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Textos com Etiquetas ‘segurança móvel’
22, agosto, 2014

Novos métodos de malware ataques a smartphones começam a ganhar força

No mês passado publicamos aqui alguns dados que mostram o crescimento do uso do celular no Brasil debatendo uma frase do vice-presidente do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, que disse em 2012 que o futuro da internet será o celular. De acordo com relatórios do governo federal (também publicados no texto mencionado), a internet móvel cresceu 416% entre 2010 e 2014 no Brasil. Esse salto não foi apenas visto em nosso país, mas no mundo todo, abrindo espaço para hackers e crackers explorarem a vida virtual que carregamos em nossos bolsos!

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Intercepção da comunicação entre servidores de aplicativos para celulares e BTS pode se tornar a mais nova forma de ataque a telefones móveis

Não há dúvidas nenhuma de que ataques de vírus a telefones móveis ainda estão passando por uma fase inicial de vida, mas o “embrião” que surgiu em 2007 cresceu, ganhou forma e nasceu. Hoje já é um pequeno bebê, capaz de entender o mundo ao seu redor. E o pior, assim como outra criança na sua idade, não conhece os perigos e está disposto a tudo para conseguir o que quer.

Por outro lado, o celular se tornou parte de nós mesmos. Há quem não consiga sair de casa sem ele e, quando sai, sente um vazio tremendo, como se estivesse andando pelado pelas ruas. É nele que hoje em dia acessamos nossas redes sociais, lemos livros e jornais, assistimos vídeos e (o mais importante), pagamos nossas contas. Ou seja, muita informação importante que hackers ao redor do mundo não podem deixar de explorar.

De acordo com Filip Chytry, Malware Analista na Avast antivírus, uma nova forma de ataque será através da comunicação entre os servidores dos aplicativos e os BTSs (Base Transceiver Stations), ou seja, alguém invade a comunicação ente o servidor e o BTS e pode ter acesso a qualquer conteúdo. “Os ataques feitos por intermediários nessa comunicação via servidores dos aplicativos significa que hackers de smartphones poderão redirecionar a comunicação entre o usuário e o servidor ou até mesmo infectar o aparelho instalando nele vírus através do aplicativo”, descreve Chytry.

Se este tipo de técnica realmente se firmar, as possibilidades de ataques serão imensas. “Hackers poderão restaurar detalhes bancários se eles conseguirem interceptar a comunicação do usuário com o aplicativo durante uma transação”, explica Chytry.

Como dito, uma investida desta ainda está em fase de prospecção, mas já está bem encaminhada! Recentemente, dois crackers conseguiram invadir telefones, tablets e computadores que rodam em iOS (o sistema operacional da Apple famoso por ser altamente seguro), através de um aplicativo bem conhecido, o Instagram. Vale lembrar que neste caso, os aparelhos explorados estavam ligados a uma internet aberta ou wi-fi pública.

Como fazer para se proteger

A pergunta que fica é: como vou me proteger? Devo passar a andar pelado, ou seja, sem meu celular?

Bem, não é necessário ir tão longe! Os bancos brasileiros possuem ótimos sistemas de segurança, embora não revelam dados oficiais de possíveis ataques online às contas de seus clientes. Entretanto, usamos muito cartão de crédito para pagamentos via internet e também publicamos e acessamos informações sensíveis em nossas redes sociais via telefone, o que pode levar a problemas ainda mais sérios.

O ideal seria criptografar todos os seus dados, mas isto ainda não impede ataques. Portanto, para garantir a sua segurança, a melhor dica é instalar um antivírus em seu telefone assim como você faz em seu PC. E mesmo que você criptografe seus dados, utilize um VPN (Virtual Private Network), assim você poderá acessar a internet em locais públicos sem riscos.

E é bom lembrar que os sistemas de antivírus hoje em dia possuem também o chamado “anti-theft”, um programa antifurto que ajuda você a localizar seu aparelho em caso de roubo, furto ou perda.

O mundo digital está se tornando cada vez mais perigoso e a vida virtual que carregamos nos bolsos através de nossos smartphones é a próxima vítima na mira de cibercriminosos. Portanto, tome uma atitude hoje para não se tornar a presa de amanhã!

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6, agosto, 2014

Apresentamos o mais novo cartão de crédito e débito: seu celular

De acordo com uma matéria escrita pelo jornalista Paulo Britto do Valor Econômico e publicada em novembro do ano passado no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o pagamento de contas via telefone celular vem ganhando força e a grande maioria dos especialistas entrevistados para o artigo acreditam que esta é uma tendência que veio para ficar.

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

De acordo com a matéria, essa nova forma de pagamento dará mais suporte aos não correntistas e pessoas de baixa renda para fazerem compras usando o sistema de crédito no celular, em vez de carregar dinheiro vivo sacado de um banco.

