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Textos com Etiquetas ‘Brasil’
10, setembro, 2014

Universidades parecem não investir em sistemas de computação

Eu ingressei na universidade em 1998, um momento em que vivíamos a transição do mundo analógico para o digital. Ainda era possível ver algumas máquinas de datilografar em certos departamentos da instituição e a sala de computação contava com alguns poucos “dinossauros” conhecidos popularmente como desktops que eram mais lentos do que uma tartaruga com câimbra, mas ajudavam bastante na redação de textos, os quais deveriam ser armazenados em disquetes (alguém aí lembra disso?).

Memórias à parte, já estamos em 2014 quando a empresa Avast Antivírus acaba de publicar uma pesquisa feita com universidades nos Estados Unidos apontando que 8 em cada 10 instituições de estudos norte-americanas dizem não ter um orçamento específico para o setor de TI (Tecnologia da Informação) e mais de um quarto das universidades pesquisadas na realidade nem se quer reservaram dinheiro para investimentos com computação este ano.

 

Algumas universidades hoje em dia até dão computadores aos seus estudantes como "brinde" por escolher aquela instituição, mas isso não significa investir em computação

Algumas universidades hoje em dia até dão computadores aos seus estudantes como “brinde” por escolher aquela instituição, mas isso não significa investir em computação

 

E quando a gente pensa que pior que tá não fica, nos aparece mais um dado impressionante: 1 em cada 5 instituições ainda utilizam o WindowsXP, que foi lançado em 2001 (quando eu ainda frequentava as salas de aula) e que em abril deste ano passou a não contar mais com o suporte da Microsoft, tornando o sistema altamente vulnerável para ataques de cibercriminosos. Esta pesquisa ainda não foi feita no Brasil, embora fosse interessante conhecer a realidade por aqui, e é difícil dizer o porquê desse tipo de comportamento, entretanto, uma das possíveis razões se deve ao fato de que computação em universidades ainda está diretamente relacionada a pesquisas e desenvolvimento de trabalhos acadêmicos, o que é um grande erro.

Uma universidade é uma empresa como outra qualquer e possui em seu banco de dados um grande número de informações que pode certamente ser de grande valor para hackers em todo o mundo. Lá é possível acessar nomes completos dos estudantes e seus familiares, endereços, históricos de estudos, números de telefones, e-mails, contas bancárias, etc. Nos Estados Unidos a Avast possui o chamado AVAST FREE for Education, que auxilia universidades locais com a segurança de dados e da rede de computadores. No Brasil, por enquanto, a melhor opção é a utilização de antivírus empresariais que facilitam na administração do sistema de TI, como por exemplo o avast! EndPoint Protection, que possui a função de gerenciamento remoto de rede, fazendo com que mesmo jovens estudantes de 20 anos possam ser capazes de monitorar as possíveis vulnerabilidades do sistema e criar relatórios para que o problema não volte a ocorrer. E o melhor, o avast! EndPoint Protection ainda cobre o Windows XP.

O mundo digital com certeza evoluiu e muito nos últimos 16 anos, entretanto, universidades nos Estados Unidos ainda tratam o assunto de segurança digital como secundário. Será que no Brasil seguimos o mesmo caminho?

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4, setembro, 2014

Porque vírus para celular não é uma lenda

Outro dia um amigo meu comparou a existência de vírus para celular com o Saci Pererê: “todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu nenhum”. Apesar desta ser uma boa “tirada”, ela não é de nenhuma maneira engraçada. Aliás é um tanto quanto trágica. Se você nunca viu, não significa que não existe.

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Quer evitar ataques ao seu celular? Baixe aplicativos somente em lojas oficiais

Há indícios de que programas maliciosos começaram a se alastrar em telefones móveis há mais de uma década, ou seja, muito antes dos famosos smartphones darem as caras. A diferença é que, naquela época, usávamos nossos celulares “só” para telefonar, ou no máximo mandar algumas mensagens de texto. Hoje o telefone móvel é um computador de bolso. Temos lá nossas vidas: agendas de contato, diários, planilhas de Excel, emails, acesso às redes sociais, podemos gerenciar lá nosso dinheiro, pagamentos e usos de cartões de crédito e débito, consultamos GPS e endereços, deixando lá o histórico de nossas rotas diárias, etc. Esqueci alguma coisa?

