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Textos com Etiquetas ‘smartphone’
9, julho, 2015

Bem vinda ao time, Remotium!

Estou feliz de poder anunciar que compramos a Remotium, líder no mercado de mobilidade virtual para empresas, com sede no Vale do Silício. A tecnologia premiada da Remotium – com a patente pendente -, chamada Remotium Virtual Mobile Platform (VMP ou Plataforma Móvel Virtual), fornece às empresas um acesso seguro aos aplicativos críticos para o seu negócio a partir de qualquer aparelho móvel ou desktop. Com este produto, os usuários móveis corporativos têm todos os seus dados e aplicativos pessoais residentes nos seus aparelhos móveis (iOS ou Android) enquanto que todos os seus dados e aplicativos corporativos são armazenados e executados em um servidor e apenas mostrados na tela do aparelho. É o melhor dos mundos para os ambientes BYOD.

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20, maio, 2015

O Avast Mobile Security é a escolha número 1 dos usuários de Android

O aplicativo de segurança mais popular em todo o mundo é o Avast Mobile Security.

Na sua pesquisa anual, a IT Security Survey, a AV – Comparatives perguntou qual a solução de segurança antimalware móvel que você usa em primeiro lugar no seu smartphone?

O Avast ficou em 1º ou 2º lugares em quatro continentes: Europa, América do Norte, Ásia e Américas Central/Sul.

O Avast Mobile Security é a proteção Android número 1.

Não pise na bola! Proteja o seu Android com o Avast Mobile Security.

É grande o risco de infecção de um smartphone Android?

O risco de um smartphone Android ser infectado depende de uma série de fatores. Nos Estados Unidos e na Europa, a maioria das pessoas utiliza as lojas oficiais (como a Google Play) para instalar os seus aplicativos. O risco é muito menor do que em países asiáticos, especialmente a China, onde as lojas de aplicativos não estão sobre um controle tão rigoroso. Por causa destas lojas não oficiais e, simultaneamente, devido à presença de vários telefones roteados, a chance de instalar um aplicativo perigoso aumenta significativamente.

Na Ásia, o smartphone é frequentemente utilizado substituindo o desktop. As pessoas utilizam-no muitas vezes para entrar no seu banco (o que os torna vulneráveis ao Trojan ZeuS. O Zeus é geralmente disseminado através de um link ou de um anexo em um email phishing ou através de mensagens de texto via WhatsApp, SMS ou Twitter. Esta ameaça cresce da mesma forma na Europa e nos Estados Unidos, pois os aplicativos bancários se tornam cada vez mais populares.

Uma grama de prevenção vale mais do que um quilo de cura

O Laboratório de Vírus do Avast tem mais de um milhão de malwares móveis diferentes em seu banco de dados e detecta 2.850 novas ameaças móveis a cada dia. A situação pode piorar rápida e dramaticamente. Por isso, o melhor é utilizar uma proteção preventiva e instalar um software de segurança no seu smartphone. No momento, proteger seus dados caso o seu telefone seja perdido ou roubado é ainda mais crítico do que a proteção contra malwares.

A pesquisa da AV-Comparatives revelou que os usuários Android na América do Norte protegem os seus telefones mais que todo o resto do mundo. Mesmo assim, são apenas 31% dos que participaram na pesquisa. Na América do Sul, Ásia e Europa, estes números são ainda mais baixos: 17%.

Proteja o seu smartphone e tablete Android com o Avast Mobile Security e o Avast Anti-Theft: ambos são gratuitos na loja Google Play.

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11, maio, 2015

Por que as pessoas não fazem backup dos seus smartphones e outras coisinhas mais sobre os brasileiros

Terror. O sentimento que você tem quando descobre que o seu celular sumiu. Todas as fotos, contatos e outras coisas se foram para sempre. Por que? Porque você não tinha um backup.

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Há algumas semanas, o Avast realizou uma pesquisa mundial para saber se as pessoas faziam ou não backup dos dados dos seus aparelhos móveis. Recebemos respostas de 288.000 usuários em vários países, entre eles Estados Unidos, Alemanha, Índia, México, Rússia e Brasil.

Para se ter uma ideia de que tipo de dados os usuários armazenam em seus aparelhos, começamos a pesquisa perguntado para quê eles utilizavam seus aparelhos móveis além, é claro, de fazer ligações e enviar mensagens de texto.

Nas respostas, descobrimos que duas a cada dez pessoas utilizam os seus aparelhos móveis para tirar fotos, 18% navega na internet, 17% escuta músicas ou assiste a vídeos e 16% utilizam os aplicativos de redes sociais como o Facebook e o LinkedIn.

Por que as pessoas não fazem backup dos seus dados?

Simplesmente porque as pessoas pensam que não é necessário fazer backup dos seus dados. A média mundial foi de 36%, destacando-se os Russos: quase a metade (48%) deles acha que isto não é necessário.

Quase 25% de todos os pesquisados dizem não fazer backup por preguiça (24%). 32% dos Indianos admitem que são muito preguiçosos para se dar ao trabalho de fazer backup.

Já 36% dos Britânicos disseram que não fazem backup dos seus dados porque acreditam que seus dados não valem nada, comparados com apenas 22% dos outros participantes da pesquisa no restante do mundo.

O que vale mais para os usuários: o aparelho ou os dados?

Agora que sabemos que muitíssimas pessoas não se preocupam com os seus dados, que são muito preguiçosos para evitar a sua perda, ou acham que não vale a pena ter esse trabalho, perguntamos a eles sobre o que mais lhes deixaria chateados: perder os seus dados (dos quais não têm backup) ou o seu aparelho (o hardware).