Entretanto, uma pesquisa publicada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e realizada entre 2012 e 2013, aponta para um aumento de 6%  no número de contas correntes em todo o país, com um crescimento de 9% de cartões de crédito no mesmo período.

Isso demonstra que, embora a opção de pagamento via celular já uma realidade, o setor bancário continua crescendo a passos largos, provando que mesmo pessoas de baixa renda têm procurado uma maneira de manter seu dinheiro em um local seguro.

Porém, um outro fenômeno que ocorreu nos últimos 2 anos foi a debandada de correntistas para o internet banking e o uso do celular como uma forma de manterem-se informados sobre a situação de suas reservas nos bancos. De acordo com a mesma pesquisa, em 2009 apenas 31% das operações bancárias ocorriam via internet ou telefone celular, ao passo que a grande maioria dos usuários (52%) preferiam ir até uma agência ou um caixa eletrônico para realizar qualquer tipo de comunicação com o banco (por exemplo: depósito, acesso aos movimentos bancários, etc). Em 2013 esse quadro se inverteu. Até o fim do ano passado, 47% de transações bancárias foram realizadas via internet ou no celular, enquanto que somente 37% dos correntistas optaram por ir pessoalmente à uma agência ou caixa eletrônico. Uma pequena parcela de transações (17%) são feitas nos chamados pontos de serviços (ou em inglês POS), como por exemplo, um caixa de restaurante, supermecado, etc, e continua praticamente no mesmo nível desde 2009.

Ainda de acordo com a Febraban, em 2013 o uso do mobile banking teve um aumento de 6% no ano, com um crescimento médio de 270% nos últimos cinco anos. E embora apenas 3% dessas transações via celular possui algum tipo de movimentação financeira, isso demonstra o quanto correntistas em todo o Brasil apreciam a comodidade do uso de smartphones para cuidar de suas finanças.

Esse crescimento trás à tona outras questões, como o sistema de segurança dos aparelhos para compras e movimentação de dinheiro. Os sites de bancos no Brasil são, no geral, muito seguros e vulnaribilidades em aparelhos móveis são ainda casos bem recentes. Entrentanto, não há dúvidas nenhuma de que é uma questão de tempo para hackers ao redor do mundo começarem a investir pesado em crimes cibernéticos focados exatamente em telefones celulares.

Quando recentemente a AVAST fez um teste com 20 aparelhos móveis comprados de segunda mão online e tentou recuperar os dados desses equipamentos, chegou até mesmo a encontrar um requerimento de empréstimo bancário totalmente preenchido, ou seja, se estas informações caíssem em mãos erradas, o estrago poderia ser maior do que se imagina.

Ainda falta regulamentar muita coisa na área de pagamento via telefone celular, mas uma coisa é certa, a questão da segurança passa a ser primordial. Não basta apenas ter um PIN de acesso ao seu telefone, é preciso criptografar seus dados, sobrescrever os arquivos apagados e utilizar aplicativos de segurança que lhe ajudarão a encontrar seu telefone em caso de perda, roubo ou furto.

Em breve, o telefone será seu novo cartão de crédito e até mesmo dinheiro vivo. Você está realmente preparado para esta mudança?

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25, julho, 2014

4 razões para você não instalar antivírus no seu celular

Depois que empresas de antivírus passaram a investir pesado no desenvolvimento de produtos para celulares, algumas companhias do setor de telefonia começaram a contra-atacar dizendo que isso não passa de muito barulho por nada e que aparelhos móveis são seguros o bastante para viver sem proteção.

Celulares e tablets se tornaram uma febre no mundo inteiro e hoje já passaram a ser alvos de hackers

Hoje em dia celulares e tablets são uma febre no mundo inteiro e se tornaram um ótimo alvo para cybercriminosos

Não há dúvidas de que a grande maioria dos hackers preferem atacar computadores, pois sabem que é lá que as pessoas hoje em dia guardam seus dados mais vitais, fazendo do celular um alvo de menor importância. Entretanto, a cada dia que passa usamos mais o celular do que o computador, seja por conveniência de poder carregar tudo que precisamos no bolso da calça ou por simples paixão pelas telinhas móveis.

Isso dito, a conclusão é a seguinte: hoje os cybercriminosos ainda focam em ataques a computadores, mas com o aumento no uso de telefones celulares no Brasil e no mundo, eles poderão mudar de estratégia do dia para a noite.

Portanto, aqui vão 4 razões para você não baixar um antivírus no seu telefone:

1)      Você não salva nenhuma informação importante em seu celular: caso você seja uma das poucas pessoas que não faz nada com o seu celular além de ligar para os amigos, então talvez pode-se dar ao luxo de não usar um antivírus no celular. Mas se em alguma vez na vida você fez compras via telefone móvel, então lembre-se que seus dados estão possivelmente armazenados em algum local de fácil acesso.

