Protecting over 230 million PCs, Macs, & Mobiles – more than any other antivirus

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Textos com Etiquetas ‘celular’
26, junho, 2015

Nos carros do futuro, gadgets serão mais importantes do que aerodinâmica e rodas tala larga

Interessantíssimo o texto publicado por Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, na Folha de São Paulo, no último dia 25 de maio. Intitulado O futuro é dos carros conectados, o colunista explica que em breve teremos “smart carros”, assim como hoje em dia temos “smart phones”. É a tecnologia envolvendo todas as áreas do nosso dia a dia. E acredite, isto já está, parcialmente, à venda!

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O que te chama mais a atenção nesta imagem? A Ferrari ou a tecnologia? No futuro, sua opinião poderá ser diferente

A empresa norte-americana Tesla Motors, pioneira na fabricação de carros elétricos, já possui versões cujas algumas de suas funções mais importantes podem ser controladas via telefone, como por exemplo, o travamento das portas.

A esposa de um dos diretores da Avast possui um Tesla com este recurso e ao estacionar o veículo certa vez, só reparou que sua bolsa com o telefone estava dentro do carro após fechar a porta, que instantaneamente travou e bloqueou tudo. Ela então parou uma pessoa na rua e pediu seu telefone emprestado, baixou o aplicativo que controla esta função, destravou o veículo, desinstalou o app do telefone da pessoa desconhecida e recuperou a bolsa. Tudo isso em questão de minutos sem precisar chamar o chaveiro ou acionar o seguro.

Se isto já soa interessante, o texto de Ronaldo Lemos vai muito além, e relata a utilização de um aplicativo que poderá ajudar o dono do veículo a ganhar descontos com seguro ao monitorar se o mesmo dirige com segurança ou não. Mas o mesmo aplicativo pode ainda ser usado para aplicar multas, o que diminuiria as responsabilidades de fiscais de trânsito e deixaria muito apressadinho com a pulga atrás da orelha.

Mas mais do que isso ainda há as possibilidades de monitoramento do veículo e do dia a dia do motorista. Se você for o pai ou a mãe de um jovem adulto e quer ter certeza de que ele ou ela está dirigindo com responsabilidade, talvez este aplicativo seja uma “mão na roda”. Mas há muitas outras razões para não querer ser monitorado.

E é por isso que a necessidade da utilização de antivírus vai se tornando cada vez mais importante nos dias atuais. Ainda há uma grande inércia à ideia de se instalar produtos de segurança em telefones celulares e tablets. Talvez porque os dados que guardamos nesses aparelhos não parecem ser “tão nocivos” assim como se imagina. Afinal de contas, a planilha de Excel com os resultados dos seus negócios, os trabalhos escolares e o backup de fotos são guardados no seu PC, certo? Mas se o seu telefone for capaz de se comunicar com seu smart carro, daí é melhor começar a se preocupar um pouco mais com suas atitudes online.

Por exemplo, ainda há muita gente achando que é “exagero” se preocupar com um roteador doméstico ligado 24 horas por dia, 7 dias por semana, como pode ser visto em uma discussão no Facebook da Avast após publicarmos este texto. E isto ocorre em uma época em que mais e mais ataques de hackers estão ocorrendo via Wi-Fi privada. Aliás, há os que ainda utilizam senhas fáceis de serem descobertas para proteger seus roteadores, como 123456789, achando que nada pode acontecer…

Voltando ao texto de Ronaldo Lemos, gadgets estão ganhando cada vez mais espaço em veículos comuns ou tunados ao ponto de começarem a ter mais importância do que o design, a aerodinâmica ou a roda do possante. Ok, talvez eu esteja exagerando, mas imagina se você pudesse controlar a pressão dos seus pneus diretamente do seu celular, ou o tamanho da roda dependendo do dia? Ou se pudesse rebaixar o carro até o chão diretamente do seu tablet e voltá-lo à posição normal a qualquer momento a partir de um simples comando no aparelho?

Enfim, os gadgets que lhe permitem fazer essas mudanças ganharão mais destaque e importância no seu veículo fazendo as revistas especializadas em automóveis se tornarem verdadeiras mídias da tecnologia, de preferência dando destaque à segurança online. Eu não vejo a hora de isso acontecer! E você?

