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Textos com Etiquetas ‘segurança online’
21, julho, 2015

Site de adultério é hackeado: quando segurança online vai além do antivírus

O blogueiro norte-americano Brian Krebs, especializado em segurança online, publicou na semana passada uma nota informando que o famoso site de adultério Ashley Madison foi hackeado por um grupo de cibercriminosos autodenominado “The Impact Team”, roubando informações pessoais dos 37 milhões de usuários do serviço da empresa com sede no Canadá, que acabou por assumir que realmente foi vítima do ataque.

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No mundo virtual de hoje em dia, o cuidado com sua senha e dados pessoais deve ser redobrado

Qual a lição que tiramos disso? Que não devemos cometer adultérios? Bem, talvez isto seja um bom começo de conversa, mas o que realmente aprendemos mais uma vez é que segurança online vai muito além da instalação de um antivírus no computador, mas passa também por uma reflexão profunda de como utilizamos e compartilhamos nossos dados no dia a dia.

É claro que ninguém pode prever um ataque de hacker desse tipo e é praticamente impensável que alguém venha esquecer que um dia chegou a fazer um cadastro neste tipo de site, mas pare um pouco e pense quantos cadastros online você preencheu nos primeiros (quase) 7 meses de 2015? E desses cadastros preenchidos, quantos tiveram alguma relação com algum tipo de transação monetária ou divulgação de dados pessoais, como nome de familiares, número de documentos, etc?

Por isso que volto a repetir: a instalação do seu antivírus é apenas o início e não o fim do processo de proteção de seus dados online. É necessário ter sempre controle das informações que você compartilha na internet para se resguardar de qualquer problema. Pois, por exemplo, veja esta situação: se em 2011 você fez um cadastro em uma loja online, onde além do seu cartão de crédito (que talvez em 2015 já esteja expirado), você colocou ainda seu endereço, contatos telefônicos, nome de familiares, senhas, etc estas informações poderão ficar lá armazenadas para sempre (ou até a empresa que recebeu estes dados destruí-las), e em caso de um ataque cibernético, podem ser roubados.

Mas o que fazer? Não criar mais cadastros online? Só realizar pagamentos em dinheiro ou cheque?

Não é necessário tanto! O ideal é ter alguma forma de controle desses dados e formulários, seja de forma digital ou analógica. Portanto, aqui seguem algumas dicas de segurança que são essenciais nos dias de hoje:

1)      Após a instalação do seu antivírus favorito, mantenha-o sempre atualizado e procure usar todas as suas funções disponíveis, como firewall, zona privada de acesso à internet, limpador de arquivos desnecessários, etc. Use-o! Não esqueça de sua existência!

2)      Ao preencher formulários, mantenha em algum lugar anotado sobre este preenchimento. Hoje em dia há aplicativos que podem ajudá-lo a manter a ordem de suas senhas e formulários online.

3)      Caso não precise mais daquele serviço, peça o cancelamento do mesmo por escrito. Se a empresa for idônea lhe enviará um e-mail confirmando o cancelamento e irá destruir seus dados para que não sejam usados no futuro.

4)      Se for compartilhar seus dados online, tenha certeza de que você está conectado via uma página segura, com extensão https.

5)      Se você for utilizar uma conexão de wi-fi pública/aberta (shopping centers, restaurantes, etc), tenha um VPN (Virtual Private Network) instalado no seu dispositivo. Ele criptografará as informações transmitidas ao servidor/roteador, impedindo que seus dados sejam crackeados ou hackeados.

São 5 dicas simples e fáceis de serem seguidas e que garantirão a você tranquilidade para navegar na internet. Seja precavido!

Bem, mas agora é a sua vez! Conte-nos: quais são os passos que você segue para garantir a segurança de seus dados online?

 

17, junho, 2015

Adolescentes presos por crimes cibernéticos

Esqueça os pequenos furtos ou a grafitagem à meia-noite. Adolescentes oportunistas estão se voltando para a cibercriminalidade para obter os seus trocados nos dias de hoje.

teenage hacker

Hackers adolescentes vão desde os que se divertem até poderosos chefões.

Aos 14 anos de idade, um menino na Flórida foi recentemente preso e acusado de um crime doloso pelo acesso não autorizado a um sistema de computadores. O garoto disse que estava fazendo uma brincadeira com o seu professor quando usou a senha administrativa dele para entrar em um computador da escola e mudar o seu fundo de tela para uma imagem de dois homens se beijando. A senha era o último nome do professor, o garoto disse que descobriu ao observar o professor digitando.

Do outro lado dos Estados Unidos, na Califórnia, dois estudantes do ensino médio foram presos por supostamente terem invadido o site da escola e alterado as notas de cerca de 120 alunos. Foi mais um caso de “acesso não autorizado” e a escola está trabalhando com a polícia de Los Angeles na investigação.

