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5, fevereiro, 2015

Apps no Google Play se fingem de jogos e infectam milhões de usuários com adwares

Há alguns dias, um usuário postou um comentário em nosso fórum sobre aplicativos escondendo adwares que podiam ser encontrados no Google Play. No começo, isso não parecia ser algo espetacular, mas assim que eu dei uma olhada mais de perto neste malware, descobri que ele era muito maior que eu imaginava. Primeiramente, os aplicativos estão no Google Play, ou seja, eles têm uma audiência muito grande – alcançando principalmente países de língua inglesa, mas também outras regiões em diferentes idiomas. Segundo, os aplicativos já haviam sido baixados por milhões de usuários; e terceiro, fiquei surpreso em saber que os adwares estão direcionando usuários a empresas legítimas*.

Durak App Google Play

O aplicativo Durak  card game foi um dos aplicativos maliciosos mais disseminados com 5 a 10 milhões de instalações de acordo com o Google Play.

Jogo Durak

Quando você instala o Durak, ele parece ser um jogo completamente normal e funciona bem. Mas isto também ocorria com os outros aplicativos, que incluiam um Teste de QI e um histórico do aplicativo  . Esta impressão permanece até você reiniciar o telefone e aguardar alguns dias. Depois de uma semana, você pode começar a sentir que há algo de estranho com o seu aparelho. Alguns dos aplicativos esperavam até 30 dias para mostrar suas garras. Depois de um mês, eu imagino que ninguém será mais capaz de saber qual aplicativo está causando comportamentos anormais em seu smartphone, certo? :)

Aplicativos maliciosos detectadosCada vez que você desbloqueia o seu aparelho, uma propaganda é mostrada a você, alertando sobre um problema, por exemplo, que o seu aparelho está infectado, desatualizado ou cheio de pornografia. Isto, naturalmente, é completamente falso. Você então é instruído a tomar uma ação, contudo, se você a fizer, será redirecionado(a) para páginas falsas com ameaças realmente perigosas, como lojas de aplicativos duvidosos, aplicativos que tentam enviar SMS premium sem o seu consentimento e aplicativos que simplesmente coletam muitos dados sobre você sem oferecer nada em troca.

Outra surpresa ainda maior foi que os usuários eram algumas vezes direcionados a outros aplicativos de segurança na Google Play. Estes aplicativos de segurança, naturalmente, são inofensivos, mas fornecedores de aplicativos de segurança iriam realmente promover os seus aplicativos através de adwares? Mesmo se você instalar estes aplicativos de segurança, as propagandas indesejadas continuarão a aparecer na sua tela… Este tipo de ameaça pode ser considerada uma boa engenharia social. A maioria das pessoas não conseguirá descobrir a causa do problema e continuará a ver propagandas falsas cada vez que desbloquear o seu aparelho. Eu acredito que a maioria das pessoas irá pensar que o problema que pode ser resolvido com um destes aplicativos vendidos como “soluções” e irá seguir os passos recomendados, o que os levará a investir em aplicativos indesejados de fontes não confiáveis.

O Avast Mobile Premium detecta estes aplicativos, protegendo seus usuários destas propagandas enganosas. Além disso, a descrição dos aplicativos deve alertar os usuários sobre a legitimidade dos mesmos, pois tanto em inglês como em outras línguas como o alemão, a apresentação do produto está mal escrita: “Um cartão de jogo chamado ‘Durak’ – um dos mais comuns e mais conhecidos jogos”.

Os hashes dos aplicativos infectados (SHA256) eram:
BDFBF9DE49E71331FFDFD04839B2B0810802F8C8BB9BE93B5A7E370958762836
9502DFC2D14C962CF1A1A9CDF01BD56416E60DAFC088BC54C177096D033410ED
FCF88C8268A7AC97BF10C323EB2828E2025FEEA13CDC6554770E7591CDED462D

* Nota: outras informações sobre as empresas legítimas envolvidas podem ser encontradas aqui.

** Mesmo tendo sido alertado por usuários, o Google somente retirou os aplicativos do ar depois da denúncia da Avast. Um vídeo de uma vítima pode ser visto no YouTube.

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21, janeiro, 2015

Adivinhe quem chegou? De novo? Uma nova versão do Avast Mobile Security foi lançada! Avise seus amigos!

Em novembro, nós convocamos nossos testadores de versões beta do Avast Mobile Security. Ouvimos os seus comentários com cuidado e temos o orgulho de anunciar que a última versão do Avast Mobile Security está agora disponível a todos!