15, junho, 2015

Por que você deveria desligar sua Wi-Fi ao sair de casa

Neste fim de semana organizei um churrasco lá em casa e convidei alguns amigos que convidaram outros amigos e por foi. Meu cunhado então pediu para que eu ligasse a minha Wi-Fi para ele conectar seu telefone à internet e acessar o Facebook. Foi então que eu ouvi de uma amiga de um amigo o comentário que começou com uma indagação: “mas para que desligar a Wi-Fi? Lá em casa eu deixo meu roteador sempre ligado”. Eu quase dei um banho de sal grosso na picanha ao ouvir essa.

Scan your router with Avast's Home Network Security scanner.

Roteadores domésticos: o novo canal de ataque. Proteja-se com o Home Network Security

Estamos em pleno 2015 e parece que muita gente ainda leva segurança online na brincadeira. Gente, este é um assunto importante. Deixar sua Wi-Fi ligada 24 horas por dia, 7 dias por semana é uma ostentação cibernética que pode acabar em tragédia.

Isso porquê ao deixar a sua internet ligada você também mantém exposta a sua conexão: “ah, mas a minha Wi-Fi tem senha”, muitos irão dizer. Ao que eu respondo: qual senha? 0123456789? Geralmente, a resposta é positiva seguida do “como você sabe?”; e quando é negativa eu ouço algo do tipo: “ah nem sei a minha senha foi dada pela marca de roteador que comprei…”

De acordo com um recente estudo feito pela Avast Software, a grande maioria dos brasileiros possui senhas de acesso ao roteador que podem ser facilmente quebradas por um hacker. Algumas, como a de cima citada, são as que os hackers tentam de imediato. Basta um CtrlC/CtrlV para quebrá-la e acessar todos os dados do usuário. Outras, como o endereço da rua, data de aniversário também são bem fáceis de serem descobertas. E, ao deixar a sua internet ligada 24/7, além de gastar energia extra, ainda dá ao criminoso tempo suficiente para invadir seu roteador e preparar ataques não só a você, mas a outros computadores, como os que serão conectados ao seu roteador no futuro.

Foi assim que um grupo de hackers conhecido como Lizard Squad invadiu os servidores do Xbox e do PlayStation no Natal passado: através de roteadores domésticos. Portanto, se você acha que só instalar um antivírus em seu PC resolverá a sua vida, então é melhor começar a mudar de ideia, pois o buraco é mais embaixo, meu amigo!

O seu roteador agora é o veículo de acesso aos seus dados. A Avast, por exemplo, lançou este ano o recurso Home Network Security em seus produtos de segurança, para que este tipo de proteção seja adicionado. Com ele, você pode verificar a situação do seu roteador e se prevenir antes que problemas apareçam.

E aí, como você se protege em casa? Você possui senha no seu roteador?

 

23, abril, 2015

Novo aplicativo da Avast para limpeza de aparelhos Android

A Avast lançou o Avast GrimeFighter no Mobile World Congress em Barcelona. O novo aplicativo ajuda os usuários Android a recuperar espaço nos seus aparelhos com apenas alguns toques e para que, depois, possam salvar os dados que realmente interessam e, além disso, possam desfrutar de um melhor desempenho dos seus aparelhos.

GrimeFighterComo o Avast GrimeFighter funciona

O Avast GrimeFighter começa escaneando todos os aplicativos dos aparelhos Android, identificando dados pouco relevantes ou desnecessários que podem ser excluídos sem prejudicar as funções dos aplicativos. Com a interface fácil de usar do GrimeFighter, os usuários podem escolher entre duas maneiras de eliminar o excesso de arquivos: a Limpeza segura e a Limpeza avançada. O limpador seguro é um escâner personalizável que identifica rapidamente os dados pouco importantes e remove tudo com um só toque. O limpador avançado executa, além da limpeza segura, um mapeamento completo do armazenamento do aparelho, criando uma visão global simples de todos os arquivos e aplicativos que consomem espaço. O limpador avançado localiza aplicativos “famintos” por espaço ou pouco utilizados e classifica tudo por tipo de arquivo, tamanho, utilização ou nome, para que os usuários possam remover permanentemente os arquivos e liberar espaço de armazenamento.

