21, maio, 2015

A maioria dos brasileiros está sob risco de ataques online

Uma recente pesquisa feita com mais de 23 mil usuários de internet no Brasil, aponta que a grande maioria deles está sob alta exposição online e corre sérios riscos de sofrer ataques de vírus a qualquer momento. Isto porque, 73% dos entrevistados confessaram que acessam constantemente redes de Wi-Fi públicas sem nenhuma proteção.

smartphone e tablet

Ao tomar seu café você acessa Wi-Fi aberta sem VPN? Então, cuidado!

 

Nos últimos 5 anos houve uma proliferação dos chamados “hotspots”, os pontos de conexão à internet que são abertos à qualquer pessoa com um aparelho que possua acesso Wi-Fi. Na maioria dos casos, esses ambientes não exigem nenhum tipo de registro ou senha para o acesso online, o que dá à qualquer pessoa a possibilidade de realizar ataques em massa atingindo todos os usuários conectados àquela rede. De acordo com a pesquisa, 55% dos usuários disseram que não desligam seus transmissores de Wi-Fi, fazendo com que seus dispositivos fiquem abertos a ataques mesmo quando não estão sendo utilizados. No geral, 8 em cada 10 pessoas pesquisadas admitiram usar mensalmente Wi-Fi pública, sendo que 48% delas afirmaram fazer isso diariamente ou semanalmente. Entretanto, somente 7% utilizam algum tipo de proteção de criptografia, como um VPN (Virtual Private Network).

O VPN é um aplicativo que faz com que a sua navegação na internet ocorra em um ambiente privado, ou seja, se um cibercriminoso utilizar uma Wi-Fi aberta para infectar ou “crackear” dispositivos, ele não conseguirá ter acesso ao equipamento conectado via VPN simplesmente porque todos os dados ali estarão criptografados.

“A maioria dos brasileiros não percebe que todas as informações pessoais em seus dispositivos móveis ficam indefesas em redes Wi-Fi públicas, se usadas sem proteção. Estas redes facilitam o acesso para ataques de hackers a milhões de consumidores brasileiros diariamente”, explica Vince Steckler, CEO da Avast Software e que esteve no Brasil recentemente analisando os resultados desta pesquisa.

Preocupação com perda de logins e dinheiro 

Ainda de acordo com esta pesquisa, 28% dos respondentes disseram que ao acessar uma rede de Wi-Fi aberta têm medo de ter seus dados de login (como nome de usuário e senha) roubados, enquanto que outros 26% se preocupam em ter suas contas bancárias acessadas. Outros 17% demonstraram preocupação com seus conteúdos publicados em salas de bate-papo, e-mails e fotos privadas. Uma minoria de 16% diz não ter nada a esconder.

A Avast foi ainda mais longe e fez um experimento único no Brasil que prova a fragilidade das redes de Wi-Fi públicas em São Paulo. Seguindo o mesmo teste feito há alguns meses em 9 cidades ao redor do mundo, incluindo San Francisco, Nova York, Londres e Seul, onde através de um aparelho de monitoramento de tráfego online foi possível observar as atividades da maioria dos usuários de Wi-Fi aberta, a Avast visitou os principais pontos de Wi-Fi pública/aberta na capital paulista e descobriu que a maioria devastadora dos aparelhos conectados a essas redes podem ser facilmente hackeados.

Mais detalhes deste experimento em São Paulo serão publicados neste blog muito em breve. Portanto, mantenha-se conectado conosco – via Wi-Fi segura!

Enquanto isso vale a pergunta: como você acessa uma Wi-Fi aberta?

 

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14, abril, 2015

WiFi públicas e abertas: risco de privacidade e roubo de identidade

A conveniência de utilizar uma rede WiFi pública e aberta vale o risco do roubo de identidade? A maioria das pessoas pensam que sim

Em uma pesquisa recente, descobrimos que 6% dos norte-americanos protegem seus dados utilizando uma rede virtual privada (VPN) quando estão conectados a uma rede WiFi pública com seus smartphones e tablets. Isto mostra que 94% estão desprotegidos. Não há dados da utilização de VPN no Brasil, mas estima-se que a porcentagem seja mínima, muito menor do que nos Estados Unidos. Por que isto ocorre?

As pessoas não sabem dos riscos de utilizar redes WiFi públicas inseguras?