2)      Você acredita fielmente que o seu celular jamais substituirá o computador: se você está 100% certo de que o desenvolvimento tecnológico que vivenciamos nos últimos 14 anos não continuará a passos tão largos, então não há necessidade nenhuma de usar antivírus no celular, pois possivelmente você não pretende aposentar seu laptop tão cedo.

3)      Você não corre o risco de perder ou ter seu celular roubado: caso você viva em um local seguro o bastante para ter certeza de que seu telefone móvel não vai cair em mãos erradas, então não se preocupe em instalar um antivírus com sistema antifurto. Isso será inútil!

4)      Você não usa internet aberta: talvez você jamais precisará de uma Wi-Fi para acessar a internet no seu celular, mas caso precise então mantenha em mente que são em locais como esses que corremos os maiores riscos de ataques e contaminação.

Ou seja, se você se sente pelado ao sair de casa sem celular, acessa a internet através dele em wifi de shopping center, anda de carro ou a pé pelas ruas das principais cidade do Brasil e armezena mais de 50% dos seus dados pessoais neste pequeno aparelho de mão, então está na hora de instalar um antivírus nele, ao menos uma versão gratuíta.

Lembre-se que hackers trabalham 24 horas dia, 7 dias por semana para encontrar vulnaribilidades em sistemas operacionais e conforme aumenta o número de usuários de telefones, sobe também o interesse por descobrir formas de implementar novos ataques. Segundo a Anatel, em março deste ano o Brasil possuía mais de 270 milhões  de telefones celulares ativos, o que representa mais do que a população do país (aproximadamente de 200 milhões de pessoas).

Com essa debandada para o uso de celulares no Brasil, você tem alguma dúvida de que hackers já estão investindo em ataques a telefones móveis?

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15, julho, 2014

Quando mais se torna menos – o porquê de ter somente um antivírus instalado

Seguindo a linha dos artigos explicativos, decidi escrever sobre uma das dúvidas que recebemos diariamente em nosso atendimento ao cliente: o porquê do uso de somente um programa de antivírus.

Muitas pessoas têm a errônea ideia de que instalar mais do que um antivírus significa adicionar mais proteção ao computador. Costumo fazer uma referência ao futebol (aproveitando a copa do mundo), associando o antivírus ao goleiro, e uma situação de infecção digital a um pênalti: imagine que o adversário vai chutar a bola a gol e você tem dois goleiros para agarrá-la. A bola (no caso o vírus) vai em direção ao gol (seu computador) e os goleiros (os programas antivírus) pulam simultaneamente para pegá-la e acabam se colidindo no ar. Resultado: é gooooool! Sistema infectado!

Não deixe sua proteção digital batendo cabeça

Tenha certeza de que seu PC está em boas mãos, eliminando redundâncias como, por exemplo, dois antivírus

O termo antivírus passou a significar um programa que é iniciado quando você liga o computador, e permanece em execução na memória, protegendo o PC e seus dados em tempo real e não apenas contra vírus, mas trojans, rootkits, e todas as outras formas de malware.

Precisamos ter em mente que cada programa em execução utiliza memória RAM e ciclos de processamento, desacelerando todos os outros programas em execução. Um programa antivírus bem-feito deixa um rastro muito pequeno e não retarda o PC de forma significativa. Mas dois programas antivírus em execução simultânea acabam dobrando o uso de memória e processamento, e as vezes disputam os recursos que seriam designados para o bom funcionamento da proteção dos seus dados. Lembre-se que cada vez que você baixar um arquivo, ambos vão tentar efetuar um escaneamento. Os conflitos podem resultar em outros programas deixando de funcionar e o Windows tornando-se menos estável.

Portanto, ao pensar em proteção de dados para o seu computador tenha em mente que: menos acaba sendo mais.

Listamos alguns dos programas que podem causar conflitos se executados em conjunto com o Avast, veja aqui como removê-los.

Está em dúvida se existe outro programa de antivírus instalado em seu PC? Entre em contato conosco que a gente te ajuda a identificar e resolver este problema. Se você tem dúvidas sobre qual tipo de antivírus utilizar, compare os tipos de antivírus disponíveis antes de tomar uma decisão final. Lembre-se que um antivírus gratuíto protege contra ataques de vírus e malwares, mas a principal vantagem de comprar uma versão paga é que você também adquiri um firewall de confiança para navegar em mídias sociais, um sistema anti-phishing e um atualizador automático de software, pois uma das melhores maneiras de um hacker invadir seu computador é através de um programa desatualizado. Portanto, se você não lembra quando foi a última vez que atualizou seus programas, seu computador está correndo sérios riscos de ataques.

