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19, fevereiro, 2015

Como manter a segurança online em um mundo cada vez mais digitalizado?

Há algumas semanas falei aqui sobre um memê que a minha irmã publicou no Facebook satirizando o nosso dia a dia atual em que oferecemos às visitas a senha da conexão Wi-Fi de casa em vez de um copo d’água ou café. Parece que muita gente não consegue mais viver sem ela: a internet. Estamos conectados 24 horas por dia, 7 dias por semana. Minha mulher recentemente até colocou uma nova regra em casa: o último a ir pra cama tem de desligar a Wi-Fi ou então fica sem chocolate no dia seguinte. Como tenho de perder alguns pesinhos a mais que ganhe no Natal, confesso que passei em branco algumas noites, o que me fez pensar: será que nosso dia a dia realmente se tornou totalmente digital?

Emails

Manter-se seguro em um mundo digitalizado está ficando cada vez mais difícil

A fabricante de hardware HP lançou no mês passado uma nova linha de tablets que me deixou com a pulga atrás da orelha. Onde vamos chegar neste mundo cibernético?

O lançamento se trata de um tablet capaz de captar um desenho feito em papel e imediatamente digitaliza-lo na tela do dispositivo. Além disso, a empresa ainda lançou um aparelho especialmente voltado para uso em hospitais, o qual possui uma capa protetora que impede a proliferação de bactérias. Assim, médicos poderiam utilizar um mesmo equipamento para visitar diferentes pacientes.

Em outras palavras, os dados de um único hospital (ou de uma ala de um hospital) poderá ser gerenciado de um único aparelho. Por um lado isso é muito positivo, pois dá a médicos e enfermeiros uma maior mobilidade e independência. Por outro, facilita o desenvolvimento de técnicas de roubos de dados de pacientes e informações sigilosas armazenadas online.

Quando o governo alemão anunciou há cerca de 6 meses que iria catalogar todos os seus dados em folhas de papel e guarda-los em gavetões trancados a sete chaves, muita gente chegou a dizer que isso é um exagero. Mas polêmicas à parte, isto mostra como o nosso mundo cibernético está cada vez mais complexo e preocupante.

Se no passado bastava apenas instalar um antivírus em seu computador para se sentir seguro online, hoje em dia é necessário mais do que isso. É preciso também manter certos cuidados online, principalmente em mídias sociais. Além do mais, temos de entender como nossos dados estão sendo guardados em bases de dados de terceiros e como os mesmos estão sendo manipulados. Uma tarefa extremamente difícil em um mundo em que há aplicativos até para pedir pizza…

Uma dica é manter o controle dos formulários que preenchemos online e off-line. Se há alguma desconfiança, então não preencha. Se não for usar aquele serviço mais, peça o cancelamento do seu cadastro e, por fim, mantenha seu computador, tablet e smartphone com um antivírus instalado e atualizado.

Uma outra dica é usar o VPN (Virtual Private Network), um recurso muito útil para pessoas que viajam com frequência e geralmente acessam internet aberta, como em shopping center, estádio de futebol, hotel e aeroportos. O VPN faz com que a sua navegação fique oculta em uma zona privada, portanto, se houver um ataque àquela rede, seu aparelho não será afetado.

Por fim, muito cuidado com suas senhas de acesso a e-mails e contas do banco, procure muda-las com frequência, principalmente se as mesmas são usadas para acessar perfis em redes sociais como o Facebook.

O nosso dia a dia digital nos obriga a dar uma atenção redobrada aos nossos dados online, mas não significa que você deva entrar em pânico e deletar todos seus perfis na internet! Simplesmente, mantenha-se precavido e estará seguro!

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3, fevereiro, 2015

Copo d’água, senha do Wi-Fi ou os dois?

No mês passado, a minha irmã publicou no Facebook o meme abaixo, causando uma enxurrada de comentários hilários, e eu não poderia deixar de escrever sobre isso.

Wi-Fi_Water

Esta imagem foi compartilhada por quase 270 mil pessoas em janeiro, seguida de comentários ainda mais engraçados que a imagem em si. Aqui compartilho alguns deles:
“Nossa, parece que eu vi isso sábado”, disse uma das pessoas envolvidas na conversa. “Abafa o caso!”, foi a resposta recebida.
E como não poderia deixar de ser, apareceu por lá os chamados “cara de pau” que não têm medo de assumir a dependência cibernética:
“Eu peço os dois”. Ou então: “nem digo bom dia”. E ainda tem os amigos do dia a dia: “Agora é bom que chego e ele já conecta automaticamente. Rsrs…”

Outros lembraram de uma tradição brasileira que tem sido ignorada pela nova geração de “visitantes”:
“É verdade kkkkkkk. E o cafézinho? Muito difícil alguém pedir, talvez depois da senha…kkkkkkkk”

Teve um internauta que foi ainda mais direto:
“Se eu desligar meu computador nesse momento cai muita gente comigo”.