Evitar a cobrança de taxas de utilização de dados móveis ou a conveniência de não utilizar uma senha são coisas mais importantes do que os dados dos seus aparelhos?

As pessoas não sabem que existe uma proteção disponível?

Está todo mundo assustado que não vai entender como utilizar uma VPN porque o nome soa algo técnico e muito avançado?

A verdade sobre as redes WiFi públicas e abertas

A verdade é que utilizar redes WiFi desprotegidas pode custar ainda mais caro à sua privacidade e ter a sua identidade digital roubada se você não estiver protegido(a) com um aplicativo de Rede Privada Virtual (VPN). Isto acontece porque as redes inseguras, aquelas que não exigem o registro ou uma senha, dão aos cibercriminosos um fácil acesso às informações pessoais.

“Na medida em que o armazenamento de dados na nuvem se torna cada vez mais popular e a procura por dedes WiFi gratuitas continua a crescer, as redes abertas – que não requerem senhas – passam a ser um grande risco aos consumidores desprotegidos, comprometendo seus dados pessoais privados”, disse Jude McColgan, presidente da Divisão Móvel da Avast.

“A maioria das pessoas não sabe que todas as informações pessoais dos seus aparelhos móveis estão indefesas em redes WiFi públicas se forem utilizadas sem proteção. Estas redes se tornam um fácil ponto de entrada para que hackers ataquem milhões de pessoas todos os dias”.

Pesquisa sobre uso de WiFi

O Avast pode proteger você e não é difícil de usar nem caro

“Infelizmente, ser um hacker não é algo complicado: há ferramentas disponíveis na internet que qualquer um pode utilizar para roubar dados pessoais”, disse Ondrej Vlček, COO da Avast. “O Avast SecureLine VPN permite que os usuários naveguem anonimamente e com segurança, especialmente ao utilizarem redes WiFi abertas”.

O Avast SecureLine VPN protege as suas conexões na internet com uma criptografia de nível militar e esconde o seu endereço IP. Se isto parece blá-blá-blá para você, vamos dizer em outras palavras: a nossa proteção torna o seu aparelho invisível aos cibercriminosos. Além disso, utilizar uma VPN oculta o seu histórico de navegação e, portanto, ninguém pode monitorar o seu comportamento online. Nós garantimos isto e o aplicativo é muito fácil de utilizar.

O Avast SecureLine VPN está disponível para telefones e tablets Android na loja Google Play e para aparelhos iOS na Apple App Store. Nossa VPN também está disponível para computadores Windows.

19, março, 2015

Novo aplicativo Avast SecureMe protege os usuários iOS e Android do hackeamento de WiFi

No recente Mobile World Congress em Barcelona, a Avast lançou um novo aplicativo: Avast SecureMe.

Avast na MWC15

A Avast lançou o aplicativo SecureMe para iOS e Android no Mobile World Congress 2015

O Avast SecureMe é o primeiro aplicativo no mundo que dá aos usuários de iPhone e iPad uma ferramenta para proteger seus aparelhos e dados pessoas quando estão conectados a redes WiFi. O aplicativo gratuito localiza automaticamente as redes WiFi e informa aos usuários quais delas são seguras. Uma vez que muitos usuários se conectam sem saber o estado da rede WiFi – se ela é protegida ou não – o Avast SecureMe irá criar uma conexão segura para mantê-los protegidos.

“As redes WiFi públicas e os roteadores inseguros se tornaram os principais alvos dos hackers, o que traz novos riscos para os smartphones e tablets, e mesmo os aparelhos iOS não estão imunes”, disse Jude McColgan, Presidente da Divisão Móvel da Avast.

O Avast SecureMe estará disponível para um teste beta através de convites nas próximas semanas. Por favor, cadastre-se para o teste aqui e a equipe do SecureMe entrará em contato com você. O aplicativo informa você se encontrar algum problema de segurança O Avast SecureMe inclui uma função chamada Segurança WiFi. (Esta função também está disponível aos usuários Android no aplicativo Avast Mobile Security que pode ser baixado na Google Play.) As pessoas que utilizam redes WiFi abertas em áreas públicas como aeroportos, hotéis ou cafeterias irão gostar muito desta função. A tarefa do recurso Segurança WiFi é escanear as comunicações WiFi e informar você caso encontre alguma atividade suspeita: roteadores com senhas fracas, redes wireless inseguras, roteadores com vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers.