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14, julho, 2014

Qual o antivírus ideal para uma microempresa

O mês de maio de 2013 se tornou um marco para o setor de segurança de dados empresariais após Edward Snowden vir a público para acusar o governo norte-americano de espionagem internacional. Segundo o ex-administrador de sistemas da NSA (National Security Agency), a agência de segurança nacional dos Estados Unidos, a administração de Barack Obama estava não somente espionando inimigos, mas também aliados políticos e até mesmo empresas privadas e estatais, como a brasileira Petrobras.

Como microempresário a preocupação com a segurança de dados da sua empresa não deveria ser menor do que a forma como grandes multinacionais passaram a lidar com o assunto após as denúncias de Snowden. Aliás, devido ao fato de que pequenas empresas geralmente não possuem um número grande de profissionais atuando na área de TI (Tecnologia da Informação), elas se tornam um ótimo alvo para ataques de hackers do mundo todo a qualquer hora do dia. Portanto, ter um antivírus ideal para sua microempresa se tornou um procedimento essencial nos dias atuais. Mas a pergunta é: qual antivírus ideal para uma microempresa?

Mesmo grandes empresas podem

Mesmo grandes empresas cometem erros que comprometem dados de segurança, como durante  a final do Superbowl nos Estados Unidos. A sua microempresa está preparada para enfrentar situações como essas?

 

A maneira mais fácil de responder essa pergunta é através de uma autoanálise do seu negócio. Antes de ir a campo adquirir um antivírus, pense na maneira como você usa e distribui seus dados. Na semana passada, discutimos aqui neste espaço o que priorizar ao estabelecer a segurança de rede de computadores em microempresas, lembrando que limitar o uso da internet por parte dos seus funcionários pode ajudá-lo a manter a sua rede segura, mas ter um ambiente único para a administração do antivírus é primordial para ter certeza de que as atualizações de vírus estão ocorrendo de forma certa e segura.

Entretanto, vale ressaltar que o mundo da segurança online está cada vez mais descentralizado, ou seja, com a criação de computadores cada vez mais móveis, o gerenciamento da proteção de dados empresariais está se tornando muito complicado. Por isso que o antivírus ideal para a sua microempresa passa pela forma como informações empresariais são compartilhadas entre seus funcionários e departamentos.

Se o seu estabelecimento comercial não possui um profissional de TI, então pode ser que você prefira trabalhar com um antivírus que possua gerenciamento remoto, assim você pode se tornar o próprio administrador de segurança da sua empresa. No mínimo, todas as atualizações de vírus serão feitas de um único local com esse sistema, ou seja, você ou seu analista de TI não precisa checar computador por computador para garantir que todos estão sob proteção do antivírus que você adquiriu.

Outro ponto a ser considerado é a utilização de servidores. Algumas empresas mantem muita informação guardada em seu domínio de rede para que seja compartilhada por pessoas em diferentes departamentos e localidades. Neste caso, um antivírus especialmente criado para a proteção de servidores pode ajudar, mas o grande problema aqui é a complexidade de manutenção do mesmo, já que a formatação desse antivírus precisa ser customizada, exigindo assim, o envolvimento de um profissional (ou em alguns casos de uma equipe) de TI para manter a proteção funcionando corretamente.

A verdade é que não existe uma regra específica de como escolher um antivírus para o seu negócio, mas certamente a tomada de decisão passa pela a estrutura de sua empresa e como os seus funcionários compartilham informações internamente. Uma outra opção é adquirir uma licença de teste gratuíta pelo período de 30 dias para analizar as ferramentas de cada produto e tomar uma decisão final embasada na realidade de sua empresa e não somente nos anúncios de marketing.

Na semana que vem, vamos discutir esse assunto mais a fundo, enquanto isso compartilhe conosco as suas experiências e o que você espera de um antivírus empresarial.

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4, julho, 2014

Brasil: o país da internet móvel

Em 2012, o jornal Folha de São Paulo publicou uma matéria com Alexandre Hohagen, vice-presidente de vendas do Facebook na América Latina, no qual o executivo dizia claramente que o “futuro da internet será o celular”. Dois anos mais tarde, nós voltamos a analisar essa entrevista e constatamos que o futuro já chegou no Brasil.

A internet móvel no Brasil está definitivamente sintonizada no módulo "on"

A internet móvel no Brasil está definitivamente sintonizada no módulo “on”

Em março desse ano, o ministro das Comunicações, Paulo Bernado, afirmou que a internet móvel cresceu 416% no Brasil entre dezembro de 2010 e janeiro de 2014, o que simplesmente ressalta as palavras de Hohagen e mais, mostra que o país está na rota para se tornar uma potência na área.