Screenshot_2014-11-21-15-28-58

O que há de novo no Avast Mobile Security?

Em primeiro lugar, o mais importante é que redesenhamos completamente o escâner de vírus, tornando-o mais rápido do que nunca (até 50% mais rápido!). Também melhoramos o suporte e o desempenho em aparelhos Intel.

Finalmente, acrescentamos um programa de recomendação pelo qual você pode indicar o Avast Mobile Security aos seus amigos e familiares. Você não somente pode recomendar o melhor aplicativo de segurança móvel disponível na Google Play, mas também será recompensado por isso: você pode ganhar até três meses gratuitos do Avast Mobile Premium!

Veja como funciona: a cada 5 amigos aos quais você enviar um SMS recomendando o Avast, você ganha um mês do Avast Mobile Premium de graça!

Resumindo:

As novas funções do Avast Mobile Security são:

1. Um escâner de vírus redesenhado e mais rápido do que nunca (até 50% mais rápido!).

2. Melhoria do suporte a aparelhos Intel.

3. Um fantástico programa de recomendação que premia você por divulgar o Avast Mobile Security!

Como obter a última versão do Avast Mobile Security?

Se você ainda não tem o Avast Mobile Security, está esperando o quê? Baixe agora da Google Play! Já tem o Avast Mobile Security? Se você habilitou as atualizações automáticas nas configurações do Google Play, está tudo pronto :) Se suas atualizações no Google Play não são automáticas, visite nosso aplicativo na loja Google Play e atualize manualmente!

Divirta-se usando o Avast Mobile Security: queremos ouvir os seus comentários!

Queremos, por fim, deixar o nosso muitíssimo obrigado aos testadores beta, seus comentários são uma peça extremamente importante no desenvolvimento dos nossos produtos!

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16, janeiro, 2015

Android: fazer backup dos seus dados é a mesma coisa do que torná-los públicos? Neste caso, sim!

Você perdeu alguns contatos do seu celular? Você pode encontrá-los na nuvem. Em um lugar de acesso público! 1playstore photo

Sério.

Se você se preocupa com a sua privacidade, deve sempre suspeitar de soluções de “backup na nuvem” que você encontra na loja Google Play Store. O aplicativo Cloud Backup Contacts faz backups online dos seus contatos pessoais e eles se tornam públicos.

Depois de abrir o aplicativo, você verá uma tela onde pode informar o seu número de telefone e escolher uma senha. Depois você pode enviar os seus contatos para a nuvem.

2app

Uma rápida análise do aplicativo mostra-nos como ele exatamente faz o backup dos seus contatos na nuvem. Os contatos são associados com o número do telefone que você forneceu na etapa anterior e enviados através de pedidos HTTP POST em uma página PHP.

3savedatacloud

Uma análise mais profunda do tráfego capturado pelo Fiddler ajuda-nos a desvendar os resultados das figuras acima: uma página online, onde qualquer um pode ver, contém centenas de números de telefones e senhas não criptografados. Utilizando a informação do aplicativo, você pode obter dados pessoais privados (contatos) de qualquer outro usuário.

4fiddlerinfo 5datafromserver

Encontramos informações de países como o Brasil, Grécia e outros

A página deste aplicativo na Google Play Store diz que este aplicativo foi instalado 50.000-100.000 vezes. É um número muito grande de instalações para um aplicativo que não segue as práticas básicas de segurança do Android. O desenvolvedor deveria utilizar tecnologias como o HTTPS, o SSL e criptografia dos dados a serem transmitidos através da internet e também no armazenamento no servidor. O Nogotofail é uma ferramenta de teste de segurança de rede muito útil que foi criada pelo Google “para ajudar os desenvolvedores e pesquisadores de segurança a descobrir e corrigir conexões TLS/SSL frágeis e tráfego de dados privados em formato de texto aberto em aparelhos e aplicativos, tudo isto de uma forma flexível, escalonável e poderosa”

6appinfoplaystoreReportamos ao Google a situação deste aplicativo.

O Avast detecta este aplicativo como Android:DataExposed-B [PUP].