Além de limpar os dados indesejados, o Avast GrimeFighter ajuda a maximizar a capacidade de armazenamento sincronizando os dados com contas pessoais de armazenamento na nuvem, para que os usuários possam gerenciar o armazenamento dos seus aparelhos sem ter de apagar dados importantes. Os usuários podem mover os arquivos para o ícone da nuvem e o GrimeFighter irá enviá-los imediatamente para uma pasta segura na nuvem. No momento, o Avast GrimeFighter é compatível com o Dropbox e pode guiar os usuários a criar uma conta no Dropbox. Outras soluções populares de armazenamento na nuvem serão acrescentadas em breve.

Como se acumula o excesso de dados nos aparelhos?

Dados são acumulados em seu aparelho, quer você queira ou não. O GrimeFighter ajuda você a localizar o excesso de dados que, em princípio, você não conseguiria encontrar, como os arquivos deixados para trás ao baixar e iniciar um aplicativo, dados residuais, thumbnails e o cachê dos aplicativos. Os aplicativos populares como o Facebook e o Instagram também acumulam um excesso de dados no seu aparelho à medida em que você os utiliza. O Avast testou alguns aplicativos populares para Android e descobriu que o seu tamanho pode crescer exponencialmente em uma semana de uso contínuo:

                                                                      Tamanho ao instalar:       Dados adicionais acumulados:

1) Facebook                   36.7MB                    153MB

2) Flipboard                 12.6MB                    71.1MB

3) Google Maps         23.21MB                    68.8MB

O Avast GrimeFighter irá ajudar os mais de um bilhão de usuários do Android a liberar de 500Mb a 1Gb de armazenamento, para que possam desfrutar de um desempenho ainda melhor dos seus aparelhos e está disponível gratutitamente na Google Play.

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16, abril, 2015

O Avast realmente protege contra qualquer vírus?

A pergunta que forma o título deste artigo é uma das mais comuns que recebemos via redes sociais, suporte técnico ou que eu ouço durante os churrascos de fim de semana na casa de amigos. Quando um amigo do amigo descobre que eu trabalho na Avast dá para ver os olhos da pessoa brilhando de alegria e dizendo: “ah, agora vou descobrir a verdade”. E entre uma garfada na picanha, um gole na cerveja e uma arrumadinha nos óculos escuros, me questiona sobre o quão seguro o Avast realmente é. Ainda têm aqueles que, no meio da balada de sábado para o domingo, querem saber como tirar um vírus do celular. Mas estes, sinceramente, se receberam alguma resposta não quero nem saber qual foi…

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A interface do Avast mostrando a situação do meu PC: será que o Avast realmente protege?

Portanto, vamos ao que interessa.

O sistema de proteção do Avast se dá através da atualização da base de dados de vírus, ou vírus data base. Para entender isso melhor, é importante ter em mente que um vírus ou malware é nada mais do que um código de computador. Um código que pode ser extremamente complexo ou incrivelmente simples, geralmente composto por números, letras e caracteres especiais.

A expressão vírus de computador vem do princípio de que, assim como um vírus que atinge humanos, ele causa danos à alguma parte que torna os movimentos básicos que o PC (ou o ser humano) tem de fazer diariamente através do comando de uma célula. Mas, diferentemente de um caso real de vírus, no mundo digital é mais “fácil” de se criar “vacinas” contra vírus. Basta descobrir qual é o código de letras, números e caracteres especiais criado por um hacker e adicioná-lo à sua data base de vírus. Fácil, não?

Nem tanto! Embora isso possa soar simples, por outro lado é preciso ter em mente que é muito mais fácil de criar e espalhar um vírus de computador do que um que atinja humanos. Portanto, o número de vírus para PCs pode chegar à uma quantidade estratosférica considerando que há milhões de hackers ao redor do mundo trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana para criar novas pragas que atingirão o seu computador.

Como o Avast antivírus combate esta realidade

Para ter certeza de que sua base de dados de vírus está sempre atualizada com os códigos mais recentes, o Avast antivírus conta com o auxílio de 230 milhões de pessoas ao redor do mundo que usam seus produtos. Quando uma ameaça é coletada por um usuário e enviada para o laboratório de vírus da Avast, esta ameaça é analisada e, caso fique comprovado que ela é uma praga, o Avast cria imediatamente uma vacina e envia a mesma a todos os computadores que possuem Avast no mundo simultaneamente.