Segundo o DataFolha, por volta de 43 milhões de brasileiros navegam na internet através de seus celulares e, segundo a mesmo pesquisa, o principal motivo para isso é o desejo de 1 em cada 5 brasileiros de compartilhar suas experiências online no exato momento em que elas acontecem. Ou seja, não é necessário ser nenhum vidente para afirmar que o Brasil já é atualmente o país da internet móvel!

Por outro lado, o que impressiona é a falta de informação com relação à segurança dos aparelhos móveis por parte dos usuários. Ainda há muita gente que pensa que “celular não pega vírus”, quando na verdade ele pode ser quase tão vulnerável quanto um computador. E tendo em mente essa debandada de gente para a internet móvel, não há dúvidas nenhuma de que hackers mundo afora estão trabalhando para criar maneiras de invadir seu celular.

Vamos fazer um exercício aqui: pegue o seu telefone agora e analise todas as informações privadas que você guarda nele, desde fotos e vídeos a transações bancárias. Depois imagine o que um criminoso não poderia fazer com tudo isso em mãos.

Uma das principais maneiras de ataque ao celular é através de aplicativos falsos que contém malwares. E não pense que isso é uma raridade! Recentemente a equipe de analistas de malwares da AVAST baixou diversos jogos online que não foram criados para diversão, mas sim para o furto de informações do usuário.

Como se proteger

Assim como fazemos com laptops e PCs de mesa, a constante manutenção do aparelho móvel é primordial! Não se pode pensar que só porque você compra produtos originais está livre de qualquer risco. Faça uma varredura constante em seu aparelho para evitar surpresas!

Outra forma de se proteger é através da instalação de softwares para a proteção do seu celular. A AVAST, por exemplo, possui uma versão gratuita de antivírus que é fácil de usar, mas opções pagas com funções extras também estão ganhando espaço no mercado. Faça um teste você mesmo, baixe um antivírus grátis agora e depois volte aqui para dizer se você identificou alguma tentativa de ataque aos seus dados.

E por fim, não se esqueça da ameaça offline, ou seja, furto, roubo e perda de celulares! Um aplicativo antifurto pode ajudar nessa luta, já que a solução desse problema geralmente está fora do alcance do usuário.

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4, julho, 2014

Segurança na Copa: evite falhas fatais. Proteja-se antes!

Às vezes, mesmo o planejamento mais cuidados não diminui os erros humanos. Há uma semana, uma foto do Centro de Segurança da Copa do Mundo mostrou a senha WiFi em um dos monitores e foi publicada na internet, sendo imediatamente retuitada inúmeras vezes.

Em fevereiro, durante um show antes da Super Bowl, o quartel general da segurança da Super Bowl foi mostrado na televisão junto com as credenciais de login na rede WiFi interna do estádio.

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São as chamadas “falhas fatais”, exemplos altamente repetidos de erros lamentáveis que todo ser humano do planeta pode cometer: porque errar é humano. Talvez não nesta escala, mas arrisco dizer que ninguém na FIFA ou na NFL queria expor propositadamente a sua organização e correr riscos.

Pode acontecer com você

Por isso, vamos parar com as risadinhas destes deslizes públicos e falar sobre as nossas falhas de segurança com nossas próprias senhas e outros dados. Pense em seu smartphone e os dados que lá estão. Colocado ingenuamente no bolso de trás do seu jeans, este pequeno aparelho (e já ouvimos isto antes…) tem mais capacidade como um computador do que a NASA tinha em 1969 quando enviou os astronautas à Lua. Você tem muito a perder se ele for roubado ou for atacado por malwares.

Faça uma lista de tudo o que ele contém. Vai muito além de senhas, mas vamos começar…

  • Senhas: já escrevemos antes sobre criar senhas fortes e mantê-las seguras contra bisbilhoteiros.
  • Dados de logins: o que acontece quando um ladrão tem acesso aos dados de login das suas contas online ou sua conta bancária?
  • Mensagens SMS privadas: eu tenho de dizer porque você não quer que seus SMSs se tornem públicos? Dica: selfies.
  • Emails privados e profissionais: suas comunicações pessoais, dados da sua empresa… nas mãos erradas. Medite sobre isto por um momento.
  • Documentos pessoais e profissionais: a mesma coisa.
  • Aplicativos com informações pessoais armazenadas: Aplicativos armazenas informações como a sua localização, gênero, informações de saúde e muito mais. Você deseja que um bandido saiba tudo isto de você?
  • Fotos: memórias preciosas que fariam você chorar se as perdesse. Aqueles selfies também podem fazer você chorar.
  • Músicas e vídeos: você pagou um bom dinheiro para construir uma coleção da Celine Dion. Você não vai querer perder tudo isso.