Sua internet: a nova porta de entrada de sua casa

Está ficando cada vez mais difícil de diferenciar o real do cibernético, mais ou menos como o que acontece no filme “A Origem” (Inception) em que Leonardo DiCaprio vive o papel de um “ladrão de sonhos” fazendo inserções nos sonhos das pessoas, as quais ficam confusas e tentam entender se estão vivendo uma realidade ou algo fruto de suas imaginações.

A internet das coisas está fazendo isso conosco. Cada vez mais precisamos de computadores para o nosso dia a dia, e a sua internet doméstica é a sua nova casa cibernética onde você trabalha, se diverte, descansa, pede uma pizza, realiza compras, verifica a conta bancária, etc. E quando alguém vem visitar a sua casa, digo a casa real em concreto e aço, o seu lar cibernético também é compartilhado.

Portanto, ao entregar a senha de acesso à sua Wi-Fi você está também abrindo as portas de sua casa virtual no melhor estilo: “entre e fique à vontade”.

Isto dito, seria um tanto quanto ingênuo acreditar que criminosos não estariam de olho neste seu novo “lar nas nuvens”. Tente visualizar a seguinte situação: você faz uma festa em casa, convida por volta de 10 pessoas e dá o acesso de Wi-Fi a todas elas. Por trás disso, um hacker invade a sua rede de acesso à internet e consegue captar as informações enviadas entre o seu roteador e os servidores ao redor do mundo. Além de roubar as suas informações confidenciais em si, os hackers seriam capazes de atacar também os aparelhos de todos os seus amigos sem ninguém perceber. Duvida?

Publicamos recentemente um artigo falando do famoso grupo de hackers Lizard Squad que confessou utilizar redes domésticas de acesso à internet para realizar ataques à Sony e à Microsoft. Eles já teriam infectado em torno de meio milhão de roteadores no mundo. Ou seja, não são pequenas as chances de que a sua Wi-Fi esteja nesta lista.

O que fazer? Dar o copo d’água às visitas e desligar a Wi-Fi?

Vamos e convenhamos, tem muita gente que deixa a Wi-Fi desligada para não ter que compartilhar sua internet com ninguém, mas você não precisa fazer isso. Até porque privar seus amigos de um item tão importante nos dias de hoje pode representar a perda de um amigo(a) e ainda não ajudará a manter o seu “lar cibernético” seguro. Aqui vão as dicas de como garantir que sua internet esteja sempre protegida:

1) Crie um nome de usuário e (principalmente) uma senha forte para a sua Wi-Fi, de preferência usando letras maiúsculas e minúsculas, números e os chamados caracteres especiais (exemplo: AvastS@15).

2) Configure o seu DNS: através de um DNS vulnerável, cibercriminosos podem levar o seu tráfego online para páginas falsas que parecem reais. Ou seja, você pode acessar uma página do seu banco que é falsa mas que parece muito com a verdadeira. Ao digitar os dados de sua conta ali você não acessa sua conta, mas informa hackers como acessá-la. Aprenda aqui e aqui como configurar o seu DNS

3) Faça o escaneamento da sua rede: assim como você escaneia o seu computador em busca por vulnerabilidades, o mesmo precisa ser feito em sua rede de acesso à internet. A Avast foi a primeira empresa de antivírus a implementar este tipo de ferramenta no mercado. O Home Network Security está disponível gratuitamente para todos os usuários do Avast (tanto na versão grátis quanto paga).

De resto, aproveite a visita de seus amigos e familiares jogando conversa fora, dando boas risadas e compartilhando vídeos e fotos online. Ah, e não esqueça de oferecer o copo d’água e o cafezinho para manter a tradição em dia!

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13, janeiro, 2015

Seu roteador pode ter sido usado para atacar o PlayStation e o Xbox

Você talvez não saiba, mas seu roteador pode ter sido usado como parte de uma rede para levar os jogos do PlayStation e do Xbox off-line.

This Lizard quiere tu router doméstico.

