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Textos com Etiquetas ‘segurança’
20, agosto, 2014

Aplicativo Facebook Messenger não é o maior perigo para a sua privacidade

Na semana passada, o anúncio de que o Facebook iria obrigar todos os seus usuários de Android a baixar o aplicativo Messenger para ler e enviar mensagens via telefone ou tablet na rede social mais popular do mundo causou um certo desconforto em muitas pessoas e levantou algumas dúvidas: quais são as reais intenções do Facebook com isso? A minha privacidade está em jogo?

Pessoalmente, esta comoção mundial (não foi só no Brasil que o assunto ganhou manchetes) é um tanto quanto estranha. Lembro que em 2011 quando comprei um smartphone Android para a minha esposa ela ficou muito receosa com o fato de que para baixar aplicativos ela teria de autorizar o Google (e outros donos de programas) a ter acesso ao aparelho, incluíndo seus contatos. Isso ocorre também ao baixar, por exemplo, What’s App, Viber, etc… Então, por que essa preocupação toda agora?

Novo aplicativo Facebook Messenger tem assustado muita gente. Mas ele é realmente o único perigo que corremos online?

Novo aplicativo Facebook Messenger tem assustado muita gente. Mas ele é realmente o único perigo que corremos online?

É preciso lembrar que a quantidade de dados que o Facebook possui de seus usuários na plataforma para computadores já é o bastante para deixar algumas milhões de pessoas de “calças curtas” por aí, sem contar o que pode ser adquirido via Instagram e o próprio What’s App, recentemente adquirido pela a empresa de Mark Zuckerberg. Entretanto, divulgamos diariamente a nossa rotina na web sem se preocupar com nada e achamos até legal quando recebemos 3 dígitos de joinha de gente que a gente nem sabe quem é.

Bem, a moral da história aqui é o seguinte: diante de tudo que já publicamos online e offline, o aplicativo Facebook Messanger não é o maior perigo para a nossa privacidade. Você já pensou onde vai parar aqueles formulários que você preenche para ganhar descontos em farmácias, supermercados, restaurantes, lojas online, etc? Pois é, provavelmente não!

Mas não é só isso!

Recentemente a avast! fez um teste comprando via eBay 20 telefones Android de segunda mão cujos donos teriam deletado todos dados alí contidos. Mas não demorou muito para que engenheiros da empresa conseguissem resgatar mais de 40 mil arquivos de fotos, vídeos, textos e até documentos, como um formulário de empréstimo bancário preenchido. E para este teste foi utilizado um software de recuperação de dados que qualquer pessoa pode adquirir online. Diante disso, podemos dizer que hackers não precisam de um aplicativo no Facebook para transformar sua vida em um inferno!

Mas como se proteger?

No dia a dia tome muito cuidado com formulários que você preenche. Procure manter uma lista dos locais onde você criou cartões de descontos ou fez algum pedido de reserva de produto. E caso você não queira mais os serviços daquela empresa, tente entrar em contato exigindo que seus dados sejam destruídos.

Na sua vida online, evite baixar aplicativos fora de lojas oficiais. Se possui Android, use a Google Play, para iOS faça tudo na AppleStore. É verdade que essas empresas vão coletar seus dados, mas ao menos você sabe quem são, diminuíndo os riscos de, por exemplo, um ataque de hacker ao seu aparelho.

Outro detalhe importante, muito cuidado com conexões de wi-fi abertas/públicas. Instale no seu Android ou iPhone um VPN (Virtual Private Network) para evitar que seu aparelho seja acessado mesmo que hackers ou crackers consigam invadir o wi-fi que você está conectado.

Para manter seus dados protegidos após a venda do seu Android, instale um antivírus que lhe dê controle total mesmo em caso de roubo, furto e perda do aparelho. Com esta proteção você garante que seu celular ou tablet seja monitorado online. Você pode até mesmo acionar uma sirene de alerta informando que o dispositivo foi roubado ou perdido. E, o mais importante, você pode deletar todos os seus dados para evitar que sejam usados por outras pessoas.

A realidade é uma só: privacidade online já não existe mais! É preciso agora manter-se seguro! Você já fez a sua parte?

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19, agosto, 2014

5 passos para gerenciar a segurança de dados em pequenas empresas

Em artigos anteriores sobre segurança de TI (Tecnologia da Informação) para micro e pequenas empresas, discutimos aqui a importância do “console de administração remoto” que permite o gerenciamento das atividades de vírus da rede de computadores de uma certa empresa. Também discutimos as diferenças entre a criação de uma “área de trabalho” para a criação de uma rede empresarial ou o uso de um servidor com o mesmo objetivo.

Esses artigos em si poderiam ser o bastante para explicar quais são as opções que micros e pequenos empresários possuem atualmente ao desenvolver seus “centros de segurança de TI”, ou seja, um departamento dentro da empresa que fiscalizará e combaterá ataques de vírus e furtos de dados empresariais.

