Protecting over 230 million PCs, Macs, & Mobiles – more than any other antivirus

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21, abril, 2015

Medo e repugnância no Google Play: uma análise profunda dos atuais aplicativos de limpeza e de economia de bateria

Computadores móveis – mais popularmente conhecidos como mobiles – que incluem smartphones e tablets, estão passando por uma evolução extremamente rápida. A velocidade dos processadores, a qualidade da tela e as opções de conexão têm mudado dramaticamente nos últimos anos. Entretanto, parece que a capacidade da bateria continua a ser um problema, pois este recurso luta para conseguir alimentar a grande quantidade de novos processadores e displays.

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Novo aplicativo da Avast promote resolver o problema de pouca bateria em aparelhos Android

De acordo com uma recente pesquisa feita pela Avast e respondida por 20 mil pessoas, 60% dos proprietários de Android não estão satisfeitos com a duração da bateria de seus aparelhos.

Existe uma quantidade gigantesca de aplicativos tentando resolver este problema, entretanto, a maioria não consegue. Ao examinar os recursos disponíveis nesses aplicativos, se torna fácil de descobrir por que muitos deles não atingiram o sucesso.

O efeito “task-killing”

Task-killing é o recurso mais popular disponível não somente nos aplicativos de economia de bateria, mas também em aplicativos que limpam e aceleram dispositivos. Ele provavelmente se originou no sistema operacional Windows para computadores desktop. Devido ao fato de que usuários se acostumaram a fechar programas no Windows após seus PCs começarem a rodar lentamente, esse comportamento se transferiu para os aparelhos móveis.

Entretanto, o sistema Android funciona de maneira diferente. O Android tem como objetivo manter máximo RAM para que possa mudar entre aplicativos rapidamente. Se não existir RAM disponível, o Android “mata” um menor número de aplicativos recentes, sendo assim não há a necessidade do usuário fechar os aplicativos manualmente. Além do mais, “task-killing” na verdade desacelera aparelhos porque cada vez que um aplicativo é fechado, seus dados precisam ser carregados no RAM novamente.

Tente por você mesmo

Aqui está um pequeno teste que você pode fazer por você mesmo: instale um “task-killer”, um acelerador de RAM ou um aplicativo que economiza bateria e que “limpa” o RAM em seu Android. Clique no botão principal (geralmente chamado “Otimizar” ou “Acelerar”). Você verá vários aplicativos fechados. Daí, espere por alguns segundos e tente novamente. Nada acontecerá, pois você fechou tudo.

Agora, desinstale ou limpe os dados nos aplicativos testados. Depois de clicar em “Otimizar” novamente, praticamente todos os aplicativos que você acabou de fechar aparecerão abertos para serem fechados mais uma vez. Isso parece estranho, não? Pode parecer que o botão “Otimizar” não faz nada. Na realidade, ele fecha os aplicativos. O truque é que muitos aplicativos iniciam diretamente depois de serem fechados usando um recurso do Android conhecido como WakeLock. Os aplicativos com um botão “Otimizar” possuem um cronômetro que previne usuários de ver que aplicativos fechados estão rodando novamente depois de alguns segundos. Por causa disso, não há sentido de usar o botão “Otimizar”.

Mais informações sobre “task-killing podem ser encontradas aqui:

  1.  http://www.howtogeek.com/127388/htg-explains-why-you-shouldnt-use-a-task-killer-on-android/
  2.  http://lifehacker.com/5650894/android-task-killers-explained-what-they-do-and-why-you-shouldnt-use-them

Como eu posso realmente economizar bateria?

Duas coisas que contribuem para a economia da sua bateria são: desligar certos recursos do seu aparelho, incluindo Wi-Fi e dados, e limitar a claridade da tela e do tempo de duração da luz de fundo (timeout), ou seja, quanto tempo o seu visor fica ligado depois do último toque na tela.

Por isso, a Avast acaba de lançar o Avast Battery Saver, um aplicativo que economiza energia sem causar problemas. Ele otimiza as configurações do aparelho como a conexão à internet, brilho da tela e timeout de acordo com suas necessidades. Os perfis inteligentes (smart profile) de energia são ativados automaticamente baseados em tempo, local e nível da bateria sem sacrificar as atividades de que você mais gosta.

Avast Battery Saver ainda possui uma ferramenta poderosa que resolve problemas dos aplicativos que consomem demais o tempo de uso de sua bateria enquanto você não usa o aparelho. Você poderá ver quanta energia cada aplicativo está consumindo e poderá parar cada um que você não queira usar no momento. Diferente de “task-killing”, o “force-stopping” é uma solução nativa do Android que impede aplicativos de rodar de forma desnecessária. Uma vez parado por este recurso, o aplicativo não irá rodar novamente até que seja manualmente aberto.

16, abril, 2015

O Avast realmente protege contra qualquer vírus?

