Protecting over 230 million PCs, Macs, & Mobiles – more than any other antivirus

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23, julho, 2015

PayPal registra 1 bilhão de pagamentos via telefone, mas antivírus para celular é besteira

Responda rápido: qual antivírus você tem instalado em seu telefone? Se você levou mais de 3 segundos para dar uma resposta, então é melhor rever o seu comportamento online pois com a quantidade de transações monetárias e pagamentos feitos via celular hoje em dia, não há dúvidas nenhuma de que hackers estão cada vez mais interessados no que você guarda em seu computador de bolso, assim como o que você armazena em seu laptop.

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Compras via celular têm crescido rápido, muitas feitas em wi-fi de terceiros: antivírus e VPN agora são essenciais

Esta semana, durante uma entrevista à rede de televisão norte-americana CNN, o CEO da PayPal, Dan Schulman, informou que em 2014 a empresa registrou mais de 1 bilhão de pagamentos via telefone. De acordo com o site Statista, no ano passado foram vendidos 1,3 bilhão de smartphones, ou seja, podemos dizer que praticamente para cada celular comprado no mundo em 2014, uma transação monetária foi feita com ele via PayPal.

Entretanto, há quem acredite ainda que não há riscos e nem necessidade de se adquirir algum tipo de proteção para o seu aparelho celular. Desculpas do tipo: “mas eu não faço nada de especial com meu celular” ou “eu não tenho nada a esconder” ou a minha predileta “eu só uso o celular para fazer ligações e usar o Whatsapp, quem vai se interessar por isso?”, ainda são muito comuns.

Não há dúvidas nenhuma de que ataques a computadores e servidores continuam a ser mais lucrativos pois esses aparelhos têm um poder de armazenamento de dados muito maior, embora esta realidade venha mudando drasticamente. Até porque hoje em dia muitos aparelhos celulares servem como porta de entrada para PCs, roteadores e servidores, portanto, muitas vezes, o objetivo do hacker não é atacar seu celular, mas sim seus dados, ou os dados da sua empresa, armazenados em algum outro local. E isto pode ser feito com um vírus em seu Android, por exemplo.

Usuários de iPhone também sob risco

Sabemos que há aquela lenda de que “quem usa iPhone e produtos Apple está seguro”, mas não é bem por aí. É verdade que existem poucos vírus para os produtos da maçã, mas os ataques a eles podem ser feitos de uma outra maneira: através da invasão via roteadores domésticos mal protegidos ou wi-fi aberta/pública.

Por exemplo, se você estiver em um restaurante utilizando a wi-fi gratuita daquele estabelecimento, um hacker sentado à mesa ao lado poderá acessar a rede e, através de aplicativos de coleta de dados, invadir todos os aparelhos conectados àquela wi-fi e acessar as informações transmitidas por esses dispositivos.

Recentemente, a Avast fez um experimento em São Paulo com mais de 5 mil hotspots com internet gratuita. E 49% deles estavam vulneráveis a ataques deste tipo. Neste teste, a equipe de engenheiros da Avast conseguiu ter acesso a e-mails, fotos, vídeos e outros documentos pessoais que estavam sendo transmitidos por àquelas redes. E advinha o que mais? Muitas dessas informações eram oriundas de produtos iOS como iPhone, iPad e Mac.

Portanto, não é só antivírus que precisamos instalar em nossos celulares, mas também um VPN (Virtual Private Network) que criptografa os dados transmitidos entre um dispositivo e servidor ou roteador.

Agora é a sua vez caro leitor! Conte-nos: como você tem garantido a segurança dos seus dados e compras através de seu celular?

21, julho, 2015

Site de adultério é hackeado: quando segurança online vai além do antivírus

O blogueiro norte-americano Brian Krebs, especializado em segurança online, publicou na semana passada uma nota informando que o famoso site de adultério Ashley Madison foi hackeado por um grupo de cibercriminosos autodenominado “The Impact Team”, roubando informações pessoais dos 37 milhões de usuários do serviço da empresa com sede no Canadá, que acabou por assumir que realmente foi vítima do ataque.

Heartbleed, free antivirus, password, security

No mundo virtual de hoje em dia, o cuidado com sua senha e dados pessoais deve ser redobrado

Qual a lição que tiramos disso? Que não devemos cometer adultérios? Bem, talvez isto seja um bom começo de conversa, mas o que realmente aprendemos mais uma vez é que segurança online vai muito além da instalação de um antivírus no computador, mas passa também por uma reflexão profunda de como utilizamos e compartilhamos nossos dados no dia a dia.