Os números globais são que 64% das pessoas ficariam mais chateadas de perder seus dados sem backup do que com a perda do aparelho em si. Os Mexicanos que participaram da pesquisa foram os mais significativos neste quesito: 78% deles disseram que se chateariam mais pelos dados do que pelo aparelho.

Quais dados as pessoas estão preocupadas em perder?

Os usuários estão mais preocupados em perder seus contatos armazenados no aparelho móvel (25%) e suas fotos (21%). No entanto, apesar desta preocupação, 37% das pessoas disseram que não fazem backup dos seus dados. Os Brasileiros são os que menos fazem backup dos seus dados (45%), e mesmo assim, 64% deles dizem estar preocupados em perdê-los.

Por que você deve fazer backup dos dados do seu aparelho móvel?

Nós utilizamos nossos aparelhos móveis para fazer importantes ligações, captar momentos únicos das nossas vidas, navegar na internet, utilizar nossos aplicativos favoritos e muito mais. Qualquer coisa pode acontecer com o seu aparelho de um momento para o outro: você pode derrubá-lo no banheiro, perdê-lo, ele pode ser furtado ou até um carro pode passar por cima do dispositivo! Mesmo assim, descobrimos que muitas pessoas não fazem backup dos dados que consideram mais indispensáveis.

Como fazer backup dos seus dados

Você pode fazer backup dos seus dados de várias maneiras: conectando o seu aparelho a um computador (como cerca de um terço dos usuários em todo o mundo faz, veja abaixo), conectar-se a um serviço na nuvem (como, por exemplo, o Dropbox, o iCloud ou o Google Drive) ou utilizar um aplicativo de backup como o Avast Mobile Backup.

Quando as pessoas fazem backup dos seus dados? Como elas fazem backup?

A maioria daqueles que fazem backup dos seus dados seguem uma rotina mensal (41%), ao passo que 8% fazem diariamente.

A maioria das pessoas fazem backup dos seus dados conectando o aparelho a um computador (32%). Somente 17% fazem backup na nuvem. Quando perguntamos sobre isto, 46% dos usuários disseram que têm medo de fazer backup na nuvem por razões de privacidade. Os Alemães são os mais preocupados com a sua privacidade ao fazer backup nas nuvens (61%), seguidos pelos Espanhóis (58%) e pelos Americanos (57%).

23, abril, 2015

Novo aplicativo da Avast para limpeza de aparelhos Android

A Avast lançou o Avast GrimeFighter no Mobile World Congress em Barcelona. O novo aplicativo ajuda os usuários Android a recuperar espaço nos seus aparelhos com apenas alguns toques e para que, depois, possam salvar os dados que realmente interessam e, além disso, possam desfrutar de um melhor desempenho dos seus aparelhos.

GrimeFighterComo o Avast GrimeFighter funciona

O Avast GrimeFighter começa escaneando todos os aplicativos dos aparelhos Android, identificando dados pouco relevantes ou desnecessários que podem ser excluídos sem prejudicar as funções dos aplicativos. Com a interface fácil de usar do GrimeFighter, os usuários podem escolher entre duas maneiras de eliminar o excesso de arquivos: a Limpeza segura e a Limpeza avançada. O limpador seguro é um escâner personalizável que identifica rapidamente os dados pouco importantes e remove tudo com um só toque. O limpador avançado executa, além da limpeza segura, um mapeamento completo do armazenamento do aparelho, criando uma visão global simples de todos os arquivos e aplicativos que consomem espaço. O limpador avançado localiza aplicativos “famintos” por espaço ou pouco utilizados e classifica tudo por tipo de arquivo, tamanho, utilização ou nome, para que os usuários possam remover permanentemente os arquivos e liberar espaço de armazenamento.

Além de limpar os dados indesejados, o Avast GrimeFighter ajuda a maximizar a capacidade de armazenamento sincronizando os dados com contas pessoais de armazenamento na nuvem, para que os usuários possam gerenciar o armazenamento dos seus aparelhos sem ter de apagar dados importantes. Os usuários podem mover os arquivos para o ícone da nuvem e o GrimeFighter irá enviá-los imediatamente para uma pasta segura na nuvem. No momento, o Avast GrimeFighter é compatível com o Dropbox e pode guiar os usuários a criar uma conta no Dropbox. Outras soluções populares de armazenamento na nuvem serão acrescentadas em breve.

Como se acumula o excesso de dados nos aparelhos?

Dados são acumulados em seu aparelho, quer você queira ou não. O GrimeFighter ajuda você a localizar o excesso de dados que, em princípio, você não conseguiria encontrar, como os arquivos deixados para trás ao baixar e iniciar um aplicativo, dados residuais, thumbnails e o cachê dos aplicativos. Os aplicativos populares como o Facebook e o Instagram também acumulam um excesso de dados no seu aparelho à medida em que você os utiliza. O Avast testou alguns aplicativos populares para Android e descobriu que o seu tamanho pode crescer exponencialmente em uma semana de uso contínuo:

                                                                      Tamanho ao instalar:       Dados adicionais acumulados:

1) Facebook                   36.7MB                    153MB

2) Flipboard                 12.6MB                    71.1MB

3) Google Maps         23.21MB                    68.8MB

O Avast GrimeFighter irá ajudar os mais de um bilhão de usuários do Android a liberar de 500Mb a 1Gb de armazenamento, para que possam desfrutar de um desempenho ainda melhor dos seus aparelhos e está disponível gratutitamente na Google Play.