Acredito que sim. Caro leitor, me ajude nessa! O que mais podemos fazer com o celular? E depois eu pergunto: você acha que todas essas informações armazenadas em um único local não chamaria a atenção de cibercriminosos?

O problema é que, às vezes, você instala um aplicativo que não parece ser malicioso, mas que do nada passa a atacá-lo. Isso geralmente ocorre ao baixar programas de lojas não oficiais, mas pode acontecer também que um de seus contatos foi quem cometeu o equívoco de instalar um aplicativo de risco e, depois de contaminado, passa a enviar malwares para você via SMS.

“Enquanto pode demorar um tempo para criadores de malware para celular burlar lojas oficiais e suas políticas de venda, há maneiras menos maliciosas dos desenvolvedores de aplicativos nocivos tomar vantagem do mercado”, explica Filip Chytry, Analista de Malware da avast!. Segundo ele, existe uma “linha fina” entre malwares maliciosos e não maliciosos, fazendo com que os usuários baixem um programa nocivo que não causa danos de imediato, mas que pode a qualquer momento atacar o próprio usuário ou telefone de alguém de sua lista de contatos.

Em outras palavras, você pode estar carregando um Saci Pererê em seu smartphone sem saber e acha que está tudo certo. Portanto, além de instalar um antivírus no seu aparelho, tome cuidado com a maneira como você o usa. Procure utilizar somente lojas oficiais para baixar aplicativos. Se você usa Android, faça downloads somente no Google Play, para iPhone utilize AppleStore.

Outro detalhe, cuidado ao acessar a internet no seu celular via uma wi-fi aberta/pública, ou seja, em shopping centers, estádios de futebol, etc. Se um ataque ocorrer à esta rede, seu telefone poderá ser facilmente atingido sem você nem mesmo notar. E isso vale também para usuário de iOS. A sugestão para driblar este obstáculo é a instalação de um VPN (Virtual Private Network) no aparelho, além de um antivírus confiável.

Não substime o poder de fogo de hackers ao redor do mundo. Eles podem parecer verdadeiras lendas, mas existem e estão mais próximos do que você imagina.

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28, agosto, 2014

A simples troca de senha pode resolver o problema de vírus no Facebook

Todo mundo há de admitir que o mundo virtual não tem mais limites, está tudo lá, aberto e exposto para qualquer um ler, assistir ou ouvir. Em alguns casos, moderações conseguem ponderar discursos de ódio, sexistas e racistas. Mas o grande problema é que muita gente ainda continua a desfilar sua “ingenuidade” em redes sociais. E isso não é só com relação às mensagens publicadas, mas  também aos links em que clicam, aplicativos que baixam e os textos que lêem.

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Vírus em mídias sociais rodam em ambientes totalmente diferentes do seu PC, mas também podem atacar seu computador

Constantemente, recebo perguntas de leitores desesperados que dizem ter sido “vítimas de um ataque de vírus no Facebook” e querem saber a todo custo como fazer para se livrar da praga. “Devo instalar um antivírus na minha máquina?”, foi a pergunta de um desses leitores. E a resposta foi direta: “Não! Primeiro porque o Facebook é um ambiente totalmente diferente do seu compurador e segundo porque a esta altura sem antivírus sua máquina já deve estar contaminada”.

É preciso deixar bem claro que a função principal de um antivírus é proteger seu PC de ataques. Muita gente acha que o antivírus foi criado para limpar o computador, isto na verdade vem em segundo plano, pois são trabalhos diferentes e que exigem ferramentas diferentes para funcionar; embora não há dúvidas nenhuma de que antivírus como o avast! Premier realmente podem ajudar na limpeza do computador. Entretanto, o ideal é instalar um antivírus antes de usar a máquina e não o inverso.