A pergunta que forma o título deste artigo é uma das mais comuns que recebemos via redes sociais, suporte técnico ou que eu ouço durante os churrascos de fim de semana na casa de amigos. Quando um amigo do amigo descobre que eu trabalho na Avast dá para ver os olhos da pessoa brilhando de alegria e dizendo: “ah, agora vou descobrir a verdade”. E entre uma garfada na picanha, um gole na cerveja e uma arrumadinha nos óculos escuros, me questiona sobre o quão seguro o Avast realmente é. Ainda têm aqueles que, no meio da balada de sábado para o domingo, querem saber como tirar um vírus do celular. Mas estes, sinceramente, se receberam alguma resposta não quero nem saber qual foi…

Avast_Interface

A interface do Avast mostrando a situação do meu PC: será que o Avast realmente protege?

Portanto, vamos ao que interessa.

O sistema de proteção do Avast se dá através da atualização da base de dados de vírus, ou vírus data base. Para entender isso melhor, é importante ter em mente que um vírus ou malware é nada mais do que um código de computador. Um código que pode ser extremamente complexo ou incrivelmente simples, geralmente composto por números, letras e caracteres especiais.

A expressão vírus de computador vem do princípio de que, assim como um vírus que atinge humanos, ele causa danos à alguma parte que torna os movimentos básicos que o PC (ou o ser humano) tem de fazer diariamente através do comando de uma célula. Mas, diferentemente de um caso real de vírus, no mundo digital é mais “fácil” de se criar “vacinas” contra vírus. Basta descobrir qual é o código de letras, números e caracteres especiais criado por um hacker e adicioná-lo à sua data base de vírus. Fácil, não?

Nem tanto! Embora isso possa soar simples, por outro lado é preciso ter em mente que é muito mais fácil de criar e espalhar um vírus de computador do que um que atinja humanos. Portanto, o número de vírus para PCs pode chegar à uma quantidade estratosférica considerando que há milhões de hackers ao redor do mundo trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana para criar novas pragas que atingirão o seu computador.

Como o Avast antivírus combate esta realidade

Para ter certeza de que sua base de dados de vírus está sempre atualizada com os códigos mais recentes, o Avast antivírus conta com o auxílio de 230 milhões de pessoas ao redor do mundo que usam seus produtos. Quando uma ameaça é coletada por um usuário e enviada para o laboratório de vírus da Avast, esta ameaça é analisada e, caso fique comprovado que ela é uma praga, o Avast cria imediatamente uma vacina e envia a mesma a todos os computadores que possuem Avast no mundo simultaneamente.

Embora isso não seja nenhuma novidade, pois vários softwares de antivírus utilizam técnicas similares, o que torna o Avast mais eficiente do que outros produtos de segurança é justamente o fato de que a empresa possui mais de 230 milhões de usuários no mundo (34 milhões só no Brasil), superando qualquer outra companhia do ramo. Ou seja, quando um vírus novo é lançado no mercado ele é rapidamente identificado pelo Avast. Atualmente, o laboratório de vírus da Avast recebe todos os dias cerca de 50 mil amostras de vírus.

Então tá… mas agora me diga, por que meu PC foi infectado mesmo tendo Avast instalado?

Esta pergunta depende muito da maneira como você usa o seu PC. Muitas vezes o Avast informa sobre algum arquivo potencialmente maligno, mas por confiar na origem do mesmo ou acreditar que nada pode acontecer, você acaba aceitando o download, apesar da mensagem de aviso sobre a ameaça.

Outro motivo é que muitos usuários de computador não atualizam seus softwares com frequência, como Java, Skype, programas de acesso bancário, etc. E aí é que está o perigo. Hackers utilizam versões antigas de softwares famosos para realizar o ataque, assim um código novo pode ficar instalado dentro daquele programa e atuar quando menos se espera. E mesmo que o antivírus esteja atualizado, o vírus no programa desatualizado pode abrir espaço para ataques de novas pragas dentro do seu computador e que não foram ainda identificadas pelo antivírus.

Hoje em dia, alguns antivírus possuem um sistema de atualização automática de software, que é o caso do Avast Premier, para ajudar neste processo de segurança.

A verdade é que o antivírus atua como um guardião, mas a proteção de um computador depende majoritariamente do usuário em si. E você? Já atualizou o seu antivírus hoje? Já atualizou seus programas?

3, abril, 2015

Assistência técnica remota online: vale a pena?

De acordo com uma matéria publicada pela revista Exame em 2013, o Brasil deverá ter até o fim deste ano por volta de 200 milhões de computadores. Embora houve uma queda no número de PCs vendidos em 2014, dando lugar aos smartphones, não há dúvida nenhuma de que o mercado continua em alta, exigindo cada vez mais conhecimento técnico por parte de usuários e profissionais do ramo.