É claro que ninguém pode prever um ataque de hacker desse tipo e é praticamente impensável que alguém venha esquecer que um dia chegou a fazer um cadastro neste tipo de site, mas pare um pouco e pense quantos cadastros online você preencheu nos primeiros (quase) 7 meses de 2015? E desses cadastros preenchidos, quantos tiveram alguma relação com algum tipo de transação monetária ou divulgação de dados pessoais, como nome de familiares, número de documentos, etc?

Por isso que volto a repetir: a instalação do seu antivírus é apenas o início e não o fim do processo de proteção de seus dados online. É necessário ter sempre controle das informações que você compartilha na internet para se resguardar de qualquer problema. Pois, por exemplo, veja esta situação: se em 2011 você fez um cadastro em uma loja online, onde além do seu cartão de crédito (que talvez em 2015 já esteja expirado), você colocou ainda seu endereço, contatos telefônicos, nome de familiares, senhas, etc estas informações poderão ficar lá armazenadas para sempre (ou até a empresa que recebeu estes dados destruí-las), e em caso de um ataque cibernético, podem ser roubados.

Mas o que fazer? Não criar mais cadastros online? Só realizar pagamentos em dinheiro ou cheque?

Não é necessário tanto! O ideal é ter alguma forma de controle desses dados e formulários, seja de forma digital ou analógica. Portanto, aqui seguem algumas dicas de segurança que são essenciais nos dias de hoje:

1)      Após a instalação do seu antivírus favorito, mantenha-o sempre atualizado e procure usar todas as suas funções disponíveis, como firewall, zona privada de acesso à internet, limpador de arquivos desnecessários, etc. Use-o! Não esqueça de sua existência!

2)      Ao preencher formulários, mantenha em algum lugar anotado sobre este preenchimento. Hoje em dia há aplicativos que podem ajudá-lo a manter a ordem de suas senhas e formulários online.

3)      Caso não precise mais daquele serviço, peça o cancelamento do mesmo por escrito. Se a empresa for idônea lhe enviará um e-mail confirmando o cancelamento e irá destruir seus dados para que não sejam usados no futuro.

4)      Se for compartilhar seus dados online, tenha certeza de que você está conectado via uma página segura, com extensão https.

5)      Se você for utilizar uma conexão de wi-fi pública/aberta (shopping centers, restaurantes, etc), tenha um VPN (Virtual Private Network) instalado no seu dispositivo. Ele criptografará as informações transmitidas ao servidor/roteador, impedindo que seus dados sejam crackeados ou hackeados.

São 5 dicas simples e fáceis de serem seguidas e que garantirão a você tranquilidade para navegar na internet. Seja precavido!

Bem, mas agora é a sua vez! Conte-nos: quais são os passos que você segue para garantir a segurança de seus dados online?

 

26, junho, 2015

Nos carros do futuro, gadgets serão mais importantes do que aerodinâmica e rodas tala larga

Interessantíssimo o texto publicado por Ronaldo Lemos, diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, na Folha de São Paulo, no último dia 25 de maio. Intitulado O futuro é dos carros conectados, o colunista explica que em breve teremos “smart carros”, assim como hoje em dia temos “smart phones”. É a tecnologia envolvendo todas as áreas do nosso dia a dia. E acredite, isto já está, parcialmente, à venda!

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O que te chama mais a atenção nesta imagem? A Ferrari ou a tecnologia? No futuro, sua opinião poderá ser diferente

A empresa norte-americana Tesla Motors, pioneira na fabricação de carros elétricos, já possui versões cujas algumas de suas funções mais importantes podem ser controladas via telefone, como por exemplo, o travamento das portas.

A esposa de um dos diretores da Avast possui um Tesla com este recurso e ao estacionar o veículo certa vez, só reparou que sua bolsa com o telefone estava dentro do carro após fechar a porta, que instantaneamente travou e bloqueou tudo. Ela então parou uma pessoa na rua e pediu seu telefone emprestado, baixou o aplicativo que controla esta função, destravou o veículo, desinstalou o app do telefone da pessoa desconhecida e recuperou a bolsa. Tudo isso em questão de minutos sem precisar chamar o chaveiro ou acionar o seguro.

Se isto já soa interessante, o texto de Ronaldo Lemos vai muito além, e relata a utilização de um aplicativo que poderá ajudar o dono do veículo a ganhar descontos com seguro ao monitorar se o mesmo dirige com segurança ou não. Mas o mesmo aplicativo pode ainda ser usado para aplicar multas, o que diminuiria as responsabilidades de fiscais de trânsito e deixaria muito apressadinho com a pulga atrás da orelha.

Mas mais do que isso ainda há as possibilidades de monitoramento do veículo e do dia a dia do motorista. Se você for o pai ou a mãe de um jovem adulto e quer ter certeza de que ele ou ela está dirigindo com responsabilidade, talvez este aplicativo seja uma “mão na roda”. Mas há muitas outras razões para não querer ser monitorado.