Mas voltando ao assunto das mídias sociais, todo site de compartilhamento de notícias e discussões online estão rodando na internet, naquele mundo virtual que ninguém pode tocar mas que todo mundo faz parte. E embora você precisa do seu computador (telefone ou tablet) para acessá-lá, a internet está em um mundo totalmente diferente do seu computador. Portanto, o seu antivírus não conseguirá protegê-lo “daquele vírus” no Facebook, pois o antivírus está protegendo a sua máquina.

Como fazer para proteger meus perfis em redes sociais?

Uma das melhores maneiras de se protejer em redes sociais é tomando muito cuidado com os links que você clica, os vídeos que você acessa e, principalmente, os aplicativos que você baixa via Facebook e outras redes sociais.

Também tome cuidado com quem você está se conectando, pois além do próprio perfil ser um spam, cibercriminosos podem facilmente coletar informações vitais para realizar ataques. Depois, seu Facebook começa a enviar spams para todos os seus amigos, os quais te escrevem desesperados dizendo: “pare de me mandar vírus”, você mais desesperado ainda escreve para mim “como posso me livrar de vírus no meu Facebook” e eu com o maior prazer respondo: “troque a sua senha”.

E é só isso? Bem, para parar com os spams sim, mas para resolver sua vida não! Além de passar a ter mais cuidado com a maneira como você surfa online, faça uma varredura completa da sua máquina para ter certeza de que ela não foi infectada através de links que você baixou nas redes sociais.

E um último detalhe: instale somente um antivírus em seu PC, pois dois softwares de segurança juntos vão se conflitar, deixando brechas para grandes ataques.

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26, agosto, 2014

5 razões para você não instalar antivírus em seu PC

Seguindo um recente texto que publicamos entitulado como “4 razões para você não instalar um antivírus em seu celular”, vamos hoje falar sobre os motivos pelos quais você não deveria ter uma proteção para o seu computador.

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O mundo virtual é um tanto quanto complexo e o uso de antivírus continua sendo essencial para cada usuário de computador

 

Aliás, este assunto tem se tornado bem popular ultimamente com discussões em torno do fato de que antivírus deverá se tornar obsoleto em um futuro próximo. Só o tempo dirá a verdade, mas por enquanto antivírus continua essencial para qualquer pessoa que possui um computador. Por outro lado, temos de admitir que há algumas razões para não usar antivírus. Aqui vão elas:

  1. Você é um hacker: se o seu trabalho é simplesmente realizar ataques de malwares a computadores e servidores ao redor do mundo, você provavelmente sabe muito bem como lidar com qualquer ataque ao seu PC, portanto, se você for um hacker não precisa usar um antivírus.
  2. Seu PC roda em Linux: e não é pela “lenda” de que não existe vírus em Linux, porque existe e muito, mas devido ao fato de que se você tem habilidade o bastante para lidar com sistemas operacionais abertos, então muito provavelmente você sabe como impedir todo tipo de ataque e pode facilmente limpar seu PC em caso de contaminação, mesmo que isso lhe custe um fim de semana na frente do PC.
  3. Seu PC só funciona offline: caso você tenha um PC em casa só para jogar paciência e xadrez e nunca conectou-o (e não pretende conectá-lo) à internet, então para que ter antivírus? Se o seu PC só funciona offline, você definitivamente está seguro! Mas mesmo assim, jamais conecte um pen drive à sua máquina, pois se este estiver contaminado seu PC também será.
  4. Seus dados não são importantes: se o que você faz com o seu PC na internet não tem a mínima importância e os dados que você guarda tanto no hard drive quanto em redes sociais e em arquivos nas núvens são irrelevantes, realmente possuir um antivírus não lhe levará a nada, pois para que proteger algo sem valor?
  5. Você já possui um antivírus: caso seu computador já tenha um antivírus instalado, por favor não cometa o erro de instalar outro! Instalando dois programas de proteção em um mesmo PC consome memória, dificulta a limpeza e um acaba conflitando com o outro. Essas são as razões que gerelmente levam as pessoas a reclamarem de antivírus.

Entretanto, se você não se enquadra em nenhuma das situações acima descritas, então corra e garanta já o seu antivírus. Escolha por um que atualize seus programas automaticamente (programas desatualizados são as melhores vias de ataques de vírus), e que tenha um firewall confiável capaz de ser customizado de acordo com as suas necessidades.

