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Arquivo da Categoria ‘Mobile’
21, abril, 2015

Medo e repugnância no Google Play: uma análise profunda dos atuais aplicativos de limpeza e de economia de bateria

Computadores móveis – mais popularmente conhecidos como mobiles – que incluem smartphones e tablets, estão passando por uma evolução extremamente rápida. A velocidade dos processadores, a qualidade da tela e as opções de conexão têm mudado dramaticamente nos últimos anos. Entretanto, parece que a capacidade da bateria continua a ser um problema, pois este recurso luta para conseguir alimentar a grande quantidade de novos processadores e displays.

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Novo aplicativo da Avast promote resolver o problema de pouca bateria em aparelhos Android

De acordo com uma recente pesquisa feita pela Avast e respondida por 20 mil pessoas, 60% dos proprietários de Android não estão satisfeitos com a duração da bateria de seus aparelhos.

Existe uma quantidade gigantesca de aplicativos tentando resolver este problema, entretanto, a maioria não consegue. Ao examinar os recursos disponíveis nesses aplicativos, se torna fácil de descobrir por que muitos deles não atingiram o sucesso.

O efeito “task-killing”

Task-killing é o recurso mais popular disponível não somente nos aplicativos de economia de bateria, mas também em aplicativos que limpam e aceleram dispositivos. Ele provavelmente se originou no sistema operacional Windows para computadores desktop. Devido ao fato de que usuários se acostumaram a fechar programas no Windows após seus PCs começarem a rodar lentamente, esse comportamento se transferiu para os aparelhos móveis.

Entretanto, o sistema Android funciona de maneira diferente. O Android tem como objetivo manter máximo RAM para que possa mudar entre aplicativos rapidamente. Se não existir RAM disponível, o Android “mata” um menor número de aplicativos recentes, sendo assim não há a necessidade do usuário fechar os aplicativos manualmente. Além do mais, “task-killing” na verdade desacelera aparelhos porque cada vez que um aplicativo é fechado, seus dados precisam ser carregados no RAM novamente.

Tente por você mesmo

Aqui está um pequeno teste que você pode fazer por você mesmo: instale um “task-killer”, um acelerador de RAM ou um aplicativo que economiza bateria e que “limpa” o RAM em seu Android. Clique no botão principal (geralmente chamado “Otimizar” ou “Acelerar”). Você verá vários aplicativos fechados. Daí, espere por alguns segundos e tente novamente. Nada acontecerá, pois você fechou tudo.

Agora, desinstale ou limpe os dados nos aplicativos testados. Depois de clicar em “Otimizar” novamente, praticamente todos os aplicativos que você acabou de fechar aparecerão abertos para serem fechados mais uma vez. Isso parece estranho, não? Pode parecer que o botão “Otimizar” não faz nada. Na realidade, ele fecha os aplicativos. O truque é que muitos aplicativos iniciam diretamente depois de serem fechados usando um recurso do Android conhecido como WakeLock. Os aplicativos com um botão “Otimizar” possuem um cronômetro que previne usuários de ver que aplicativos fechados estão rodando novamente depois de alguns segundos. Por causa disso, não há sentido de usar o botão “Otimizar”.

Mais informações sobre “task-killing podem ser encontradas aqui:

  1.  http://www.howtogeek.com/127388/htg-explains-why-you-shouldnt-use-a-task-killer-on-android/
  2.  http://lifehacker.com/5650894/android-task-killers-explained-what-they-do-and-why-you-shouldnt-use-them

Como eu posso realmente economizar bateria?

Duas coisas que contribuem para a economia da sua bateria são: desligar certos recursos do seu aparelho, incluindo Wi-Fi e dados, e limitar a claridade da tela e do tempo de duração da luz de fundo (timeout), ou seja, quanto tempo o seu visor fica ligado depois do último toque na tela.

Por isso, a Avast acaba de lançar o Avast Battery Saver, um aplicativo que economiza energia sem causar problemas. Ele otimiza as configurações do aparelho como a conexão à internet, brilho da tela e timeout de acordo com suas necessidades. Os perfis inteligentes (smart profile) de energia são ativados automaticamente baseados em tempo, local e nível da bateria sem sacrificar as atividades de que você mais gosta.

Avast Battery Saver ainda possui uma ferramenta poderosa que resolve problemas dos aplicativos que consomem demais o tempo de uso de sua bateria enquanto você não usa o aparelho. Você poderá ver quanta energia cada aplicativo está consumindo e poderá parar cada um que você não queira usar no momento. Diferente de “task-killing”, o “force-stopping” é uma solução nativa do Android que impede aplicativos de rodar de forma desnecessária. Uma vez parado por este recurso, o aplicativo não irá rodar novamente até que seja manualmente aberto.

6, agosto, 2014

Apresentamos o mais novo cartão de crédito e débito: seu celular

De acordo com uma matéria escrita pelo jornalista Paulo Britto do Valor Econômico e publicada em novembro do ano passado no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o pagamento de contas via telefone celular vem ganhando força e a grande maioria dos especialistas entrevistados para o artigo acreditam que esta é uma tendência que veio para ficar.

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

De acordo com a matéria, essa nova forma de pagamento dará mais suporte aos não correntistas e pessoas de baixa renda para fazerem compras usando o sistema de crédito no celular, em vez de carregar dinheiro vivo sacado de um banco.