SHA-256 das amostras:
F51803FD98C727F93E502C13C9A5FD759031CD2A5B5EF8FE71211A0AE7DEC78C 199DD6F3B452247FBCC7B467CB88C6B0486194BD3BA01586355BC32EFFE37FAB

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9, janeiro, 2015

Empresas de propaganda móvel espalham malware como se fossem apps oficiais da Google Play

Como analista de malwares, Filip Chytry se depara com novas amostras de malware dia sim e dia não. Na verdade, ele encontra tantas novas amostras de malware que é difícil determinar qual delas serão realmente interessantes para o público em geral. Há algumas semanas, ele encontrou algo que imediatamente lhe chamou a atenção e que achou interessante compartilhar conosco.

Mobilelinks

Os três URLs acima são de sites que fornecem kits de monetização móvel, isto é, kits de propaganda que os desenvolvedores podem introduzir em seus aplicativos móveis. O objetivo dos desenvolvedores é conseguir o retorno pelas propagandas. No entanto, se um usuário clicar em uma das propagandas fornecidas por um dos fornecedores acima, ele irá parar em um site malicioso.

O mais visitado dos três é o Espabit. De acordo com as nossas estatísticas, sabemos que o servidores do Espabit recebem cerca de 150.000 visitas diárias e quase 100% destas visitas vem de aparelhos móveis. Isto pode não parecer muito se comparado ao total de usuários Android em todo o mundo, mas mesmo assim é um número considerável. O Espabit está tentando se tornar um líder mundial em propaganda e o seu site pode parecer inocente, mas a primeira impressão engana.

espabit

O subdomínio mais visitado do Espabit, com mais de 400.000 visitas nos últimos meses, encaminha os usuários para sites pornográficos através de propagandas mostradas nos seus aplicativos. O site mostra uma oferta para baixar aplicativos indecentes (sem trocadilhos…) que têm comportamento malicioso.

image

Acima está apenas um exemplo de um link malicioso. Há muitos outros hospedados no mesmo servidor. A maioria dos links leva à pornografia ou a falsos aplicativos que têm uma coisa em comum: todos roubam dinheiro dos usuários inocentes.

Como eles convencem as pessoas a baixar o aplicativo deles? Parecendo ser aplicativos oficiais da Google Play. Os aplicativos são desenhados para parecerem oficiais da loja Google Play, enganando as pessoas que confiam nesta fonte. Uma vez que o Android não permite, por padrão, que os usuários instalem aplicativos de fontes desconhecidas, os sites oferecem tutoriais em vários idiomas como inglês, espanhol, alemão e francês, explicando como configurar o Android para que os usuários possam instalar aplicativos de fontes desconhecidas, como estes aplicativos maliciosos que acabamos de ver.

image_1

Agora vamos dar uma olhada mais a fundo no que estes aplicativos são capazes de fazer:

Todos os “diferentes” aplicativos oferecidos pelos três sites citados acima são essencialmente o mesmo, porque podem roubar informações pessoais e enviar SMS premium. De fato, conhecemos mais de 40 deles armazenados naqueles sites. A maioria dos aplicativos está armazenada em links diferentes e, novamente, oferecidos em várias línguas (para que todos possam “apreciar” os aplicativos). O objetivo por trás destes aplicativos é sempre o mesmo: roubar dinheiro.

apps code1

Algumas das permissões solicitadas pelos aplicativos ao serem baixados…

apps code2

Assim que você abre os aplicativos, você é perguntado se tem 18 anos ou mais (eles não apenas pensaram em oferecer o seu produto em vários idiomas, mas eles também tem a sua moralidade!).

sexyface

sexyface2

Depois que você clica em “Sim”, ele pede para conectar o seu aparelho à internet. Uma vez conectado, o seu aparelho começa imediatamente a enviar SMS premium, cada um custando 0,25 dólares e enviados três vezes por semana. Isto é tudo o que o aplicativo faz! A quantidade roubada em uma semana não parece muito, mas parece seguir um propósito: as pessoas podem não notar que estão pagando 3 dólares a mais e tudo devido a um aplicativo instalado no mês passado. Não reparam que seu dinheiro está sendo roubado e não desinstalam o aplicativo que pode lhes custar 36 dólares por ano.

Este malware não é o único em termos da tecnologia que utiliza. Contudo, juntos, os três sites têm cerca de 185.000 visitas diárias, o que é muito considerando que há malware armazenado nos seus servidores. Nem todos são redirecionados para os malwares, mas aqueles que são, são enganados. Considerando que o subdomínio malicioso mais visitado tem cerca de 400 mil visitas no último trimestre, isto nos mostra o grande número de visitantes que está infectado. Isto significa também que estes fornecedores de propaganda estão ganhando muito dinheiro e não apenas pela propaganda que distribuem.