“O Avast SecureMe e o Avast Mobile Security oferecem aos usuários uma solução simples, com um só toque, para encontrar e escolher redes seguras e se protegerem das ameaças de terem os seus dados pessoais roubados”, disse McColgan.

Qual é o risco de que meus dados pessoais sejam roubados? Se você utiliza uma rede WiFi insegura ao entrar no site do seu banco, por exemplo, os ladrões poderão capturar os seus dados de login e roubar sua identidade digital. Em redes WiFi desprotegidas, os cibercriminosos podem também facilmente ver os seus emails, histórico de navegação e dados pessoais caso você não estiver utilizando uma conexão segura e criptografada como uma rede privada virtual (VPN). Leia mais sobre o nosso experimento mundial sobre hackeamento de redes WiFi para ver como a ameaça está realmente espalhada por todo o mundo.

O aplicativo SecureMe inclui uma VPN para proteger a sua privacidade O Avast SecureMe contém uma VPN para proteger as suas comunicações online quando você quer que elas sejam privadas, especialmente ao verificar emails, utilizando o seu banco e até mesmo visitando os sites das suas redes sociais favoritas. O Avast SecureMe conecta-se automaticamente com uma VPN segura ao detectar que você entrou em uma rede WiFi pública e torna invisíveis todos os seus dados. Para uma melhor conveniência, você pode desativar a proteção em redes WiFi nas quais confia, como a sua rede doméstica. Teste Beta O Avast SecureMe para iOS estará disponível em breve na iTunes Store. Antes do seu lançamento iremos fazer um teste beta através de convites. Por favor, cadastre-se para o teste aqui e a equipe do SecureMe irá entrar em contato com você. A função Segurança WiFi está incluída no aplicativo Avast Mobile Security para Android, disponível na Google Play.

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4, setembro, 2014

Porque vírus para celular não é uma lenda

Outro dia um amigo meu comparou a existência de vírus para celular com o Saci Pererê: “todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu nenhum”. Apesar desta ser uma boa “tirada”, ela não é de nenhuma maneira engraçada. Aliás é um tanto quanto trágica. Se você nunca viu, não significa que não existe.

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Quer evitar ataques ao seu celular? Baixe aplicativos somente em lojas oficiais

Há indícios de que programas maliciosos começaram a se alastrar em telefones móveis há mais de uma década, ou seja, muito antes dos famosos smartphones darem as caras. A diferença é que, naquela época, usávamos nossos celulares “só” para telefonar, ou no máximo mandar algumas mensagens de texto. Hoje o telefone móvel é um computador de bolso. Temos lá nossas vidas: agendas de contato, diários, planilhas de Excel, emails, acesso às redes sociais, podemos gerenciar lá nosso dinheiro, pagamentos e usos de cartões de crédito e débito, consultamos GPS e endereços, deixando lá o histórico de nossas rotas diárias, etc. Esqueci alguma coisa?

Acredito que sim. Caro leitor, me ajude nessa! O que mais podemos fazer com o celular? E depois eu pergunto: você acha que todas essas informações armazenadas em um único local não chamaria a atenção de cibercriminosos?

O problema é que, às vezes, você instala um aplicativo que não parece ser malicioso, mas que do nada passa a atacá-lo. Isso geralmente ocorre ao baixar programas de lojas não oficiais, mas pode acontecer também que um de seus contatos foi quem cometeu o equívoco de instalar um aplicativo de risco e, depois de contaminado, passa a enviar malwares para você via SMS.

“Enquanto pode demorar um tempo para criadores de malware para celular burlar lojas oficiais e suas políticas de venda, há maneiras menos maliciosas dos desenvolvedores de aplicativos nocivos tomar vantagem do mercado”, explica Filip Chytry, Analista de Malware da avast!. Segundo ele, existe uma “linha fina” entre malwares maliciosos e não maliciosos, fazendo com que os usuários baixem um programa nocivo que não causa danos de imediato, mas que pode a qualquer momento atacar o próprio usuário ou telefone de alguém de sua lista de contatos.

Em outras palavras, você pode estar carregando um Saci Pererê em seu smartphone sem saber e acha que está tudo certo. Portanto, além de instalar um antivírus no seu aparelho, tome cuidado com a maneira como você o usa. Procure utilizar somente lojas oficiais para baixar aplicativos. Se você usa Android, faça downloads somente no Google Play, para iPhone utilize AppleStore.