Este pequeno aparelho é basicamente o seu computador e muito mais, e é frequentemente carregado despretensiosamente no seu bolso ou deixado exposto em uma mesa da cafeteria. São mais de 1 bilhão de usuários Android e somente uma pequena porcentagem atua proativamente para proteger seu precioso equipamento e os dados ali armazenados. É hora de mudar tudo isso. Chegou o momento de colocar o conhecimento e a preocupação pela segurança do seu notebook ou desktop também no seu smartphone. Evite uma falha fatal.


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Uma vez que a Copa do Mundo está rolando (haveria melhor razão que esta?) :) A AVAST está fazendo uma oferta do avast! Premium Mobile Security até o fim dos jogos, no dia 13 de julho: consiga sua licença anual com um desconto de 33%.

Aqui estão algumas coisas legais que você vai conseguir:

  • Geoproteção contra ladrões: bloqueie o telefone, toque uma sirene altíssima e receba a localização do telefone no seu computador ou no telefone de um amigo quando ele sair do perímetro de segurança, por exemplo, um bar.
  • Apanhe um ladrão: bloqueie seu telefone é tire uma foto de quem roubou o seu telefone.
  • Bloqueie aplicativos para manter a todos longe das suas coisas: bloqueie um número ilimitado de aplicativos. Dica: Tinder
  • Encontre quais propagandas estão rastreando você: seus irmãos menores não são os únicos que querem saber o que você faz. Descubra os detalhes completos dos sistemas de rastreamento das propagandas.

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11, junho, 2014

Mantenha seu telefone longe dos hackers durante a Copa

Você está viajando ao Brasil para a Copa ou indo para a praia mais próxima? Lembre-se do seu óculos escuros, um boné, protetor solar, mas não esqueça que seus aparelhos móveis também precisam de proteção.

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Aqui estão alguns outros itens para pôr na mala:

  • O avast! SecureLine VPN para proteger você em redes WiFi públicas
  • O avast! Mobile Security e o Anti-Theft para proteger contra os ladrões

Aquele ponto de WiFi gratuito pode trazer problemas!

Os torcedores da Copa do Mundo terão chances de encontrar redes WiFi gratuitas. Pelo menos 6 dos 12 estádios da Copa terão acesso WiFi gratuito e devem haver mais 2.300 pontos de acesso em parques, praças e estações de transporte público. Os fãs que não assistirem aos jogos diretamente podem acompanhar os resultados em seus telefones ou assistir ao vivo conectando-se em WiFi gratuitas em hotéis e bares.

“Um ataque WiFi em uma rede aberta pode levar menos de 2 segundos”, tweetou @ExtremeNetworks recentemente. Os cibercriminosos podem ter acesso e roubar seus dados pessoais quando você se conecta a essas redes desprotegidas. Ao ter a sua identidade roubada e a conta bancária “esvaziada” pode arruinar qualquer viagem, mesmo ao paraíso!

“Os alvos dos hackers são os pontos WiFi públicos, onde é fácil seguir cada movimento que os usuários fazem nessas conexões WiFi, permitindo acesso aos emails, senhas, documentos e comportamentos de navegação”, disse Vincent Steckler, CEO da AVAST Software.

Utilize um serviço VPN para assegurar que isto não aconteça. O avast! SecureLine VPN protege a sua privacidade tornando os seus logins, emails, SMS e dados de cartão de crédito completamente invisíveis aos espiões.

Você pode baixar o avast! SecureLine para o seu notebook em todos os produtos gratuitos e premium do avast!. Nós também temos o avast! SecureLine para telefones e tablets Android e iOS, para que você utilize os seus PCs, smartphones e tablets em redes WiFi inseguras enquanto viaja ou na sua cafeteria favorita.

Veja conteúdo em todo o mundo

Você deseja assistir programas ao vivo no seu PC, tablet ou celular? Que tal relaxar e assistir a um filme na Netflix? Com o uso do avast! SecureLine você pode se conectar como se estivesse em um local diferente e assistir a programas “locais” em qualquer lugar do mundo. Simplesmente escolha o país do qual deseja parecer estar conectado. As opções são Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Holanda, República Checa e Singapura.

Localize celulares roubados e perdidos com o avast! Anti-Theft

Mantenha o seu aparelho móvel seguro enquanto você está em movimento

Quando você está em uma cidade estranha, especialmente com a reputação criminal de algumas cidades brasileiras, os especialistas em viagem previnem os turistas de mostrar bens em público, como dinheiro vivo ou celulares. As pessoas podem não se sentir seguras tirando do bolso o seu telefone ou tablet para utilizar WiFi gratuita. Se acontecer de você ter o seu telefone furtado por um garoto de bicicleta ou perdê-lo na multidão, então o avast! Anti-Theft pode ajudá-lo(a) a rastreá-lo.