O lagarto em busca de sua rede doméstica

Durante o último dia de Natal um grupo de hackers autodenominados Lizard Squad assumiram a responsabilidade por arruinar a vida dos usuários do Sony PlayStation e Microsoft Xbox por 24 horas ao levar offline a rede de jogos dessas marcar. Esse e outros ataques, incluindo uma ameaça de bomba a um vôo da American Airlines onde o presidente da Sony Entertainment, John Smedley, estava presente, têm sido usados como uma campanha de marketing para promover um novo produto que pode ser alugado para qualquer hacker que queira realizar um ataque de DDoS (Denial-of-Service) a um alvo de sua escolha.

Eu não sou um hacker. Por que devo me preocupar com isso?

Você talvez não seja um hacker, mas o poder de fogo desses ataques pode estar vindo de sua casa! Um blogueiro norte-americano especializado em segurança online, Brian Krebs, que teve seu site atacado, descobriu que a rede de dispositivos que aciona o tal do produto (chamado de Product-That-Must-Not-Be-Named ou em uma tradução simples Produto-Que-Não-Pode-Ter-Nome), é composta principalmente por roteadores domésticos inseguros. No Twitter, Lizard Squad admitiu usar entre 250-500 mil roteadores infectados para realizar ataques. Roteadores estão presentes nas casas de qualquer pessoa com acesso Wi-Fi, tornando qualquer usuário de Wi-Fi uma possível vítima de ataques, algo que foi alertado por nós em um artigo publicado em nosso blog intitulado: A sua rede doméstica é alvo de ataques cibernéticos. Muita gente ignora a sua própria segurança ao instalar roteadores com nome de usuário e senha padrão que já vêm configurados de fábrica.

De acordo com Vincent Steckler, CEO da Avast Software, a quantidade de pessoas que estão sob risco é alarmante: “nossa pesquisa mostrou que quase 80% dos roteadores domésticos usados hoje em dia são mal protegidos com senhas comuns que são fáceis de serem hackeadas, fazendo com que roteadores se tornem para os hackers um fácil ponto de entrada às redes domésticas”, explica.

A mesma pesquisa lançada no Brasil aponta que 65% dos roteadores brasileiros usam senhas padrão e que 30% das redes de internet domésticas no Brasil são acessíveis externamente.

“A atual situação da segurança de roteadores é muito parecida com a dos PCs nos anos de 1990, com atitudes negligentes em relação à segurança e com novas vulnerabilidades sendo descobertas a cada dia, criando um ambiente fácil de ser explorado”, explica Steckler. “A maior diferença é que as pessoas têm muito mais informações pessoais armazenadas em seus dispositivos hoje em dia do que tinham no passado. Consumidores precisam de ferramentas complexas, mas fáceis de serem usadas para prevenir ataques antes que eles ocorram”, finaliza o executivo.

Como proteger seu roteador doméstico

Embora o perigo seja eminente, há poucas soluções de proteção de rede de internet doméstica no mercado. Em novembro de 2014 a Avast foi a primeira empresa a incorporar este tipo de serviço em seus produtos. Portanto, se você possui Avast antivírus em seu computador, utilize o Avast Home Network Security para escanear o seu roteador. Este seria o primeiro passo para manter sua rede segura.

O recurso, que está disponível para usuários das versões grátis e pagas dos produtos Avast, funciona de maneira simples. Basta abrir a interface do Avast em seu PC, clicar em Escaneamento e depois Escanear ameaças de rede. Após o escaneamento, o Avast informará se há ou não vulnerabilidades em seu roteador e como resolver o problema.

Para mais dicas sobre como proteger seu roteador doméstico, leia: Como habilitar a criptografia WiFi nas configurações do seu roteador, Como atualizar o seu roteador ou trocá-lo por um mais seguro e Como alterar as configurações de DNS do seu roteador e evitar hackers.

E o mais importante, crie uma senha segura para o seu roteador, ele é a chave de entrada à sua casa via internet!

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12, janeiro, 2015

CES 2015 mostra que previsões da Avast para o ano já começaram a se concretizar

Semana passada publicamos aqui neste espaço em texto de Deborah Salmi algumas previsões para 2015 em relação à segurança online. Entre as que discutimos, uma delas está relacionada ao crescimento de ataques através de dispositivos conectados à chamada “Internet das Coisas”, que permite o gerenciamento de produtos físicos online.

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Maneira como criminosos podem desviar a comunicação entre seu roteador e um servidor para roubar seus dados. Internet das Coisas já está sob risco

Além dos já famosos “smart home” e “smart TV”, deveremos também ver em breve carros que se locomovem sozinhos. Assustado? Calma, porque o maior perigo para a sua segurança é muito menos assustador do que você imagina.

