Dicas

“Contrate pelo LinkedIn e demita pelo Facebook”: como se conhecem os candidatos pelas redes sociais

Lisandro Carmona de Souza, 16 Março 2017

Os recrutadores e profissionais de RH pesquisam as redes sociais antes de contratar – e de demitir – uma pessoa.

É um sentimento geral que o LinkedIn é uma rede mais “séria”, voltada a difundir o seu perfil profissional pela internet. Há muitos sites que dão dicas de como preencher o seu perfil nessa rede social para atrair a atenção dos recrutadores.

Em tempos de crise – o nível de desemprego em janeiro era de 12,6% – diminuem os investimentos em programas de trainee e estágios para descobrir talentos e as redes sociais competem com os sites de emprego na hora de buscar uma vaga.

O Instagram e, especialmente, o Facebook são o lugar de distensão para muitos brasileiros. É cada vez mais comum ouvir histórias de pessoas que, infelizmente, foram demitidas ou perderam uma promoção por causa do excessivo compartilhamento de informações nas redes sociais.

Postagens com conteúdo racista ou discriminatório, ou as que se refiram ao uso de drogas ilegais, consumo excessivo de álcool e as de natureza sexual, além do uso excessivo de gírias e palavrões, erros de gramática e ortografia. Tudo pode disparar o gatilho de reações negativas entre os recrutadores e revelar muito do seu perfil profissional.

A quantidade também importa: se a impressão que fica é que você passa o dia nas redes sociais – como a média dos brasileiros de 650 horas por mês – pode ser que o seu emprego escape por entre as mãos.

Por outro lado, postagens que mostram seus trabalhos voluntários e a sua inserção no entorno social ou comunidade geram um sentimento positivo sobre a sua contratação.

Se você está procurando um emprego e gostaria de saber porque não está recebendo telefonemas, as respostas podem estar nos seus perfis públicos do Facebook, Twitter e Pinterest.

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