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Arquivo da Categoria ‘Android corner’
14, agosto, 2015

Como apagar completamente o seu celular antes de vendê-lo

Garanta que o seu celular Android tenha sido completamente apagado antes de vendê-lo.

Todos os dias, dezenas de milhares de pessoas vendem ou doam os seus celulares antigos. Decidimos comprar alguns destes telefones usados para testar se eles tiveram seus dados completamente removidos. O que descobrimos é assombroso: 40.000 fotos, entre elas 750 fotos de mulheres parcialmente nuas e mais de 250 selfies de homens nus, 750 emails e mensagens de texto, 250 nomes e endereços, um aplicativo de empréstimos e os dados de identificação de 4 dos seus antigos proprietários.

Como foram recuperados tantos dados pessoais?

O problema é que as pessoas pensam que apagaram os arquivos, mas as funções padrão que vem em seus sistemas operacionais não fazem o trabalho completo. O sistema operacional apagou os registros correspondentes na tabela de arquivos e marcou o espaço ocupado pelo arquivo como livre. Mas, na realidade, o arquivo continua existindo e permanece no aparelho.

Com o uso normal do aparelho, provavelmente novos dados são sobrescritos sobre os antigos, mas, uma vez que a pessoa está vendendo o telefone, isto pode não acontecer e os arquivos permanecem intactos.

Acontece o mesmo no seu computador. Eu utilizei um programa gratuito para recuperar fotos que haviam sido excluídas e que pensava estarem perdidas para sempre, mas ainda não haviam sido sobrescritas.

Você pode excluir permanentemente os seus dados com o Avast Anti-Theft

O aplicativo gratuito da Avast para Android, o Avast Anti-Theft, realmente apaga e sobrescreve todos seus arquivos pessoais. Tudo o que você precisa fazer é seguir estes passos para excluir os seus dados pessoais do seu smartphone antes de vendê-lo ou doá-lo.

1. Instale o Avast Anti-Theft no seu aparelho Android. O aplicativo é gratuito e está na Google Play Store.

2. Configure o Avast Anti-Theft para utilizar a Conta do Avast. Isto permite que você tenha acesso remoto ao seu telefone através do seu computador.

3. Habilite a função apagamento profundo dentro do aplicativo.

4. Entre em sua Conta do Avast em um computador e apague o seu telefone a partir de lá. Isto irá excluir e sobrescrever todos os seus dados pessoais.

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13, agosto, 2015

Usuários do Avast Mobile Security podem ajudar a desenvolver um novo app

Todos nós sabemos como é problemático encontrar e se conectar a redes WiFi em locais públicos. Com frequência, somos frustrados com taxas de roaming ou com velocidades de navegação muito baixas, especialmente em locais multitudinários. Na Avast, queremos que as conexões WiFi sejam seguras e feitas de forma simples para os nossos usuários. Por isso, estamos trabalhando no momento em um novo produto que irá ajudas as pessoas a detectar e se conectar a redes WiFi públicas sem nenhum risco de segurança.

Apresentamos o novo programa de produto pioneiro da Avast

Recentemente, lançamos uma nova função dentro do Avast Mobile Security chamada programa de produto pioneiro. Este programa ajuda a coletar os pontos de WiFi próximos aos usuários quando precisam se conectar a redes WiFi públicas. A função também permite a criação e o desenvolvimento do nosso próprio banco de dados de pontos de WiFi, confiável e atualizado, que precisamos dispor para ter as informações dos pontos disponíveis próximos aos nossos usuários. Como sabemos que os usuários do Avast dão muita importância a sua segurança e privacidade, estamos perguntando aos nossos usuários se querem nos dar uma mão na coleta e identificação destes pontos de WiFi ao seu redor. Isto requer a permissão de uso da posição GPS dos nossos usuários durante a instalação ou atualização do Avast Mobile Security.

Leia mais…

11, agosto, 2015

Big Brothers podem estar espionando o seu WhatsApp e Google Hangouts graças ao Stagefright

Na semana passada, pesquisadores de segurança revelaram uma falha que, segundo se acredita, pode ser a pior falha do Android já descoberta. O bug “Stagefright” deixa vulneráveis a malwares cerca de 1 bilhão de aparelhos Android. A falha foi encontrada na “Stagefright“, uma biblioteca de mídia do Android. Os hackers podem obter acesso ao aparelho através desta falha, ter acesso aos contatos e outros dados, incluindo fotos e vídeos, além de poder acessar o microfone e a câmera do aparelho e, portanto, espionar você gravando som e tirando fotos.