Downloading

Técnicos de informática hoje em dia são capazes de consertar seu PC remotamente

Com isso, também cresce a necessidade de existir boas empresas responsáveis por dar conta dos inúmeros “quebra-quebra” de computadores que ocorrem diariamente. Grandes desenvolvedores de softwares como Microsoft lançam produtos novos praticamente todo mês, dando ao consumidor mais alternativas de uso para seus PCs, mas também causando conflitos técnicos e, em alguns casos, confundindo a cabeça do usuário. E quando a situação complica, as vezes, não há outra alternativa senão levar o computador até um um técnico especializado, muitas vezes gastando rios de dinheiro sem saber o que realmente aconteceu com o PC.

Lembro quando comprei meu primeiro laptop em 2007 (eu até então amava meu robusto desktop e a capacidade de armazenamento de um computador de colo ainda estava longe do que eu precisava), e resolvi imediatamente conectá-lo a uma tecnologia nova: wi-fi. Pela primeira vez podia andar pela casa com meu PC e mesmo assim usar a internet, quer dizer, nem tanto, wi-fi naquela época não era tão potente assim…

Mas voltando ao caso do PC, lembro que me conectei à internet sem instalar um antivírus no mesmo. Bem, foi questão de minutos para o PC fugir do meu controle. Era sábado à tarde e nenhuma assistência técnica aberta. O que fazer? Esperar até segunda?

Liguei para um monte de amigos e até tentei resolver o negócio por mim mesmo, mas não teve jeito. Tive que esperar quietinho o fim de semana inteiro para que, na segunda-feira, pudesse levá-lo até uma loja que conserta computadores. Mas que tal se eu pudesse ter essa assistência em casa e não precisasse me locomover para ressuscitar meu novo laptop? Isso seria uma “mão na roda”. Hoje em dia, serviços de assistência técnica fazem tudo virtualmente! E devido ao fato que estamos sempre “armados” com vários computadores ao mesmo tempo (smartphone, tablets e telefones convencionais), fica fácil usar o serviço online sem precisar sair de casa.

Você já pensou nisso?

19, fevereiro, 2015

Como manter a segurança online em um mundo cada vez mais digitalizado?

Há algumas semanas falei aqui sobre um memê que a minha irmã publicou no Facebook satirizando o nosso dia a dia atual em que oferecemos às visitas a senha da conexão Wi-Fi de casa em vez de um copo d’água ou café. Parece que muita gente não consegue mais viver sem ela: a internet. Estamos conectados 24 horas por dia, 7 dias por semana. Minha mulher recentemente até colocou uma nova regra em casa: o último a ir pra cama tem de desligar a Wi-Fi ou então fica sem chocolate no dia seguinte. Como tenho de perder alguns pesinhos a mais que ganhe no Natal, confesso que passei em branco algumas noites, o que me fez pensar: será que nosso dia a dia realmente se tornou totalmente digital?

Emails

Manter-se seguro em um mundo digitalizado está ficando cada vez mais difícil

A fabricante de hardware HP lançou no mês passado uma nova linha de tablets que me deixou com a pulga atrás da orelha. Onde vamos chegar neste mundo cibernético?

O lançamento se trata de um tablet capaz de captar um desenho feito em papel e imediatamente digitaliza-lo na tela do dispositivo. Além disso, a empresa ainda lançou um aparelho especialmente voltado para uso em hospitais, o qual possui uma capa protetora que impede a proliferação de bactérias. Assim, médicos poderiam utilizar um mesmo equipamento para visitar diferentes pacientes.

Em outras palavras, os dados de um único hospital (ou de uma ala de um hospital) poderá ser gerenciado de um único aparelho. Por um lado isso é muito positivo, pois dá a médicos e enfermeiros uma maior mobilidade e independência. Por outro, facilita o desenvolvimento de técnicas de roubos de dados de pacientes e informações sigilosas armazenadas online.

Quando o governo alemão anunciou há cerca de 6 meses que iria catalogar todos os seus dados em folhas de papel e guarda-los em gavetões trancados a sete chaves, muita gente chegou a dizer que isso é um exagero. Mas polêmicas à parte, isto mostra como o nosso mundo cibernético está cada vez mais complexo e preocupante.

Se no passado bastava apenas instalar um antivírus em seu computador para se sentir seguro online, hoje em dia é necessário mais do que isso. É preciso também manter certos cuidados online, principalmente em mídias sociais. Além do mais, temos de entender como nossos dados estão sendo guardados em bases de dados de terceiros e como os mesmos estão sendo manipulados. Uma tarefa extremamente difícil em um mundo em que há aplicativos até para pedir pizza…

Uma dica é manter o controle dos formulários que preenchemos online e off-line. Se há alguma desconfiança, então não preencha. Se não for usar aquele serviço mais, peça o cancelamento do seu cadastro e, por fim, mantenha seu computador, tablet e smartphone com um antivírus instalado e atualizado.