Esses dois “crimes cibernéticos” não se comparam ao da Nova Zelândia. A polícia deteve um jovem de 18 anos que atuava como chefe de uma rede internacional de cibercrimes. Juntamente com outros adultos na Nova Zelândia, nos EUA e em outros lugares, ele é acusado de dirigir uma rede zumbi (botnet) composta de 1,3 milhões de computadores hackeados e desvio de milhões de dólares das contas bancárias das vítimas. O adolescente provavelmente vai ser acusado de acesso não autorizado a computadores e possuir ferramentas para hackear computadores, acusações cuja pena máxima é de 10 anos de prisão.

Por que os adolescentes estão sendo atraídos para o cibercrime?

Uma razão pode ser a de que o cibercrime é divertido. Uma pesquisa sobre as motivações dos hackers mostrou que mais da metade faz pela emoção. Eles também pensam que não serão apanhados. Oitenta e seis por cento deles não estão preocupados em serem descobertos ou terem de enfrentar as consequências de suas ações.

Outros só querem provar as suas habilidades. Você se lembra daquele australiano que hackeou o Twitter porque estava entediado? Isso foi em 2009. Quando o The Independent lhe perguntou porque ele fez isso, a sua resposta foi: “Para ver se isso poderia ser feito.”

As grandes recompensas e o status de celebridade do rock também pode ser tentador. Rolling Stone fez uma reportagem em uma praia de Miami sobre um hacker de 20 anos de idade que tinha um estilo de vida regado a drogas enquanto presidia uma quadrilha internacional de cibercrime que roubou mais de 170 milhões de números de cartão de débito e de crédito, estimados em 200 milhões de dólares.

Mantenha a sua segurança online

Realmente não importa se é um adolescente entediado ou uma quadrilha de cibercriminosos que operam em bunkers em algum distante país estrangeiro, você precisa tomar precauções básicas para manter-se seguro.

1. Certifique-se de que você tem proteção antivírus atualizada e com um firewall.

2. Mantenha o seu software e sistema operacional sempre atualizados.

3. Seja cauteloso de clicar em links de e-mails desconhecidos. Não forneça informações pessoais online, tais como a sua senha, informações financeiras, ou números de cartões de crédito, a menos que você esteja absolutamente certo de onde você está e com quem você está lidando.

4. Use senhas fortes, e não use a mesma para tudo. O blog do Avast tem muitas dicas sobre como criar senhas exclusivas e lembrar-se delas.

5. Saiba o que fazer se algo der errado. Descubra quem são as autoridades competentes em sua cidade.

4, junho, 2014

Crianças utilizam os smartphones dos pais não para ligar para a avó, mas para visitar sites adultos

Você já fez uma viagem longa com seus filhos? Então vai concordar que é ótimo ter algo para entreter seus filhos, distraí-los da longa viagem. Hoje em dia, os smartphones e tablets são uma grande fórmula para manter as crianças ocupadas durante longos períodos de tempo, não somente na estrada. A AVAST descobriu que 4 em cada 5 pais compartilham seus aparelhos móveis com seus filhos. Este é o resultado de uma pesquisa que a AVAST realizou entre 1.500 pais por ocasião do Dia Internacional da Criança. As crianças e adolescentes estão muito informadas sobre a tecnologia e esta pode ser uma grande ferramenta de ensino, se as crianças a utilizam corretamente. Contudo, os resultados da nossa pesquisa mostraram que elas nem sempre escolhem os aplicativos e as atividades mais adequadas para sua idade quando utilizam os aparelhos de seus pais.

O grupo dos 11 aos 15 anos é o mais curioso, e o mais perigoso

Muitas crianças fazem travessuras quando conseguem por as mãos nos aparelhos de seus pais, contudo, nossa pesquisa mostrou que a faixa dos 11 aos 15 anos é a mais propensa a utilizar os smartphones e tablets para atividades de risco. Não é uma surpresa que coisas inapropriadas são interessantes às crianças: 32% dos pais admitiu que seus filhos acessaram conteúdo adulto utilizando seus aparelhos. Mais da metade destas crianças estava entre os 11 e os 15 anos. O risco aqui não é apenas que a criança entre em contato com o conteúdo adulto, mas que todo o aparelho e os outros membros da família também estejam correndo risco: sites móveis e propagandas com conteúdo adulto frequentemente levam a outros de phishing ou que contém malware que pode ser baixado com a ponta do dedo.

O envio de mensagens com a conta dos pais, sem que os pais o saibam, também parece ser divertido para as crianças, pois 19% dos pais respondeu que seus filhos apertaram o botão para enviar. Novamente, o interessante grupo dos 11 aos 15 anos enviou 45% destas mensagens. Se as crianças enviam mensagens de texto ou nas redes sociais em nome de seus pais, isto pode ocasionar situações embaraçosas ou até mesmo provocar danos reais, por exemple, se uma criança envia um email através da conta corporativa de seus pais.