Todos os aparelhos rodando as versões 2.2 (Froyo) à 5.1.1 (Lollipop) são afetados, o que significa aproximadamente 95% de todos os aparelhos Android.

A parte assustadora é que os hackers precisam apenas do seu número de telefone para infectar você. O malware é distribuído através de uma mensagem multimídia enviada por qualquer aplicativo de mensagens que consiga processar o formato de vídeo MPEG4 como, por exemplo, o aplicativo de mensagens nativo do Android, o Google Hangouts e o WhatsApp. Como estes aplicativos de mensagens recebem automaticamente conteúdo em vídeo e áudio, o código malicioso é executado sem que o usuário tenha feito nada de errado: a falha não exige que a vítima abra a mensagem ou clique em um link.

Isto é uma coisa única, pois o malware móvel geralmente requer que alguma ação seja feita para que consiga infectar o aparelho. O malware também pode se espalhar através de links que podem ser enviados por email ou compartilhados nas redes sociais. No entanto, vai ser necessário que o usuário clique no link para abrir o vídeo. Esta falha é extremamente perigosa, porque se for utilizada por hackers via MMS, as vítimas não precisam fazer nada nem vão perceber nada de estranho. O hacker poderá executar o código e remover todos os vestígios de que o aparelho foi comprometido antes de que as vítimas saibam que o aparelho foi hackeado.

O paraíso dos cibercriminosos e ditadores

Os cibercriminosos podem tirar vantagens desta falha para espionar coletivamente milhões de pessoas e até executar códigos maliciosos. Governos repressivos podem espionar as pessoas e os seus inimigos. A falha, no entanto, também pode ser utilizada para espionagem que não seja política. Hackers podem espionar facilmente algumas pessoas, como a própria esposa ou seu vizinho: tudo o que eles precisam saber é o número de telefone da vítima. Também podem roubar informações pessoais e causar dano a milhões de pessoas. As possíveis consequências desta falha precisam ser consideradas com toda a seriedade.

São precisas medidas urgentes

Correções completas precisam ser fornecidas pelos fabricantes de aparelhos móveis, atualizando automaticamente, over-the-air (OTA), todas as versões Android a partir da 2.2. Infelizmente, as atualizações para os aparelhos Android levam um tempo muito longo para chegar aos usuários. Talvez os fabricantes devessem reagir mais rápido neste caso. A Google já se pronunciou. A HTC disse à revista Time que “a Google informou à HTC sobre o problema e forneceu as correções necessárias. A HTC irá disponibilizar atualizações a partir de julho. Todos os projetos ativos serão corrigidos”.

Até que surja uma atualização, o que você pode fazer para se proteger?

Recomendamos aos usuários, por precaução, que desativem momentaneamente o recebimento automático das MMS nas configurações do seu aplicativo de mensagens. Siga as instruções passo a passo para fazer isto nos diversos aplicativos de mensagens para Android (em inglês).

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10, agosto, 2015

O malware Fobus para Android causou dano nos Estados Unidos e Europa: veja como se proteger

No mês de janeiro informamos você sobre um malware para Android chamado Fobus. Na altura, o Fobus atacava nossos usuários no leste da Europa e na Rússia. Agora, o Fobus também está atacando os nossos usuários nos Estados Unidos, Inglaterra, Alemanha e Espanha, além de outros países em todo o mundo.

O Fobus pode custar muito dinheiro às suas vítimas desavisadas porque envia SMS premium, faz chamadas sem o conhecimento dos usuários e pode roubar informações privadas. O mais preocupante é que o Fobus também inclui funções ocultas que podem remover as proteções críticas do aparelho. O aplicativo engana os usuários para obter o controle total do aparelho e é aí que esta peste de malware realmente começa a fazer o seu trabalho sujo. Você pode encontrar mais detalhes técnicos e uma análise do Fobus no nosso artigo do blog de janeiro.