E é por isso que a necessidade da utilização de antivírus vai se tornando cada vez mais importante nos dias atuais. Ainda há uma grande inércia à ideia de se instalar produtos de segurança em telefones celulares e tablets. Talvez porque os dados que guardamos nesses aparelhos não parecem ser “tão nocivos” assim como se imagina. Afinal de contas, a planilha de Excel com os resultados dos seus negócios, os trabalhos escolares e o backup de fotos são guardados no seu PC, certo? Mas se o seu telefone for capaz de se comunicar com seu smart carro, daí é melhor começar a se preocupar um pouco mais com suas atitudes online.

Por exemplo, ainda há muita gente achando que é “exagero” se preocupar com um roteador doméstico ligado 24 horas por dia, 7 dias por semana, como pode ser visto em uma discussão no Facebook da Avast após publicarmos este texto. E isto ocorre em uma época em que mais e mais ataques de hackers estão ocorrendo via Wi-Fi privada. Aliás, há os que ainda utilizam senhas fáceis de serem descobertas para proteger seus roteadores, como 123456789, achando que nada pode acontecer…

Voltando ao texto de Ronaldo Lemos, gadgets estão ganhando cada vez mais espaço em veículos comuns ou tunados ao ponto de começarem a ter mais importância do que o design, a aerodinâmica ou a roda do possante. Ok, talvez eu esteja exagerando, mas imagina se você pudesse controlar a pressão dos seus pneus diretamente do seu celular, ou o tamanho da roda dependendo do dia? Ou se pudesse rebaixar o carro até o chão diretamente do seu tablet e voltá-lo à posição normal a qualquer momento a partir de um simples comando no aparelho?

Enfim, os gadgets que lhe permitem fazer essas mudanças ganharão mais destaque e importância no seu veículo fazendo as revistas especializadas em automóveis se tornarem verdadeiras mídias da tecnologia, de preferência dando destaque à segurança online. Eu não vejo a hora de isso acontecer! E você?

19, junho, 2015

Microsoft planeja criar novos jogos para PC: vida longa aos laptops e desktops

Lembro que em 2011 quando os tablets se tornaram uma febre no mundo todo, muitos dos meus amigos chegaram a afirmar categoricamente que aquilo representava o fim dos laptops e desktops. E o lançamento do Windows 8 em 2012 praticamente ratificou esse pensamento, já que o novo software tinha uma linguagem muito mais voltada aos tablets do que aos PCs convencionais. Entretanto, conforme entramos na segunda metade desta década, percebemos que a coisa não é bem assim…

laptop using Wi-Fi

Laptops ainda não saíram de moda e continuam com força total

Essa semana durante uma entrevista na PC Gaming Show, Phil Spencer, chefe da divisão Microsoft Xbox, revelou que a empresa agora irá criar novos jogos para PC, inclusive ele deu a entender que os usuários poderão até mesmo escolher entre jogar um jogo no Xbox ou no PC, ou seja, estaria vindo aí jogos que poderiam rodar em múltiplas plataformas.

Independentemente de qualquer coisa, a verdade é que “o surto tablet” parece perder força no mercado e o PC convencional continua a ter uma função importantíssima nos dias de hoje. Talvez porque os smartphones tamanho GG+ também têm ganho um grande espaço no mercado. Ou, como diria um amigo meu, cada caso é um caso e cada tipo de computador tem uma função diferente, que depende da necessidade do usuário.

Estive pensando sobre isso e acredito que ele tem razão. Enquanto os tablets são uma “mão na roda” para acessar a internet rapidamente em casa ou em viagens, o computador com o teclado continua a ser a principal maneira como estudantes redigem seus trabalhos ou pessoas de negócios analisam dados. Talvez isso um dia mudará, pois a história nos mostra que uma vez que o ser humano se acostuma com algo diferente, dificilmente ele retorna a usar coisas do passado.

Enfim, prós e contras sempre existirão e o tempo nos mostrará se o laptop está prestes a morrer ou não. Entretanto, o tão aguardado lançamento do Windows 10 também prova que ainda há muita vida para os laptops. A Microsoft retornou com seu famoso botão “Iniciar”, dando mostras de que a empresa realmente continua focada em atender a demanda por PCs convencionais.

O Brasil se tornando mais mobile

Embora a situação parece estar um pouco “cinza” para tablets (que apesar do aumento em vendas não atingiu as projeções do ano passado) e PCs no Brasil, o mercado de telefone celular não para de crescer. Segundo a IDC Brasil em 2014 os brasileiros compraram o relativo a 104 smartphones por minuto no país.