Ainda que muitas empresas de telefonia celular em todo mundo bloqueiem o envio de SMS premium, incluindo as principais empresas nos Estados Unidos, Brasil e Reino Unido, isto não pode ser considerado algo de pouca importância. Estes produtores de malware utilizam engenharia social para superar a segurança do Google e atingir usuários através de propagandas. Pense em quantos aplicativos você utiliza que mostram propaganda, e pense em todas as informações valiosas que você tem armazenadas nos seu telefone que podem ser mal utilizadas.

Todos os aplicativos maliciosos que Filip Chytry encontrou e foram descritos aqui são detectados pelo Avast como:

Android:Erop-AG [Trj]
Android:Erop-AJ [Trj]|
Android:Erop-AS [Trj]

Alguns dos SHA256 destes malwares:
DBEA83D04B6151A634B93289150CA1611D11F142EA3C17451454B25086EE0AEF
87AC7645F41744B722CEFC204A6473FD68756D8B2731A4BF82EBAED03BCF3C9B

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22, dezembro, 2014

2015 poderá ficar marcado como o “ano dos malwares móveis”

Em setembro de 2014 Ondrej Vlcek, COO (Chief Operating Officer) da Avast, causou um certo barulho no mercado ao anunciar que sua empresa havia acabado de atingir 1 milhão de malwares para dispositivos móveis (celulares e tablets) em seu banco de dados. Ele ainda chegou a afirmar que até 2018 os ataques a smartphones e tablets atingirão o mesmo nível de ameaças que hoje vemos em computadores mais convencionais como laptops e desktops.

shutterstock_208714210

Manter os dados seguros em smartphones passará a ser ainda mais difícil em 2015

Porém, muita gente na época “torceu o nariz” para esta afirmação e continua cética ao fato de que seus aparelhos móveis podem se tornar vítimas de hackers, entretanto, conforme o mercado de smartphones cresce, as chances de uma epidemia cibernética ocorrer via telefone também sobem a passos largos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Gartner e repercutida pelo site brasileiro Mobile Time, as vendas de smartphones cresceram 20% no mundo em 2014, tendo os equipamentos da Samsung na frente da concorrência com 24,4% do mercado, ou seja, o sistema operacional Android continua a ser o mais usado no mundo.

A Mobile Time ainda publicou um artigo explicando que, segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) 75% dos telefones no Brasil são smartphones e que devemos fechar o ano com uma venda total de mais de 52 milhões deste tipo de telefone, um crescimento de 44% em relação a 2013. A Abinee prevê uma venda menor em 2015, mas devido ao fato de que “há um amadurecimento do mercado”, ou seja, grande parte da população brasileira que anda com um celular possui um smartphone.

O que isso significa? Significa que aumenta-se as chances das pessoas passarem a usar mais e mais seus telefones como pequenos computadores para realizar todos os tipos de transações online, desde o pagamento de contas até o preenchimento de cadastros, deixando rastros valiosos que não poderão mais ser encontrados por hackers em desktops e laptops. Em outras palavras, em 2015 os telefones celulares deverão ficar mais vulneráveis a ataques cibernéticos, pois criminosos sabem que é lá que os dados estão sendo agora armazenados.

A grande diferença é que, ao contrário do que ocorre com computadores convencionais, a grande maioria dos usuários de smartphones toma pouco (para não dizer nenhum) cuidado com os dados transmitidos via celulares ou tablets. Ter um antivírus no computador é quase que uma regra hoje em dia, aliás muitos fabricantes utilizam isso como um gancho de venda: “compre nosso mais novo PC X e leve gratuitamente o antivírus Y”. E há quem diga que isso funcione muito bem!

Entretanto, quem está preocupado em instalar um antivírus no celular? Conta-se nos dedos de uma mão e olhe lá, é capaz de sobrar dedos… “Mas não existe vírus para celular”, é o que ouço com frequência. Outra desculpa que adoro é “eu não faço nada demais com meu celular, só acesso o Facebook, escrevo no Whatsapp e mando mensagens de texto”. Este é o usuário com maiores chances de sofrer um ataque a qualquer minuto.

Ou seja, com as vendas de smartphones chegando aos seus limites e a baixa preocupação dos usuários com sua segurança, o ano de 2015, que está prestes a começar, poderá se tornar “o ano dos malwares móveis” no mundo. Você está preparado para isso?