Decidimos olhar para trás e verificar alguns dados que coletamos sobre o Fobus nos últimos seis meses. Não nos surpreendeu que esta família de malwares continua ativa e se espalhando, infectando usuários de lojas não oficiais de aplicativos Android e sites maliciosos.

O interessante deste malware é o uso de polimorfismo por parte do servidor, que suspeitamos estar sendo utilizado desde janeiro, mas não conseguimos confirmar. Agora sabemos que o polimorfismo é utilizado ao analisar algumas amostras do nosso banco de dados. Na maioria das vezes houve não só nomes de arquivos gerados aleatoriamente, mas parece que possuem também certificados de assinatura digital aleatórios.

Número de usuários atingidos pelo Fobus

Número de usuários atingidos pelo Fobus

Dispersão geográfica do leste para o oeste

Anteriormente, previmos que veríamos um crescimento linear no número de usuários infectados. No entanto, revendo os resultados, o Fobus derrubou as nossas previsões. No começo, este malware atingia principalmente os países de língua russa. À medida em que nossas detecções do malware se tornaram mais inteligentes e descobrimos novas mutações do Fobus, vemos que muitos outros países também estavam infectados. Agora o Fobus – ainda que atinja principalmente o Leste da Europa e a Rússia – também chegou aos nossos usuários dos Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra e Espanha, além de outros países em todo o mundo.

O gráfico acima mostra o número de usuários diferentes (IDs de usuários) atingidos pelo Fobus a cada dia. O gráfico também é dividido geograficamente segundo os códigos dos países dos locais de conexão dos usuários.

Número de vezes que os usuários foram atingidos pelo Fobus nos diversos países (até 21 de julho de 2015):

  • Rússia: 87.730
  • Alemanha: 25.030
  • Espanha: 12.140
  • Estados Unidos: 10.270
  • Inglaterra: 6.260
  • Itália: 5.910

Há dois grandes saltos no gráfico, que marcam os dias em que as novas versões do Fobus foram descobertas e as novas detecções para os nossos usuários foram publicadas. As três detecções parecem ter sido particularmente efetivas em sua tarefa de proteção. O grande impacto nos países fora das regiões de língua russa e inglesa que podem ser vistos no gráfico são um tanto quanto surpreendentes, especialmente se consideramos que o malware está em russo e que mesmo a versão inglesa contém partes em russo. Parece que os autores foram preguiçosos e nem traduziram completamente o seu próprio aplicativo…

Mapa mundi mostrando a porcentagem de usuários atingidos pelo Fobus

Mapa mundi mostrando a porcentagem de usuários atingidos pelo Fobus

Um aplicativo feito só para você

Agora, vamos aprofundar em nossa análise. Vejamos os certificados utilizados para assinar algumas amostras do Fobus. Já mencionamos os problemas com a geração de aplicativos únicos para cada vítima (polimorfismo no servidor), não só com a recompilação, reempacotamento e obfuscação a cada geração do aplicativo, mas também ao uso dos certificados. Verificamos que cada aplicativo malicioso é visto somente por um único usuário, mesmo que o seu certificado de assinatura possa ter sido utilizado em múltiplos aplicativos. Quase todas as amostras que obtivemos têm uma baixa prevalência, o que significa que muito raramente usuários diferentes foram atingidos pelo mesmo aplicativo (malware) várias vezes. Com relação aos certificados de assinatura digital, acreditamos que são gerados novamente de forma regular. Conseguimos captar alguns exemplos destes certificados em nossas estatísticas.

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Como você pode ver nas figuras acima, estes certificados estão datados de 28 e 30 de maio de 2015 e as diferenças de horário no início do período de validade entre os certificados são da ordem de minutos, algumas vezes, segundos. Também encontramos algumas amostras com certificados com credenciais geradas aleatoriamente.

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A figura acima é um exemplo destes certificados gerados aleatoriamente.

Para concluir, queremos animar você a pensar duas vezes sobre os aplicativos que você instala no seu telefone, especialmente se os aplicativos foram baixados de lojas de terceiros ou fontes desconhecidas. Os aplicativos da Loja Google Play são mais seguros. Além disso, a solicitação de permissões não usuais – especialmente as permissões que não se referem ao uso normal do aplicativo – pode ser um sinal de que algo estranho está acontecendo. Você deve suspeitar de um aplicativo que solicite acesso como administrador do dispositivo e pensar duas vezes antes de baixa-lo.