Isso reforça a ideia de que em posse de celulares maiores e mais potentes, consumidores estão cada vez menos usando seus PCs e tablets para o acesso diário à internet. Em outras palavras, o Brasil está se tornando mais móvel (ou mobile como se costuma dizer por aí), o que vem alimentar um mercado já bem fortalecido e, agora mais do que nunca, estável.

E você, caro leitor? Que tipo de aparelho você usa aí na sua casa? PC, tablet ou celular? Ou uma variedade de todas essas opções dependendo do momento?

 

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15, junho, 2015

Por que você deveria desligar sua Wi-Fi ao sair de casa

Neste fim de semana organizei um churrasco lá em casa e convidei alguns amigos que convidaram outros amigos e por foi. Meu cunhado então pediu para que eu ligasse a minha Wi-Fi para ele conectar seu telefone à internet e acessar o Facebook. Foi então que eu ouvi de uma amiga de um amigo o comentário que começou com uma indagação: “mas para que desligar a Wi-Fi? Lá em casa eu deixo meu roteador sempre ligado”. Eu quase dei um banho de sal grosso na picanha ao ouvir essa.

Scan your router with Avast's Home Network Security scanner.

Roteadores domésticos: o novo canal de ataque. Proteja-se com o Home Network Security

Estamos em pleno 2015 e parece que muita gente ainda leva segurança online na brincadeira. Gente, este é um assunto importante. Deixar sua Wi-Fi ligada 24 horas por dia, 7 dias por semana é uma ostentação cibernética que pode acabar em tragédia.

Isso porquê ao deixar a sua internet ligada você também mantém exposta a sua conexão: “ah, mas a minha Wi-Fi tem senha”, muitos irão dizer. Ao que eu respondo: qual senha? 0123456789? Geralmente, a resposta é positiva seguida do “como você sabe?”; e quando é negativa eu ouço algo do tipo: “ah nem sei a minha senha foi dada pela marca de roteador que comprei…”

De acordo com um recente estudo feito pela Avast Software, a grande maioria dos brasileiros possui senhas de acesso ao roteador que podem ser facilmente quebradas por um hacker. Algumas, como a de cima citada, são as que os hackers tentam de imediato. Basta um CtrlC/CtrlV para quebrá-la e acessar todos os dados do usuário. Outras, como o endereço da rua, data de aniversário também são bem fáceis de serem descobertas. E, ao deixar a sua internet ligada 24/7, além de gastar energia extra, ainda dá ao criminoso tempo suficiente para invadir seu roteador e preparar ataques não só a você, mas a outros computadores, como os que serão conectados ao seu roteador no futuro.

Foi assim que um grupo de hackers conhecido como Lizard Squad invadiu os servidores do Xbox e do PlayStation no Natal passado: através de roteadores domésticos. Portanto, se você acha que só instalar um antivírus em seu PC resolverá a sua vida, então é melhor começar a mudar de ideia, pois o buraco é mais embaixo, meu amigo!

O seu roteador agora é o veículo de acesso aos seus dados. A Avast, por exemplo, lançou este ano o recurso Home Network Security em seus produtos de segurança, para que este tipo de proteção seja adicionado. Com ele, você pode verificar a situação do seu roteador e se prevenir antes que problemas apareçam.

E aí, como você se protege em casa? Você possui senha no seu roteador?

 

10, junho, 2015

Invasão do sistema de computador do governo norte americano: é tão fácil assim?

Irreal, inacreditável, impossível, por que, como… Essas foram algumas palavras usadas por mais de 4 milhões de norte-americanos que trabalham para o governo federal após descobrirem que seus dados foram roubados em um ataque de hacker divulgado há cerca de 1 semana. O ataque, de acordo com o jornal The New York Times, tinha como objetivo adquirir dados pessoais de funcionários do governo em todo os Estados Unidos. Embora o ato ainda esteja em investigação, a grande suspeita é de que um hacker chinês esteja por trás desse roubo.

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Ataques de hacker podem soar como fáceis, mas não são tão simples assim: saiba como se cuidar

Se isso tivesse ocorrido em um país de menor poder cibernético, talvez a notícia não seria tão alarmante. Mas ver que milhões de dados do governo norte-americano podem ser facilmente acessados em um piscar de olhos, realmente soa irreal. Mas espere um pouco! Eu usei a palavra “facilmente”? Opa, acho que me enganei…

Ninguém consegue invadir uma plataforma de dados como dos Estados Unidos do dia para à noite, a não ser que o criminoso tenha acesso a informações confidenciais e senhas que lhe permitam isso. Ou devido a algum descuidado de um funcionário por alguns segundos e a sorte de um hacker de estar lá no lugar certo, na hora certa. Pois na grande maioria dos casos é preciso muito trabalho para se chegar a este ponto.