Outro detalhe, cuidado ao acessar a internet no seu celular via uma wi-fi aberta/pública, ou seja, em shopping centers, estádios de futebol, etc. Se um ataque ocorrer à esta rede, seu telefone poderá ser facilmente atingido sem você nem mesmo notar. E isso vale também para usuário de iOS. A sugestão para driblar este obstáculo é a instalação de um VPN (Virtual Private Network) no aparelho, além de um antivírus confiável.

Não substime o poder de fogo de hackers ao redor do mundo. Eles podem parecer verdadeiras lendas, mas existem e estão mais próximos do que você imagina.

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25, agosto, 2014

Funcionários de pequenas empresas que viajam a negócios estão sob risco de perda de dados comerciais

Ainda me lembro da época em que participava de eventos pelo Brasil e que dependia de internet a cabo para acessar meus emails e me conectar com minha empresa. Uma das melhores organizações neste sentido era a do Salão do Automóvel, em São Paulo, onde até mesmo computadores modernos ficavam à nossa disposição. Entretanto, hoje em dia podemos acessar a internet usando nossos próprios computadores de qualquer lugar via wi-fi públicas: nos aeroportos, em restaurantes, shopping centers, etc. Porém, o que deveria ser uma “mão na roda” para empresários e executivos, pode se tornar um verdadeiro pesadelo.

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Isso porque, atualmente hackers podem facilmente realizar ataques a essas wi-fi abertas e invadir não só as redes especificamente, mas os computadores, tablets e telefones de milhões de pessoas conectadas a elas. O cenário é bem simples: você possui uma microempresa com mais ou menos 10 funcionários. Dois deles realizam viagens constantes pelo país ou dentro do seu estado, ou mesmo fazem visitas diárias a clientes da sua própria cidade; ou seja, na linguagem popular: “trabalham na rua” e seus computadores e telefones são ferramentas de trabalho essenciais. Ao chegarem a um aeroporto, hotel ou restaurante, seus funcionários decidem enviar “aquele” relatório importantíssimo sobre as vendas do mês ou uma informação sigilosa de seus clientes via email e se conectam a uma wi-fi pública para isso. Sem se preocupar com o que está por trás do gerenciamento desta internet, eles terminam o trabalho e seguem para o próximo compromisso, mas mal sabem que suas máquinas foram vistoriadas, contaminadas e, em alguns casos, tiveram suas informações furtadas. Cada vez que eles acessam a internet via wi-fi pública, o risco de furto de dados se torna iminente!

Duvida que isto seja possível? Então leia a Cartilha de Segurança para Internet publicada pela Cert (Centro de Estudos, Respostas, e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil) para ter mais informações. Nesta cartilha, há sugestões de como se proteger ao usar conexões públicas, mas no geral, os grandes problemas enfrentados por micros e pequenas empresas para combater esse problema são: (1) estabelecimento do sistema de proteção; (2) a manutenção do mesmo; (3) a utilização desse sistema por parte do funcionário. Isso porque até bem pouco tempo atrás era necessário contar com a ajuda de um administrador de rede para este trabalho, ou seja, alguém com conhecimento mais técnico de informática e computação no geral para fazer esta proteção funcionar.

Como explicamos por aqui anteriormente, hoje em dia micros e pequenos empresários possuem tecnologias ao seu dispor que facilitam o gerenciamento da segurança de redes comerciais sem a necessidade de ter um profissional diretamente responsável por isso. O mesmo ocorre com relação ao uso de internet pública. Hoje em dia, uma das melhores soluções é a instalação de uma VPN (Virtual Private Network) nos computadors e telefones de seus funcionários para que eles possam acessar a internet em locais remotos e em wi-fi públicas, mas ao mesmo tempo impede qualquer hacker de realizar ataques diretos aos aparelhos de seus funcionários. E mais, o uso da VPN é bem simples, basta apertar um botão que ela já começa a funcionar, ou seja, não necessita da ajuda de um administrador de TI (Tecnologia da Informação) para rodar e proteger seus dados. Lembre-se que o furto online de informações comerciais de micros e pequenas empresas tem aumentado muito nos últimos anos, pois hackers sabem que enfrentarão menos dificuldades nesses locais do que durante ataques a multinacionais de grande porte que possuem um sistema complexo de segurança de dados. Portanto, a dica é: procure pela melhor VPN no mercado e obrigue seus funcionários a usá-la diariamente, só assim a conexão à wi-fi pública será segura o bastante para impedir o furto de seus dados comerciais.