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24, outubro, 2014

O Avast protege smartphones de adolescentes também

Muitos adolescentes são responsáveis pelos seus próprios smartphones. Ajude-os a mantê-los seguros com alguns passos bem simples. Teenage_br Sete a cada dez alunos do ensino médio levam o seu smartphone para o colégio nos Estados Unidos. Estes celulares são utilizados não só para surfar na internet ou nas redes sociais, mas ajudam os adolescentes a conhecer o colégio, entrar em contato com professores e outros estudantes, seguir as notícias. Muitos pais veem no fato de dar um celular a seus filhos como uma ferramenta de segurança e uma forma de mantê-los em contato, especialmente se surgir alguma emergência. A primeira coisa a fazer depois de comprar um smartphone para seus filhos A maioria dos adolescentes estão utilizando um aparelho com o sistema operacional Android sem nenhuma proteção de segurança adicional. A primeira coisa que você deve fazer é baixar um aplicativo de segurança para proteger o telefone e os dados que ele contém. A última versão do Avast Mobile Security e Antivírus já está disponível, com uma interface complemente redesenhada, tornando-o mais simples e ainda mais amigável do que era antes. O Avast Mobile Security é gratuito e começará a proteger imediatamente seu filho de baixar aplicativos infectados e spywares, a bloquear malware e a fazer backup dos contatos, logs de chamadas e SMS, além das fotos. Instale o Avast Mobile Security e Antivírus da loja Google Play.

A segunda coisa a fazer depois de comprar um smartphone para seus filhos Estudantes do ensino médio são pessoas ocupadas, com muitas atividades, por isso o seu smartphone pode ser perdido. O Avast Anti-Theft é um aplicativo independente que pode ser instalado separadamente do Avast Mobile Security. Você pode utilizar as funções de localização para encontrar um telefone perdido ou roubado, controla-lo remotamente e bloqueá-lo. Depois que você instalar o Avast Mobile Security, ele perguntará se deseja configurar o módulo antifurto. Você pode ler mais a respeito e aprender sobre as funções de controle remoto para acessá-lo de sua conta no portal my.avast.com em nossas FAQs. Instale o Avast Anti-Theft da loja Google Play. Outras coisas a serem feitas

  • Configure uma senha no smartphone. Isto é fácil de fazer e serve como uma primeira linha de defesa contra bisbilhoteiros e ladrões.
  • Adicione números importantes à lista de contatos. Acrescente o seu número de telefone e também o do seu trabalho, o dos avós, o da escola e outros contatos de emergência.
  • Saiba as regras do colégio. É importante saber se é proibido utilizar o telefone durante todo o período ou se é permitido durante os intervalos.
  • Fale com seus filhos sobre privacidade. Converse constantemente sobre postagem de fotos e vídeos e fique atento a materiais com conteúdo sexual e compartilhamentos nas redes sociais.

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12, setembro, 2014

O malware móvel atinge a marca de 1 milhão de amostras e se torna mais nocivo do que nunca

O malware móvel está crescendo exponencialmente. Temos já mais de 1 milhão de amostras maliciosas em nosso banco de dados, e havia 100.000 em 2011. Ainda relativamente novo, a maioria dos malwares para celulares tem uma estrutura muito simples, embora seja projetado para roubar com eficiência o dinheiro das pessoas. O malware móvel mais recente está, no entanto, se adaptando e transformando lentamente, abraçando táticas mais enganosas e complexas para atingir os usuários.

Os criadores de malware para PC começaram em uma garagem, os do malware móvel em um escritório

O malware móvel está seguindo um desenvolvimento semelhante ao experimentado pelo malware para PC anos atrás, com duas diferenças marcantes: a primeira que o malware para PC, em seus primeiros estágios, foram criados por amadores e só evoluiu lentamente para um negócio lucrativo nos últimos 10 anos. O malware móvel, mesmo com a sua estrutura simples, foi sempre um bom negócio desde o seu início. Os smartphones e tablets são capazes de reunir e armazenar mais dados pessoais que os PC nunca foram: há uma abundância de dados valiosos a serem coletados, incluindo dados pessoais e informações financeiras. Por isso, o foco do malware móvel sempre foi financeiro, o que significa que mesmo os primeiros malwares se mostravam como ameaças reais para suas vítimas ao roubar dinheiro delas. A segunda diferença é que mesmo que o foco de ataques a smartphones e tablets seja recente, está se desenvolvendo muito mais rápido do que o malware para PC em seus anos iniciais.