Qual o motivo para este ato? Durante uma entrevista (em inglês) dada pelo CEO da Avast, Vince Steckler, à agência de notícias Bloomberg, em Singapura, “existe um mercado negro underground comercializando essas informações”. Segundo ele, com esses dados criminosos podem criar novas identidades ou adquirir informações detalhadas para quebrar senhas e ter acesso exclusivo a informações valiosas.

Tá, se o Obama não consegue se proteger, como eu (um simples mortal) poderei fazer isso?

Como dito por Vince, os seus dados podem ser comercializados no mercado negro, mas o controle deles depende única e exclusivamente de você.

De acordo com uma recente pesquisa da Avast, a grande maioria dos brasileiros possui roteadores domésticos configurados com senhas de acesso extremamente fáceis de serem quebradas, como data de aniversário, endereço da casa, etc. Portanto, se você quer se proteger, comece configurando a senha do seu roteador de maneira eficaz e, de preferência, troque-a regularmente, de cada 3 a 6 meses.

Se for usar a internet de amigos ou em wi-fi aberta, utilize uma VPN (Virtual Private Network), que criptografa todos os dados do seu aparelho. Assim, se a internet que você estiver conectado for atacada, seu dispositivo e dados estarão seguros.

Por fim, utilize um software de segurança em seu computador e suspeite de qualquer programa que lhe for oferecido para ser baixado online. Antivírus como da Avast, por exemplo, possui o Sandbox, uma área virtual onde você pode baixar programas suspeitos sem perigo ao seu disco rígido.

Enfim, o ataque ao governo norte-americano pode ter sido assustador, mas não foi fácil. Portanto, dificulte a vida de cibercriminosos tendo uma postura online mais ativa e segura.

 

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5, junho, 2015

Guia 4 Rodas e a consolidação de negócios online

Aqui neste blog geralmente falamos sobre segurança online, mas hoje decidi escrever (em forma de homenagem), sobre o fim do Guia 4 Rodas. A editora Abril anunciou que aposentará o título com 50 anos de história. O motivo? Em princípio, a internet e a maneira como as pessoas se informam hoje em dia. Em posse de aplicativos que podem ser baixados em segundos e mapas off-line que permitem buscas rápidas de destinos, percursos e dicas de turismo, o guia acabou se tornando obsoleto.

E este cenário não é uma grande novidade já que muitas revistas famosas do passado acabaram por ir à falência com a proliferação da internet e o aparecimento de dispositivos móveis que tornam extremamente fácil o acesso à informação.

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Guiar-se durante uma volta ao mundo agora pode ser feito online

Entretanto, na verdade o que a Abril está fazendo é uma reformulação de seus títulos, inserindo o Guia 4 Rodas dentro de outras revistas, como a Viagem e Turismo, Veja e Veja São Paulo. Mas a não existência daquele “livrão estiloso” cheio de dicas deixa muito viajante com imensa nostalgia, inclusive este que vos escreve.

Lembro que quando criança meu pai tinha o guia no porta-malas de seu DelRey azul metálico, entretanto, ele que ama viajar pedindo informação em vez de usar mapas – “assim batemos um papo com o povo local e fazemos amigos”, diz ele – não abria muito o guia. Eu gostava de folheá-lo sonhando em conhecer um lugar novo, o que acabou me levando a ir morar na Austrália e na Europa, mas isto já uma outra história.

Eu ainda tento manter esta tradição de ler livros em casa, especialmente com meu filho de 4 anos que desde muito pequeno tem um contato muito próximo com a tecnologia. Mas confesso que é difícil. Qualquer viagem que fazemos lá estou eu, checando passagens e roteiros online, lendo dicas de outros viajantes e curtindo fotos e vídeos do meu próximo destino. E o melhor de tudo, carrego isso no meu bolso e não no porta-malas do meu carro.

Realmente a internet tem construído um mundo sem fronteiras, fazendo com que empresas sejam obrigadas a se reformularem para atender às expectativas de seus clientes. Com isso, ela (a internet) tem feito algumas vítimas nos últimos anos, como lojas de discos/CDs como a Virgin, ou mesmo a Blockbuster, locadora de filmes. Tem também o caso das livrarias Laselva, que em 2013 pediu recuperação judicial, embora tenha jogado a culpa em outros fatores de negócios além da internet. Mas há de se admitir que a Amazon com seu Kindle tornou a compra de livros muito mais dinâmica.