Entretanto, uma pesquisa publicada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e realizada entre 2012 e 2013, aponta para um aumento de 6%  no número de contas correntes em todo o país, com um crescimento de 9% de cartões de crédito no mesmo período.

Isso demonstra que, embora a opção de pagamento via celular já uma realidade, o setor bancário continua crescendo a passos largos, provando que mesmo pessoas de baixa renda têm procurado uma maneira de manter seu dinheiro em um local seguro.

Porém, um outro fenômeno que ocorreu nos últimos 2 anos foi a debandada de correntistas para o internet banking e o uso do celular como uma forma de manterem-se informados sobre a situação de suas reservas nos bancos. De acordo com a mesma pesquisa, em 2009 apenas 31% das operações bancárias ocorriam via internet ou telefone celular, ao passo que a grande maioria dos usuários (52%) preferiam ir até uma agência ou um caixa eletrônico para realizar qualquer tipo de comunicação com o banco (por exemplo: depósito, acesso aos movimentos bancários, etc). Em 2013 esse quadro se inverteu. Até o fim do ano passado, 47% de transações bancárias foram realizadas via internet ou no celular, enquanto que somente 37% dos correntistas optaram por ir pessoalmente à uma agência ou caixa eletrônico. Uma pequena parcela de transações (17%) são feitas nos chamados pontos de serviços (ou em inglês POS), como por exemplo, um caixa de restaurante, supermecado, etc, e continua praticamente no mesmo nível desde 2009.

Ainda de acordo com a Febraban, em 2013 o uso do mobile banking teve um aumento de 6% no ano, com um crescimento médio de 270% nos últimos cinco anos. E embora apenas 3% dessas transações via celular possui algum tipo de movimentação financeira, isso demonstra o quanto correntistas em todo o Brasil apreciam a comodidade do uso de smartphones para cuidar de suas finanças.

Esse crescimento trás à tona outras questões, como o sistema de segurança dos aparelhos para compras e movimentação de dinheiro. Os sites de bancos no Brasil são, no geral, muito seguros e vulnaribilidades em aparelhos móveis são ainda casos bem recentes. Entrentanto, não há dúvidas nenhuma de que é uma questão de tempo para hackers ao redor do mundo começarem a investir pesado em crimes cibernéticos focados exatamente em telefones celulares.

Quando recentemente a AVAST fez um teste com 20 aparelhos móveis comprados de segunda mão online e tentou recuperar os dados desses equipamentos, chegou até mesmo a encontrar um requerimento de empréstimo bancário totalmente preenchido, ou seja, se estas informações caíssem em mãos erradas, o estrago poderia ser maior do que se imagina.

Ainda falta regulamentar muita coisa na área de pagamento via telefone celular, mas uma coisa é certa, a questão da segurança passa a ser primordial. Não basta apenas ter um PIN de acesso ao seu telefone, é preciso criptografar seus dados, sobrescrever os arquivos apagados e utilizar aplicativos de segurança que lhe ajudarão a encontrar seu telefone em caso de perda, roubo ou furto.

Em breve, o telefone será seu novo cartão de crédito e até mesmo dinheiro vivo. Você está realmente preparado para esta mudança?

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30, julho, 2014

Crackers encontram uma maneira de invadir aparelhos iOS via Instagram

Esta semana está sendo bem movimentada para a equipe de desenvolvedores do Instagram. No último sábado, um rapaz chamado Mazin Ahmed, e que no Twitter se auto-intitula como “estudante, interessado em aplicativos de segurança” publicou em seu blog um texto afirmando que havia encontrado uma vulnerabilidade grave no Instagram e que qualquer pessoa navegando no site via wi-fi pública estaria sob risco de ser hackeado, inclusive usuários de iOS, sistema operacional da Apple.

Quem disse que iPhones não podem ser hackeados?

Quem disse que iPhones não podem ser hackeados?

Mazin diz que enviou a informação ao Facebook, que há pouco mais de 1 ano comprou o Instagram por uma quantia em torno de 1 bilhão de dolar, mas a empresa teria respondido que já está ciente do problema e que trabalhará para resolver isso no futuro, entretanto, no momento, aceita os riscos desta falha. O texto de Mazin na íntegra e com a suposta resposta do Facebook, em inglês, pode ser lido aqui.

Se isso já não é o bastante, um programador conhecido como Steve Graham, ratificou o problema na segunda-feira, publicando o passo a passo de como conseguiu invadir e raquear um aparelho iOS. Ele garante que poderia facilmente tomar o controle do telefone se quisesse através dessa vulnerabilidade no Instagram.

O que realmente surpreende é o fato de que mesmo aparelhos iOS, cujos usuários têm orgulho de dizer que não estão sob riscos de ataques, foram hackeados e invadidos através desta falha. Isso leva a uma outra discussão: telefones celulares e tablets são realmente mais seguros do que PCs? E o iOS, é realmente um sistema operacional que não abre brechas para ataques? E será que outros aparelhos, como o Windows Phone, não estão suscetíveis a possíveis invasões de hackers?

As respostas para essas perguntas ficam a critério de nossos leitores. Entretanto, no meio tempo, para evitar furto de identidade em wi-fi pública, o ideal é instalar no celular algum tipo de aplicativo que criptografa dados, tornando-os ilegíveis.

É bom lembrar que somente equipamentos conectados via internet pública estão sob risco, portanto, o uso do Instagram de maneira geral em casa ou em outras conexões privadas estão (até o momento) seguras.

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