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2, agosto, 2015

Malware pornográfico para Android Dubsmash 2: o retorno

Autores de malwares não conseguem tirar suas mãos da pornografia

Em abril, relatamos que um aplicativo clicador de pornografia passou pelas barreiras do Google Play e se fez passar pelo popular aplicativo Dubsmash. O maware sofreu uma nova mutação e mais uma vez teve uma breve vida na Google Play, desta vez escondendo-se em vários “jogos”.

Para o seu prazer

A forma original do clicador pornográfico era executada completamente oculta em segundo plano, o que significa que as vítimas nem notavam que algo estava acontecendo. Desta vez, os autores faziam a pornografia um pouco mais visível às suas vítimas.

A mutação apareceu na Google Play no dia 14 de julho e estava incluída em 5 jogos, cada um deles foi baixado por 5.000 a 10.000 usuários. Felizmente, o Google reagiu rapidamente e já removeu os jogos da sua loja.

Grupo de aplicativos de jogos infectados pelo malware Clicker-AR na Loja Google Play.

Grupo de aplicativos de jogos infectados pelo malware Clicker-AR na Loja Google Play.

Assim que o aplicativo era baixado, não parecia fazer nada de importante ao ser aberto pelo usuário. Contudo, quando a vítima abria o seu navegador ou outros aplicativos, o malware começava a ser executado em segundo plano e redirecionava o usuário para sites pornográficos. Os usuários talvez não percebessem de onde estes redirecionamentos vinham, pois a única forma de evita-los era “matar” o aplicativo em segundo plano.

Você me dá permissão para…

Esta nova mutação, que o Avast detecta como Clicker-AR, solicitou uma importante permissão que era vital para que o aplicativo fizesse o seu trabalho sujo. O aplicativo solicitou permissão para “desenhar sobre outros aplicativos”, o que significa que poderia interferir com a interface de qualquer outro aplicativo ou alterar o que as vítimas viam em outros aplicativos. Isto fazia com que o malware colocasse conteúdo adulto por cima das telas dos usuários.

Vamos jogar “Clue”

Nós não percebemos imediatamente que os criadores do Clicker-AR fizeram um acordo com outros da Turquia que estavam por trás do falso aplicativo Dubsmash. Foi quando o nosso colega Nikolaos Chrysaidos mergulhou mais a fundo e conseguiu conectar algumas pistas e descobrir quem estava por trás deste malware. Ele percebeu que o falso aplicativo Dubsmash e os novos aplicativos tinham o mesmo código base64 de desencriptação dos links pornográficos. Depois percebeu que eles compartilhavam a mesma função “bilgiVer”, o que significa “dar informação” em turco. Finalmente, os antigos e os novos aplicativos utilizavam o mesmo servidor DNS na Turquia e, além disso, criaram agora um servidor adicional nos Estados Unidos: parece que eles fizeram alguns investimentos com o lucro que tiveram com as primeiras versões.

Tchau pornografia!

Como já foi mencionado, estes aplicativos maliciosos já foram removidos da Google Play e o Avast os detecta com o nome Clicker-AR. Os seguintes jogos foram infectados com o Clicker-AR: Extezaf tita, Kanlani Titaas, Kapith Yanihit, Barte Beledi e Olmusmi bunlar. Se você tem algum destes aplicativos instalados no seu aparelho, sugerimos que os removam imediatamente e, além disso, tomem o cuidado de ter um antivírus instalado, como o Avast Mobile Security, que protege você contra o malware móvel.

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29, julho, 2015

Malwares simplesmente não vão desistir da loja Google Play

Um grupo de criadores de malwares está brincando de gato e rato com o Google. O jogo é assim: eles enviam malwares, a loja Google Play rapidamente remove, eles enviam uma nova mutação e o Google a remove também. O estado atual do jogo é: o malware está de volta à Google Play. Até agora, os aplicativos maliciosos infectaram centenas de milhares de vítimas inocentes.

Em abril, descobrimos um malware de cliques pornográficos na Google Play como se fosse o popular aplicativo Dubsmash.