O avast! Anti-Theft é um programa independente incluído no avast! Free Mobile Security. Este pequeno programa irá ajudá-lo(a) a recuperar o seu telefone e a controlá-lo remotamente através de comandos via SMS ou da sua conta do avast!. Leia mais em nosso blog

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4, junho, 2014

Crianças utilizam os smartphones dos pais não para ligar para a avó, mas para visitar sites adultos

Você já fez uma viagem longa com seus filhos? Então vai concordar que é ótimo ter algo para entreter seus filhos, distraí-los da longa viagem. Hoje em dia, os smartphones e tablets são uma grande fórmula para manter as crianças ocupadas durante longos períodos de tempo, não somente na estrada. A AVAST descobriu que 4 em cada 5 pais compartilham seus aparelhos móveis com seus filhos. Este é o resultado de uma pesquisa que a AVAST realizou entre 1.500 pais por ocasião do Dia Internacional da Criança. As crianças e adolescentes estão muito informadas sobre a tecnologia e esta pode ser uma grande ferramenta de ensino, se as crianças a utilizam corretamente. Contudo, os resultados da nossa pesquisa mostraram que elas nem sempre escolhem os aplicativos e as atividades mais adequadas para sua idade quando utilizam os aparelhos de seus pais.

O grupo dos 11 aos 15 anos é o mais curioso, e o mais perigoso

Muitas crianças fazem travessuras quando conseguem por as mãos nos aparelhos de seus pais, contudo, nossa pesquisa mostrou que a faixa dos 11 aos 15 anos é a mais propensa a utilizar os smartphones e tablets para atividades de risco. Não é uma surpresa que coisas inapropriadas são interessantes às crianças: 32% dos pais admitiu que seus filhos acessaram conteúdo adulto utilizando seus aparelhos. Mais da metade destas crianças estava entre os 11 e os 15 anos. O risco aqui não é apenas que a criança entre em contato com o conteúdo adulto, mas que todo o aparelho e os outros membros da família também estejam correndo risco: sites móveis e propagandas com conteúdo adulto frequentemente levam a outros de phishing ou que contém malware que pode ser baixado com a ponta do dedo.

O envio de mensagens com a conta dos pais, sem que os pais o saibam, também parece ser divertido para as crianças, pois 19% dos pais respondeu que seus filhos apertaram o botão para enviar. Novamente, o interessante grupo dos 11 aos 15 anos enviou 45% destas mensagens. Se as crianças enviam mensagens de texto ou nas redes sociais em nome de seus pais, isto pode ocasionar situações embaraçosas ou até mesmo provocar danos reais, por exemple, se uma criança envia um email através da conta corporativa de seus pais.

Além disso, 7% das crianças acessaram aplicativos que continham informações bancárias ou de cartão de crédito e 6% utilizaram o aparelho de seus pais para fazer compras sem que seus pais o soubessem. Novamente o grupo entre os 11 e os 15 anos liderou: 44% daqueles que acessaram estes aplicativos e 52% dos que fizeram compras estavam neste grupo.

Muitas crianças e adolescentes têm seus próprios aparelhos

A AVAST perguntou aos 20% dos pais que não compartilham seus aparelhos com seus filhos por que eles faziam isto. Destes, 38% respondeu que não confiam que seus filhos utilizem seus aparelhos. A idade entre os 11 e os 15 anos também foi a que provocou maior desconfiança. No entanto, dos 38% dos pais que disseram que seus filhos têm seus próprios aparelhos, 48% deles tinham filhos entre os 11 e os 15 anos. Baseando-se no que os pais descobriram que os adolescentes de 11 a 15 anos faziam em seus aparelhos móveis, você pode imaginar o que eles podem estar fazendo no seu próprio aparelho?

Dicas se segurança para crianças e adolescentes que utilizam aparelhos móveis

Saiba que sites seus filhos estão visitando. A internet contém de tudo, desde delicados gatinhos a filmes adultos: você sabe o que seus filhos estão acessando? Converse com seus filhos, deixe-os saber que nem tudo na internet é necessariamente seguro e mantenha um olho naquilo que eles fazem online. Saiba também que frequentemente alguns aplicativos e propagandas com conteúdo adulto podem conter links para sites maliciosos: assegure-se de que seu aparelho esteja protegido. Instale um aplicativo antivírus como o avast! Mobile Security no seu telefone para proteger você e sua família.