Embora isso não seja nenhuma novidade, pois vários softwares de antivírus utilizam técnicas similares, o que torna o Avast mais eficiente do que outros produtos de segurança é justamente o fato de que a empresa possui mais de 230 milhões de usuários no mundo (34 milhões só no Brasil), superando qualquer outra companhia do ramo. Ou seja, quando um vírus novo é lançado no mercado ele é rapidamente identificado pelo Avast. Atualmente, o laboratório de vírus da Avast recebe todos os dias cerca de 50 mil amostras de vírus.

Então tá… mas agora me diga, por que meu PC foi infectado mesmo tendo Avast instalado?

Esta pergunta depende muito da maneira como você usa o seu PC. Muitas vezes o Avast informa sobre algum arquivo potencialmente maligno, mas por confiar na origem do mesmo ou acreditar que nada pode acontecer, você acaba aceitando o download, apesar da mensagem de aviso sobre a ameaça.

Outro motivo é que muitos usuários de computador não atualizam seus softwares com frequência, como Java, Skype, programas de acesso bancário, etc. E aí é que está o perigo. Hackers utilizam versões antigas de softwares famosos para realizar o ataque, assim um código novo pode ficar instalado dentro daquele programa e atuar quando menos se espera. E mesmo que o antivírus esteja atualizado, o vírus no programa desatualizado pode abrir espaço para ataques de novas pragas dentro do seu computador e que não foram ainda identificadas pelo antivírus.

Hoje em dia, alguns antivírus possuem um sistema de atualização automática de software, que é o caso do Avast Premier, para ajudar neste processo de segurança.

A verdade é que o antivírus atua como um guardião, mas a proteção de um computador depende majoritariamente do usuário em si. E você? Já atualizou o seu antivírus hoje? Já atualizou seus programas?

16, fevereiro, 2015

Por que o roubo de celulares aumenta no Brasil e reduz no resto do mundo?

Dados recentes mostram que o furto ou roubo de celulares em 2014 aumentou 44% na cidade do Rio e assustadores 149,59% na cidade de São Paulo. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo fez um acordo (Resolução 3/2015) com operadoras para garantir que bloqueios efetivos de aparelhos roubados sejam feitos em no máximo 12 horas após o registro do boletim de ocorrência (tanto na delegacia quanto pela internet).

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Além de bloquear o chip, cancelando a linha telefônica, também será feito o bloqueio do IMEI (número de identificação internacional exclusivo), impedindo que o celular se conecte às redes móveis, o que dificulta a venda ilegal pelo assaltante. Também está previsto um projeto de lei que proíba a comercialização de “desbloqueadores” do IMEI. Tudo isto para desencorajar novos roubos.

O Carnaval é uma época do ano onde este problema se agrava. Para bloquear o IMEI, faça um boletim de ocorrência (BO) na delegacia mais próxima ou via internet, tendo em mãos a nota fiscal do aparelho e seu número IMEI. Nos aparelhos Android, vá às Configurações > Sobre o telefone > Status. Não se esqueça também de solicitar o cancelamento da linha junto à sua operadora.

Como prevenir as dores de cabeça?

Se o seu orçamento não estiver apertado, o pior problema com o roubo do celular não é ter de comprar outro, mas impedir o mau uso dos seus dados privados e a migração dos dados para o seu novo aparelho.

O Avast Anti-Theft é um aplicativo independente que permite o bloqueio remoto do seu aparelho e o apagamento seguro de todos os dados do seu aparelho. Utilizando SMS ou a sua conta MyAvast, você pode encontrar o seu aparelho perdido ou garantir que seus dados estão seguros caso ele tenha sido roubado.

O Avast Mobile Backup é outro aplicativo que irá ajudar você na migração de um aparelho para outro. Com ele você pode fazer backup e, depois, restaurar em seu novo aparelho, todos os seus vídeos, músicas, fotos, contatos, log de chamadas e SMS, além dos seus aplicativos e seus dados (em telefones roteados).

Enquanto isso, pelo mundo afora, de acordo com a Reuters, os roubos de smartphones diminuíram drasticamente devido aos kill switches de fábrica. Nos Estados Unidos, por exemplo, em São Francisco, o número de aparelhos roubados caiu 40% e em Nova Iorque, 25%. Londres experimentou uma queda de 25%.