Você sabe de onde seus dados empresarias vêm e para onde vão? Sem sim, ótimo. Este é somente o primeiro passo para proteger sua empresa

Você sabe de onde seus dados empresarias vêm e para onde vão? Sem sim, ótimo. Este é somente o primeiro passo para proteger sua empresa

Entretanto, decidimos em ir um pouco mais a fundo e analizar quais são os vários fatores em torno desse processo de criação do centro de segurança. E aqui vão algumas dicas:

  1. Primeiramente, responsabilize uma única pessoa por este trabalho. Este profissional não precisa ser contratado especificamente para ser o seu administrador de sistema, aliás o melhor é dar esta função a alguém já dentro da empresa que tenha bons conhecimentos de gerenciamento de negócios.
  2. Faça uma análise de seus invetários. Coloque no papel exatamente todos os computadores e software que você possui na empresa e os dados que são alí monitorados. Tente traçar os caminhos que diferentes informações tomam dentro desses canais, ou seja, de onde a informação vem e para onde e como ela vai. Por exemplo: se você possui uma loja de roupas, descreva como os dados da venda de seus produtos são inseridos no sistema, de qual tipo de computador, etc. Depois faça o mesmo com os dados de compra daquele produto. Ah, e também não se esqueça que pode ser que alguém na sua empresa (ou você mesmo) pode estar acessando seus dados empresariais via smartphones. Não esqueça de incluí-los no inventário! Dessa forma, você verá que os dados de sua empresa seguem caminhos diversos e descubrirá os riscos que corre em cada passo.
  3. Faça uma análize das vulnerabilidades do seu sistema. A palavra sistema aqui significa a forma como a sua empresa trabalha e não tão somente sistema da informação (o que está diretamente ligado a TI). Neste processo, é importante entender como seus funcionários utilizam a rede de computadores da sua empresa e como dados são inseridos manualmente. Veja quais são as potenciais brechas que podem levar a, por exemplo, um ataque de “engenharia social”, onde a troca de informações online revelam detalhes importantes que podem ser usados para furto de identidade, dados e dinheiro. Por exemplo, a divulgação de uma senha em redes sociais por parte do empregado.
  4. Verifique e atualize seus programas constantemente. Uma das maneiras mais fáceis de hackers e crackers invadirem sistemas empresariais é através de software desatualizados. Recentemente a Windows anunciou que não daria mais suporte ao XP, obrigando muita gente a migrar para uma versão mais nova. Entretanto, dificilmente você ouvirá anuncios como esses vindo de firmas menores, portanto, mantenha o olho aberto no tipo de software que você está usando, não é só Windows que é importante: JavaScript, sistema de CRM, etc são tão importantes quanto seu sistema operacional.
  5. Pense em criptação de dados. Uma maneira segura de armazenar dados é através da criptografia, pois com ela letras e palavras são embaralhadas dificultando a leitura dos mesmos. Uma simples pesquisa online usando expressões como “empresas de criptografia” lhe dará várias opções de serviços.

Seguindo os passos acima você terá em mãos o seu sistema e saberá quais são os locais mais vulneráveis dentro do seu sistema e o que fazer para torná-los mais seguros. Entretanto, a história não acaba aí. Para que tudo esteja sempre sob controle é preciso instalar um antivírus empresarial que lhe dará o poder de gerenciamento do seu sistema. E é aí que entra a necessidade de ter um produto com console de administração remoto, onde todas as atividades de vírus e tentativas de ataques de hackers poderão ser vistos de um único computador.

E não pense que por ser uma pequena empresa você não está em risco. Com grandes multinacionais investindo mais e mais em segurança, hackers estão a cada dia mais interessados em firmas com um número limitado de funcionários, pois sabem que as chances de sucesso neste ambiente são muito maiores.

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15, agosto, 2014

Furto de 1 bilhão de senhas online: o que mudou depois de 1 semana?

Na semana passada caiu como uma bomba a notícia de que crackers russos haviam furtado 1,2 bilhão de senhas afetando milhões de usuários de internet e empresas no mundo inteiro. Grande redes de televisão como CNN e BBC deram grande destaque a este incidente e vários especialistas em tecnologia da informação vieram a público para informar que devemos trocar nossas senhas imediatamente! Mas o que exatamente mudou desde que este crime foi identificado?

O maior problema do furto de senhas não é o furto em si, mas a potencial comercialização desses dados depois

O maior problema do furto de senhas não é o furto em si, mas a potencial comercialização desses dados depois

 

Para fazer um teste, deixei uma das minhas contas de e-mail com a mesma senha de antes. E pelo que me parece até agora o número de spams não cresceu e nem diminuiu. Portanto, começo a imaginar que esses russos aí já tinham minha senha de acesso muito antes desse furto ser anunciado. De qualquer forma, isso não significa que o estrago foi pequeno.