Além disso, 7% das crianças acessaram aplicativos que continham informações bancárias ou de cartão de crédito e 6% utilizaram o aparelho de seus pais para fazer compras sem que seus pais o soubessem. Novamente o grupo entre os 11 e os 15 anos liderou: 44% daqueles que acessaram estes aplicativos e 52% dos que fizeram compras estavam neste grupo.

Muitas crianças e adolescentes têm seus próprios aparelhos

A AVAST perguntou aos 20% dos pais que não compartilham seus aparelhos com seus filhos por que eles faziam isto. Destes, 38% respondeu que não confiam que seus filhos utilizem seus aparelhos. A idade entre os 11 e os 15 anos também foi a que provocou maior desconfiança. No entanto, dos 38% dos pais que disseram que seus filhos têm seus próprios aparelhos, 48% deles tinham filhos entre os 11 e os 15 anos. Baseando-se no que os pais descobriram que os adolescentes de 11 a 15 anos faziam em seus aparelhos móveis, você pode imaginar o que eles podem estar fazendo no seu próprio aparelho?

Dicas se segurança para crianças e adolescentes que utilizam aparelhos móveis

Saiba que sites seus filhos estão visitando. A internet contém de tudo, desde delicados gatinhos a filmes adultos: você sabe o que seus filhos estão acessando? Converse com seus filhos, deixe-os saber que nem tudo na internet é necessariamente seguro e mantenha um olho naquilo que eles fazem online. Saiba também que frequentemente alguns aplicativos e propagandas com conteúdo adulto podem conter links para sites maliciosos: assegure-se de que seu aparelho esteja protegido. Instale um aplicativo antivírus como o avast! Mobile Security no seu telefone para proteger você e sua família.

Bloqueie os aplicativos nos quais se possam efetuar compras. Quaisquer aplicativos contendo informações bancárias ou do seu cartão de crédito para que você efetue compras devem ser protegidos por senha, tanto nos aparelhos dos seus próprios filhos quanto naqueles que você lhes empresta. É muito fácil comprar nas lojas Google Play e iTunes, mas tudo o que você precisa fazer é digitar a senha da sua conta. Mesmo que você ache que seu filho não sabe a senha, utilize uma segunda camada de proteção lacrando com senha alguns aplicativos.

Fale com eles sobre os aplicativos de mensagens. Em uma das recentes postagens do nosso blog, discutimos a importância de falar com os filhos sobre segurança digital, especialmente no que diz respeito aos aplicativos de mensagens e redes sociais. Seja porque estão emprestando o seu aparelho ou quando utilizem o deles, fale com seus filhos sobre que informações eles devem compartilhar, com quem devem conversar online e como devem conversar com os outros.

Converse com eles sobre o valor do dinheiro. As crianças podem não ter noção exata de que o que compram ou baixam custa dinheiro. O fato de que eles não podem visualizar as transações online pode dar-lhes a impressão que as coisas são gratuitas! Chegue a um acordo, ou permita que seus filhos façam compras online consultando previamente com você, ou apenas utilizem aplicativos gratuitos. Você até pode dar a seus filhos um cartão limitado para que possam utilizar.

Infográfico: o que as crianças e adolescentes fazem com o seu smartphone

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18, fevereiro, 2014

Fale com seus filhos do Dia da Internet Segura 2014

SID2014Vamos construir uma internet melhor juntos”.

Celebramos há pouco o Dia da Internet Segura (Safer Internet Day – SID) que promove o uso mais seguro e responsável da tecnologia online e dos aparelhos móveis, especialmente entre as crianças e os adolescentes em todo o mundo.

Você já falou com os seus filhos sobre tomar boas decisões quando estão conectados? Aqui estão alguns pontos para conversar durante o jantar:

  • Cyberbullying: Alguns amigos seus postam comentários ruins sobre alguém que você conhece. O que você vai fazer?
  • Suas pegadas digitais: Você tira uma bela foto em uma festa, mas um dos seus amigos sai mal na foto. Você deseja postar a foto online, mas não tem certeza se deveria fazer isto ou não. O que você faria?
  • Uma conversa desagradável: Um amigo seu estava em um chat com outra pessoa. Vocês pensavam que a pessoa era uma menina da idade de vocês, mas a conversa começou a ficar um pouco estranha. Seu amigo está preocupado com os dados que vocês compartilharam com esta pessoa. O que você acha que deveriam fazer?
  • Fraudes pelo celular: Você vê uma competição online que pede que você fornece o número do seu telefone celular. O que pode acontecer?

Se você souber inglês, será mais fácil e divertido seguir estas perguntas e respostas com seus filhos no Safer Internet Centre do Reino Unido. Estes poucos minutos de conversa podem salvar a sua reputação, proteger a sua privacidade e manter afastados os criminosos e inconvenientes.

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