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22, dezembro, 2014

2015 poderá ficar marcado como o “ano dos malwares móveis”

Em setembro de 2014 Ondrej Vlcek, COO (Chief Operating Officer) da Avast, causou um certo barulho no mercado ao anunciar que sua empresa havia acabado de atingir 1 milhão de malwares para dispositivos móveis (celulares e tablets) em seu banco de dados. Ele ainda chegou a afirmar que até 2018 os ataques a smartphones e tablets atingirão o mesmo nível de ameaças que hoje vemos em computadores mais convencionais como laptops e desktops.

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Manter os dados seguros em smartphones passará a ser ainda mais difícil em 2015

Porém, muita gente na época “torceu o nariz” para esta afirmação e continua cética ao fato de que seus aparelhos móveis podem se tornar vítimas de hackers, entretanto, conforme o mercado de smartphones cresce, as chances de uma epidemia cibernética ocorrer via telefone também sobem a passos largos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Gartner e repercutida pelo site brasileiro Mobile Time, as vendas de smartphones cresceram 20% no mundo em 2014, tendo os equipamentos da Samsung na frente da concorrência com 24,4% do mercado, ou seja, o sistema operacional Android continua a ser o mais usado no mundo.

A Mobile Time ainda publicou um artigo explicando que, segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) 75% dos telefones no Brasil são smartphones e que devemos fechar o ano com uma venda total de mais de 52 milhões deste tipo de telefone, um crescimento de 44% em relação a 2013. A Abinee prevê uma venda menor em 2015, mas devido ao fato de que “há um amadurecimento do mercado”, ou seja, grande parte da população brasileira que anda com um celular possui um smartphone.

O que isso significa? Significa que aumenta-se as chances das pessoas passarem a usar mais e mais seus telefones como pequenos computadores para realizar todos os tipos de transações online, desde o pagamento de contas até o preenchimento de cadastros, deixando rastros valiosos que não poderão mais ser encontrados por hackers em desktops e laptops. Em outras palavras, em 2015 os telefones celulares deverão ficar mais vulneráveis a ataques cibernéticos, pois criminosos sabem que é lá que os dados estão sendo agora armazenados.

A grande diferença é que, ao contrário do que ocorre com computadores convencionais, a grande maioria dos usuários de smartphones toma pouco (para não dizer nenhum) cuidado com os dados transmitidos via celulares ou tablets. Ter um antivírus no computador é quase que uma regra hoje em dia, aliás muitos fabricantes utilizam isso como um gancho de venda: “compre nosso mais novo PC X e leve gratuitamente o antivírus Y”. E há quem diga que isso funcione muito bem!

Entretanto, quem está preocupado em instalar um antivírus no celular? Conta-se nos dedos de uma mão e olhe lá, é capaz de sobrar dedos… “Mas não existe vírus para celular”, é o que ouço com frequência. Outra desculpa que adoro é “eu não faço nada demais com meu celular, só acesso o Facebook, escrevo no Whatsapp e mando mensagens de texto”. Este é o usuário com maiores chances de sofrer um ataque a qualquer minuto.

Ou seja, com as vendas de smartphones chegando aos seus limites e a baixa preocupação dos usuários com sua segurança, o ano de 2015, que está prestes a começar, poderá se tornar “o ano dos malwares móveis” no mundo. Você está preparado para isso?

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24, outubro, 2014

O Avast protege smartphones de adolescentes também

Muitos adolescentes são responsáveis pelos seus próprios smartphones. Ajude-os a mantê-los seguros com alguns passos bem simples. Teenage_br Sete a cada dez alunos do ensino médio levam o seu smartphone para o colégio nos Estados Unidos. Estes celulares são utilizados não só para surfar na internet ou nas redes sociais, mas ajudam os adolescentes a conhecer o colégio, entrar em contato com professores e outros estudantes, seguir as notícias. Muitos pais veem no fato de dar um celular a seus filhos como uma ferramenta de segurança e uma forma de mantê-los em contato, especialmente se surgir alguma emergência. A primeira coisa a fazer depois de comprar um smartphone para seus filhos A maioria dos adolescentes estão utilizando um aparelho com o sistema operacional Android sem nenhuma proteção de segurança adicional. A primeira coisa que você deve fazer é baixar um aplicativo de segurança para proteger o telefone e os dados que ele contém. A última versão do Avast Mobile Security e Antivírus já está disponível, com uma interface complemente redesenhada, tornando-o mais simples e ainda mais amigável do que era antes. O Avast Mobile Security é gratuito e começará a proteger imediatamente seu filho de baixar aplicativos infectados e spywares, a bloquear malware e a fazer backup dos contatos, logs de chamadas e SMS, além das fotos. Instale o Avast Mobile Security e Antivírus da loja Google Play.