O problema não está apenas na quantidade de spams que você recebe, mas principalmente ao tipo de informação que estes criminosos podem acessar, não somente de você mas de seus contatos também. Esses dados não precisam ser utilizadas somente pelos cibercriminosos em si, mas eles podem vendê-los a outras pessoas que estão em busca de indivíduos com as suas características (ou criminosos atrás de você especificamente).

Entretanto, o mais interessante desta história é que parece que usuários de internet ainda não notaram um detalhe importante: este é o nosso mundo agora, a realidade nua e crua! Ninguém está livre de ataques online, seja após o furto de 1 bilhão de senhas ou durante um período de “paz virtual” como vivenciamos antes deste crime.

Portanto, além de voltar a apertar na mesma tecla do “mude sua senha a cada 3 ou 6 meses”, vou deixar aqui algumas dicas de como você pode evitar de se tornar alvo desses criminosos:

1)      Se você usa com frequência internet pública/aberta em shopping centers, restaurantes, universidades, etc… instale um VPN (Virtual Private Network) no seu computador, tablet ou telefone. Dessa forma, crackers e hackers dificilmente terão acesso ao seu equipamento, mesmo que consigam invadir a rede pública a qual você está conectado.

2)      Utilize um sistema de memorização de senhas para que você possa manter todos os seus acessos restritos e resguardados com um sistema de criptografia de nível militar. Além do mais, com esse serviço não é necessário ficar guardando na mente aquelas dezenas de senhas que você tem para cada site, email, registro, etc.

3)      Pode parecer meio redundante, mas a dica mais importante é: instale um antivírus na sua máquina, seja ela um computador, laptop, tablet ou telefone. É incrível o número de pessoas que eu conheço e que confessam não ter antivírus em seus equipamentos. Eles dizem: “mas eu não faço nada demais com meu PC. Não baixo arquivos perigosos, não entro em sites suspeitos, blá, blá, blá”. Você pode ser a pessoa mais cuidadosa do mundo, mas a verdade é que sem um firewall, por exemplo, você sempre estará em risco de se tornar uma vítima de espionagem e furto de identidade. Adquira um antivírus que possua proteção para compras online, que atualize seus programas automaticamente, que tenha um firewall eficiente, que possa alertá-lo de emails fraudulentos, que te habilite a baixar arquivos suspeitos em um sandbox e que te ajude a restaurar seu PC em caso de ataques.

Enfim, entramos numa era digital que não tem volta. Embora o governo alemão vem pensando em arquivar seus dados mais privados na gaveta em papéis cujos conteúdos serão escritos na velha máquina de datilografar, é impossível pensar que voltaremos à época do mimiógrafo, dinheiro só em papel, pagamento de contas só no banco e computador só para jogar Enduro.

Seja precavido e tenha uma vida virtual mais segura!

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13, agosto, 2014

Como escanear pen drives para manter seu computador longe de vírus

Era julho de 2010 e minha ex-chefe adentrava ofegante o saguão de um hotel em Londres onde participaríamos de uma conferência executiva. Ela havia esquecido o pen drive de sua apresentação no escritório e embora tivesse uma cópia do arquivo em PowerPoint no laptop, precisava baixar tudo em um pen drive para que este fosse entregue à equipe técnica responsável por gerar as imagens da apresentação no telão. Como naquela época wi-fi ainda estava engatinhando e hotéis cobravam caro por um acesso à rede, não tínhamos como usar bluetooth ou mesmo e-mail para baixar os slides. Conclusão, tivemos que apelar para um pen drive emprestado por um dos rapazes da equipe técnica.

A apresentação acabou sendo um sucesso, mas o computador da minha ex-chefe foi contaminado por um vírus contraído através do pen drive. O malware não é era nada de mais e conseguimos removê-lo sem problemas, mas o susto causado ao identificar o vírus e o tempo gasto para limpá-lo foi um tanto quanto estressante.

Neste dia percebi o quão importante é escanear um pen drive antes de abrí-lo em meu computador. E embora a tecnologia atual nos permite utilizar mecanismos diferentes para salvar, arquivar e compartilhar arquivos grandes, usando por exemplo “sandboxes”, navegação nas núvens, etc, pen drives continuam a existir e podem sim causar transtornos sérios aos seus usuários.