Há muitas portas de entrada para o malware móvel: além dos aplicativos maliciosos que entram nas lojas e em propagandas in-app com links para conteúdos infectados, os criadores de malware também tiram vantagem dos bugs nos sistemas operacionais móveis, em aplicativos populares e na estrutura da cobrança das operadoras de telefonia. Em 2013, entre 60% e 70% dos malwares foram desenvolvidos para enviar mensagens de texto premium sem o consentimento do usuário, um truque simples dos criminosos para mexer no bolso das pessoas. O mercado está reagindo ao malware e retaliando: as operadoras dos Estados Unidos e outros países, por exemplo, baniram os serviços de mensagens de texto premium. Assim que o mercado reage, os criadores de malware começam a pensar em outros meios muito mais sofisticados e enganosos para roubar o dinheiro das pessoas.

A nova geração de malware móvel

Malwares mais elaborados, como os ransomwares e spywares, estão crescendo e lentamente tomando o controle dos aparelhos móveis, ao mesmo tempo que o universo online das potenciais vítimas vai crescendo. O Google atingiu agora mais de 1 bilhão de usuários Android. Formalmente, ransomwares da família do Cryptolocker  somente eram conhecidos na plataforma Windows, mas recentemente atingiram os aparelhos Android pela primeira vez, assustando os usuários e sequestrando seus aparelhos, criptografando os arquivos até que o usuário pagasse o resgate. O spyware móvel, por outro lado, é capaz de rastrear a localização do usuário e muitos outros dados pessoais, que podem, mais tarde, ser utilizados para invadir suas contas ou para o roubo de identidade.

Prevemos que com o surgimento das novas tecnologias, os criadores de malware encontrarão novas formas de tirar vantagens de suas vítimas. Por exemplo, com o aumento do uso dos novos métodos de pagamento NFC (Near Field Payment), prevemos que os hackers mudarão a forma de ir atrás do dinheiro.

Os usuários precisam tomar consciência de quão valiosos são os seus smartphones: não somente o hardware, mas os dados que possuem lá

As ameaças móveis estão crescendo. Prevemos que alcançarão a mesma magnitude do malware para PC em 2018. Contudo, nos mais de 1 bilhão de smartphones comercializados em todo o mundo no ano passado, somente uma pequena porcentagem está protegida por um software antivírus.

Para tornar os aparelhos móveis mais seguros, precisamos trabalhar juntos: as empresas de segurança, as operadoras, as lojas de aplicativos e os consumidores. Na AVAST, estamos constantemente aprimorando as nossas táticas de detecção de malware para proteger os usuários com as nossas soluções gratuitas e pagas. Ações como as das operadoras nos Estados Unidos, Brasil e Reino Unido de não mais cobrar seus clientes pela maioria das mensagens SMS Premium comerciais fecharam uma importante porta para os criadores de malware e são uma grande inciativa. Esperamos que as operadoras de outros países sigam este exemplo em breve. Além disso, regras de segurança mais restritas para os aplicativos na Google Play e outras lojas de aplicativos podem ajudar a levar à extinção alguns tipos de malwares.

Por fim, também depende dos usuários a proteção dos seus aparelhos e dados com soluções de segurança. As pessoas precisam entender que há novas ameaças sendo arquitetadas para atingir seus aparelhos móveis. Telefones e tablets contém preciosidades das pessoas, na forma de dados e informações pessoais acerca das suas pessoas amadas ou detalhes bancários e tudo isso interessa aos cibercriminosos. Por isso, é essencial que as pessoas tomem cuidado com seus smartphones e tablets da mesma forma que protegem seus computadores, a maioria dos quais têm um antivírus instalado.

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4, setembro, 2014

Porque vírus para celular não é uma lenda

Outro dia um amigo meu comparou a existência de vírus para celular com o Saci Pererê: “todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu nenhum”. Apesar desta ser uma boa “tirada”, ela não é de nenhuma maneira engraçada. Aliás é um tanto quanto trágica. Se você nunca viu, não significa que não existe.