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5, março, 2015

Experimento prova a fragilidade de redes públicas de Wi-Fi

O uso de redes de Wi-Fi abertas e desprotegidas se tornou extremamente popular em todo o mundo. Não importa se você está passeando em alguma cidade e precisa de uma Wi-Fi pública para checar seus mapas online ou se você se conecta à Wi-Fi do seu restaurante favorito, você está vulnerável em termos de proteção de dados. Assim como você tranca a porta da sua casa ao sair dela, você deveria usar um aplicativo de segurança se estiver usando Wi-Fi pública.

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Ao utilizar redes públicas de Wi-Fi sem um software de proteção em seu aparelho pode expor suas fotos a hackers

Experimento da Avast examina como hacks podem monitorar as atividades de navegação online de pessoas ao redos do mundo

A equipe Avast Mobile submeteu-se a um experimento internacional de hacking, onde nossos especialistas em segurança para mobiles (smartphones e tablets) viajaram a várias cidades dos Estados Unidos, Europa e Ásia para observar as atividades de redes públicas de Wi-Fi em nove grandes áreas metropolitaneas. Nosso experimento revelou que a maioria dos usuários de aparelhos móveis não estão tomando os passos adequados para proteger seus dados de criminosos cibernéticos. Nos Estados Unidos, os especialistas da Avast Mobile visitaram Chicago, Nova York e San Francisco; na Europa, eles foram para Barcelona, Berlin e Londres; e na Ásia, viajaram para Hong Kong, Seul e Taipei.

Cada um dos especialistas estavam equipados com um laptop e um adaptador Wi-Fi que permite o monitoramento do tráfego de Wi-Fi na área. Por esta razão, nós desenvolvemos um aplicativo próprio que monitora tráfegos wireless em 2.4GHz de frequência. Entretanto, é importante mencionar que este tipo de aplicativo é comercializado normalmemte e pode ser facilmente encontrado no mercado gratuitamente.

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Experimento em frente ao parlemento alemão, em Berlim, detalhes de logins podem ser facilmente acessados

O estudo revelou que usuários na Ásia estão sob maiores chances de ataques. Usuários em San Francisco e Barcelona são os que geralmente tomam mais precauções para proteger seus navegadores, enquanto que usuários na Europa também estão conscientes dos riscos de usar conexões seguras. Se por um lado usuários na Ásia são os que mais acessam redes abertas, europeus e americanos nem tanto; em Seul, 99 de 100 usuários acessaram redes inseguras durante o experimento, em comparação com 80 de 100 em Barcelona.

Número de usuários que acessaram redes inseguras por cidades:

1)       Seul: 99 out of 100

2)       Hong Kong: 98 out of 100

3)       Taipei: 97 out of 100

4)       Chicago: 96 out of 100

5)       Nova York: 91 out of 100

6)       Berlim: 88 out of 100

7)       Londres: 83 out of 100

8)       Barcelona: 80 out of 100

9)       San Francisco: 80 out of 100

O nosso experimento mostra que uma grande porção dos usuários navegam primariamente em sites HTTP inseguros. 97% dos usuários na Ásia conectam-se a redes públicas de Wi-Fi desprotegidas. 7 a cada 10 senhas de roteadores protegidas usam métodos de criptografia fraca, tornando fácil o trabalho dos hackers. Quase metade do tráfego online na Ásia ocorre em sites HTTP inseguros, em comparação com um terço do tráfego nos Estados Unidos e praticamente um quarto do tráfego na Europa. Isso pode ser atribuído ao fato de que há mais websites na Europa e Estados Unidos que usam protocolo HTTPS do que na Ásia.

Quanto pode ser monitorado de sua navegação? 

Devido ao fato de que o tráfego HTTP é desprotegido, nosso time foi capaz de ver tudo das atividades de navegação dos usuários, incluíndo domínios, histórico de páginas, buscas, informação pessoal de login, vídeos, e-mails e posts e comentários. Antes do computador iniciar qualquer comunicação há sempre uma comunicação com o domain name server (DNS). Essa comunicação não é criptografada na maioria dos casos, então em redes abertas de Wi-Fi ela se torna fácil para qualquer pessoa visualizar qual domínio o usuário visita. Isso significa, por exemplo, que qualquer pessoa que navega por produtos no eBay ou Amazon e não está logado, pode ser seguido e hackeado. E mais, é ainda possível ver se pessoas lêem artigos no nytimes.com ou cnn.com e suas buscas no bing.com ou se visitaram sites de vídeos com conteúdo adulto.

Fique atento a criptografias fracas

A maioria dos hotspots de Wi-Fi estavam protegidas durante o experimento, mas descobrimos que geralmente seus métodos de criptografia eram fracos e poderiam ser facilmente hackeados. Usando uma criptografia WEP é praticamente o mesmo que usar produtos de proteção que pedem senhas de acordo com os sites que são acessados, ou seja, usuários pensam que estão protegidos para usar seus dados pessoais, mas tudo pode ser acessado externamente.

San Francisco e Berlim tiveram a menor porcentagem de hotspots com fraca criptografia, enquanto que mais da metade dos hotspots em Londres e Nova York estão protegidos com senhas e quase três quartos das redes públicas de Wi-Fi na Ásia estão vulneráveis a ataques.