A segunda coisa a fazer depois de comprar um smartphone para seus filhos Estudantes do ensino médio são pessoas ocupadas, com muitas atividades, por isso o seu smartphone pode ser perdido. O Avast Anti-Theft é um aplicativo independente que pode ser instalado separadamente do Avast Mobile Security. Você pode utilizar as funções de localização para encontrar um telefone perdido ou roubado, controla-lo remotamente e bloqueá-lo. Depois que você instalar o Avast Mobile Security, ele perguntará se deseja configurar o módulo antifurto. Você pode ler mais a respeito e aprender sobre as funções de controle remoto para acessá-lo de sua conta no portal my.avast.com em nossas FAQs. Instale o Avast Anti-Theft da loja Google Play. Outras coisas a serem feitas

  • Configure uma senha no smartphone. Isto é fácil de fazer e serve como uma primeira linha de defesa contra bisbilhoteiros e ladrões.
  • Adicione números importantes à lista de contatos. Acrescente o seu número de telefone e também o do seu trabalho, o dos avós, o da escola e outros contatos de emergência.
  • Saiba as regras do colégio. É importante saber se é proibido utilizar o telefone durante todo o período ou se é permitido durante os intervalos.
  • Fale com seus filhos sobre privacidade. Converse constantemente sobre postagem de fotos e vídeos e fique atento a materiais com conteúdo sexual e compartilhamentos nas redes sociais.

Obrigado por utilizar o Avast Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no Facebook, Twitter, Google+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

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4, setembro, 2014

Porque vírus para celular não é uma lenda

Outro dia um amigo meu comparou a existência de vírus para celular com o Saci Pererê: “todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu nenhum”. Apesar desta ser uma boa “tirada”, ela não é de nenhuma maneira engraçada. Aliás é um tanto quanto trágica. Se você nunca viu, não significa que não existe.

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Quer evitar ataques ao seu celular? Baixe aplicativos somente em lojas oficiais

Há indícios de que programas maliciosos começaram a se alastrar em telefones móveis há mais de uma década, ou seja, muito antes dos famosos smartphones darem as caras. A diferença é que, naquela época, usávamos nossos celulares “só” para telefonar, ou no máximo mandar algumas mensagens de texto. Hoje o telefone móvel é um computador de bolso. Temos lá nossas vidas: agendas de contato, diários, planilhas de Excel, emails, acesso às redes sociais, podemos gerenciar lá nosso dinheiro, pagamentos e usos de cartões de crédito e débito, consultamos GPS e endereços, deixando lá o histórico de nossas rotas diárias, etc. Esqueci alguma coisa?

Acredito que sim. Caro leitor, me ajude nessa! O que mais podemos fazer com o celular? E depois eu pergunto: você acha que todas essas informações armazenadas em um único local não chamaria a atenção de cibercriminosos?

O problema é que, às vezes, você instala um aplicativo que não parece ser malicioso, mas que do nada passa a atacá-lo. Isso geralmente ocorre ao baixar programas de lojas não oficiais, mas pode acontecer também que um de seus contatos foi quem cometeu o equívoco de instalar um aplicativo de risco e, depois de contaminado, passa a enviar malwares para você via SMS.

“Enquanto pode demorar um tempo para criadores de malware para celular burlar lojas oficiais e suas políticas de venda, há maneiras menos maliciosas dos desenvolvedores de aplicativos nocivos tomar vantagem do mercado”, explica Filip Chytry, Analista de Malware da avast!. Segundo ele, existe uma “linha fina” entre malwares maliciosos e não maliciosos, fazendo com que os usuários baixem um programa nocivo que não causa danos de imediato, mas que pode a qualquer momento atacar o próprio usuário ou telefone de alguém de sua lista de contatos.

Em outras palavras, você pode estar carregando um Saci Pererê em seu smartphone sem saber e acha que está tudo certo. Portanto, além de instalar um antivírus no seu aparelho, tome cuidado com a maneira como você o usa. Procure utilizar somente lojas oficiais para baixar aplicativos. Se você usa Android, faça downloads somente no Google Play, para iPhone utilize AppleStore.