Por outro lado, nos últimos anos vimos surgir muitas novas empresas online que não só acompanharam as mudanças que a internet implementou no mundo dos negócios, mas também trouxeram algo novo. Além do Facebook, empresas como Uber, Air B&B, Alibaba etc faturam milhões (ou bilhões) online…

Revolução na segurança online

E para não dizer que não falamos de flores; digo, segurança online, a Avast acaba de lançar uma novidade que pode se tornar uma revolução nesta área: antivírus empresarial gratuito. Como todos sabemos a Avast é uma empresa 100% voltada para a internet, na verdade nascemos há 27 anos já focados em ajudar a proteger o universo online, embora naquela época a internet ainda estava engatinhando.

Entretanto, estamos sempre buscando novas áreas e possibilidades de negócios no universo online e o antivírus empresarial gratuito é uma dessas ações. E não seremos hipócritas ao dizer que fizemos isso porque “acreditamos que todo mundo merece segurança grátis blá, blá, blá”, como outros concorrentes dizem. Este passo, na verdade, vai de acordo com o que a empresa sempre se preocupou: criar uma grande base de usuários que nos ajudam a identificar um maior número de vírus de forma mais rápida para que, assim, “vacinas” sejam criadas para manter uma internet segura. Nossos produtos pagos, com recursos super sofisticados, continuarão disponíveis tanto para empresas quanto para o consumidor final.

Portanto, deixemos de lado nossas nostalgias e embarquemos todos em uma nova (r)evolução digital. Se você possui uma micro ou pequena empresa, experimente o novo Avast for Business grátis e depois volte aqui para nos dar a sua opinião do produto!

 

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21, maio, 2015

A maioria dos brasileiros está sob risco de ataques online

Uma recente pesquisa feita com mais de 23 mil usuários de internet no Brasil, aponta que a grande maioria deles está sob alta exposição online e corre sérios riscos de sofrer ataques de vírus a qualquer momento. Isto porque, 73% dos entrevistados confessaram que acessam constantemente redes de Wi-Fi públicas sem nenhuma proteção.

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Ao tomar seu café você acessa Wi-Fi aberta sem VPN? Então, cuidado!

 

Nos últimos 5 anos houve uma proliferação dos chamados “hotspots”, os pontos de conexão à internet que são abertos à qualquer pessoa com um aparelho que possua acesso Wi-Fi. Na maioria dos casos, esses ambientes não exigem nenhum tipo de registro ou senha para o acesso online, o que dá à qualquer pessoa a possibilidade de realizar ataques em massa atingindo todos os usuários conectados àquela rede. De acordo com a pesquisa, 55% dos usuários disseram que não desligam seus transmissores de Wi-Fi, fazendo com que seus dispositivos fiquem abertos a ataques mesmo quando não estão sendo utilizados. No geral, 8 em cada 10 pessoas pesquisadas admitiram usar mensalmente Wi-Fi pública, sendo que 48% delas afirmaram fazer isso diariamente ou semanalmente. Entretanto, somente 7% utilizam algum tipo de proteção de criptografia, como um VPN (Virtual Private Network).

O VPN é um aplicativo que faz com que a sua navegação na internet ocorra em um ambiente privado, ou seja, se um cibercriminoso utilizar uma Wi-Fi aberta para infectar ou “crackear” dispositivos, ele não conseguirá ter acesso ao equipamento conectado via VPN simplesmente porque todos os dados ali estarão criptografados.

“A maioria dos brasileiros não percebe que todas as informações pessoais em seus dispositivos móveis ficam indefesas em redes Wi-Fi públicas, se usadas sem proteção. Estas redes facilitam o acesso para ataques de hackers a milhões de consumidores brasileiros diariamente”, explica Vince Steckler, CEO da Avast Software e que esteve no Brasil recentemente analisando os resultados desta pesquisa.

Preocupação com perda de logins e dinheiro 

Ainda de acordo com esta pesquisa, 28% dos respondentes disseram que ao acessar uma rede de Wi-Fi aberta têm medo de ter seus dados de login (como nome de usuário e senha) roubados, enquanto que outros 26% se preocupam em ter suas contas bancárias acessadas. Outros 17% demonstraram preocupação com seus conteúdos publicados em salas de bate-papo, e-mails e fotos privadas. Uma minoria de 16% diz não ter nada a esconder.

A Avast foi ainda mais longe e fez um experimento único no Brasil que prova a fragilidade das redes de Wi-Fi públicas em São Paulo. Seguindo o mesmo teste feito há alguns meses em 9 cidades ao redor do mundo, incluindo San Francisco, Nova York, Londres e Seul, onde através de um aparelho de monitoramento de tráfego online foi possível observar as atividades da maioria dos usuários de Wi-Fi aberta, a Avast visitou os principais pontos de Wi-Fi pública/aberta na capital paulista e descobriu que a maioria devastadora dos aparelhos conectados a essas redes podem ser facilmente hackeados.