Quantidade de hotspots protegidos com senhas vulneráveis:

1)       Seul: 70,1%

2)       Taipei: 70,0%

3)       Hong Kong: 68,5%

4)       Londres: 54,5%

5)       Nova York: 54,4%

6)       Chicago: 45,9%

7)       Barcelona: 39,5%

8)       Berlim: 35,1%

9)       San Francisco: 30,1%

Nosso objetivo com este experimento não é assustar as pessoas com relação a visitar sites HTTP, mas orientá-las a se protegerem em redes públicas de Wi-Fi. Se você instalar uma proteção que permite uma conexão à internet com segurança ao acessar redes públicas, uma Wi-Fi aberta não representa nenhum perigo. Mas quando você vai desprotegido, hackers podem seguir os seus passos na internet. Mesmo se usuários acessarem um site HTTPS, o donínio visitado continua a ser visível aos hackers.

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20, janeiro, 2015

Gerente de eCommerce do Avast no Brasil fala dos planos para 2015

William R. Plaza do Hardware.com.br – um dos sites mais respeitados em matéria de hardware, redes, Linux e tecnologia em geral – entrevistou André M. Pinto, nosso gerente de eCommerce para o Brasil. Leia abaixo a íntegra da entrevista publicada há alguns dias.

Introdução

A nossa entrevista de hoje é com o Andre Munhoz Pinto, gerente de eCommerce da Avast no Brasil. De forma lúcida e sincera Andre nos conta como o Avast está preparada para a segurança dos novos dispositivos da Internet das Coisas, como a empresa vem liderando o mercado brasileiro de soluções de segurança e etc.

Confira:

Hardware.com.br: Primeiramente André quero te agradecer por aceitar a entrevista e para início de conversa, eu queria que você explicasse para os nossos leitores um pouco do seu trabalho na Avast e quais são os planos da empresa para 2015.

André Munhoz Pinto: Eu sou gerente de eCommerce da Avast para o mercado brasileiro. Sou responsável por promover a marca e produtos da empresa no Brasil através das nossas mídias sociais, mensagens dentro dos produtos e parcerias com outras empresas do setor. Meu trabalho é entender o que o brasileiro em geral precisa em termos de segurança online e traduzir isso em informação, promoções de marketing e sugestões técnicas para os nossos engenheiros de TI.

A Avast fechou o ano de 2014 com 62% do mercado de antivírus no Brasil, portanto, meu foco principal em 2015 é manter este nível de alcance e, ao mesmo tempo, ajudar os brasileiros com informação sobre as novas ameaças para a segurança online, principalmente com relação a smartphones e tablets.

Hardware.com.br: Com tantas formas de burlar a licença dos programas atualmente, como convencer os usuários a adquirirem uma licença de uma suíte de segurança? Está mais difícil atualmente do que em anos anteriores?

André Munhoz Pinto: Tudo depende da qualidade do produto. O mercado de antivírus tem uma concorrência muito grande, com muitos bons produtos grátis e outros a baixo custo, portanto, ter um bom produto e boa tecnologia é fundamental. Não acho que está mais difícil de vender hoje em dia do que no passado, porque embora temos uma maior concorrência, o consumidor final também está mais bem informado. Ele ou ela sabe que não pode ficar sem antivírus e se preocupa muito com licenças “grátis“ que podem ser adquiridas online. Quando identificamos um usuário utilizando uma licença paga a qual não foi adquirida legalmente, nós primeiro oferecemos a compra do nosso produto e depois cortamos o serviço daquela licença. Em alguns casos, podemos até mesmo abrir processos judiciais, mas na grande maioria das vezes os usuários que tentam burlar a nossa licença acabam virando nosso cliente.

Hardware.com.br: De acordo com a AV-Test em 2014 houve um aumento de 73% de novos Malwares em relação a 2013, como o Avast se mantém preparado para estatísticas tão alarmantes como essa?

André Munhoz Pinto: Para nós isto não é surpresa! E não será surpresa se este número aumentar ainda mais em 2015. Só para você ter uma ideia, em 2011 tinhamos em nosso banco de dados 100 mil amostras de malwares desenvolvidos somente para celulares e tablets, em 2014 registramos 1 milhão de amostras. O consumidor final precisa entender que hoje em dia hackers são profissionais do ramo, não são mais adolescentes sentados em um quarto escuro bebendo refrigerante e comendo pizza amanhecida. Hackers estão 24 horas por dia, 7 dias por semana trabalhando nisso. Para dar conta desses ataques, a Avast possui o IQ Community, que lança uma nova ameaça de vírus automaticamente ao nosso laboratório assim que ela aparece. São 50 mil amostras diárias de vírus que recebemos. Elas são checadas e, uma vez o vírus é identificado, criamos a vacina e enviamos uma atualização automática para todos os nossos usuários no mundo. Isso ocorre praticamente em tempo real, portanto, conseguimos identificar e combater uma ameaça mais rápido do que grande parte dos nossos concorrentes. Há um vídeo curto no YouTube explicando como o IQ funciona, clique aqui.

Hardware.com.br: Em sua opinião o embate entre a Sony Pictures e a Coréia do Norte, mudou de uma vez por todas as perspectivas de ataques? Podemos estar caminhando para um grande ciberguerra?