Uma outra dica é usar o VPN (Virtual Private Network), um recurso muito útil para pessoas que viajam com frequência e geralmente acessam internet aberta, como em shopping center, estádio de futebol, hotel e aeroportos. O VPN faz com que a sua navegação fique oculta em uma zona privada, portanto, se houver um ataque àquela rede, seu aparelho não será afetado.

Por fim, muito cuidado com suas senhas de acesso a e-mails e contas do banco, procure muda-las com frequência, principalmente se as mesmas são usadas para acessar perfis em redes sociais como o Facebook.

O nosso dia a dia digital nos obriga a dar uma atenção redobrada aos nossos dados online, mas não significa que você deva entrar em pânico e deletar todos seus perfis na internet! Simplesmente, mantenha-se precavido e estará seguro!

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3, fevereiro, 2015

Copo d’água, senha do Wi-Fi ou os dois?

No mês passado, a minha irmã publicou no Facebook o meme abaixo, causando uma enxurrada de comentários hilários, e eu não poderia deixar de escrever sobre isso.

Wi-Fi_Water

Esta imagem foi compartilhada por quase 270 mil pessoas em janeiro, seguida de comentários ainda mais engraçados que a imagem em si. Aqui compartilho alguns deles:
“Nossa, parece que eu vi isso sábado”, disse uma das pessoas envolvidas na conversa. “Abafa o caso!”, foi a resposta recebida.
E como não poderia deixar de ser, apareceu por lá os chamados “cara de pau” que não têm medo de assumir a dependência cibernética:
“Eu peço os dois”. Ou então: “nem digo bom dia”. E ainda tem os amigos do dia a dia: “Agora é bom que chego e ele já conecta automaticamente. Rsrs…”

Outros lembraram de uma tradição brasileira que tem sido ignorada pela nova geração de “visitantes”:
“É verdade kkkkkkk. E o cafézinho? Muito difícil alguém pedir, talvez depois da senha…kkkkkkkk”

Teve um internauta que foi ainda mais direto:
“Se eu desligar meu computador nesse momento cai muita gente comigo”.

Sua internet: a nova porta de entrada de sua casa

Está ficando cada vez mais difícil de diferenciar o real do cibernético, mais ou menos como o que acontece no filme “A Origem” (Inception) em que Leonardo DiCaprio vive o papel de um “ladrão de sonhos” fazendo inserções nos sonhos das pessoas, as quais ficam confusas e tentam entender se estão vivendo uma realidade ou algo fruto de suas imaginações.

A internet das coisas está fazendo isso conosco. Cada vez mais precisamos de computadores para o nosso dia a dia, e a sua internet doméstica é a sua nova casa cibernética onde você trabalha, se diverte, descansa, pede uma pizza, realiza compras, verifica a conta bancária, etc. E quando alguém vem visitar a sua casa, digo a casa real em concreto e aço, o seu lar cibernético também é compartilhado.

Portanto, ao entregar a senha de acesso à sua Wi-Fi você está também abrindo as portas de sua casa virtual no melhor estilo: “entre e fique à vontade”.

Isto dito, seria um tanto quanto ingênuo acreditar que criminosos não estariam de olho neste seu novo “lar nas nuvens”. Tente visualizar a seguinte situação: você faz uma festa em casa, convida por volta de 10 pessoas e dá o acesso de Wi-Fi a todas elas. Por trás disso, um hacker invade a sua rede de acesso à internet e consegue captar as informações enviadas entre o seu roteador e os servidores ao redor do mundo. Além de roubar as suas informações confidenciais em si, os hackers seriam capazes de atacar também os aparelhos de todos os seus amigos sem ninguém perceber. Duvida?

Publicamos recentemente um artigo falando do famoso grupo de hackers Lizard Squad que confessou utilizar redes domésticas de acesso à internet para realizar ataques à Sony e à Microsoft. Eles já teriam infectado em torno de meio milhão de roteadores no mundo. Ou seja, não são pequenas as chances de que a sua Wi-Fi esteja nesta lista.

O que fazer? Dar o copo d’água às visitas e desligar a Wi-Fi?

Vamos e convenhamos, tem muita gente que deixa a Wi-Fi desligada para não ter que compartilhar sua internet com ninguém, mas você não precisa fazer isso. Até porque privar seus amigos de um item tão importante nos dias de hoje pode representar a perda de um amigo(a) e ainda não ajudará a manter o seu “lar cibernético” seguro. Aqui vão as dicas de como garantir que sua internet esteja sempre protegida:

1) Crie um nome de usuário e (principalmente) uma senha forte para a sua Wi-Fi, de preferência usando letras maiúsculas e minúsculas, números e os chamados caracteres especiais (exemplo: AvastS@15).