Para evitar este tipo de problema, vamos mostrar aqui uma ferramenta que a Avast criou já há muitos anos e pode ser usada por quem possui tanto as versões pagas quanto gratuítas dos produtos da empresa. Aqui vai um passo a passo de como escanear um pen drive ao conectá-lo ao seu computador:

Passo 1

Se você possui o avast! antivirus em seu computador, abra a interface principal do programa. Abaixo você vê a interface que eu retirei do meu computador. Lá clique sobre o botão “Escaneamento” realçado em vermelho na imagem abaixo:

PS_1

Passo 2

Na página de escaneamento clique sobre a seta localizada no lado direito da tela onde você poderá escolher as opções de escaneamento. Abaixo a seta está indicada em vermelho:

PS_2

Passo 3

As opções de escaneamento aparecerão e você poderá escolher pelo “Escaneamento da mídia removível”, como pode ser visto na seguinte imagem:

PS_3

Passo 4

Uma vez a sua opção de escaneamento foi determinada, clique sobre o botão “Iniciar” localizado à direita das opções de escaneamento e aguarde pelo processo de varredura.

PS_4

Passo 5

Uma vez o escaneamento é finalizado, você será avisado sobre o resultado desta varredura. Como pode ser visto na imagem abaixo o meu pen drive não contém nenhum tipo de ameaça.

PS_5

Este processo de escaneamento não demora muito tempo! Caso o pen drive não esteja contaminado são questões segundos para que você receba a mensagem positiva. Entretanto, hoje em dia alguns pen drives possuem um grande espaço para armazenamento de arquivos, imagens, vídeos, etc, portanto, pode ser que o seu escaneamento demore alguns minutos para ser feito.

Um dos mais de 30 milhões de usuários avast! no Brasil, José Luiz Souza, enviou à página brasileira da avast! no Facebook um pedido para a criação de um mecanismo em que permita o escaneamento automático do pen drive assim que o mesmo é conectado ao computador. Entretanto, o grande problema disso é que se você é como eu, que usa 2 ou 3 diferentes pen drives conectando e desconectando os mesmos várias vezes ao dia, o escaneamento automático poderia se tornar um transtorno.

De qualquer forma, a sugestão do José Luiz é interessante e vale a pena ser levada em consideração. O que você leitor acha da idéia? Gostaria que seu pen drive fosse automaticamente escaneado cada vez que o conecta ao seu computador?

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11, agosto, 2014

3 maneiras de deixar computadores empresariais antigos protegidos

De acordo com dados publicados pelo CETIC (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), 97% das empresas brasileiras com um número de funcionário entre 10 e 49 pessoas continuam usando computador de mesa, esse número sobre para 99% em empresas de pequeno/médio porte que possuem entre 50 e 249 funcionários. Isso mostra que o bom e velho desktop continua com força total no mundo dos negócios o que nos faz endagar: realmente é necessário renovar a infraestrutura de TI da sua micro ou pequena empresa para garantir maior segurança online?

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Você acha que computadores de mesa é coisa de ficção científica do passado? Saiba que a segurança da sua rede empresarial depende mais do que está dentro do seu PC

Agências de publicidade geralmente não possuem mais aquele “velho trambolho” no canto das mesas pois modernizar nesses casos não é só uma questão de escolha, mas necessidade! Muitos dos funcionários nesse ramo trabalham em casa ou diariamente visitam clientes. Além do mais, os laptops e tablets ajudam a dar um ar mais “hype” no ambiente!

Já outros setores, como por exemplo industrial, o desktop ajuda a manter uma certa organização na empresa. Enfim, seja lá qual for caso, a realidade é que quando falamos em sistemas de TI empresariais o mais importante não é o hardware, o equipamento em si, mas o software, aquilo que vai dentro da máquina.

É preciso ter uma interface fácil de ser usada seja lá qual for a idade do usuário, o nível de conhecimento técnico do mesmo e como o computador é usado diariamente. Qualquer software precisa ser ágil, leve e prático, pois ter o computador mais moderno do mercado não significa que a performance e a segurança do seu trabalho serão melhores.

Outro detalhe importante: muita gente acha que adquirindo produtos mais modernos ficará livre de vulnerabilidades e ataques de hackers, o que não é verdade! Novamente, o problema não está no hadware, mas no software. Correr riscos é uma realidade do mundo virtual, mas há maneiras de amenizar este problema com um investimento bem modesto.

1)      Atualização automática de programas: uma das maneiras que hackers e crackers conseguem invadir computadores e sistemas é através de programas antigos que não são mais usados mas continuam instalados no computador. Esta é uma brecha que pode ser facilmente superada se o seu sistema possuir uma solução que atualiza automaticamente os programas lá instalados. Um antivírus pode fazer esse trabalho pra você.

2)      Controle remoto da rede de computadores: se você tem uma rede de computadores na sua empresa, mesmo que esta seja uma micro ou pequena empresa, pense que manter o controle da atualização do antivírus pode ajudá-lo a evitar surpresas desagradáveis. E o melhor disso, você não precisa limitar o acesso de seus funcionários a certos websites. Dê liberdade aos que trabalham com você, mas use um sistema de controle remoto das atividades de vírus em sua rede para manter um maior controle da segurança dos seus dados empresariais.