Outro ponto importante é ter um antivírus com sistema de antispam para alertá-lo de possíveis emails fraudulentos, além de uma zona segura onde você possa realizar compras online sem correr o risco de ter seu cartão de crédito ou débito furtado.

Com os computadores atuais cada vez mais rápidos e softwares cada vez mais leves, a “estória” de que antivírus deixa seu computador lento já virou lenda, coisa da era medieval do mundo cibernético! Instale um antivírus em seu PC agora, você não tem nada a perder!

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25, agosto, 2014

Funcionários de pequenas empresas que viajam a negócios estão sob risco de perda de dados comerciais

Ainda me lembro da época em que participava de eventos pelo Brasil e que dependia de internet a cabo para acessar meus emails e me conectar com minha empresa. Uma das melhores organizações neste sentido era a do Salão do Automóvel, em São Paulo, onde até mesmo computadores modernos ficavam à nossa disposição. Entretanto, hoje em dia podemos acessar a internet usando nossos próprios computadores de qualquer lugar via wi-fi públicas: nos aeroportos, em restaurantes, shopping centers, etc. Porém, o que deveria ser uma “mão na roda” para empresários e executivos, pode se tornar um verdadeiro pesadelo.

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Isso porque, atualmente hackers podem facilmente realizar ataques a essas wi-fi abertas e invadir não só as redes especificamente, mas os computadores, tablets e telefones de milhões de pessoas conectadas a elas. O cenário é bem simples: você possui uma microempresa com mais ou menos 10 funcionários. Dois deles realizam viagens constantes pelo país ou dentro do seu estado, ou mesmo fazem visitas diárias a clientes da sua própria cidade; ou seja, na linguagem popular: “trabalham na rua” e seus computadores e telefones são ferramentas de trabalho essenciais. Ao chegarem a um aeroporto, hotel ou restaurante, seus funcionários decidem enviar “aquele” relatório importantíssimo sobre as vendas do mês ou uma informação sigilosa de seus clientes via email e se conectam a uma wi-fi pública para isso. Sem se preocupar com o que está por trás do gerenciamento desta internet, eles terminam o trabalho e seguem para o próximo compromisso, mas mal sabem que suas máquinas foram vistoriadas, contaminadas e, em alguns casos, tiveram suas informações furtadas. Cada vez que eles acessam a internet via wi-fi pública, o risco de furto de dados se torna iminente!

Duvida que isto seja possível? Então leia a Cartilha de Segurança para Internet publicada pela Cert (Centro de Estudos, Respostas, e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil) para ter mais informações. Nesta cartilha, há sugestões de como se proteger ao usar conexões públicas, mas no geral, os grandes problemas enfrentados por micros e pequenas empresas para combater esse problema são: (1) estabelecimento do sistema de proteção; (2) a manutenção do mesmo; (3) a utilização desse sistema por parte do funcionário. Isso porque até bem pouco tempo atrás era necessário contar com a ajuda de um administrador de rede para este trabalho, ou seja, alguém com conhecimento mais técnico de informática e computação no geral para fazer esta proteção funcionar.

Como explicamos por aqui anteriormente, hoje em dia micros e pequenos empresários possuem tecnologias ao seu dispor que facilitam o gerenciamento da segurança de redes comerciais sem a necessidade de ter um profissional diretamente responsável por isso. O mesmo ocorre com relação ao uso de internet pública. Hoje em dia, uma das melhores soluções é a instalação de uma VPN (Virtual Private Network) nos computadors e telefones de seus funcionários para que eles possam acessar a internet em locais remotos e em wi-fi públicas, mas ao mesmo tempo impede qualquer hacker de realizar ataques diretos aos aparelhos de seus funcionários. E mais, o uso da VPN é bem simples, basta apertar um botão que ela já começa a funcionar, ou seja, não necessita da ajuda de um administrador de TI (Tecnologia da Informação) para rodar e proteger seus dados. Lembre-se que o furto online de informações comerciais de micros e pequenas empresas tem aumentado muito nos últimos anos, pois hackers sabem que enfrentarão menos dificuldades nesses locais do que durante ataques a multinacionais de grande porte que possuem um sistema complexo de segurança de dados. Portanto, a dica é: procure pela melhor VPN no mercado e obrigue seus funcionários a usá-la diariamente, só assim a conexão à wi-fi pública será segura o bastante para impedir o furto de seus dados comerciais.