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Quer evitar ataques ao seu celular? Baixe aplicativos somente em lojas oficiais

Há indícios de que programas maliciosos começaram a se alastrar em telefones móveis há mais de uma década, ou seja, muito antes dos famosos smartphones darem as caras. A diferença é que, naquela época, usávamos nossos celulares “só” para telefonar, ou no máximo mandar algumas mensagens de texto. Hoje o telefone móvel é um computador de bolso. Temos lá nossas vidas: agendas de contato, diários, planilhas de Excel, emails, acesso às redes sociais, podemos gerenciar lá nosso dinheiro, pagamentos e usos de cartões de crédito e débito, consultamos GPS e endereços, deixando lá o histórico de nossas rotas diárias, etc. Esqueci alguma coisa?

Acredito que sim. Caro leitor, me ajude nessa! O que mais podemos fazer com o celular? E depois eu pergunto: você acha que todas essas informações armazenadas em um único local não chamaria a atenção de cibercriminosos?

O problema é que, às vezes, você instala um aplicativo que não parece ser malicioso, mas que do nada passa a atacá-lo. Isso geralmente ocorre ao baixar programas de lojas não oficiais, mas pode acontecer também que um de seus contatos foi quem cometeu o equívoco de instalar um aplicativo de risco e, depois de contaminado, passa a enviar malwares para você via SMS.

“Enquanto pode demorar um tempo para criadores de malware para celular burlar lojas oficiais e suas políticas de venda, há maneiras menos maliciosas dos desenvolvedores de aplicativos nocivos tomar vantagem do mercado”, explica Filip Chytry, Analista de Malware da avast!. Segundo ele, existe uma “linha fina” entre malwares maliciosos e não maliciosos, fazendo com que os usuários baixem um programa nocivo que não causa danos de imediato, mas que pode a qualquer momento atacar o próprio usuário ou telefone de alguém de sua lista de contatos.

Em outras palavras, você pode estar carregando um Saci Pererê em seu smartphone sem saber e acha que está tudo certo. Portanto, além de instalar um antivírus no seu aparelho, tome cuidado com a maneira como você o usa. Procure utilizar somente lojas oficiais para baixar aplicativos. Se você usa Android, faça downloads somente no Google Play, para iPhone utilize AppleStore.

Outro detalhe, cuidado ao acessar a internet no seu celular via uma wi-fi aberta/pública, ou seja, em shopping centers, estádios de futebol, etc. Se um ataque ocorrer à esta rede, seu telefone poderá ser facilmente atingido sem você nem mesmo notar. E isso vale também para usuário de iOS. A sugestão para driblar este obstáculo é a instalação de um VPN (Virtual Private Network) no aparelho, além de um antivírus confiável.

Não substime o poder de fogo de hackers ao redor do mundo. Eles podem parecer verdadeiras lendas, mas existem e estão mais próximos do que você imagina.

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20, agosto, 2014

Aplicativo Facebook Messenger não é o maior perigo para a sua privacidade

Na semana passada, o anúncio de que o Facebook iria obrigar todos os seus usuários de Android a baixar o aplicativo Messenger para ler e enviar mensagens via telefone ou tablet na rede social mais popular do mundo causou um certo desconforto em muitas pessoas e levantou algumas dúvidas: quais são as reais intenções do Facebook com isso? A minha privacidade está em jogo?

Pessoalmente, esta comoção mundial (não foi só no Brasil que o assunto ganhou manchetes) é um tanto quanto estranha. Lembro que em 2011 quando comprei um smartphone Android para a minha esposa ela ficou muito receosa com o fato de que para baixar aplicativos ela teria de autorizar o Google (e outros donos de programas) a ter acesso ao aparelho, incluíndo seus contatos. Isso ocorre também ao baixar, por exemplo, What’s App, Viber, etc… Então, por que essa preocupação toda agora?

Novo aplicativo Facebook Messenger tem assustado muita gente. Mas ele é realmente o único perigo que corremos online?

Novo aplicativo Facebook Messenger tem assustado muita gente. Mas ele é realmente o único perigo que corremos online?

É preciso lembrar que a quantidade de dados que o Facebook possui de seus usuários na plataforma para computadores já é o bastante para deixar algumas milhões de pessoas de “calças curtas” por aí, sem contar o que pode ser adquirido via Instagram e o próprio What’s App, recentemente adquirido pela a empresa de Mark Zuckerberg. Entretanto, divulgamos diariamente a nossa rotina na web sem se preocupar com nada e achamos até legal quando recebemos 3 dígitos de joinha de gente que a gente nem sabe quem é.