Mais detalhes deste experimento em São Paulo serão publicados neste blog muito em breve. Portanto, mantenha-se conectado conosco – via Wi-Fi segura!

Enquanto isso vale a pergunta: como você acessa uma Wi-Fi aberta?

 

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20, maio, 2015

Ataque de gás em Buenos Aires: a vida imita a internet

Não se fala em outra coisa no mundo do futebol a não ser o ataque com gás de pimenta feito por um torcedor do Boca Juniors na semana passada aos atletas do River Plate no intervalo da partida entre as duas equipes, válida pelas oitavas de final da Copa Libertadores da América. Como resultado, o segundo tempo foi cancelado e, algumas horas depois, a partida também. Dessa forma, o Boca Juniors foi eliminado da competição em 2015 e ainda recebeu algumas outras punições, como a obrigação de jogar 4 partidas em casa com portões fechados e outras 4 como visitante sem sua torcida.

O caso foi tão sério que um vídeo se espalhou rapidamente nas redes sociais mostrando o torcedor do Boca Juniors atirando o gás dentro do túnel usado como segurança para os atletas.

Em partidas de futebol tensas como este clássico argentino, já se viu muita coisa: invasão de campo, agressão verbal e física a jogadores, arremesso de objetos e urina sobre atletas adversários, rojões e até mortes. Mas nunca se imaginou que alguém seria capaz de abrir um buraco naquele túnel de proteção para realizar um ataque dessa natureza. É a vida real imitando o mundo virtual.

Pois é mais ou menos assim que um ataque ao seu computador ocorre. O agressor pode ser comparado a um hacker. Assim como o cibercriminoso cria uma série de programas e sites ao seu redor para se disfarçar e criar vulnerabilidades em seu PC, o rapaz que realizou o ataque estava no meio de milhares de torcedores e, embora em ambos os casos é possível se suspeitar de algum tipo de perigo, eles são dificilmente identificados antes de um ataque.

Hacker Há anos o mundo virtual é vítima de ataques inacreditáveis: a vida real agora imita a internet

 

E é por isso que existe na internet o “firewall”, que serve como uma barreira ou um túnel de proteção para seus arquivos e programas. O problema é que, assim como lá nas arquibancadas existem algumas pessoas que estão sempre tramando uma maneira de burlar as proteções aos atletas, há também milhões de hackers no mundo todo trabalhando 24 horas por dia, 7 dias por semana para descobrir uma nova forma de acessar a sua máquina, roubar seus dados ou simplesmente fazer a sua vida online se tornar um verdadeiro martírio.

Por outro lado, empresas de segurança como a Avast Software tentam criar soluções de segurança para esses ataques. Entretanto, ter um equipamento lá montado e funcionando de maneira correta não significa que pode-se ignorar outros fatores importantes de segurança.

Uma das perguntas que muito se fez nesses últimos dias é: “como este torcedor do Boca Juniors entrou no estádio com gás de pimenta?”. É exatamente o que ocorre com hackers que conseguem invadir computadores após os donos das máquinas autorizarem seus acessos, geralmente ao clicar em links maliciosos ou ao baixar programas suspeitos. Assim como no futebol, onde há regras de segurança pré-estabelecidas pela polícia e pela a organização da competição, mas mesmo assim os responsáveis pelas partidas falham ao permitir agressores de entrarem no estádio, no mundo virtual o antivírus atua como um meio de informação sobre potenciais riscos, mas cabe ao usuário a decisão final de seguir à diante com um download e/ou a instalação de algum arquivo maligno. Neste caso, nem o melhor antivírus de todos os tempos é capaz de impedir a infecção.

Portanto, se você acha que só porque você instalou um antivírus a sua vida na internet está segura e nada mais precisa ser feito, pense duas vezes. Reflita e procure se informar sobre os casos de ataques mais recentes. Não permita que um suspeito tente invadir o seu PC e destruir toda a proteção que você ali criou.

Já estou infectado. E agora?

Se você já está infectado ou se o seu computador está parecendo um vídeo clip da Corrida Maluca com ícones indo de um lado para o outro fora de controle, então você precisa de uma assistência técnica profissional.

O bom da internet é que hoje em dia você pode ter seu computador consertado sem sair de casa através de serviços remotos e/ou por telefone. Aqui está um deles fornecido pela Avast Software.