De acordo com um texto publicado pelo site Olhar Digital, do portal UOL, uma start-up acaba de apresentar na CES 2015 (a maior feira de eletrônicos do mundo) um roteador wireless capaz de recarregar múltiplos dispositivos ao mesmo tempo. Ou seja, seu celular, computador, tablet e até mesmo TV, rádio, alto-falantes, etc não precisarão de conexão física para funcionar, pois suas baterias serão recarregadas através de um roteador doméstico.

Até aí tudo muito bom, tudo muito bem! O problema é que a popularização desse tipo de serviço acarretará também em um maior interesse por parte de hackers à sua rede de conexão à internet. Em vez de tentar lhe enviar arquivos nocivos para serem baixados via e-mail ou redes sociais, os criminosos agem sem nem mesmo mexer no seu PC.

O ataque ocorre diretamente no relacionamento entre o seu roteador e o servidor e, se a comunicação entre essas duas partes não estiver criptografada, tudo que você armazenar online poderá ser facilmente visto e roubado por cibercriminosos sem você nem mesmo perceber.

O que fazer? Não utilizar a Internet das Coisas? Não! A tendência é que equipamentos eletrônicos se tornem cada vez mais wireless e o armazenamento de dados nas nuvens substituirão os discos rígidos de hoje em dia. Portanto, a Internet das Coisas deverá crescer em recursos e importância.

Entretanto, o que os consumidores precisam entender é que a segurança deles depende de si próprios. Muita gente ainda possui como senha de Wi-Fi “códigos” como 123456789. Ainda vejo isso com muita frequência.

“Ah, mas ninguém pode fazer nada com o acesso à nossa rede”, é o que ouço constantemente. E o pior é que as próprias empresas de segurança têm dado as costas para o problema. Estamos em 2015 e somente a Avast antivírus até agora possui uma ferramenta de proteção à rede doméstica (o Avast Home Network Security), em um mercado altamente disputado. Ou seja, a maioria absoluta dos que deveriam ajudar no processo de segurança da Internet das Coisas, ainda está engatinhando neste processo.

O texto de Deborah Salmi da semana passada deixa bem claro alguns pontos que temos de dar uma atenção redobrada, entre eles, o fato de que há um aumento na demanda por bandwith e processos de TI de baixo custo, ou seja, muitos fornecedores de serviços de internet podem estar “vivendo o futuro” com uma tecnologia do passado. E a vítima acaba sendo o consumidor final.

Além disso a automatização de empresas e o armazenamento de dados nas nuvens têm feito com que hackers mudem seus focos. Em vez de atacar um PC em si, o melhor é conseguir acesso à uma rede onde vários dispositivos estarão conectados simultaneamente e, então, roubar os dados de todos eles. Em outras palavras, se você tem um PC Windows para baixar seus arquivos P2P e vídeos online e um Mac só para armazenar seus dados com segurança, informações em ambos poderão ser roubadas se a sua rede doméstica for invadida.

Enfim, fizemos uma previsão para este ano que muito provavelmente começará a se concretizar muito antes do que imaginávamos. A pergunta é: você está pronto para mergulhar na “Internet das Coisas”?

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22, dezembro, 2014

2015 poderá ficar marcado como o “ano dos malwares móveis”

Em setembro de 2014 Ondrej Vlcek, COO (Chief Operating Officer) da Avast, causou um certo barulho no mercado ao anunciar que sua empresa havia acabado de atingir 1 milhão de malwares para dispositivos móveis (celulares e tablets) em seu banco de dados. Ele ainda chegou a afirmar que até 2018 os ataques a smartphones e tablets atingirão o mesmo nível de ameaças que hoje vemos em computadores mais convencionais como laptops e desktops.

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Manter os dados seguros em smartphones passará a ser ainda mais difícil em 2015

Porém, muita gente na época “torceu o nariz” para esta afirmação e continua cética ao fato de que seus aparelhos móveis podem se tornar vítimas de hackers, entretanto, conforme o mercado de smartphones cresce, as chances de uma epidemia cibernética ocorrer via telefone também sobem a passos largos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Gartner e repercutida pelo site brasileiro Mobile Time, as vendas de smartphones cresceram 20% no mundo em 2014, tendo os equipamentos da Samsung na frente da concorrência com 24,4% do mercado, ou seja, o sistema operacional Android continua a ser o mais usado no mundo.

