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8, junho, 2012

“Skywiper” ou “Flame”: histeria ou nova arma da guerra cibernética?

O Skywiper ou, como é mais conhecido, o Flame, é um dos malwares mais complexos já descobertos até hoje. Há muita especulação sobre quem está por trás desta ameaça.

Seu objetivo não é obter ou desviar recursos financeiros dos computadores infectados. Ele é, fundamentalmente, um roubador de dados. Os usuários infectados têm desde os seus computadores rastreados, suas conversas em chats e aplicativos de mensagens completamente gravadas, dados e arquivos copiados ou excluídos, configurações alteradas, desligamento de mais de 100 programas de segurança, fotos da tela são tiradas, conexões Bluetooth monitoradas… Até o microfone pode ser ligado e todas as conversas transmitidas para mais de uma dezena de servidores em todo o mundo. Estima-se que possua 85 domínios registrados em mais de 20 companhias diferentes. É melhor perguntar o que ele não pode fazer…

Os computadores mais afetados estão no Oriente Médio (Israel e territórios Palestinos), Líbano, Irã, Síria e países do norte da África. Mas o número de computadores infectados é muito pequeno e faz surgir dúvidas se não se trata de uma histeria. Explorando uma falha do Windows, o Flame parece estar direcionado a empresas e instituições acadêmicas, mas também a computadores pessoais. O número estimado de máquinas infectadas era de 5.000 no início da semana passada, quando o malware foi descoberto. Mas suspeita-se que pode ter infectado muitas mais e, depois, ter sido desinstalado pelos servidores remotos por se tratar de vítimas “pouco interessantes”.

O mais surpreendente: tudo isto pode estar ocorrendo faz tempo. Entre dois e cinco anos segundo os cálculos e sem que nenhum antivírus ou programa de segurança pudesse detectá-lo completamente… Tanto o início da sua atividade quanto as suas variantes ainda estão em estudo pelos analistas de vírus.

Se os dados estiverem corretos, o Flame pode ser a maior arma cibernética já descoberta desde que o vírus Stuxnet atacou as usinas nucleares do Iran em 2010 e do Duqu, que também roubava dados dos computadores infectados.

O código do vírus é enorme: 20 vezes o do Stuxnet e 10 vezes os dos que roubam informações financeiras. Há mais de 70 mil linhas de código compilado em linguagem C++ que contém cerca de 170 strings criptografados. Ainda que 20 vezes mais código não o torna 20 vezes mais perigoso. É, por incrível que pareça, uma ferramenta “simples”, menos complexa do que muitos outros vírus já vistos.

O Flame parece infectar os pendrives e também se espalha em pastas contendo arquivos de mídia. Além disso, ele parece se espalhar em redes locais utilizando vulnerabilidades dos sistemas de impressão e de agendamento de tarefas do Windows, mesmo em sistemas do Windows 7 completamente atualizados. Sabe-se que o malware utilizava o sistema do Windows Update para se espalhar, não só em uma atualização “rara”, mas entrando no processo de geração de certificados digitais e constituindo-se um pesadelo para os antivírus: arquivos infectados eram considerados como atualizações legítimas do Windows.

Ainda há muitos pontos obscuros neste malware. De qualquer forma, o avast! o detecta sob o nome de Win32:Skywiper [Trj].

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7, junho, 2012

Não escreva as suas senhas em um pedaço de papel

Qualquer usuário de computador sabe que as múltiplas senhas trazem dificuldade de uso… Qual era mesmo a minha senha?

Vários sites sugerem a utilização de “algo” que você lembre e não precise escrever em um pedaço de papel. A tarefa fica quase impossível se você tem de utilizar uma senha diferente para cada site, para cada conta, para cada login. Todos sugerem o uso de senhas mais complexas, que não possam ser descobertas por aplicativos de força bruta. Também existem os capturadores de teclado (keyloggers) que infectam os computadores, aí entra o antivírus em ação…

O avast! EasyPass armazena e criptografa as suas senhas e informações pessoais básicas utilizando a senha mestra que você mesmo configurou. Utiliza a criptografia de nível militar AES. Ninguém – nem mesmo a AVAST Software – pode acessar as suas informações sem a sua senha mestra. As comunicações entre o seu computador e os servidores online do avast! EasyPass são feitas de forma segura pelo protocolo criptografado SSL (Secure Sockets Layer).

Reconhecendo os campos onde você normalmente digita estas informações, ele introduz os dados para você com um só clique. Você pode acessar os seus dados de qualquer lugar, com o Internet Explorer, o Firefox, o Chrome ou o Opera. Também sincroniza as suas senhas entre vários dispositivos (com a mesma licença e sem custos adicionais).

Talvez seja o momento de você procurar o avast! EasyPass e manter o seu avast! Antivírus sempre ligado e atualizado.

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