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22, agosto, 2014

Novos métodos de malware ataques a smartphones começam a ganhar força

No mês passado publicamos aqui alguns dados que mostram o crescimento do uso do celular no Brasil debatendo uma frase do vice-presidente do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, que disse em 2012 que o futuro da internet será o celular. De acordo com relatórios do governo federal (também publicados no texto mencionado), a internet móvel cresceu 416% entre 2010 e 2014 no Brasil. Esse salto não foi apenas visto em nosso país, mas no mundo todo, abrindo espaço para hackers e crackers explorarem a vida virtual que carregamos em nossos bolsos!

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Intercepção da comunicação entre servidores de aplicativos para celulares e BTS pode se tornar a mais nova forma de ataque a telefones móveis

Não há dúvidas nenhuma de que ataques de vírus a telefones móveis ainda estão passando por uma fase inicial de vida, mas o “embrião” que surgiu em 2007 cresceu, ganhou forma e nasceu. Hoje já é um pequeno bebê, capaz de entender o mundo ao seu redor. E o pior, assim como outra criança na sua idade, não conhece os perigos e está disposto a tudo para conseguir o que quer.

Por outro lado, o celular se tornou parte de nós mesmos. Há quem não consiga sair de casa sem ele e, quando sai, sente um vazio tremendo, como se estivesse andando pelado pelas ruas. É nele que hoje em dia acessamos nossas redes sociais, lemos livros e jornais, assistimos vídeos e (o mais importante), pagamos nossas contas. Ou seja, muita informação importante que hackers ao redor do mundo não podem deixar de explorar.

De acordo com Filip Chytry, Malware Analista na Avast antivírus, uma nova forma de ataque será através da comunicação entre os servidores dos aplicativos e os BTSs (Base Transceiver Stations), ou seja, alguém invade a comunicação ente o servidor e o BTS e pode ter acesso a qualquer conteúdo. “Os ataques feitos por intermediários nessa comunicação via servidores dos aplicativos significa que hackers de smartphones poderão redirecionar a comunicação entre o usuário e o servidor ou até mesmo infectar o aparelho instalando nele vírus através do aplicativo”, descreve Chytry.

Se este tipo de técnica realmente se firmar, as possibilidades de ataques serão imensas. “Hackers poderão restaurar detalhes bancários se eles conseguirem interceptar a comunicação do usuário com o aplicativo durante uma transação”, explica Chytry.

Como dito, uma investida desta ainda está em fase de prospecção, mas já está bem encaminhada! Recentemente, dois crackers conseguiram invadir telefones, tablets e computadores que rodam em iOS (o sistema operacional da Apple famoso por ser altamente seguro), através de um aplicativo bem conhecido, o Instagram. Vale lembrar que neste caso, os aparelhos explorados estavam ligados a uma internet aberta ou wi-fi pública.

Como fazer para se proteger

A pergunta que fica é: como vou me proteger? Devo passar a andar pelado, ou seja, sem meu celular?

Bem, não é necessário ir tão longe! Os bancos brasileiros possuem ótimos sistemas de segurança, embora não revelam dados oficiais de possíveis ataques online às contas de seus clientes. Entretanto, usamos muito cartão de crédito para pagamentos via internet e também publicamos e acessamos informações sensíveis em nossas redes sociais via telefone, o que pode levar a problemas ainda mais sérios.

O ideal seria criptografar todos os seus dados, mas isto ainda não impede ataques. Portanto, para garantir a sua segurança, a melhor dica é instalar um antivírus em seu telefone assim como você faz em seu PC. E mesmo que você criptografe seus dados, utilize um VPN (Virtual Private Network), assim você poderá acessar a internet em locais públicos sem riscos.