Malware mutante

Alguns dias atrás, informamos que uma mutação do malware de cliques pornográficos, criado por um grupo de desenvolvedores de malware da Turquia, voltou à Google Play, mas já foi removido da loja.

Assim que os aplicativos são baixados, não fazem nada importante quando são abertos pelo usuário, simplesmente mostram uma imagem estática. Contudo, quando a vítima abre o seu navegador ou outros aplicativos, o aplicativo começa a ser executado em segundo plano e redireciona o usuário a sites pornográficos. Os usuários podem não entender com certeza de onde provém estes redirecionamentos a sites pornográficos, pois isto só é possível se o aplicativo for eliminado. Pesquisadores da empresa de segurança Eset informaram que mais aplicativos com esta mutação estavam presentes na Google Play no início da semana passada. A Eset também informou que a forma original do malware foi enviada muitas vezes à Google Play em maio. Nossas descobertas – combinadas com as da Eset ¬– provam que os autores deste malware são extremamente persistentes e determinados a transformar a Google Play em sua residência permanente.

Eu voltarei

… é o que os autores deste malware parecem ter dito quando o Google removeu os seus aplicativos da sua loja no início da semana passada. E, com certeza, o seu malware voltou à Google Play. O malware, que o Avast detecta como Clicker-AR, está presente nos seguintes aplicativos: Doganin Güzellikleri, Doganin Güzellikleri 2, Doganin Güzellikleri 3. O nome pode ser traduzido por “Belezas da natureza”. O Avast informou o Google sobre estes aplicativos.

Mobile Malware Clicker-AR

O que você pode fazer?

O Google já tem bastante coisa para fazer. Tem de manter o sistema móvel operacional mais popular do mundo junto com a sua loja com cerca de um milhão e meio de aplicativos.

É aí que os fornecedores de segurança, como a Avast, entram em cena. Você não espera que o Windows te proteja completamente dos malwares e, por isso, você instala um antivírus no seu computador como uma camada extra de proteção. Também é vital que você instale um antivírus nos seus aparelhos móveis. Mais e mais pessoas estão utilizando aparelhos móveis e guardando neles uma tonelada de informações vitais. O grande número de usuários, combinados com os dados valiosos, tornou os aparelhos móveis um natural e atrativo alvo para os cibercriminosos. E eles estão determinados em atingir você.

Tome cuidado

Além de ter um antivírus instalado no seu celular, procure fazer o seguinte:

      Preste atenção às permissões dos aplicativos. Se um aplicativo solicitar permissões que parecem exageradas para o seu funcionamento normal, provavelmente algo não está certo com este aplicativo.
      Verifique as opiniões e revisões do aplicativo. Se outros usuários escreveram mal sobre o aplicativo, é um sinal que talvez você não deva baixar o aplicativo.

Você pode baixar o Avast Mobile Security gratuitamente da Loja Google Play.

Hashes:
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*Parece que a “Zaren” percebeu que todos nós estamos de olho nela e, por isso, alterou o nome da conta do desenvolvedor…

Clicker-Ar mobile malware

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26, julho, 2015

Você quer utilizar outras lojas de aplicativos? Sem problemas. Sério? Tranquilo.

Android Malware

Android Malware

De tempos em tempos, nossos canais de mídia social captam “acalorados” debates dos usuários sobre a necessidade de um aplicativo de Segurança ou antivírus para Android. Talvez eles comecem quando dizemos que você não pode confiar apenas na segurança da Google Play ou por causa do mito que as empresas de antivírus criam vírus para vender mais programas.

Alguns gurus da Segurança dizem que se você utilizar apenas a Loja Google Play nada de mal irá te acontecer. Apesar de comprovarmos que isto não é 100% certo, como no nosso recente artigo sobre o falso aplicativo Dubsmash ou os aplicativos infectados do Google Play que se passam por jogos e infectam milhões de usuários com adwares, alguns usuários pensam que estão seguros. Esta falsa sensação de segurança pode custar caro quando informações e dados financeiros são roubados ou quando você precisa reconfigurar o seu celular e começar tudo de novo para se livrar do malware.