3)      Instale um firewall confiável: mesmo que você tenha todos seus programas atualizados é necessários protegê-los. A melhor maneira de fazer isso é através de um firewall, que impede o acesso de hackers ao seu ambiente virtual de trabalho e, mesmo que isso ocorra, o cibercriminoso não conseguirá retirar nenhuma informação de lá de dentro caso você tenha um firewall confiável. Geralmente o antivírus que você usa na sua firma já vem com firewall, caso negativo, procure por um antivírus diferente ou uma solução única de firewall.

O mundo da segurança virtual é complexo, mas isso não significa que produtos novos podem lhe dar uma maior proteção. Atente-se ao seu software e mantenha boas práticas de uso da internet e dificilmente você e sua empresa se tornarão vítimas de cibercriminosos.

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6, agosto, 2014

Apresentamos o mais novo cartão de crédito e débito: seu celular

De acordo com uma matéria escrita pelo jornalista Paulo Britto do Valor Econômico e publicada em novembro do ano passado no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o pagamento de contas via telefone celular vem ganhando força e a grande maioria dos especialistas entrevistados para o artigo acreditam que esta é uma tendência que veio para ficar.

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

De acordo com a matéria, essa nova forma de pagamento dará mais suporte aos não correntistas e pessoas de baixa renda para fazerem compras usando o sistema de crédito no celular, em vez de carregar dinheiro vivo sacado de um banco.

Entretanto, uma pesquisa publicada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e realizada entre 2012 e 2013, aponta para um aumento de 6%  no número de contas correntes em todo o país, com um crescimento de 9% de cartões de crédito no mesmo período.

Isso demonstra que, embora a opção de pagamento via celular já uma realidade, o setor bancário continua crescendo a passos largos, provando que mesmo pessoas de baixa renda têm procurado uma maneira de manter seu dinheiro em um local seguro.

Porém, um outro fenômeno que ocorreu nos últimos 2 anos foi a debandada de correntistas para o internet banking e o uso do celular como uma forma de manterem-se informados sobre a situação de suas reservas nos bancos. De acordo com a mesma pesquisa, em 2009 apenas 31% das operações bancárias ocorriam via internet ou telefone celular, ao passo que a grande maioria dos usuários (52%) preferiam ir até uma agência ou um caixa eletrônico para realizar qualquer tipo de comunicação com o banco (por exemplo: depósito, acesso aos movimentos bancários, etc). Em 2013 esse quadro se inverteu. Até o fim do ano passado, 47% de transações bancárias foram realizadas via internet ou no celular, enquanto que somente 37% dos correntistas optaram por ir pessoalmente à uma agência ou caixa eletrônico. Uma pequena parcela de transações (17%) são feitas nos chamados pontos de serviços (ou em inglês POS), como por exemplo, um caixa de restaurante, supermecado, etc, e continua praticamente no mesmo nível desde 2009.

Ainda de acordo com a Febraban, em 2013 o uso do mobile banking teve um aumento de 6% no ano, com um crescimento médio de 270% nos últimos cinco anos. E embora apenas 3% dessas transações via celular possui algum tipo de movimentação financeira, isso demonstra o quanto correntistas em todo o Brasil apreciam a comodidade do uso de smartphones para cuidar de suas finanças.

Esse crescimento trás à tona outras questões, como o sistema de segurança dos aparelhos para compras e movimentação de dinheiro. Os sites de bancos no Brasil são, no geral, muito seguros e vulnaribilidades em aparelhos móveis são ainda casos bem recentes. Entrentanto, não há dúvidas nenhuma de que é uma questão de tempo para hackers ao redor do mundo começarem a investir pesado em crimes cibernéticos focados exatamente em telefones celulares.

Quando recentemente a AVAST fez um teste com 20 aparelhos móveis comprados de segunda mão online e tentou recuperar os dados desses equipamentos, chegou até mesmo a encontrar um requerimento de empréstimo bancário totalmente preenchido, ou seja, se estas informações caíssem em mãos erradas, o estrago poderia ser maior do que se imagina.

Ainda falta regulamentar muita coisa na área de pagamento via telefone celular, mas uma coisa é certa, a questão da segurança passa a ser primordial. Não basta apenas ter um PIN de acesso ao seu telefone, é preciso criptografar seus dados, sobrescrever os arquivos apagados e utilizar aplicativos de segurança que lhe ajudarão a encontrar seu telefone em caso de perda, roubo ou furto.

Em breve, o telefone será seu novo cartão de crédito e até mesmo dinheiro vivo. Você está realmente preparado para esta mudança?