A Mobile Time ainda publicou um artigo explicando que, segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) 75% dos telefones no Brasil são smartphones e que devemos fechar o ano com uma venda total de mais de 52 milhões deste tipo de telefone, um crescimento de 44% em relação a 2013. A Abinee prevê uma venda menor em 2015, mas devido ao fato de que “há um amadurecimento do mercado”, ou seja, grande parte da população brasileira que anda com um celular possui um smartphone.

O que isso significa? Significa que aumenta-se as chances das pessoas passarem a usar mais e mais seus telefones como pequenos computadores para realizar todos os tipos de transações online, desde o pagamento de contas até o preenchimento de cadastros, deixando rastros valiosos que não poderão mais ser encontrados por hackers em desktops e laptops. Em outras palavras, em 2015 os telefones celulares deverão ficar mais vulneráveis a ataques cibernéticos, pois criminosos sabem que é lá que os dados estão sendo agora armazenados.

A grande diferença é que, ao contrário do que ocorre com computadores convencionais, a grande maioria dos usuários de smartphones toma pouco (para não dizer nenhum) cuidado com os dados transmitidos via celulares ou tablets. Ter um antivírus no computador é quase que uma regra hoje em dia, aliás muitos fabricantes utilizam isso como um gancho de venda: “compre nosso mais novo PC X e leve gratuitamente o antivírus Y”. E há quem diga que isso funcione muito bem!

Entretanto, quem está preocupado em instalar um antivírus no celular? Conta-se nos dedos de uma mão e olhe lá, é capaz de sobrar dedos… “Mas não existe vírus para celular”, é o que ouço com frequência. Outra desculpa que adoro é “eu não faço nada demais com meu celular, só acesso o Facebook, escrevo no Whatsapp e mando mensagens de texto”. Este é o usuário com maiores chances de sofrer um ataque a qualquer minuto.

Ou seja, com as vendas de smartphones chegando aos seus limites e a baixa preocupação dos usuários com sua segurança, o ano de 2015, que está prestes a começar, poderá se tornar “o ano dos malwares móveis” no mundo. Você está preparado para isso?

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17, dezembro, 2014

Nova política de privacidade do Facebook e a segurança dos seus dados

2015 está chegando e, como de costume, empresas de tecnologia começam a lançar suas atualizações para o novo ano, entretanto, parece que alguém volta a polemizar com suas novas normas que estão a ponto de serem implementadas a menos de 1 mês: Facebook. Depois de toda a controvérsia com o lançamento do aplicativo Messenger em setembro passado, a maior rede social do mundo começa a ser novamente contestada.

Facebook spam blocks relevant News Feed posts

Preocupação com privacidade online não deveria se limitar aos dados no Facebook

Não foram poucas as mensagens publicadas em perfis no próprio Facebook em repúdio aos novos termos e políticas de dados e cookies da rede que entrarão em vigor em 1º de janeiro próximo. Basicamente, as novas normas dizem que todo o usuário dos serviços do Facebook concorda, entre outras mudanças, na utilização de dispositivos por parte da empresa para que dados sejam coletados agregadamente (ou seja, eles podem identificar suas condutas online, mas não podem identificar a sua pessoa), com o intuito de customizar anúncios de publicidade.

E, sinceramente, tenho realmente sentido uma diferença grande na maneira como venho recebendo anúncios no meu perfil. Basta eu navegar em um site com um tema específico, por exemplo, futebol ou softwares, que imediatamente meu mural ganha anúncios ou publicações editoriais sobre aquele tópico e empresas e produtos que pesquisei. Fico imaginando como isso será em 2015 depois que a nova política for oficialmente lançada…

Estaria a maior rede social do mundo nos espionando? Seria esta uma maneira de roubar nossos dados e até mesmo nossas propriedades intelectuais?

Não sou eu quem vai responder estas perguntas, mas parece que muita gente está se sentindo desconfortável ao descobrir que o Facebook pode facilmente monitorar suas atividades online. Entretanto, se você se preocupa somente com seus dados em redes sociais, então é melhor começar a rever os seus conceitos!

Você já parou para pensar quantos cadastros e perfis de usuários existem com seu nome online? E mais, você sabe como esses dados estão sendo utilizados pelas empresas que têm a posse deles? Por exemplo, você lembra quantos cadastros você fez durante as compras de Natal do ano passado? Ou na BlackFriday? Ou o que dizer dos cadastros em farmácias, lojas de roupas, supermercados, hospitais, etc que fazemos pessoalmente e nunca utilizamos? Quem está tomando conta desses dados? Onde eles estão sendo armazenados? O que acontece com eles?