Outro detalhe, cuidado ao acessar a internet no seu celular via uma wi-fi aberta/pública, ou seja, em shopping centers, estádios de futebol, etc. Se um ataque ocorrer à esta rede, seu telefone poderá ser facilmente atingido sem você nem mesmo notar. E isso vale também para usuário de iOS. A sugestão para driblar este obstáculo é a instalação de um VPN (Virtual Private Network) no aparelho, além de um antivírus confiável.

Não substime o poder de fogo de hackers ao redor do mundo. Eles podem parecer verdadeiras lendas, mas existem e estão mais próximos do que você imagina.

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22, agosto, 2014

Novos métodos de malware ataques a smartphones começam a ganhar força

No mês passado publicamos aqui alguns dados que mostram o crescimento do uso do celular no Brasil debatendo uma frase do vice-presidente do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, que disse em 2012 que o futuro da internet será o celular. De acordo com relatórios do governo federal (também publicados no texto mencionado), a internet móvel cresceu 416% entre 2010 e 2014 no Brasil. Esse salto não foi apenas visto em nosso país, mas no mundo todo, abrindo espaço para hackers e crackers explorarem a vida virtual que carregamos em nossos bolsos!

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Intercepção da comunicação entre servidores de aplicativos para celulares e BTS pode se tornar a mais nova forma de ataque a telefones móveis

Não há dúvidas nenhuma de que ataques de vírus a telefones móveis ainda estão passando por uma fase inicial de vida, mas o “embrião” que surgiu em 2007 cresceu, ganhou forma e nasceu. Hoje já é um pequeno bebê, capaz de entender o mundo ao seu redor. E o pior, assim como outra criança na sua idade, não conhece os perigos e está disposto a tudo para conseguir o que quer.

Por outro lado, o celular se tornou parte de nós mesmos. Há quem não consiga sair de casa sem ele e, quando sai, sente um vazio tremendo, como se estivesse andando pelado pelas ruas. É nele que hoje em dia acessamos nossas redes sociais, lemos livros e jornais, assistimos vídeos e (o mais importante), pagamos nossas contas. Ou seja, muita informação importante que hackers ao redor do mundo não podem deixar de explorar.

De acordo com Filip Chytry, Malware Analista na Avast antivírus, uma nova forma de ataque será através da comunicação entre os servidores dos aplicativos e os BTSs (Base Transceiver Stations), ou seja, alguém invade a comunicação ente o servidor e o BTS e pode ter acesso a qualquer conteúdo. “Os ataques feitos por intermediários nessa comunicação via servidores dos aplicativos significa que hackers de smartphones poderão redirecionar a comunicação entre o usuário e o servidor ou até mesmo infectar o aparelho instalando nele vírus através do aplicativo”, descreve Chytry.

Se este tipo de técnica realmente se firmar, as possibilidades de ataques serão imensas. “Hackers poderão restaurar detalhes bancários se eles conseguirem interceptar a comunicação do usuário com o aplicativo durante uma transação”, explica Chytry.

Como dito, uma investida desta ainda está em fase de prospecção, mas já está bem encaminhada! Recentemente, dois crackers conseguiram invadir telefones, tablets e computadores que rodam em iOS (o sistema operacional da Apple famoso por ser altamente seguro), através de um aplicativo bem conhecido, o Instagram. Vale lembrar que neste caso, os aparelhos explorados estavam ligados a uma internet aberta ou wi-fi pública.

Como fazer para se proteger

A pergunta que fica é: como vou me proteger? Devo passar a andar pelado, ou seja, sem meu celular?

Bem, não é necessário ir tão longe! Os bancos brasileiros possuem ótimos sistemas de segurança, embora não revelam dados oficiais de possíveis ataques online às contas de seus clientes. Entretanto, usamos muito cartão de crédito para pagamentos via internet e também publicamos e acessamos informações sensíveis em nossas redes sociais via telefone, o que pode levar a problemas ainda mais sérios.

O ideal seria criptografar todos os seus dados, mas isto ainda não impede ataques. Portanto, para garantir a sua segurança, a melhor dica é instalar um antivírus em seu telefone assim como você faz em seu PC. E mesmo que você criptografe seus dados, utilize um VPN (Virtual Private Network), assim você poderá acessar a internet em locais públicos sem riscos.