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4, agosto, 2014

Como evitar ataques de Engenharia Social à sua microempresa

Se você nunca ouviu falar de Engenharia Social talvez esteja pensando que isto seja algo ligado a algum ramo de engenharia focada na área social. Mas não é bem assim! Engenharia Social é como descrevemos ataques de cibercriminosos a informações confidenciais de uma empresa, seja ela micro, pequena, média ou grande.

Phishing, uma das maneiras mais populares de Engenharia Social. A sua empresa está pronta para combater este mal?

Mensagem do banco Nordea informando seus clientes sobre Phishing, uma das maneiras mais populares de Engenharia Social

Uma das técnicas de Engenharia Social mais conhecidas é o phishing, que ocorre quando ao receber um e-mail informando que você acabou de ganhar R$ 100.000 também pede para que você informe seus dados pessoais pois assim o pagamento de seu prêmio poderá ser efetuado. Alguns golpes de phishing são facilmente identificados pela vítima, que ao suspeitar da linguagem informal do texto, erros gramaticais na mensagem e o endereço de email desconhecido, acabam optando por não fornecer os dados.

Outros golpes são um pouco mais “robustos” e cibercriminosos fazem cópias praticamente idênticas de um site idôneo, como por exemplo um banco, para enganar a vítima. Embora estas sejam práticas muito conhecidas, elas continuam populares e atingindo muita gente, principalmente as pessoas mais idosas que entraram para o “mundo virtual” recentemente e não sabem dos perigos que correm.

Mas a pergunta é: o que isso tem a ver com a minha empresa?

Um erro fatal que microempresários cometem ao abrirem suas empresas é não levar a segurança de dados de maneira séria desde o início; afinal de contas: “por que devo ser tão cuidadoso se no momento somente 3 pessoas trabalham comigo e todas são de total confiança?”

O problema é que, conforme uma empresa começa a crescer, e novos funcionários são contratados, o risco da mesma se tornar uma vítima de cibercriminosos aumenta. Nesses casos, a gerência da companhia passa a dar informações confusas ao seus empregados sobre como lidar com a internet no ambiente de trabalho, pois não estão preparados para ataques em potencial.

E é dessa forma que cibercriminosos tomam proveito da situação. Na ânsia de querer ser útil e mostrar serviço, funcionários que não possuem o devido treinamento e nenhum conhecimento sobre engenharia social, acabam por cometer equívocos que colocam em cheque não somente a própria privacidade do funcionário, mas também os dados secretos da empresa.

Recebemos todos os dias aqui na AVAST pedidos de ajuda por parte de nossos usuários sobre como lidar com spams e víruses que contraíram online, o que mostra que mesmo pessoas jovens e com um conhecimento básico (e até mesmo avançado) de TI, acabam se tornando vítimas.

É claro que a esta altura você deve estar pensando que vamos sugerir a você a instalação de um antivírus em sua rede de computadores, certo? Entretanto, embora isso realmente seja um ótimo passo inicial para garantir uma melhor proteção de seus dados, lembre-se que após a instalação do antivírus, regras claras e específicas sobre como a internet dentro da sua empresa deve ser usada precisam ser implementadas para evitar ataques de engenharia social.

Ao falar sobre isso, muitos empresários já pensam em proibir o uso de canais de mídia social (como Facebook, Twitter, Instagram, etc) no serviço, mas esta atitude além de interroper o processo de promoção de sua empresa na internet por parte de seus funcionários, dificilmente resolverá o problema, pois como dito, cibercriminosos podem conseguir acesso aos seus dados confidenciais até mesmo via e-mails.

A melhor maneira de lidar com isso é criando o mais rápido possível um guia de boas práticas de uso da internet. A Febraban (Federação Brasileira de Bancos), por exemplo, tem uma “Cartilha de Redes Sociais”, que poderia ser usada como inspiração para moldar o guia da sua empresa.

Para que essa iniciativa funcione bem, adicione informações especificamente relacionadas à sua industria, comércio e atividades internas. Realce o perigo de golpes de phishing  e (como mais conhecido recentemente), spearphishing.Deixe claro o que cada funcionário deve fazer caso suspeite de algo, quem ele ou ela deve procurar para informar sobre a situação e encoraje as pessoas a falar sobre o assunto com seus colegas.

Se possível, organize ao menos a cada semestre uma reunião com todos os seus funcionários informando sobre os ataques mais recentes e dê informações sobre o que fazer para que eles não se tornem as próximas vítimas.

Manter o guia de boas práticas exposto em locais visíveis dentro do escritório também é fundamental. Ajude seus funcionários a se lembrarem deste importante “detalhe” que eles retribuirão o favor criando uma rede de administração segura para a sua empresa.