2) Configure o seu DNS: através de um DNS vulnerável, cibercriminosos podem levar o seu tráfego online para páginas falsas que parecem reais. Ou seja, você pode acessar uma página do seu banco que é falsa mas que parece muito com a verdadeira. Ao digitar os dados de sua conta ali você não acessa sua conta, mas informa hackers como acessá-la. Aprenda aqui e aqui como configurar o seu DNS

3) Faça o escaneamento da sua rede: assim como você escaneia o seu computador em busca por vulnerabilidades, o mesmo precisa ser feito em sua rede de acesso à internet. A Avast foi a primeira empresa de antivírus a implementar este tipo de ferramenta no mercado. O Home Network Security está disponível gratuitamente para todos os usuários do Avast (tanto na versão grátis quanto paga).

De resto, aproveite a visita de seus amigos e familiares jogando conversa fora, dando boas risadas e compartilhando vídeos e fotos online. Ah, e não esqueça de oferecer o copo d’água e o cafezinho para manter a tradição em dia!

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13, janeiro, 2015

Seu roteador pode ter sido usado para atacar o PlayStation e o Xbox

Você talvez não saiba, mas seu roteador pode ter sido usado como parte de uma rede para levar os jogos do PlayStation e do Xbox off-line.

This Lizard quiere tu router doméstico.

O lagarto em busca de sua rede doméstica

Durante o último dia de Natal um grupo de hackers autodenominados Lizard Squad assumiram a responsabilidade por arruinar a vida dos usuários do Sony PlayStation e Microsoft Xbox por 24 horas ao levar offline a rede de jogos dessas marcar. Esse e outros ataques, incluindo uma ameaça de bomba a um vôo da American Airlines onde o presidente da Sony Entertainment, John Smedley, estava presente, têm sido usados como uma campanha de marketing para promover um novo produto que pode ser alugado para qualquer hacker que queira realizar um ataque de DDoS (Denial-of-Service) a um alvo de sua escolha.

Eu não sou um hacker. Por que devo me preocupar com isso?

Você talvez não seja um hacker, mas o poder de fogo desses ataques pode estar vindo de sua casa! Um blogueiro norte-americano especializado em segurança online, Brian Krebs, que teve seu site atacado, descobriu que a rede de dispositivos que aciona o tal do produto (chamado de Product-That-Must-Not-Be-Named ou em uma tradução simples Produto-Que-Não-Pode-Ter-Nome), é composta principalmente por roteadores domésticos inseguros. No Twitter, Lizard Squad admitiu usar entre 250-500 mil roteadores infectados para realizar ataques. Roteadores estão presentes nas casas de qualquer pessoa com acesso Wi-Fi, tornando qualquer usuário de Wi-Fi uma possível vítima de ataques, algo que foi alertado por nós em um artigo publicado em nosso blog intitulado: A sua rede doméstica é alvo de ataques cibernéticos. Muita gente ignora a sua própria segurança ao instalar roteadores com nome de usuário e senha padrão que já vêm configurados de fábrica.

De acordo com Vincent Steckler, CEO da Avast Software, a quantidade de pessoas que estão sob risco é alarmante: “nossa pesquisa mostrou que quase 80% dos roteadores domésticos usados hoje em dia são mal protegidos com senhas comuns que são fáceis de serem hackeadas, fazendo com que roteadores se tornem para os hackers um fácil ponto de entrada às redes domésticas”, explica.

A mesma pesquisa lançada no Brasil aponta que 65% dos roteadores brasileiros usam senhas padrão e que 30% das redes de internet domésticas no Brasil são acessíveis externamente.

“A atual situação da segurança de roteadores é muito parecida com a dos PCs nos anos de 1990, com atitudes negligentes em relação à segurança e com novas vulnerabilidades sendo descobertas a cada dia, criando um ambiente fácil de ser explorado”, explica Steckler. “A maior diferença é que as pessoas têm muito mais informações pessoais armazenadas em seus dispositivos hoje em dia do que tinham no passado. Consumidores precisam de ferramentas complexas, mas fáceis de serem usadas para prevenir ataques antes que eles ocorram”, finaliza o executivo.

Como proteger seu roteador doméstico

Embora o perigo seja eminente, há poucas soluções de proteção de rede de internet doméstica no mercado. Em novembro de 2014 a Avast foi a primeira empresa a incorporar este tipo de serviço em seus produtos. Portanto, se você possui Avast antivírus em seu computador, utilize o Avast Home Network Security para escanear o seu roteador. Este seria o primeiro passo para manter sua rede segura.

O recurso, que está disponível para usuários das versões grátis e pagas dos produtos Avast, funciona de maneira simples. Basta abrir a interface do Avast em seu PC, clicar em Escaneamento e depois Escanear ameaças de rede. Após o escaneamento, o Avast informará se há ou não vulnerabilidades em seu roteador e como resolver o problema.