André Munhoz Pinto: Talvez a ciberguerra já esteja acontecendo e nem sabemos disso, mas o que aconteceu com a Sony Pictures ajudou a abrir os olhos de muita gente que achava que isso era mentira. Em 2014 tivemos vários ataques sérios a empresas de varejo como a loja Target, nos Estados Unidos, onde muito dinheiro e dado dos clientes foram roubados do dia para a noite. Não vou entrar em questões políticas, mas para o consumidor final é importante manter controle de seus dados online para manter-se seguro. Cada vez mais os ataques estão ocorrendo na comunicação entre um roteador e um servidor, ou seja, hoje em dia, não é nem mais necessário invadir um PC fisicamente para roubar seus dados.

Hardware.com.br: Durante a CES desse ano, o conceito de internet das coisas inundou o evento, indo de vaso de plantas controlado por Smartphone a os sistemas autônomos para veículos, como o Avast está se preparando para essa nova leva de dispositivos conectados? Teremos softwares especiais para essa nova realidade? André Munhoz Pinto: Boa pergunta! E a resposta dela vai muito de acordo com o que comentei na resposta anterior. Com a Internet das Coisas se popularizando veremos cada vez mais um número maior de dispositivos conectados ao mesmo roteador. Ou seja, se um hacker invadir sua rede doméstica de acesso à internet, ele poderá roubar os dados de todos os computadores ligados ao seu roteador, e aí inclui celular, tablet, laptop, TV, rádio e qualquer outro produto eletrônico ou equipamento gerenciado via Wi-Fi, como por exemplo a iluminação da sua casa. Dessa forma, criminosos poderiam até mesmo verificar quais são os dias e horas que você está em casa ou não; ou se você tiver uma chave eletrônica, poderão desativar a mesma. A Avast acaba de se tornar a primeira empresa do mercado de antivírus a lançar o Home Network Security. Um recurso que escaneia o seu roteador em busca por vulnerabilidades. Através deste sistema (que é gratuito) o consumidor poderá verificar se houve ou não uma tentativa de ataque ao seu roteador e, então, agir rapidamente para impedir qualquer dano à sua segurança. Acreditamos que esta é a melhor maneira, no momento, de mantermos a segurança de nossas clientes em dia. Hardware.com.br: Na versão 2015 do Avast internet Security há diversas opções de segurança muito interessantes, como SecureDNS por exemplo, mas também há ferramentas como o Software Updater que atualiza os programas que o usuário tiver na máquina para evitar que falhas prejudiquem a segurança do mesmo. Como ocorre o desenvolvimento dessas novas ferramentas? A decisão de incluir ou não algum recurso é uma tarefa complicada? André Munhoz Pinto: Na verdade, este é um processo que nunca termina. Pois após a implementação de um novo recurso temos de verificar no mercado como as pessoas estão usando o mesmo e se estão satisfeitas ou não com ele. Portanto, quando um recurso é implementado ele geralmente já passou pela análise não somente de nossos engenheiros e diretores, mas também do consumidor final. Não acho isso um processo complicado, pois aqui na Avast somos apaixonados pelo o que fazemos, principalmente a implementação de um novo recurso. Hardware.com.br: O Avast completou 25 anos de história e 200 milhões de clientes durante todo esse período, qual a formula do sucesso nesse mercado tão competitivo? André Munhoz Pinto: Acho que essa pergunta caberia mais aos nossos cofundadores que ainda trabalham na empresa, mas no meu ponto de vista há dois fatores primordiais: 1) produtos e tecnologia de ponta; 2) paixão pelo o que fazemos. O ambiente dentro da empresa é muito positivo e acredito que isto faz com que o sucesso venha mais rápido. Hardware.com.br: Para encerrar queria que você dissesse o que podemos esperar em 2015 nesse mundo rotativo de Malwares, e se as dicas de proteção que já são conhecidas por grande parte dos usuários, ainda prevalecem, ou se a perspectiva está mudando e temos que começar a utilizar novos métodos. E deixe também as mídias sociais do Avast para que nossos leitores encontrem mais sobre vocês. André Munhoz Pinto: Publicamos recentemente em nosso blog dois artigos com as previsões para 2015, você pode ler mais detalhes aqui e aqui. Entretanto, na minha opinião a grande novidade está no ataque a roteadores, algo ainda praticamente desconhecido por grande parte dos usuários. A área de „malware móveis“ (celulares e tablets) também deverá crescer, considerando que muita gente está acessando a internet através desses dispositivos. Também veremos um aumento no número de ataques via mídias sociais já que Facebook, por exemplo, permite agora a publicação de vídeos diretamente nos murais dos usuários, ou seja, mais brechas surgirão. Com relação às „antigas dicas“ de proteção, elas continuam mais vivas do que nunca pois acredite ou não a contaminação de computadores através de spams e phishing continua muito popular. Para quem quiser saber mais sobre a Avast, acesse o nosso blog, Facebook ou Twitter.

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12, janeiro, 2015

CES 2015 mostra que previsões da Avast para o ano já começaram a se concretizar

Semana passada publicamos aqui neste espaço em texto de Deborah Salmi algumas previsões para 2015 em relação à segurança online. Entre as que discutimos, uma delas está relacionada ao crescimento de ataques através de dispositivos conectados à chamada “Internet das Coisas”, que permite o gerenciamento de produtos físicos online.

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Maneira como criminosos podem desviar a comunicação entre seu roteador e um servidor para roubar seus dados. Internet das Coisas já está sob risco

Além dos já famosos “smart home” e “smart TV”, deveremos também ver em breve carros que se locomovem sozinhos. Assustado? Calma, porque o maior perigo para a sua segurança é muito menos assustador do que você imagina.