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31, julho, 2014

Segurança na internet – Parte 2: golpes na internet

A internet é um espaço de compartilhamento e diálogo. Mas junto com este ambiente positivo nos deparamos com conteúdos impróprios para crianças – como sites pornográficos – ou racistas e discriminatórios, cibercriminosos tentam roubar seus dados pessoais ou seus dados bancários (e de cartões de crédito). Às vezes, pode passar pela cabeça do usuário comum que ninguém tem interesse no seu computador e que nosso computador não pode ser encontrado nesta multidão.

Heartbleed, free antivirus, password, security

No mundo virtual de hoje em dia, o cuidado com sua senha e dados pessoais deve ser redobrado

É um engano, os criminosos é quem passam ocultos na multidão e utilizam o seu computador para base de ataques a outros, disseminando vírus (malwares) ou spam. Além disso, é bom você ter presente que os sistemas bancários e os sites contam, em geral, com um maior arsenal de segurança e que o seu computador (celular ou tablet), que é o verdadeiro ponto fraco em tudo isso.

Um dos golpes comuns é o que acontece quando você tem seus dados pessoais de identificação roubados. Pode ser o seu CPF, mas também os dados para entrar em um site (nome do usuário e senha). Da posse destes dados, os golpistas começam a atuar em seu nome, enviando e-mails, realizando compras, enfim, causando prejuízos não só financeiros, mas também à sua reputação. Podem disseminar informações falsas ou fotos e dados pessoais. Isto pode trazer dificuldades no seu emprego e em sua vida pessoal e familiar.

O cuidado com suas senhas é fundamental. Utilize senhas diferentes para serviços e sites na internet. Monte senhas chamadas fortes: com letras maiúsculas e minúsculas, símbolos e números. Algo que não seja evidente e possa ser descoberto rapidamente por outro computador. O avast! oferece uma solução automatizada para suas senhas, chamada avast! EasyPass. Desta forma, utilizando senhas seguras e diferentes, os golpistas não conseguirão facilmente adivinhar seus dados, entrar nos sites ou fazer compras em seu nome.

Esteja muito atento e não responda a emails e promoções que prometem um retorno depois que você fizer algum tipo de pagamento ou antecipação. Nunca participe como intermediário de operações financeiras. Desconfie de entidades que solicitam doações e procure encontrar os sites oficiais para contribuir. Nunca forneça seus dados bancários para “promessas de prêmios ou crédito pessoal”. Mais recentemente, falsas empresas oferecem emprego em troca de pagamento antecipado.

Outros golpes que estão se disseminando são o pedido de recursos para efetuar viagem para que, finalmente, duas pessoas que estavam namorando pela internet poderem se encontrar… Na verdade, depois de você pagar, nunca mais verá o seu amor… Que dicas podemos dar para desconfiar destes golpes? Em geral, exigem decisões rápidas e sigilosas e, curiosamente, estão cheias de erros de português, pois geralmente utilizam tradutores automáticos para aplicar os golpes em pessoas ao redor de todo o mundo.

Leia mais:
Segurança na internet – Parte 1: não tenha mais medo, aprenda com o avast!

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29, julho, 2014

Novo celular promote bater Apple e Samsung com preço a R$ 100

Uma fabricante de telefones celulares na India, a Karbonn Mobiles, acaba de lançar seu mais novo smartphone: o A50. Esse produto promete revolucionar o mercado de telefones celulares com um preço final por volta de 100 reais. O aparelho atualmente só está à venda na India, mas você pode adquiri-lo via internet pois a este preço os custos de importação são quase zero.

Imagem de divulgação do novo A50 da Karbonn Mobiles, na India. Smartphone a R$ 100

Imagem de divulgação do novo A50 da Karbonn Mobiles, na India. Smartphone a R$ 100

Uma das grandes vantagens do A50 é a possibilidade de usar duplo cartão SIM, dando ao usuário a praticidade de mudar de provedores e número do telefone sem a necessidade de trocar de aparelho. Um outro detalhe importante é que embora o A50 venha com apenas 512MB de memória no chip interno, o usuário pode aumentar a capacidade do aparelho para 32GB com cartões de SD. Ou seja, a capacidade de armazenamento fica igual a um iPhone, por exemplo.

O processor de 1.2GHz e memória RAM de 256MB são suficientes o bastante para você acessar seu Facebook, e-mail e até mesmo baixar jogos e música. Entretanto, um detalhe que poderia ser um pouco melhor é a qualidade da tela, que atualmente é de apenas 480×320 pixels (o iPhone 5 tem uma resolução de 1136×640 pixels). Portanto, se você é um fã de cinema e gosta de assistir filmes em seu celular, talvez esta não seja a melhor opção.

Um outro detalhe negativo fica por conta da câmera de 2 megapixels que, além de ter uma baixa resolução, só está disponível na parte de trás do aparelho, obrigando o usuário a se contorcionar para fazer selfies. Além do mais, conversas via Skype ou Google Hang-Out seriam um pouco complicadas através de vídeos.