Para mais dicas sobre como proteger seu roteador doméstico, leia: Como habilitar a criptografia WiFi nas configurações do seu roteador, Como atualizar o seu roteador ou trocá-lo por um mais seguro e Como alterar as configurações de DNS do seu roteador e evitar hackers.

E o mais importante, crie uma senha segura para o seu roteador, ele é a chave de entrada à sua casa via internet!

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12, janeiro, 2015

CES 2015 mostra que previsões da Avast para o ano já começaram a se concretizar

Semana passada publicamos aqui neste espaço em texto de Deborah Salmi algumas previsões para 2015 em relação à segurança online. Entre as que discutimos, uma delas está relacionada ao crescimento de ataques através de dispositivos conectados à chamada “Internet das Coisas”, que permite o gerenciamento de produtos físicos online.

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Maneira como criminosos podem desviar a comunicação entre seu roteador e um servidor para roubar seus dados. Internet das Coisas já está sob risco

Além dos já famosos “smart home” e “smart TV”, deveremos também ver em breve carros que se locomovem sozinhos. Assustado? Calma, porque o maior perigo para a sua segurança é muito menos assustador do que você imagina.

De acordo com um texto publicado pelo site Olhar Digital, do portal UOL, uma start-up acaba de apresentar na CES 2015 (a maior feira de eletrônicos do mundo) um roteador wireless capaz de recarregar múltiplos dispositivos ao mesmo tempo. Ou seja, seu celular, computador, tablet e até mesmo TV, rádio, alto-falantes, etc não precisarão de conexão física para funcionar, pois suas baterias serão recarregadas através de um roteador doméstico.

Até aí tudo muito bom, tudo muito bem! O problema é que a popularização desse tipo de serviço acarretará também em um maior interesse por parte de hackers à sua rede de conexão à internet. Em vez de tentar lhe enviar arquivos nocivos para serem baixados via e-mail ou redes sociais, os criminosos agem sem nem mesmo mexer no seu PC.

O ataque ocorre diretamente no relacionamento entre o seu roteador e o servidor e, se a comunicação entre essas duas partes não estiver criptografada, tudo que você armazenar online poderá ser facilmente visto e roubado por cibercriminosos sem você nem mesmo perceber.

O que fazer? Não utilizar a Internet das Coisas? Não! A tendência é que equipamentos eletrônicos se tornem cada vez mais wireless e o armazenamento de dados nas nuvens substituirão os discos rígidos de hoje em dia. Portanto, a Internet das Coisas deverá crescer em recursos e importância.

Entretanto, o que os consumidores precisam entender é que a segurança deles depende de si próprios. Muita gente ainda possui como senha de Wi-Fi “códigos” como 123456789. Ainda vejo isso com muita frequência.

“Ah, mas ninguém pode fazer nada com o acesso à nossa rede”, é o que ouço constantemente. E o pior é que as próprias empresas de segurança têm dado as costas para o problema. Estamos em 2015 e somente a Avast antivírus até agora possui uma ferramenta de proteção à rede doméstica (o Avast Home Network Security), em um mercado altamente disputado. Ou seja, a maioria absoluta dos que deveriam ajudar no processo de segurança da Internet das Coisas, ainda está engatinhando neste processo.

O texto de Deborah Salmi da semana passada deixa bem claro alguns pontos que temos de dar uma atenção redobrada, entre eles, o fato de que há um aumento na demanda por bandwith e processos de TI de baixo custo, ou seja, muitos fornecedores de serviços de internet podem estar “vivendo o futuro” com uma tecnologia do passado. E a vítima acaba sendo o consumidor final.

Além disso a automatização de empresas e o armazenamento de dados nas nuvens têm feito com que hackers mudem seus focos. Em vez de atacar um PC em si, o melhor é conseguir acesso à uma rede onde vários dispositivos estarão conectados simultaneamente e, então, roubar os dados de todos eles. Em outras palavras, se você tem um PC Windows para baixar seus arquivos P2P e vídeos online e um Mac só para armazenar seus dados com segurança, informações em ambos poderão ser roubadas se a sua rede doméstica for invadida.

Enfim, fizemos uma previsão para este ano que muito provavelmente começará a se concretizar muito antes do que imaginávamos. A pergunta é: você está pronto para mergulhar na “Internet das Coisas”?

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22, dezembro, 2014

2015 poderá ficar marcado como o “ano dos malwares móveis”

Em setembro de 2014 Ondrej Vlcek, COO (Chief Operating Officer) da Avast, causou um certo barulho no mercado ao anunciar que sua empresa havia acabado de atingir 1 milhão de malwares para dispositivos móveis (celulares e tablets) em seu banco de dados. Ele ainda chegou a afirmar que até 2018 os ataques a smartphones e tablets atingirão o mesmo nível de ameaças que hoje vemos em computadores mais convencionais como laptops e desktops.