De acordo com um texto publicado pelo site Olhar Digital, do portal UOL, uma start-up acaba de apresentar na CES 2015 (a maior feira de eletrônicos do mundo) um roteador wireless capaz de recarregar múltiplos dispositivos ao mesmo tempo. Ou seja, seu celular, computador, tablet e até mesmo TV, rádio, alto-falantes, etc não precisarão de conexão física para funcionar, pois suas baterias serão recarregadas através de um roteador doméstico.

Até aí tudo muito bom, tudo muito bem! O problema é que a popularização desse tipo de serviço acarretará também em um maior interesse por parte de hackers à sua rede de conexão à internet. Em vez de tentar lhe enviar arquivos nocivos para serem baixados via e-mail ou redes sociais, os criminosos agem sem nem mesmo mexer no seu PC.

O ataque ocorre diretamente no relacionamento entre o seu roteador e o servidor e, se a comunicação entre essas duas partes não estiver criptografada, tudo que você armazenar online poderá ser facilmente visto e roubado por cibercriminosos sem você nem mesmo perceber.

O que fazer? Não utilizar a Internet das Coisas? Não! A tendência é que equipamentos eletrônicos se tornem cada vez mais wireless e o armazenamento de dados nas nuvens substituirão os discos rígidos de hoje em dia. Portanto, a Internet das Coisas deverá crescer em recursos e importância.

Entretanto, o que os consumidores precisam entender é que a segurança deles depende de si próprios. Muita gente ainda possui como senha de Wi-Fi “códigos” como 123456789. Ainda vejo isso com muita frequência.

“Ah, mas ninguém pode fazer nada com o acesso à nossa rede”, é o que ouço constantemente. E o pior é que as próprias empresas de segurança têm dado as costas para o problema. Estamos em 2015 e somente a Avast antivírus até agora possui uma ferramenta de proteção à rede doméstica (o Avast Home Network Security), em um mercado altamente disputado. Ou seja, a maioria absoluta dos que deveriam ajudar no processo de segurança da Internet das Coisas, ainda está engatinhando neste processo.

O texto de Deborah Salmi da semana passada deixa bem claro alguns pontos que temos de dar uma atenção redobrada, entre eles, o fato de que há um aumento na demanda por bandwith e processos de TI de baixo custo, ou seja, muitos fornecedores de serviços de internet podem estar “vivendo o futuro” com uma tecnologia do passado. E a vítima acaba sendo o consumidor final.

Além disso a automatização de empresas e o armazenamento de dados nas nuvens têm feito com que hackers mudem seus focos. Em vez de atacar um PC em si, o melhor é conseguir acesso à uma rede onde vários dispositivos estarão conectados simultaneamente e, então, roubar os dados de todos eles. Em outras palavras, se você tem um PC Windows para baixar seus arquivos P2P e vídeos online e um Mac só para armazenar seus dados com segurança, informações em ambos poderão ser roubadas se a sua rede doméstica for invadida.

Enfim, fizemos uma previsão para este ano que muito provavelmente começará a se concretizar muito antes do que imaginávamos. A pergunta é: você está pronto para mergulhar na “Internet das Coisas”?

Mais de 200 milhões de pessoas e negócios confiam nos aplicativos de segurança da Avast Software para Windows, Mac e Android. Por favor, siga-nos no FacebookTwitter e Google+.

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9, janeiro, 2015

Mais previsões para segurança cibernética em 2015

Depois de dar uma olhada em duas áreas de segurança online que merecem atenção extra nos dias de hoje: violações de dados e segurança para dispositivos móveis, hoje nós vamos discutir outras duas áreas que ainda não causaram muitos problemas, mas deverão ganhar maior relevância este ano.

vast Home Network Security помогает защитить маршрутизатор.

Com o crescimento de dispositivos conectados a uma mesma rede de internet, roteadores domésticos se tornaram o principal foco de hackers em 2015

 

“Internet das Coisas” em risco

O chamado “smart home” (lar inteligente) vem sendo testado já há alguns anos e, em 2015, veremos mais e mais dispositivos (de eletrodomésticos a braceletes de exercícios e equipamentos industriais) sendo conectados a celulares, tablets e redes sociais. Essa proliferação de “coisas interconectadas” abrirá um novo e glorioso espaço para hackers trabalharem.

Nós prevemos que de agora em diante dispositivos ficarão ainda mais populares (uma previsão nem tanto arrojada, certo?), e claro, isso resultará em uma maior preocupação com relação a privacidade e segurança online. Uma violação da “Internet das Coisas” dará aos cibercriminosos a oportunidade de instalar malware ou ransoware em redes privadas – não só de usuários em geral, mas também redes corporativas e de governos – para roubar informações confidenciais, ou até mesmo para causar danos físicos à rede ou à uma pessoa. Mas antes de você sair às ruas gritando, “o céu está desabando, o céu está desabando”, veremos ainda adwares sendo baixados em sua “Smart TV”.

Mantenha os olhos abertos para:

  • Novas tecnologias e negócios feitos na Internet das Coisas, por exemplo:
  1. Aumento na demanda de bandwith e processos de baixo custo
  2. Expansão na infraestrutura de sistemas que carregam tráfegos Wi-Fi
  3. Start-ups focadas na comunicação e desenvolvimento de sensores entre dispositivos, armazenamento e análise de dados
  4. Automatização de casas e fábricas
  • O aumento em arquiteturas de computador conhecidas como “fog” (nevoeiro), onde dados ficam armazenados mais perto de suas fontes em vez de ficar centralizado em alguma data-base.