Moral da história, se você está a procura de um smartphone barato para as tarefas básicas do dia a dia, o A50 da Karbonn pode ser a escolha ideal. Rodando no sistema Android, este aparelho é rápido o bastante para acessar a internet e é um tanto quanto conveniente para tocar música.

Há algumas lojas na internet já oferecendo o A50 com o preço em torno de R$ 100. Entretanto, é bom lembrar que a grande maioria dessas lojas estão localizadas na India e, portanto, o preço divulgado é em rúpia indiana (1 real custa em torno de 27 rúpias).

Isso dito, tome cuidado com os sites que você fará a transação, compre somente de lojas autorizadas (onde a página de pagamento começa com http), utilize computadores em redes fechadas e caso você não tenha um antivírus na sua máquina, instale um antes de fazer a compra.

Alguns analistas de smartphones nos Estados Unidos, Reino Unido e Europa já colocam o A50 como uma ameaça aos poderosos aparelhos da Samsung e Apple, principalmente devido ao preço. E se considerarmos o mercado de países emergentes como o Brasil, este produto tem realmente um grande potencial de venda. Resta saber se ele funcionará bem o bastante para fazer frente às gigantes da telefonia móvel.

E aí, o que você acha? Um smartphone a 100 reais é negócio? Ou você prefere investir um pouco mais em um aparelho de marca renomada, como Apple ou Samsung?

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25, julho, 2014

4 razões para você não instalar antivírus no seu celular

Depois que empresas de antivírus passaram a investir pesado no desenvolvimento de produtos para celulares, algumas companhias do setor de telefonia começaram a contra-atacar dizendo que isso não passa de muito barulho por nada e que aparelhos móveis são seguros o bastante para viver sem proteção.

Celulares e tablets se tornaram uma febre no mundo inteiro e hoje já passaram a ser alvos de hackers

Hoje em dia celulares e tablets são uma febre no mundo inteiro e se tornaram um ótimo alvo para cybercriminosos

Não há dúvidas de que a grande maioria dos hackers preferem atacar computadores, pois sabem que é lá que as pessoas hoje em dia guardam seus dados mais vitais, fazendo do celular um alvo de menor importância. Entretanto, a cada dia que passa usamos mais o celular do que o computador, seja por conveniência de poder carregar tudo que precisamos no bolso da calça ou por simples paixão pelas telinhas móveis.

Isso dito, a conclusão é a seguinte: hoje os cybercriminosos ainda focam em ataques a computadores, mas com o aumento no uso de telefones celulares no Brasil e no mundo, eles poderão mudar de estratégia do dia para a noite.

Portanto, aqui vão 4 razões para você não baixar um antivírus no seu telefone:

1)      Você não salva nenhuma informação importante em seu celular: caso você seja uma das poucas pessoas que não faz nada com o seu celular além de ligar para os amigos, então talvez pode-se dar ao luxo de não usar um antivírus no celular. Mas se em alguma vez na vida você fez compras via telefone móvel, então lembre-se que seus dados estão possivelmente armazenados em algum local de fácil acesso.

2)      Você acredita fielmente que o seu celular jamais substituirá o computador: se você está 100% certo de que o desenvolvimento tecnológico que vivenciamos nos últimos 14 anos não continuará a passos tão largos, então não há necessidade nenhuma de usar antivírus no celular, pois possivelmente você não pretende aposentar seu laptop tão cedo.

3)      Você não corre o risco de perder ou ter seu celular roubado: caso você viva em um local seguro o bastante para ter certeza de que seu telefone móvel não vai cair em mãos erradas, então não se preocupe em instalar um antivírus com sistema antifurto. Isso será inútil!

4)      Você não usa internet aberta: talvez você jamais precisará de uma Wi-Fi para acessar a internet no seu celular, mas caso precise então mantenha em mente que são em locais como esses que corremos os maiores riscos de ataques e contaminação.

Ou seja, se você se sente pelado ao sair de casa sem celular, acessa a internet através dele em wifi de shopping center, anda de carro ou a pé pelas ruas das principais cidade do Brasil e armezena mais de 50% dos seus dados pessoais neste pequeno aparelho de mão, então está na hora de instalar um antivírus nele, ao menos uma versão gratuíta.

Lembre-se que hackers trabalham 24 horas dia, 7 dias por semana para encontrar vulnaribilidades em sistemas operacionais e conforme aumenta o número de usuários de telefones, sobe também o interesse por descobrir formas de implementar novos ataques. Segundo a Anatel, em março deste ano o Brasil possuía mais de 270 milhões  de telefones celulares ativos, o que representa mais do que a população do país (aproximadamente de 200 milhões de pessoas).

Com essa debandada para o uso de celulares no Brasil, você tem alguma dúvida de que hackers já estão investindo em ataques a telefones móveis?

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