Em outras palavras, preocupe-se sim com os conteúdos e dados que você disponibiliza no Facebook, pois além de importantes podem fazê-lo passar vergonha em público, entretanto, a segurança dos seus dados começa com um bom gerenciamento dos mesmos, como: a utilização de senhas seguras para acesso de perfis e contas, o não compartilhamento de informações privadas em redes sociais, o não preenchimento de formulários oriundos de fontes desconhecidas, cuidado redobrado com sites falsos, a realização de pagamentos somente em páginas https e a publicação de suas propriedades intelectuais em redes sociais somente após as mesmas serem registradas.

E, claro, utilize um antivírus que possa auxilia-lo nos processos acima! Independente das ferramentas que empresas estejam utilizando para conhecer melhor o seu comportamento online, você ainda pode manter o controle dos seus dados. Faça a sua parte e viva uma vida virtual saudável!

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26, novembro, 2014

Crimes online aumentam durante o Black Friday

Na próxima sexta-feira, dia 28 de novembro, teremos o Black Friday, que ocorre todos os anos nos Estados Unidos um dia após o feriado de Ações de Graça. Com o fim das compras para celebrar a data, lojas de varejo promovem descontos gigantes em seus produtos para se livrar do que ficou emperrado nas prateleiras, o que leva milhões de pessoas às compras não só nas ruas, mas também online. Com isso, o Black Friday também tem se tornado um ótimo momento para ataques cibernéticos.

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No Brasil, a data vem crescendo em popularidade e o número de vendas aumentando ano após ano. Em uma matéria publicada pelo site de tecnologia TechTudo (parte das organizações Globo), o evento em 2013 movimentou R$ 424 milhões, o que significa 95% acima do que foi registrado no ano anterior. Ou seja, o Black Friday é um prato cheio para ataques cibernéticos e não há dúvidas que hackers ao redor do mundo estão fazendo hora extra neste momento.

“O volume de transações de varejo aumentam por volta de 50% durante o feriado e varejistas não querem diminuir o ritmo do negócio, então eles relaxam um pouco com seus controles de fraudes. Assim, criminosos sabem que têm a chance de faturar mais”, explica Avivah Litan, vice-presidente da Gartner Inc. em uma entrevista ao Wall Street Journal.

De acordo com números divulgado pela empresa de segurança Imperva, os ataques cibernéticos durante a última temporada de compras nos Estados Unidos (entre 14 de novembro de 2013 e 9 de janeiro de 2014), aumentaram 264% nas duas semanas antes do período. Qual a razão para isso?

Primeiro, as chances de sucesso ao realizar um ataque são maiores com uma grande quantidade de consumidores comprando produtos aleatoriamente. Segundo, para não perder clientes que possuem várias opções de compra nesta época do ano, muitas lojas de e-commerce passam a utilizar níveis de segurança mais simples. Por exemplo, suspendem passos de autenticação do cliente ou banem o Captcha (sistema que pede ao consumidor para digitar letras e números de difícil visualização). Com isso, falsos websites de compras ganham espaço e se tornam uma ameaça real.

Como se proteger de ataques durante o Black Friday

  • Faça compras somente em páginas https: antes de digitar o número do seu cartão de crédito/débito na tela do computador, certifique-se que o site que você está acessando é seguro. Para isso, procure por https no canto esquerdo do seu navegador.
  • Não faça compras usando internet aberta/pública: tá afim de aproveitar aquele desconto que você viu ao navegar online em seu telefone usando uma internet pública (por exemplo de um restaurante)? Pense duas vezes. Muitos ataques hoje em dia ocorrem diretamente em servidores ou roteadores. Na dúvida, melhor evitar. Aguarde até chegar em casa para utilizar uma internet segura. (Isso é válido também para uso da internet em Lan House)
  • Mude sua senha: essa dica já é famosa, mas ainda muito ignorada. Troque as suas senhas de acesso às lojas virtuais antes de realizar compras no Black Friday e não utilize a mesma senha para vários sites, principalmente se esta senha já é usada para acessar a sua conta bancária online.
  • Monitore a sua conta bancária: não deixe de acompanhar a movimentação do seu dinheiro e informe o banco caso encontre alguma discrepância.

Embora o perigo seja iminente, ao seguir boas práticas de uso da internet você estará seguro durante o Black Friday.