O que melhorar:

  • Mantenha os dados de seus vários dispositivos eletrônicos atualizados com a última versão de seus softwares. Você acha difícil fazer isso com dois ou três dispositivos? Então aguarde até sua casa, corpo, carro e escritório ficarem cheios de “smart” eletrônicos.
  • Com o ecossistema da internet dividido em partes ficará cada vez mais difícil de identificar ameaças ou proteção contra explorações de redes.
  • Roteadores domésticos continuam inseguros e as pessoas ainda usam Wi-Fi abertas e sem criptografia. Comece protegendo o seu próprio roteador com o escaneamento gratuito do Avast Home Security Network, e depois siga instruções e recomendações de amigos ou profissionais de informática.

O mundo da mídia social

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Fraudes, spams, ramsowares… previsão é de que esses velhos conhecidos migrem para as redes sociais em 2015

Por enquanto, usuários de mídias sociais sabem que ao compartilhar muita informação pessoal pode dar a estranhos acesso a detalhes pessoais de suas vidas. Entretanto, ano passado vimos o lançamento de novas políticas de privacidade em redes sociais e 2015 será marcado pelo crescimento de interações anônimas via mídias sociais.

Trotes e fraudes via e-mail e redes sociais tiveram sucesso em 2014, assim como ocorre já há alguns anos, e não há razão nenhuma para isso diminuir este ano. Entretanto, engenharia social está ganhando novas dimensões e pode facilmente enganar usuários sem nem mesmo eles perceberem, o que fará com que ocorra um aumento em roubos de identidade em 2015.

Mantenha os olhos abertos para:

  • Fraudes associadas a fofocas de celebridades ou eventos esportivos.
  • Desde o ano passado podemos assistir vídeos do YouTube direto no Facebook; isso leverá muitos hackers a tomar vantagem da situação e criar links maliciosos escondidos dentro dos vídeos no Facebook.
  • Aumento de propagandas fraudulentas em redes sociais.
  • Ransowares “pularam” de PCs para celulares/tablets em 2014 e esses ataques deverão seguir para redes sociais em 2015.

O que melhorar:

  • Cuidado com o compartilhamento exagerado de informações em mídias sociais e através de dispositivos da Internet das Coisas.
  • Ajuste a configuração de sua privacidade em cada rede social a qual você faz parte.

Mais de 200 milhões de pessoas e negócios confiam nos aplicativos de segurança da Avast Software para Windows, Mac e Android. Por favor, siga-nos no FacebookTwitter e Google+.

 

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7, janeiro, 2015

Violação de dados e mais predições para 2015

Após 1 mês lendo as predições para 2015 relacionadas à segurança online chego à conclusão que neste ramo não há como estabelecer previsões. Quem diria que em 2014 teríamos as violações a grandes redes de varejo como Target, nos Estados Unidos, ou mesmo aos sofisticados produtos da Apple? Entretanto, o que se pode prever no momento são algumas ações que deverão fazer parte da continuidade do que foi visto no ano passado, ou seja, uma evolução natural.

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Nossa bola de cristal entra em ação novamente. O que esperar da segurança online para 2015?

Vamos dar uma olhada agora no que pode vir ocorrer em 2015 no mundo da segurança online.

Violação de dados vão se expandir

Violação de dados fizeram as manchetes em 2014 e, em 2015, continuarão a fazer barulho, causando pânico a empresas, independentemente do tamanho e áreas de negócios. Essas violações são comumente causadas por vulnerabilidades em softwares, avançados malwares voltados ao roubo de dados e, muito provavelmente, na espionagem entre países.

Mantenha olhos abertos para:

  • Heartbleed e Shellshock conseguiram com sucesso usar vulnerabilidades em softwares que somos dependentes no dia a dia. A expectativa é de ver mais disso em 2015.
  • Aumento de phishing e ataques de engenharia social a empregados de grandes empresas.
  • Organizações de saúde estão em risco porque muitas delas utilizam softwares antigos e possuem sistemas de segurança online rudimentares. E mais, essas organizações guardam muita informação confidencial que interessa aos criminosos.
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Terminais de varejo foram um dos principais alvos de hackers em 2014

O que melhorar:

  • As empresas precisam melhorar os procedimentos de segurança na relação com seus empregados e fornecedores, principalmente os que possuem acesso ao sistema de informação da companhia.
  • Empresas de varejo precisam adotar soluções de segurança mais avançadas para seus pontos de vendas e terminais para impedir violações.
  • Os métodos de detecção de violações de sistema em grandes empresas precisam ser melhorados porque cibercriminosos geralmente vão em busca de “peixe grande”.
  • Senha não é a forma de proteção mais adequada para nossas contas pessoais online. A chamada “autenticação por dois fatores” será adotada em larga escala, assim como novos métodos de segurança.
  • Consumidores e empresas deverão atualizar seus sistemas operacionais que hoje rodam WindowsXP.

Mobile: mais atrativo para cibercriminosos

Com nossos telefones celulares ficando cada vez mais poderosos e capazes de fazer quase tudo que fazemos em um computador tradicional, cibercriminosos agora têm caminhos relativamente mais fáceis para atacar sua privacidade e dados financeiros. Em 2015 veremos um maior número de ataques a aparelhos móveis (celulares e tablets), fazendo com que o consumidor final também se torne mais informado sobre os perigos em utilizar aplicativos onde seus dados confidenciais são armazenados.