E lembre-se: nunca instale um antivírus em um computador infectado. Isso não resolverá o problema, pois seria o mesmo que implementar novos sistemas de proteção ao estádio, mas não retirar de dentro deles agressores que voltarão a atacar a qual

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21, abril, 2015

Medo e repugnância no Google Play: uma análise profunda dos atuais aplicativos de limpeza e de economia de bateria

Computadores móveis – mais popularmente conhecidos como mobiles – que incluem smartphones e tablets, estão passando por uma evolução extremamente rápida. A velocidade dos processadores, a qualidade da tela e as opções de conexão têm mudado dramaticamente nos últimos anos. Entretanto, parece que a capacidade da bateria continua a ser um problema, pois este recurso luta para conseguir alimentar a grande quantidade de novos processadores e displays.

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Novo aplicativo da Avast promote resolver o problema de pouca bateria em aparelhos Android

De acordo com uma recente pesquisa feita pela Avast e respondida por 20 mil pessoas, 60% dos proprietários de Android não estão satisfeitos com a duração da bateria de seus aparelhos.

Existe uma quantidade gigantesca de aplicativos tentando resolver este problema, entretanto, a maioria não consegue. Ao examinar os recursos disponíveis nesses aplicativos, se torna fácil de descobrir por que muitos deles não atingiram o sucesso.

O efeito “task-killing”

Task-killing é o recurso mais popular disponível não somente nos aplicativos de economia de bateria, mas também em aplicativos que limpam e aceleram dispositivos. Ele provavelmente se originou no sistema operacional Windows para computadores desktop. Devido ao fato de que usuários se acostumaram a fechar programas no Windows após seus PCs começarem a rodar lentamente, esse comportamento se transferiu para os aparelhos móveis.

Entretanto, o sistema Android funciona de maneira diferente. O Android tem como objetivo manter máximo RAM para que possa mudar entre aplicativos rapidamente. Se não existir RAM disponível, o Android “mata” um menor número de aplicativos recentes, sendo assim não há a necessidade do usuário fechar os aplicativos manualmente. Além do mais, “task-killing” na verdade desacelera aparelhos porque cada vez que um aplicativo é fechado, seus dados precisam ser carregados no RAM novamente.

Tente por você mesmo

Aqui está um pequeno teste que você pode fazer por você mesmo: instale um “task-killer”, um acelerador de RAM ou um aplicativo que economiza bateria e que “limpa” o RAM em seu Android. Clique no botão principal (geralmente chamado “Otimizar” ou “Acelerar”). Você verá vários aplicativos fechados. Daí, espere por alguns segundos e tente novamente. Nada acontecerá, pois você fechou tudo.

Agora, desinstale ou limpe os dados nos aplicativos testados. Depois de clicar em “Otimizar” novamente, praticamente todos os aplicativos que você acabou de fechar aparecerão abertos para serem fechados mais uma vez. Isso parece estranho, não? Pode parecer que o botão “Otimizar” não faz nada. Na realidade, ele fecha os aplicativos. O truque é que muitos aplicativos iniciam diretamente depois de serem fechados usando um recurso do Android conhecido como WakeLock. Os aplicativos com um botão “Otimizar” possuem um cronômetro que previne usuários de ver que aplicativos fechados estão rodando novamente depois de alguns segundos. Por causa disso, não há sentido de usar o botão “Otimizar”.

Mais informações sobre “task-killing podem ser encontradas aqui:

  1.  http://www.howtogeek.com/127388/htg-explains-why-you-shouldnt-use-a-task-killer-on-android/
  2.  http://lifehacker.com/5650894/android-task-killers-explained-what-they-do-and-why-you-shouldnt-use-them

Como eu posso realmente economizar bateria?

Duas coisas que contribuem para a economia da sua bateria são: desligar certos recursos do seu aparelho, incluindo Wi-Fi e dados, e limitar a claridade da tela e do tempo de duração da luz de fundo (timeout), ou seja, quanto tempo o seu visor fica ligado depois do último toque na tela.

Por isso, a Avast acaba de lançar o Avast Battery Saver, um aplicativo que economiza energia sem causar problemas. Ele otimiza as configurações do aparelho como a conexão à internet, brilho da tela e timeout de acordo com suas necessidades. Os perfis inteligentes (smart profile) de energia são ativados automaticamente baseados em tempo, local e nível da bateria sem sacrificar as atividades de que você mais gosta.

Avast Battery Saver ainda possui uma ferramenta poderosa que resolve problemas dos aplicativos que consomem demais o tempo de uso de sua bateria enquanto você não usa o aparelho. Você poderá ver quanta energia cada aplicativo está consumindo e poderá parar cada um que você não queira usar no momento. Diferente de “task-killing”, o “force-stopping” é uma solução nativa do Android que impede aplicativos de rodar de forma desnecessária. Uma vez parado por este recurso, o aplicativo não irá rodar novamente até que seja manualmente aberto.