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Manter os dados seguros em smartphones passará a ser ainda mais difícil em 2015

Porém, muita gente na época “torceu o nariz” para esta afirmação e continua cética ao fato de que seus aparelhos móveis podem se tornar vítimas de hackers, entretanto, conforme o mercado de smartphones cresce, as chances de uma epidemia cibernética ocorrer via telefone também sobem a passos largos.

De acordo com uma pesquisa realizada pela Gartner e repercutida pelo site brasileiro Mobile Time, as vendas de smartphones cresceram 20% no mundo em 2014, tendo os equipamentos da Samsung na frente da concorrência com 24,4% do mercado, ou seja, o sistema operacional Android continua a ser o mais usado no mundo.

A Mobile Time ainda publicou um artigo explicando que, segundo a Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica) 75% dos telefones no Brasil são smartphones e que devemos fechar o ano com uma venda total de mais de 52 milhões deste tipo de telefone, um crescimento de 44% em relação a 2013. A Abinee prevê uma venda menor em 2015, mas devido ao fato de que “há um amadurecimento do mercado”, ou seja, grande parte da população brasileira que anda com um celular possui um smartphone.

O que isso significa? Significa que aumenta-se as chances das pessoas passarem a usar mais e mais seus telefones como pequenos computadores para realizar todos os tipos de transações online, desde o pagamento de contas até o preenchimento de cadastros, deixando rastros valiosos que não poderão mais ser encontrados por hackers em desktops e laptops. Em outras palavras, em 2015 os telefones celulares deverão ficar mais vulneráveis a ataques cibernéticos, pois criminosos sabem que é lá que os dados estão sendo agora armazenados.

A grande diferença é que, ao contrário do que ocorre com computadores convencionais, a grande maioria dos usuários de smartphones toma pouco (para não dizer nenhum) cuidado com os dados transmitidos via celulares ou tablets. Ter um antivírus no computador é quase que uma regra hoje em dia, aliás muitos fabricantes utilizam isso como um gancho de venda: “compre nosso mais novo PC X e leve gratuitamente o antivírus Y”. E há quem diga que isso funcione muito bem!

Entretanto, quem está preocupado em instalar um antivírus no celular? Conta-se nos dedos de uma mão e olhe lá, é capaz de sobrar dedos… “Mas não existe vírus para celular”, é o que ouço com frequência. Outra desculpa que adoro é “eu não faço nada demais com meu celular, só acesso o Facebook, escrevo no Whatsapp e mando mensagens de texto”. Este é o usuário com maiores chances de sofrer um ataque a qualquer minuto.

Ou seja, com as vendas de smartphones chegando aos seus limites e a baixa preocupação dos usuários com sua segurança, o ano de 2015, que está prestes a começar, poderá se tornar “o ano dos malwares móveis” no mundo. Você está preparado para isso?

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17, dezembro, 2014

Nova política de privacidade do Facebook e a segurança dos seus dados

2015 está chegando e, como de costume, empresas de tecnologia começam a lançar suas atualizações para o novo ano, entretanto, parece que alguém volta a polemizar com suas novas normas que estão a ponto de serem implementadas a menos de 1 mês: Facebook. Depois de toda a controvérsia com o lançamento do aplicativo Messenger em setembro passado, a maior rede social do mundo começa a ser novamente contestada.

Facebook spam blocks relevant News Feed posts

Preocupação com privacidade online não deveria se limitar aos dados no Facebook

Não foram poucas as mensagens publicadas em perfis no próprio Facebook em repúdio aos novos termos e políticas de dados e cookies da rede que entrarão em vigor em 1º de janeiro próximo. Basicamente, as novas normas dizem que todo o usuário dos serviços do Facebook concorda, entre outras mudanças, na utilização de dispositivos por parte da empresa para que dados sejam coletados agregadamente (ou seja, eles podem identificar suas condutas online, mas não podem identificar a sua pessoa), com o intuito de customizar anúncios de publicidade.

E, sinceramente, tenho realmente sentido uma diferença grande na maneira como venho recebendo anúncios no meu perfil. Basta eu navegar em um site com um tema específico, por exemplo, futebol ou softwares, que imediatamente meu mural ganha anúncios ou publicações editoriais sobre aquele tópico e empresas e produtos que pesquisei. Fico imaginando como isso será em 2015 depois que a nova política for oficialmente lançada…

Estaria a maior rede social do mundo nos espionando? Seria esta uma maneira de roubar nossos dados e até mesmo nossas propriedades intelectuais?

Não sou eu quem vai responder estas perguntas, mas parece que muita gente está se sentindo desconfortável ao descobrir que o Facebook pode facilmente monitorar suas atividades online. Entretanto, se você se preocupa somente com seus dados em redes sociais, então é melhor começar a rever os seus conceitos!