Mantenha olhos abertos para: 

  • Aumento no número de ataques de phishing a telefones celulares. Isso tem funcionado com sucesso até agora, portanto, hackers continuarão trabalhando na implementação de métodos que enganam usuários para que estes possam revelar suas credenciais, como senhas, ou mesmo na instalação de softwares maliciosos. Os alvos serão ainda mais precisos.
  • Maior número de violações de segurança ao sistema iOS. Com empresas permitindo seus empregados a usarem seus próprios equipamentos, iPhones se tornarão ainda mais lucrativos. Adicione a isto o iCloud Drive e ApplePay, e todos os novos recursos do iOS, e cibercriminosos terão ainda mais espaço para explorar no futuro.
  • Depois do roubo de fotos de celebridades, a “núvem” se tornou um alvo bem interessante para hackers. iCloud, Dropbox, GoogleDrive, etc… armazenam muita informação que interessa aos criminosos.
  • Redes de Wi-Fi inseguras vão liderar a intercepção e redirecionamento do tráfico de aparelhos móveis utilizando ataques conhecidos como “Main-in-the-Middle”, onde a informação que trafega entre o roteador e o servidor é roubada. 

O que melhorar:

  • Usar o seu próprio computador ou tablet/smartphone no trabalho significa que o pessoal de TI terá que rever a política de dados da empresa para garantir a segurança da informação corporativa.
  • Empresas terão que investir em segurança para para mobiles ou colocarão em risco dados confidenciais.
  • Segurança para aplicativos também precisa melhorar. Desenvolvedores terão de criar maneiras de garantir maior segurança ao código dos aplicativos, assim como a forma que os dados dos usuários são acessados por este aplicativo.

Consumidores terão de fazer sua parte e utilizar softwares de segurança em seus dispositivos móveis e computadores, como o Avast Mobile Security e Anti-theft.

Mais de 200 milhões de pessoas e negócios confiam nos aplicativos de segurança da Avast Software para Windows, Mac e Android. Por favor, siga-nos no FacebookTwitter e Google+.

10, dezembro, 2014

Rastreie os aparelhos da sua família com a conta do Avast

Uma família média nos Estados Unidos possui quatro aparelhos móveis, além de outros aparelhos e computadores conectados à internet. Talvez no Brasil esta média não esteja muito abaixo. A sua conta Avast ajuda você a gerenciar a segurança de todos eles.

Conta do Avast

Gerencie todos os seus aparelhos com a conta gratuita do Avast.

Manter o seu software de segurança atualizado em todos estes aparelhos pode se tornar algo realmente confuso, e com os riscos atuais, você quererá ter certeza de que tudo está bem protegido.

A sua conta do Avast pode simplificar muito esta tarefa.

Aqui está o que você ganha com uma conta do Avast

Gerenciamento facilitado

  • Se você já instalou qualquer produto gratuito do Avast, registre a sua conta.
  • Gerencie de um único lugar os vários aparelhos protegidos pelo Avast (PC, smartphone, tablet).
  • Controle remotamente os aparelhos móveis Android com o Avast Mobile Security e o Avast Anti-Theft instalados. Isto é muito útil em caso de perda ou roubo do aparelho.

Informação na ponta dos seus dedos

Você pode encontrar informações sobre os seus aparelhos conectados.

  • Estado da licença
  • Data de validade da licença
  • Estatísticas básicas
  • Versão do banco de dados de vírus
  • Logs das atividades, e muito mais

Ganhe pontos para o programa de recompensas do Avast

Você pode gerar o seu próprio link especial do Avast Free Antivírus para enviar aos seus familiares e amigos. Quando eles baixarem a sua própria proteção utilizando este link, você ganha pontos para ser premiado com uma licença gratuita do Avast Internet Security. Na sua conta do Avast, você pode ver quantos pontos têm, ganhar medalhas e até se comparar com os outros usuários do Avast.

Faça o seu comentário sobre o Avast

No Forum da Comunidade Avast você pode fazer perguntas aos nossos experientes “evangelistas” e na página de Feedback você pode fazer sugestões, informar de um problema, ou simplesmente dizer obrigado.

Proteja o seu perfil do Facebook

Você pode proteger o seu perfil do Facebook utilizando o Avast Social Media Security. Nós ajudamos você a navegar através das configurações de segurança e privacidade do Facebook que estão constantemente mudando. No futuro, planejamos acrescentar perfis de segurança em outras redes sociais.

Como obter uma conta do Avast?

Novos registros do Avast Free Antivírus irão criar automaticamente uma conta do Avast e conectar o seu aparelho automaticamente. Visite https://my.avast.com ou clique em Conta na interface de usuário do Avast. O uso da conta para acessar outros serviços do Avast é completamente opcional.

Obs.: é muito útil conectar qualquer aparelho móvel que tenha o Avast Mobile Security instalado porque a conta permite o controle remoto do seu aparelho no caso de ele ser roubado. Estas funções de controle remoto ainda não foram implementadas aparelhos com Windows e Mac, por isso, se você não está interessado(a) no log de atividades ou outras informações, você não precisa obrigatoriamente conectar o seu aparelho com a sua conta do Avast.

Quando você conecta o seu aparelho, por favor, aguarde um tempo, pois temos uma grande quantidade de dados para processar e o estado do aparelho não é atualizado em tempo real. Pode levar cerca de meia hora até que o estado atual da segurança e as outras informações apareçam na página Aparelhos, por isso, verifique tudo um pouco mais tarde.

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