E é bom lembrar que os sistemas de antivírus hoje em dia possuem também o chamado “anti-theft”, um programa antifurto que ajuda você a localizar seu aparelho em caso de roubo, furto ou perda.

O mundo digital está se tornando cada vez mais perigoso e a vida virtual que carregamos nos bolsos através de nossos smartphones é a próxima vítima na mira de cibercriminosos. Portanto, tome uma atitude hoje para não se tornar a presa de amanhã!

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21, agosto, 2014

Como encontrar a melhor opção de suporte para você

howto2_ptA AVAST construiu o seu negócio protegendo pessoas e os seus aparelhos de ciberameaças nos últimos 25 anos. Na verdade, cerca de 220 milhões de pessoas confiam na nossa segurança. Nosso objetivo é manter nossos clientes seguros, por isso, se você precisar de ajuda com algum dos produtos de segurança avast!, nós estamos disponíveis para ajudá-lo(a). Se você prefere o caminho “faça você mesmo” ou se precisar conversar com alguém, damos suporte aos nossos clientes e garantimos a sua satisfação de várias maneiras.

A página de suporte em nosso site é o primeiro passo.

Para os que preferem o “faça você mesmo”

FAQs

Se você deseja entender melhor como funcionam os produtos avast!, visite as nossas Frequently Asked Questions (FAQs) para que você mesmo encontre respostas rápidas. Há guias para os nossos produtos antivírus para computadores e aparelhos móveis, além de FAQs para os nossos produtos corporativos e outros programas como o avast! GrimeFighter.

Vídeos

O canal do antivírus avast! no YouTube tem vídeos tutoriais que mostram a você como comprar, instalar e ativar os produtos avast!. A lista de suporte ao cliente avast! contém dicas de vídeos e truques que irão ajudá-lo na utilização dos produtos de segurança avast!.

Se você tiver alguma sugestão para um vídeo tutorial, poste na área de comentários dos usuários e iremos criar um para você.

Blog

O Blog do avast! é uma boa fonte para artigos “como fazer” junto com as notícias sobre os produtos. Você pode procurar por assuntos ou dentro das diferentes categorias dos artigos. O blog está disponível em várias línguas. Assim como os vídeos, se houver algo sobre o que você deseja que escrevamos, por favor, nos avise.

Quando você precisa de mais ajuda

Fórum da Comunidade avast!

O Fórum da Comunidade avast! é frequentado por usuários experientes do avast!, desenvolvedores, gestores de produtos e, às vezes, pelo Diretor de Produto, Ondrej Vlcek. Você pode utilizar a ferramenta de busca do fórum para procurar questões semelhantes às suas ou fazer sua pergunta, e até mesmo obter ajuda para remoção de malwares. Esta é uma grande fonte de informação, mas lembre-se que você está falando com pessoas reais, a maioria delas voluntárias, por isso, seja polido e use de netiqueta.

Redes sociais

Para perguntas simples, você pode visitar uma das redes sociais do avast!. Nossos gestores de comunidade podem responder muitas questões, caso não sejam tecnicamente complexas. Se for preciso uma ajuda mais especializada, pedirão a você que envie um tíquete ao nosso suporte. Visite o Facebook, o Twitter ou o Google+ do avast!.

Suporte Total avast!

O suporte telefônico gratuito está disponível para os nossos clientes em inglês (Austrália, Canadá, Reino Unido e Estados Unidos), francês, espanhol (México, Espanha e Estados Unidos) e português. Nossos técnicos especializados irão ajudá-lo(a) com a instalação, configuração e resolução de problemas do avast! Free e Pro Antivírus, do avast! Internet Security e do avast! Premier.

O Suporte Total avast! (ATS) oferece um serviço de suporte gratuito nas seguintes áreas:

  • Instalação dos produtos avast!
  • Erros/problemas durante a instalação do avast!
  • Configuração básica
  • Adição da licença
  • Problemas com a atualização do avast!
  • Mensagens de erro dos produtos avast!