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24, novembro, 2014

4 em cada 5 domicílios no Brasil estão sob risco de ataques cibernéticos

Uma recente pesquisa feita pela Avast aponta que 4 em cada 5 domicílios no Brasil que utilizam internet estão sob sérios riscos de sofrerem ataques cibernéticos. De acordo com o estudo, o maior vilão nesta história é o roteador doméstico utilizado pelos usuários de internet no Brasil.

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A imagem acima mostra como os seus dados podem ser desviados no caminho entre o seu roteador e um servidor

A Avast fez a pesquisa com mais de 18 mil domicílios no Brasil e constatou que mais da metade dos roteadores no país possuem configurações padrão de fábrica, facilitando o trabalho de hackers. Além disso, outros 30% de consumidores disseram que utilizam senhas de fácil acesso, como por exemplo: numeração de 1 a 8, endereço da casa, nome de família, etc.

“Roteadores inseguros criam um ponto de fácil acesso para os hackers atacarem milhões de redes domésticas no Brasil”, diz Vince Steckler, Chief Executive Officer da Avast. “Nossa pesquisa revelou que a vasta maioria dos roteadores caseiros no Brasil não são seguros. Se um roteador não está propriamente seguro, cibercriminosos podem facilmente ganhar acesso às informações pessoais de um indivíduo, incluindo informações financeiras, senhas, fotos e o histórico do navegador de internet”, explica Vince.

O problema ganha uma proporção ainda maior se considerarmos que o ataque ao roteador pode ser muito mais vantajoso do que a um computador em si. Primeiro porque, geralmente, há um grande número de dispositivos conectado ao roteador, ou seja, as chances de atingir o sucesso com um ataque desses são muito maiores do que trabalhar em um computador independente. Outra vantagem é o fato de que até o mês passado não existia nenhuma ferramenta especificamente criada para proteger o roteador, transformando este caminho em um atalho para crimes cibernéticos.

Pensando nisso, a Avast acaba de lançar a versão 2015 de seu antivírus trazendo como recurso padrão o Home Network Security, que criptografa os dados entre o roteador do usuário e o servidor da Avast, fazendo com que se torne impossível para qualquer hacker ter acesso a esses dados. E o melhor de tudo é que esta função está disponível para usuários do produto grátis.

Já o novo pacote de serviços pagos do Avast 2015 ainda inclui a proteção anti-sequestro de DNS que impede hackers de redirecioná-lo à uma página falsa que se parece com a original. Geralmente, as vítimas desse tipo de golpe acabam adicionando seus dados pessoais, número de cartão de crédito e contas e senhas de bancos sem saber que alguém consegue copiar essas informações para utilizá-las depois com o intuito de roubar a identidade e/ou o dinheiro do internauta ou mesmo para realizar espionagens.

O Avast 2015 foi oficialmente lançado no Brasil no dia 12 de novembro último e a nova versão já pode ser adquirida gratuitamente no site oficial da empresa.

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4, novembro, 2014

O Avast 2015 simplifica a segurança para você, seu computador e sua casa

Nos velhos tempos, quando nós apenas tínhamos um desktop, a segurança era algo mais simples. Mas agora, com vários aparelhos e com novos tipos de ameaças crescendo de dia para dia, manter tudo seguro e atualizado pode ser uma tarefa assustadora. O Avast 2015 simplifica esta tarefa com a melhor proteção antivírus e antimalware possível, com a função de remover as barras de ferramentas indesejadas dos navegadores, com um simples clique fazer um escaneamento de malwares, atualizações, segurança de rede e desempenho do computador, além do primeiro escâner de rede doméstica do mundo.

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Com o primeiro sistema de escaneamento de roteador doméstico do mercado, Avast sai na frente mais uma vez

Escâner de rede doméstica

O Avast identificou uma crescente área de insegurança perto da sua casa (na verdade, dentro da sua casa!): a sua rede WiFi. Senhas que podem ser facilmente descobertas tornam os roteadores domésticos um fácil ponto de entrada para hackers ou até mesmo aos vizinhos que tomam carona na sua rede. As soluções de segurança Avast 2015 incluem o primeiro escâner de rede doméstica do mundo, que ajuda você a se prevenir dos ataques de hackers ao seu roteador e à sua rede.

Escaneamento inteligente com um clique

Para ajudar a simplificar a segurança dos aparelhos da sua família, o Avast 2015 agora permite que você escaneie tudo com um só clique: ameaça de hackers, programas que precisam ser atualizados, segurança da rede doméstica e o estado de saúde do seu computador.