Bloqueie os aplicativos nos quais se possam efetuar compras. Quaisquer aplicativos contendo informações bancárias ou do seu cartão de crédito para que você efetue compras devem ser protegidos por senha, tanto nos aparelhos dos seus próprios filhos quanto naqueles que você lhes empresta. É muito fácil comprar nas lojas Google Play e iTunes, mas tudo o que você precisa fazer é digitar a senha da sua conta. Mesmo que você ache que seu filho não sabe a senha, utilize uma segunda camada de proteção lacrando com senha alguns aplicativos.

Fale com eles sobre os aplicativos de mensagens. Em uma das recentes postagens do nosso blog, discutimos a importância de falar com os filhos sobre segurança digital, especialmente no que diz respeito aos aplicativos de mensagens e redes sociais. Seja porque estão emprestando o seu aparelho ou quando utilizem o deles, fale com seus filhos sobre que informações eles devem compartilhar, com quem devem conversar online e como devem conversar com os outros.

Converse com eles sobre o valor do dinheiro. As crianças podem não ter noção exata de que o que compram ou baixam custa dinheiro. O fato de que eles não podem visualizar as transações online pode dar-lhes a impressão que as coisas são gratuitas! Chegue a um acordo, ou permita que seus filhos façam compras online consultando previamente com você, ou apenas utilizem aplicativos gratuitos. Você até pode dar a seus filhos um cartão limitado para que possam utilizar.

Infográfico: o que as crianças e adolescentes fazem com o seu smartphone

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22, maio, 2014

O seu aplicativo de condicionamento físico rastreia mais do que os seus exercícios diários?

O avast! Mobile Security verifica as permissões de privacidade dos aplicativos

Nos últimos anos, eu venho utilizando um aplicativo no meu smartphone Android para monitorar as minhas corridas. Ele registra a distância que eu corro, a rota que eu faço, minha velocidade e as calorias que eu queimei. Se eu quiser, posso compartilhar meus exercícios no Facebook ou outras redes sociais, ou mesmo posso tornar públicas as minhas estatísticas ao vivo para que, por exemplo, minha família possa me acompanhar enquanto corro.

Utilizar um aplicativo como este é motivador e me ajuda a organizar melhor os meus treinos, mas até agora eu nunca tinha considerado as questões de privacidade e segurança relacionadas com o rastreamento destes aparelhos e aplicativos.

“As boas práticas de privacidade defendem que é preciso alertar os consumidores, pois nem sempre são conscientes de quão privados são os dados que os aplicativos coletam ou mesmo que existem métodos de proteção da privacidade”, relatou o The Washington Post há alguns dias.

O meu smartphone é protegido pelo avast! Mobile Security, por isso decidi olhar mais de perto os meus aplicativos com o escaneamento da função Privacidade. Esta função escaneia os aplicativos do meu aparelho e informa que tipo de informações eles coletam. O Gerenciador de aplicativos me informa que permissões foram solicitadas por cada aplicativo. Meu aplicativo de condicionamento físico solicita as seguintes permissões:

  • Rastrear minha posição via GPS
  • Ler os dados dos meus contatos
  • Acessar minhas contas

Nada mau, pelo menos quando eu comparo com o aplicativo que já havia vindo com o meu telefone.

O meu aplicativo de condicionamento físico respeita a minha privacidade, mas muitos outros aplicativos das categorias saúde ou fitness vendem as informações pessoais como nomes dos usuários, endereços de email, informações de buscas por sintomas médicos, CEP, dados de localização, identificação de sexo, hábitos alimentares e dos treinos. Um estudo da Federal Trade Commission (FTC) revelou que as redes de propaganda e de obtenção de dados estão entre as empresas terceirizadas que compram estes dados.

Alguns empregadores já estão premiando seus funcionários com seguros ou planos de saúde mais baratos quando se filiam a programas de fitness. Mas há uma preocupação de que os dados coletados possam ser reunidos para criar perfis que, na prática, são um tiro pela culatra. É legal quando você está com saúde para o seu treino e os dados médicos e de saúde diminuem as taxas do seguro ou até o preço dos seus remédios, mas e quando a sua saúde diminuir ou piorar?

A FTC “está preocupada que os consumidores possam ser penalizados com base nos seus dados de saúde, por exemplo, se uma instituição financeira ajustar os padrões de crédito por se basear em que alguém tem uma doença”.

“As informações sobre as condições de saúde mais íntimas dos consumidores serão vendidas a alto preço”, disse ao Washington Post, Jeffrey Chester, diretor executivo do Centro para Democracia Digital. “Os empregadores podem ter acesso a eles, as seguradoras podem ter acesso a eles, ou as financiadoras de empréstimos, e tudo isto pode levar a uma série de práticas discriminatórias”.

Saiba o que os seus aplicativos desejam

Verifique o acesso requerido pelos aplicativos que você instalou em seu smartphone com o avast! Mobile Security. Instale-o gratuitamente nos aparelhos Android pela loja Google Play.

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