Por isso, sabemos que não podemos confiar na Loja Google Play o tempo todo. Mas as lojas não oficiais são mais seguras? É claro que não. Então por que vocês estão dizendo que não há problema em utilizá-las? Antes de mais nada é preciso dizer que há lojas sérias e limpas como a Amazon e a FDroid, para nomear duas delas. E há muitas lojas suspeitas e há muitos mais arquivos apk nos mercados negros que prometem a você as últimas funções de um aplicativo pirata. Também sabemos que os aplicativos adultos vão de braço dado com os malwares.

Como resolver a situação?

Gerenciador padrão dos arquivos apk no Android

Gerenciador padrão dos arquivos apk no Android

Além das conhecidas opções (padrão) de segurança do Android, há uma função muito útil que é mais ou menos desconhecida da maioria dos usuários: o aplicativo padrão. Quando o Android (da mesma forma que o Windows) está a ponto de abrir um arquivo, ele procura em suas configurações qual aplicativo deve ser utilizado e o executa. Se você configurar o Avast Mobile Security e Antivírus para ser executado nestes primeiros estágios da instalação, ele irá escanear o arquivo apk antes de ele ser aberto e o processo de instalação comece. Se algo de errado for detectado, o processo é suspenso e você verá a opção para desinstalar o aplicativo.

Se você já instalou o Avast no seu smartphone ou tablet Android e esta opção não é mais apresentada, a maneira mais fácil será desinstalar o Avast, reiniciar o aparelho (sim, não pule esta parte…) e instalá-lo novamente. Quando aquela janela voltar a aparecer, escolha o Avast como o seu gerenciador padrão para arquivos apk. O banco de dados da Avast atingiu a marca de um milhão de malwares para Android no ano passado e continua a crescer exponencialmente. O Avast também se sai muito bem com malwares novos e desconhecidos, como testes independentes já nos mostraram.

Você pode estar seguro e ter paz de consciência ao utilizar as lojas não oficiais se mantiver o Avast Mobile Security e Antivírus o como seu aplicativo padrão de instalação. Ele pode ser baixado gratuitamente na Loja Google Play.

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26, junho, 2015

Nos carros do futuro, gadgets serão mais importantes do que aerodinâmica e rodas tala larga

Interessantíssimo o texto publicado por Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, na Folha de São Paulo, no último dia 25 de maio. Intitulado O futuro é dos carros conectados, o colunista explica que em breve teremos “smart carros”, assim como hoje em dia temos “smart phones”. É a tecnologia envolvendo todas as áreas do nosso dia a dia. E acredite, isto já está, parcialmente, à venda!

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O que te chama mais a atenção nesta imagem? A Ferrari ou a tecnologia? No futuro, sua opinião poderá ser diferente

A empresa norte-americana Tesla Motors, pioneira na fabricação de carros elétricos, já possui versões cujas algumas de suas funções mais importantes podem ser controladas via telefone, como por exemplo, o travamento das portas.

A esposa de um dos diretores da Avast possui um Tesla com este recurso e ao estacionar o veículo certa vez, só reparou que sua bolsa com o telefone estava dentro do carro após fechar a porta, que instantaneamente travou e bloqueou tudo. Ela então parou uma pessoa na rua e pediu seu telefone emprestado, baixou o aplicativo que controla esta função, destravou o veículo, desinstalou o app do telefone da pessoa desconhecida e recuperou a bolsa. Tudo isso em questão de minutos sem precisar chamar o chaveiro ou acionar o seguro.

Se isto já soa interessante, o texto de Ronaldo Lemos vai muito além, e relata a utilização de um aplicativo que poderá ajudar o dono do veículo a ganhar descontos com seguro ao monitorar se o mesmo dirige com segurança ou não. Mas o mesmo aplicativo pode ainda ser usado para aplicar multas, o que diminuiria as responsabilidades de fiscais de trânsito e deixaria muito apressadinho com a pulga atrás da orelha.

Mas mais do que isso ainda há as possibilidades de monitoramento do veículo e do dia a dia do motorista. Se você for o pai ou a mãe de um jovem adulto e quer ter certeza de que ele ou ela está dirigindo com responsabilidade, talvez este aplicativo seja uma “mão na roda”. Mas há muitas outras razões para não querer ser monitorado.