E é bom lembrar que os sistemas de antivírus hoje em dia possuem também o chamado “anti-theft”, um programa antifurto que ajuda você a localizar seu aparelho em caso de roubo, furto ou perda.

O mundo digital está se tornando cada vez mais perigoso e a vida virtual que carregamos nos bolsos através de nossos smartphones é a próxima vítima na mira de cibercriminosos. Portanto, tome uma atitude hoje para não se tornar a presa de amanhã!

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6, agosto, 2014

Apresentamos o mais novo cartão de crédito e débito: seu celular

De acordo com uma matéria escrita pelo jornalista Paulo Britto do Valor Econômico e publicada em novembro do ano passado no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o pagamento de contas via telefone celular vem ganhando força e a grande maioria dos especialistas entrevistados para o artigo acreditam que esta é uma tendência que veio para ficar.

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

De acordo com a matéria, essa nova forma de pagamento dará mais suporte aos não correntistas e pessoas de baixa renda para fazerem compras usando o sistema de crédito no celular, em vez de carregar dinheiro vivo sacado de um banco.

Entretanto, uma pesquisa publicada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e realizada entre 2012 e 2013, aponta para um aumento de 6%  no número de contas correntes em todo o país, com um crescimento de 9% de cartões de crédito no mesmo período.

Isso demonstra que, embora a opção de pagamento via celular já uma realidade, o setor bancário continua crescendo a passos largos, provando que mesmo pessoas de baixa renda têm procurado uma maneira de manter seu dinheiro em um local seguro.

Porém, um outro fenômeno que ocorreu nos últimos 2 anos foi a debandada de correntistas para o internet banking e o uso do celular como uma forma de manterem-se informados sobre a situação de suas reservas nos bancos. De acordo com a mesma pesquisa, em 2009 apenas 31% das operações bancárias ocorriam via internet ou telefone celular, ao passo que a grande maioria dos usuários (52%) preferiam ir até uma agência ou um caixa eletrônico para realizar qualquer tipo de comunicação com o banco (por exemplo: depósito, acesso aos movimentos bancários, etc). Em 2013 esse quadro se inverteu. Até o fim do ano passado, 47% de transações bancárias foram realizadas via internet ou no celular, enquanto que somente 37% dos correntistas optaram por ir pessoalmente à uma agência ou caixa eletrônico. Uma pequena parcela de transações (17%) são feitas nos chamados pontos de serviços (ou em inglês POS), como por exemplo, um caixa de restaurante, supermecado, etc, e continua praticamente no mesmo nível desde 2009.

Ainda de acordo com a Febraban, em 2013 o uso do mobile banking teve um aumento de 6% no ano, com um crescimento médio de 270% nos últimos cinco anos. E embora apenas 3% dessas transações via celular possui algum tipo de movimentação financeira, isso demonstra o quanto correntistas em todo o Brasil apreciam a comodidade do uso de smartphones para cuidar de suas finanças.

Esse crescimento trás à tona outras questões, como o sistema de segurança dos aparelhos para compras e movimentação de dinheiro. Os sites de bancos no Brasil são, no geral, muito seguros e vulnaribilidades em aparelhos móveis são ainda casos bem recentes. Entrentanto, não há dúvidas nenhuma de que é uma questão de tempo para hackers ao redor do mundo começarem a investir pesado em crimes cibernéticos focados exatamente em telefones celulares.

Quando recentemente a AVAST fez um teste com 20 aparelhos móveis comprados de segunda mão online e tentou recuperar os dados desses equipamentos, chegou até mesmo a encontrar um requerimento de empréstimo bancário totalmente preenchido, ou seja, se estas informações caíssem em mãos erradas, o estrago poderia ser maior do que se imagina.

Ainda falta regulamentar muita coisa na área de pagamento via telefone celular, mas uma coisa é certa, a questão da segurança passa a ser primordial. Não basta apenas ter um PIN de acesso ao seu telefone, é preciso criptografar seus dados, sobrescrever os arquivos apagados e utilizar aplicativos de segurança que lhe ajudarão a encontrar seu telefone em caso de perda, roubo ou furto.

Em breve, o telefone será seu novo cartão de crédito e até mesmo dinheiro vivo. Você está realmente preparado para esta mudança?

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