Funções de limpeza e atualização exclusivas

Um dos pontos mais fracos na segurança pessoal é um programa crítico desatualizado. Os hackers tiram vantagem de programas antigos, mas na realidade é uma das áreas mais fáceis de se defender. Com as melhorias no Avast Software Updater, você é agora notificado quando houver uma atualização dos programas críticos instalados em seu computador.

Os programas potencialmente indesejados (PUPs) como as barras de ferramenta e alterações nos mecanismos de buscas dos navegadores não são apenas algo chato: eles são perigosos! Eles coletam informações que são distribuídas às redes de propaganda ou qualquer um que deseje pagar por elas. O avançado Avast Browser Cleanup remove as barras de ferramenta indesejadas e limpa as configurações de busca, permitindo que você escolha as configurações que deseja e acelere o desempenho do seu computador.

A solução de segurança Avast 2015 está disponível em quatro versões para uso doméstico: Avast Free Antivírus, Avast Pro Antivírus, Avast Internet Security e Avast Premier, todas elas em 45 línguas. O Avast também fornece proteção de qualidade internacional para empresas e aparelhos móveis. Visite www.avast.com para aprender mais e baixar.

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14, outubro, 2014

Microempresário: antivírus é apenas o primeiro passo para proteger seus dados empresariais

Existe uma lenda difundida por usuários de internet e contada por muitos com o mesmo drama que contam a história do chapeuzinho vermelho, de que basta ter um antivírus para se manter protegido de todo e qualquer ataque virtual. Caro microempresário, muito provavelmente a grande maioria dos seus empregados acreditam nesta história.

MS WIN8.1

Além da utilização de um antivírus na sua rede empresarial, procure também orientar constantemente seus funcionários sobre como se manter seguro online

 

Na verdade, há grandes chances de que um líder empresarial como você tenha o mesmo pensamento, embora, teoricamente, conheça com mais profundidade as artimanhas criadas por cibercriminosos a fim de realizar golpes, roubo de identidade e furto de dados e dinheiro.

Uma das maneiras mais fáceis de hackers invadirem os computadores e, principalmente, servidores empresariais é através de uma prática chamada de engenharia social, onde através de um e-mail enviado por desconhecidos o usuário baixa os anexos da mensagem. Isso pode soar irreal, pois estamos “carecas” de saber sobre os perigos de realizar downloads de arquivos oriundos de e-mails desconhecidos.

Entretanto, se acontecer de seu funcionário ter curtido uma festa “daquelas” na noite anterior e recebe uma mensagem de alguém agradecendo pelas “biritas” que eles “entortaram” juntos há menos de 24 horas, é muito provável que ele ou ela, sem se lembrar do que realmente ocorreu, tente abrir as fotos por curiosidade.

Mas aí você dirá: “ok, mas o antivírus deveria alertar sobre o perigo de fazer o download desses arquivos e impedir a infecção”. Sim, você está certo. Entretanto, imagine que no laboratório de vírus da Avast chegam diariamente 50 mil amostras de novos vírus! Ou seja, hackers estão a todo momento se modernizando para driblar os programas de segurança.

Mas o maior problema é que, sem uma instalação e manutenção correta do antivírus, além da falta de uma boa orientação sobre o uso da proteção, o seu funcionário pode facilmente ignorar as mensagens de perigo e realizar o download sem perceber que está cometendo um erro. Leia aqui um artigo publicado sobre o assunto pela Deutsche Welle, uma das maiores empresas de mídia na Alemanha (o texto está em português).

Isto dito, ao pensar em segurança de dados empresariais, primeiramente, instale sim um antivírus confiável, de preferência um que tenha a opção de console de administração remota, para que você possa verificar diretamente do seu próprio computador os últimos alardes e tentativas de ataques sofridas por todos os seus funcionários, além de lhe dar a possibilidade de verificar o que eles fizeram ao sofrer esses ataques.

Mas esta atitude, como dito, é apenas o primeiro passo para proteger seus dados. Depois disso, é preciso se informar e orientar seus funcionários sobre os perigos que existem na internet. Tenha uma relação mais próxima com eles, compartilhe vídeos, podcasts e textos sobre engenharia social e segurança virtual. Inclua este tópico durante reuniões e considere seriamente a possibilidade de realizar sessões de discussão sobre o assunto uma vez a cada 3 ou 6 meses com a participação de outros empresários ou profissionais do ramo.

Enfim, conte com a tecnologia de um antivírus para proteger seus dados empresariais, mas não esqueça de fortalecer a relação humana com o mundo cibernético.

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