E é por isso que a necessidade da utilização de antivírus vai se tornando cada vez mais importante nos dias atuais. Ainda há uma grande inércia à ideia de se instalar produtos de segurança em telefones celulares e tablets. Talvez porque os dados que guardamos nesses aparelhos não parecem ser “tão nocivos” assim como se imagina. Afinal de contas, a planilha de Excel com os resultados dos seus negócios, os trabalhos escolares e o backup de fotos são guardados no seu PC, certo? Mas se o seu telefone for capaz de se comunicar com seu smart carro, daí é melhor começar a se preocupar um pouco mais com suas atitudes online.

Por exemplo, ainda há muita gente achando que é “exagero” se preocupar com um roteador doméstico ligado 24 horas por dia, 7 dias por semana, como pode ser visto em uma discussão no Facebook da Avast após publicarmos este texto. E isto ocorre em uma época em que mais e mais ataques de hackers estão ocorrendo via Wi-Fi privada. Aliás, há os que ainda utilizam senhas fáceis de serem descobertas para proteger seus roteadores, como 123456789, achando que nada pode acontecer…

Voltando ao texto de Ronaldo Lemos, gadgets estão ganhando cada vez mais espaço em veículos comuns ou tunados ao ponto de começarem a ter mais importância do que o design, a aerodinâmica ou a roda do possante. Ok, talvez eu esteja exagerando, mas imagina se você pudesse controlar a pressão dos seus pneus diretamente do seu celular, ou o tamanho da roda dependendo do dia? Ou se pudesse rebaixar o carro até o chão diretamente do seu tablet e voltá-lo à posição normal a qualquer momento a partir de um simples comando no aparelho?

Enfim, os gadgets que lhe permitem fazer essas mudanças ganharão mais destaque e importância no seu veículo fazendo as revistas especializadas em automóveis se tornarem verdadeiras mídias da tecnologia, de preferência dando destaque à segurança online. Eu não vejo a hora de isso acontecer! E você?

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22, junho, 2015

Como navegar com segurança em redes WiFi públicas e gratuitas

Muitos dos pontos de WiFi que você pode utilizar gratuitamente na cidade ou quando viaja podem ter grandes falhas de segurança, tornando mais fácil para que hackers possam ver a sua atividade de navegação, suas pesquisas, suas senhas, seus vídeos, seus e-mails e outras informações pessoais. As conexões WiFi são públicas, o que significa que você está compartilhando a rede com muitos estranhos. Esses estranhos podem facilmente ver o que você está fazendo ou roubar um nome de usuário e senha de uma de suas contas, enquanto saboreia o seu café na mesa ao lado.

Uma maneira fácil e acessível de manter a sua segurança é utilizar sempre o acesso através de uma rede virtual privada (VPN). Parece algo sofisticado, mas a Avast tornou isto muito simples.

Em um serviço VPN, como o nosso SecureLine VPN, o tráfego de todos os dados que você envia e recebe são feitos através de uma rede privada, segura, mesmo que você esteja em uma rede WiFi pública e gratuita. Dessa forma, o SecureLine faz com que você esteja 100% anônimo e protege a sua atividade online.

Nós temos servidores em todo o mundo para que você possa se conectar aos nossos locais virtuais quando quiser que ninguém monitore ou registre a sua atividade na internet. Nós expandimos o SecureLine com mais 10 servidores para garantir que você tenha uma conexão ainda mais rápida.

Um dos bônus de utilizar o SecureLine é que ele permite que você visite sites que são restritos para estrangeiros. Com o SecureLine conectado a um servidor local daquele país, você pode assistir aos seus programas favoritos ou ouvir um streaming de rádio em qualquer lugar do mundo, porque o SecureLine faz parecer que você está conectado localmente e tenha direito a acessar aquele conteúdo. (Você sabe que há países onde o Facebook, o YouTube e o Twitter estão bloqueados? Utilizando uma VPN as pessoas ainda podem se conectar a esses serviços.)

Veja o que você ganha quando se conecta através do SecureLine no seu PC, Mac, ou telefone Android:

1) Proteção de privacidade: esconda a sua atividade na internet

2) Acesse conteúdo restrito a certos locais: você é livre para acessar o seu conteúdo favorito

3) Você está anônimo: ninguém registra o que os usuários fazem quando estão conectados através do SecureLine

4) Fácil de usar: com apenas um clique você estará conectado a um dos 24 servidores em todo o mundo

Como usar o SecureLine VPN

O SecureLine VPN é parte do Avast Antivírus. Basta abrir a interface de usuário do Avast, escolher a opção Ferramentas no menu à esquerda e, em seguida, clicar no botão SecureLine VPN. As licenças para as versões do Avast SecureLine VPN para Windows, Android e iOS são separadas.