Você já parou para pensar quantos cadastros e perfis de usuários existem com seu nome online? E mais, você sabe como esses dados estão sendo utilizados pelas empresas que têm a posse deles? Por exemplo, você lembra quantos cadastros você fez durante as compras de Natal do ano passado? Ou na BlackFriday? Ou o que dizer dos cadastros em farmácias, lojas de roupas, supermercados, hospitais, etc que fazemos pessoalmente e nunca utilizamos? Quem está tomando conta desses dados? Onde eles estão sendo armazenados? O que acontece com eles?

Em outras palavras, preocupe-se sim com os conteúdos e dados que você disponibiliza no Facebook, pois além de importantes podem fazê-lo passar vergonha em público, entretanto, a segurança dos seus dados começa com um bom gerenciamento dos mesmos, como: a utilização de senhas seguras para acesso de perfis e contas, o não compartilhamento de informações privadas em redes sociais, o não preenchimento de formulários oriundos de fontes desconhecidas, cuidado redobrado com sites falsos, a realização de pagamentos somente em páginas https e a publicação de suas propriedades intelectuais em redes sociais somente após as mesmas serem registradas.

E, claro, utilize um antivírus que possa auxilia-lo nos processos acima! Independente das ferramentas que empresas estejam utilizando para conhecer melhor o seu comportamento online, você ainda pode manter o controle dos seus dados. Faça a sua parte e viva uma vida virtual saudável!

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26, novembro, 2014

Crimes online aumentam durante o Black Friday

Na próxima sexta-feira, dia 28 de novembro, teremos o Black Friday, que ocorre todos os anos nos Estados Unidos um dia após o feriado de Ações de Graça. Com o fim das compras para celebrar a data, lojas de varejo promovem descontos gigantes em seus produtos para se livrar do que ficou emperrado nas prateleiras, o que leva milhões de pessoas às compras não só nas ruas, mas também online. Com isso, o Black Friday também tem se tornado um ótimo momento para ataques cibernéticos.

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No Brasil, a data vem crescendo em popularidade e o número de vendas aumentando ano após ano. Em uma matéria publicada pelo site de tecnologia TechTudo (parte das organizações Globo), o evento em 2013 movimentou R$ 424 milhões, o que significa 95% acima do que foi registrado no ano anterior. Ou seja, o Black Friday é um prato cheio para ataques cibernéticos e não há dúvidas que hackers ao redor do mundo estão fazendo hora extra neste momento.

“O volume de transações de varejo aumentam por volta de 50% durante o feriado e varejistas não querem diminuir o ritmo do negócio, então eles relaxam um pouco com seus controles de fraudes. Assim, criminosos sabem que têm a chance de faturar mais”, explica Avivah Litan, vice-presidente da Gartner Inc. em uma entrevista ao Wall Street Journal.

De acordo com números divulgado pela empresa de segurança Imperva, os ataques cibernéticos durante a última temporada de compras nos Estados Unidos (entre 14 de novembro de 2013 e 9 de janeiro de 2014), aumentaram 264% nas duas semanas antes do período. Qual a razão para isso?

Primeiro, as chances de sucesso ao realizar um ataque são maiores com uma grande quantidade de consumidores comprando produtos aleatoriamente. Segundo, para não perder clientes que possuem várias opções de compra nesta época do ano, muitas lojas de e-commerce passam a utilizar níveis de segurança mais simples. Por exemplo, suspendem passos de autenticação do cliente ou banem o Captcha (sistema que pede ao consumidor para digitar letras e números de difícil visualização). Com isso, falsos websites de compras ganham espaço e se tornam uma ameaça real.

Como se proteger de ataques durante o Black Friday

  • Faça compras somente em páginas https: antes de digitar o número do seu cartão de crédito/débito na tela do computador, certifique-se que o site que você está acessando é seguro. Para isso, procure por https no canto esquerdo do seu navegador.
  • Não faça compras usando internet aberta/pública: tá afim de aproveitar aquele desconto que você viu ao navegar online em seu telefone usando uma internet pública (por exemplo de um restaurante)? Pense duas vezes. Muitos ataques hoje em dia ocorrem diretamente em servidores ou roteadores. Na dúvida, melhor evitar. Aguarde até chegar em casa para utilizar uma internet segura. (Isso é válido também para uso da internet em Lan House)
  • Mude sua senha: essa dica já é famosa, mas ainda muito ignorada. Troque as suas senhas de acesso às lojas virtuais antes de realizar compras no Black Friday e não utilize a mesma senha para vários sites, principalmente se esta senha já é usada para acessar a sua conta bancária online.
  • Monitore a sua conta bancária: não deixe de acompanhar a movimentação do seu dinheiro e informe o banco caso encontre alguma discrepância.

Embora o perigo seja iminente, ao seguir boas práticas de uso da internet você estará seguro durante o Black Friday.

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