Bem, a moral da história aqui é o seguinte: diante de tudo que já publicamos online e offline, o aplicativo Facebook Messanger não é o maior perigo para a nossa privacidade. Você já pensou onde vai parar aqueles formulários que você preenche para ganhar descontos em farmácias, supermercados, restaurantes, lojas online, etc? Pois é, provavelmente não!

Mas não é só isso!

Recentemente a avast! fez um teste comprando via eBay 20 telefones Android de segunda mão cujos donos teriam deletado todos dados alí contidos. Mas não demorou muito para que engenheiros da empresa conseguissem resgatar mais de 40 mil arquivos de fotos, vídeos, textos e até documentos, como um formulário de empréstimo bancário preenchido. E para este teste foi utilizado um software de recuperação de dados que qualquer pessoa pode adquirir online. Diante disso, podemos dizer que hackers não precisam de um aplicativo no Facebook para transformar sua vida em um inferno!

Mas como se proteger?

No dia a dia tome muito cuidado com formulários que você preenche. Procure manter uma lista dos locais onde você criou cartões de descontos ou fez algum pedido de reserva de produto. E caso você não queira mais os serviços daquela empresa, tente entrar em contato exigindo que seus dados sejam destruídos.

Na sua vida online, evite baixar aplicativos fora de lojas oficiais. Se possui Android, use a Google Play, para iOS faça tudo na AppleStore. É verdade que essas empresas vão coletar seus dados, mas ao menos você sabe quem são, diminuíndo os riscos de, por exemplo, um ataque de hacker ao seu aparelho.

Outro detalhe importante, muito cuidado com conexões de wi-fi abertas/públicas. Instale no seu Android ou iPhone um VPN (Virtual Private Network) para evitar que seu aparelho seja acessado mesmo que hackers ou crackers consigam invadir o wi-fi que você está conectado.

Para manter seus dados protegidos após a venda do seu Android, instale um antivírus que lhe dê controle total mesmo em caso de roubo, furto e perda do aparelho. Com esta proteção você garante que seu celular ou tablet seja monitorado online. Você pode até mesmo acionar uma sirene de alerta informando que o dispositivo foi roubado ou perdido. E, o mais importante, você pode deletar todos os seus dados para evitar que sejam usados por outras pessoas.

A realidade é uma só: privacidade online já não existe mais! É preciso agora manter-se seguro! Você já fez a sua parte?

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18, agosto, 2014

Convocamos todos os usuários avançados do avast!: entrem no teste beta do avast! Mobile Security

Você gostaria de dar uma olhada na nossa nova versão do avast! Mobile Security antes do lançamento oficial do produto? A oportunidade chegou. Estamos atrás de usuários avançados do Android que queiram participar no teste beta do avast! Mobile Security. O período de testes vai até 31 de agosto, portanto, você tem bastante tempo para testar todas as funções. Seus preciosos comentários podem ser incorporados ao nosso produto antes de que ele seja lançado para milhões de usuários: sua participação é vital!

Ajude a nossa equipe de desenvolvimento participando do time de teste beta. Precisamos dos seus comentários e sugestões! 

 

Participe do Beta Test do nosso novo avast! 2015. Precisamos de suas sugestões, críticas e elogios

Participe do Beta Test do nosso novo avast! Mobile Security. Precisamos de suas sugestões, críticas e elogios. Em troca, ganhe  um ano de licença gratuita

Testadores beta são vitais ao sucesso do avast! Mobile Security. Junte-se a eles!

Veja como entrar no teste beta do avast! Mobile Security:

  • Entre em nossa comunidade beta no Google+
  • Clique em avast! Mobile Security (beta)
  • Clique em “Tornar-se um testador beta” (“Become a tester”)
  • Baixe o aplicativo via Google Play em seu aparelho

O que esperamos de você?

  • Faça seus comentários sobre a nova interface, com foco especialmente nas questões gráficas e problemas de tradução
  • Informe todos os potenciais bugs que encontrar, preferivelmente com fotos das telas
  • Faça suas sugestões para melhorias, funções adicionais e soluções

Para onde enviar os seus comentários?

Todos os participantes ativos que fornecerem feedbacks consistentes irão receber uma licença do avast! Mobile Premium por um ano.

A nova interface já foi bem recebida pelos testadores beta. Agora desejamos ouvir você. Entre agora na Comunidade de testadores beta do avast! Mobile Security no Google+.

 

 

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