Suporte: Windows, iOS 7.0 ou posterior, Android 4.0 ou posterior.

Servidores: América do Norte – Chicago, Dallas, Miami, Nova York, Salt Lake City, San Jose, Seattle, Montreal, Cidade do México; Europa – Praga, Frankfurt, Madrid, Paris, Londres, Amsterdã, Varsóvia, Bursa, São Petersburgo; Ásia/Oceania – Hong Kong, Tóquio, Seul, Cingapura, Melbourne.

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20, junho, 2015

A Internet das Coisas (será hackeada em breve?)

Os Jetsons (via philosophymatters.org)

Em breve, estaremos vivendo como os Jetsons (imagem via philosophymatters.org)

No final desta década, todos na Terra estarão conectados.

Eric Schmidt, Presidente da Google

Como uma regra de ouro, é melhor manter na mente que tudo e qualquer coisa que possa se conectar à Internet pode ser alvo de hackers. Sistemas mal projetados ou implementados sem os devidos cuidados podem abrir sérias brechas que os cibercriminosos podem explorar. Agora, a maioria de nós já está familiarizado com certos aparelhos que podem estar conectados à Internet, como os celulares e/ou laptops, relógios inteligentes e carros, mas o que pensar das coisas que já estão surgindo em um mundo conectado? Alguns desses novos itens são os roteadores, sensores e aparelhos do dia a dia como alarmes, fornos de microondas e churrasqueiras.

Quando manejamos estes aparelhos que começamos a conhecer e gostar, como os nossos telefones Android ou iPads, já nos deparamos com inúmeras políticas de privacidade, vazamento de dados, transmissão não criptografada de dados pessoais que foram rastreados. Dando mais um passo, é ao mesmo tempo intrigante e assustador pensar sobre os desafios que nos aguardam na Internet das Coisas (IoT) que se torna mais e mais uma realidade. Em um recente artigo publicado pelo The Guardian, o autor, Marc Goodman, pinta um evocativo quadro do mundo com o poder da Internet das Coisas:

Como o seu despertador está conectado à internet, ele poderá acessar e ler o seu calendário. Ele saberá onde e quando será o seu primeiro compromisso do dia e poderá cruzar esta informação com as últimas condições do trânsito. Se o trânsito estiver leve, você poderá dormir 10 minutos a mais. Se o trânsito estiver pesado, você descobrirá que levantará um pouco mais cedo do que esperava.

Quando o seu alarme parar, ele ligará pouco a pouca as luzes da casa, talvez ligará a água quente para o seu banho. A porta eletrônica da casinha do cachorro deixará que o Rex vá ao jardim para o seu passeio matinal, e a cafeteira começará a fazer o seu café. Você não terá de perguntar aos seus filhos se eles escovaram os dentes: o chip na sua escova irá mandar uma mensagem ao seu smartphone para dizer que a tarefa foi cumprida. Quando você caminha para porta, não terá de se preocupar para encontrar suas chaves. O sensor da chave permitirá que você a encontre. Será como se a era dos Jetsons tiver finalmente começado.

Portanto, como podemos utilizar estas tecnologias a nosso favor? Quase todos os softwares ainda estão sendo otimizados para os wearables e outros gadgets inteligentes, mas há três coisas que temos de ter diante dos olhos quando entramos na era da Internet das Coisas:

  • Os aparelhos podem sofrer danos por problemas no hardware, aplicativos mal projetados ou por ataques movidos a engenharia social
  • Problemas causados por criptografia fraca na transmissão via WiFi ou Bluetooth podem permitir a espionagem do tráfego de dados ou ataques man-in-the-middle e de redirecionamento malicioso
  • Problemas com o armazenamento na nuvem podem causar o vazamento de dados pessoais

A tranquilidade de estar protegido contra estas falhas virá da utilização de uma VPN ao se conectar a redes abertas e inseguras. O Avast SecureLine VPN está disponível para Windows, Android e iOS.

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