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22, agosto, 2014

Novos métodos de malware ataques a smartphones começam a ganhar força

No mês passado publicamos aqui alguns dados que mostram o crescimento do uso do celular no Brasil debatendo uma frase do vice-presidente do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, que disse em 2012 que o futuro da internet será o celular. De acordo com relatórios do governo federal (também publicados no texto mencionado), a internet móvel cresceu 416% entre 2010 e 2014 no Brasil. Esse salto não foi apenas visto em nosso país, mas no mundo todo, abrindo espaço para hackers e crackers explorarem a vida virtual que carregamos em nossos bolsos!

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Intercepção da comunicação entre servidores de aplicativos para celulares e BTS pode se tornar a mais nova forma de ataque a telefones móveis

Não há dúvidas nenhuma de que ataques de vírus a telefones móveis ainda estão passando por uma fase inicial de vida, mas o “embrião” que surgiu em 2007 cresceu, ganhou forma e nasceu. Hoje já é um pequeno bebê, capaz de entender o mundo ao seu redor. E o pior, assim como outra criança na sua idade, não conhece os perigos e está disposto a tudo para conseguir o que quer.

Por outro lado, o celular se tornou parte de nós mesmos. Há quem não consiga sair de casa sem ele e, quando sai, sente um vazio tremendo, como se estivesse andando pelado pelas ruas. É nele que hoje em dia acessamos nossas redes sociais, lemos livros e jornais, assistimos vídeos e (o mais importante), pagamos nossas contas. Ou seja, muita informação importante que hackers ao redor do mundo não podem deixar de explorar.

De acordo com Filip Chytry, Malware Analista na Avast antivírus, uma nova forma de ataque será através da comunicação entre os servidores dos aplicativos e os BTSs (Base Transceiver Stations), ou seja, alguém invade a comunicação ente o servidor e o BTS e pode ter acesso a qualquer conteúdo. “Os ataques feitos por intermediários nessa comunicação via servidores dos aplicativos significa que hackers de smartphones poderão redirecionar a comunicação entre o usuário e o servidor ou até mesmo infectar o aparelho instalando nele vírus através do aplicativo”, descreve Chytry.

Se este tipo de técnica realmente se firmar, as possibilidades de ataques serão imensas. “Hackers poderão restaurar detalhes bancários se eles conseguirem interceptar a comunicação do usuário com o aplicativo durante uma transação”, explica Chytry.

Como dito, uma investida desta ainda está em fase de prospecção, mas já está bem encaminhada! Recentemente, dois crackers conseguiram invadir telefones, tablets e computadores que rodam em iOS (o sistema operacional da Apple famoso por ser altamente seguro), através de um aplicativo bem conhecido, o Instagram. Vale lembrar que neste caso, os aparelhos explorados estavam ligados a uma internet aberta ou wi-fi pública.

Como fazer para se proteger

A pergunta que fica é: como vou me proteger? Devo passar a andar pelado, ou seja, sem meu celular?

Bem, não é necessário ir tão longe! Os bancos brasileiros possuem ótimos sistemas de segurança, embora não revelam dados oficiais de possíveis ataques online às contas de seus clientes. Entretanto, usamos muito cartão de crédito para pagamentos via internet e também publicamos e acessamos informações sensíveis em nossas redes sociais via telefone, o que pode levar a problemas ainda mais sérios.

O ideal seria criptografar todos os seus dados, mas isto ainda não impede ataques. Portanto, para garantir a sua segurança, a melhor dica é instalar um antivírus em seu telefone assim como você faz em seu PC. E mesmo que você criptografe seus dados, utilize um VPN (Virtual Private Network), assim você poderá acessar a internet em locais públicos sem riscos.

E é bom lembrar que os sistemas de antivírus hoje em dia possuem também o chamado “anti-theft”, um programa antifurto que ajuda você a localizar seu aparelho em caso de roubo, furto ou perda.

O mundo digital está se tornando cada vez mais perigoso e a vida virtual que carregamos nos bolsos através de nossos smartphones é a próxima vítima na mira de cibercriminosos. Portanto, tome uma atitude hoje para não se tornar a presa de amanhã!

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