Quando você comprar uma assinatura dos nossos Serviços de Suporte Premium, você terá suporte ilimitado para todos os seguintes itens:

Problemas:

  • Questões relacionadas a vírus, malwares e spywares
  • Lentidão do computador
  • Diagnóstico da causa dos problemas
  • Configuração do navegador
  • Conexão de rede

Configurações:

  • Contas de email (programas)
  • Redes sem fio
  • Programas (softwares)
  • Periféricos (tablets, smartphones, impressoras, etc.)
  • Navegadores: configuração e suporte
  • Auxílio no backup de dados
  • Compartilhamento de arquivos na rede

Suporte de email

Se você precisar de ajuda em uma língua que não está na nossa lista de suporte telefônico, envie tíquete de pedido de suporte e desfrute de mais opções. Há 4 categorias de problemas:

  1. Suporte técnico
  2. Serviço ao cliente
  3. Vírus e malwares
  4. Perguntas e comentários

Suas perguntas serão respondidas na ordem em que forem recebidas, por isso, pode levar alguns dias antes de você receber ajuda. Enviar múltiplos tíquetes não aumenta a velocidade do processo de nenhuma maneira, ao contrário, pode piorar as coisas porque os especialistas de suporte terão seu trabalho duplicado ou precisarão unificar os tíquetes para entender melhor o seu problema.

Em outras palavras, seja qual for o seu problema, entre em contato com a avast! que acharemos uma solução para o seu caso! Estamos no aguardo!

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19, agosto, 2014

5 passos para gerenciar a segurança de dados em pequenas empresas

Em artigos anteriores sobre segurança de TI (Tecnologia da Informação) para micro e pequenas empresas, discutimos aqui a importância do “console de administração remoto” que permite o gerenciamento das atividades de vírus da rede de computadores de uma certa empresa. Também discutimos as diferenças entre a criação de uma “área de trabalho” para a criação de uma rede empresarial ou o uso de um servidor com o mesmo objetivo.

Esses artigos em si poderiam ser o bastante para explicar quais são as opções que micros e pequenos empresários possuem atualmente ao desenvolver seus “centros de segurança de TI”, ou seja, um departamento dentro da empresa que fiscalizará e combaterá ataques de vírus e furtos de dados empresariais.

Você sabe de onde seus dados empresarias vêm e para onde vão? Sem sim, ótimo. Este é somente o primeiro passo para proteger sua empresa

Você sabe de onde seus dados empresarias vêm e para onde vão? Sem sim, ótimo. Este é somente o primeiro passo para proteger sua empresa

Entretanto, decidimos em ir um pouco mais a fundo e analizar quais são os vários fatores em torno desse processo de criação do centro de segurança. E aqui vão algumas dicas:

  1. Primeiramente, responsabilize uma única pessoa por este trabalho. Este profissional não precisa ser contratado especificamente para ser o seu administrador de sistema, aliás o melhor é dar esta função a alguém já dentro da empresa que tenha bons conhecimentos de gerenciamento de negócios.
  2. Faça uma análise de seus invetários. Coloque no papel exatamente todos os computadores e software que você possui na empresa e os dados que são alí monitorados. Tente traçar os caminhos que diferentes informações tomam dentro desses canais, ou seja, de onde a informação vem e para onde e como ela vai. Por exemplo: se você possui uma loja de roupas, descreva como os dados da venda de seus produtos são inseridos no sistema, de qual tipo de computador, etc. Depois faça o mesmo com os dados de compra daquele produto. Ah, e também não se esqueça que pode ser que alguém na sua empresa (ou você mesmo) pode estar acessando seus dados empresariais via smartphones. Não esqueça de incluí-los no inventário! Dessa forma, você verá que os dados de sua empresa seguem caminhos diversos e descubrirá os riscos que corre em cada passo.
  3. Faça uma análize das vulnerabilidades do seu sistema. A palavra sistema aqui significa a forma como a sua empresa trabalha e não tão somente sistema da informação (o que está diretamente ligado a TI). Neste processo, é importante entender como seus funcionários utilizam a rede de computadores da sua empresa e como dados são inseridos manualmente. Veja quais são as potenciais brechas que podem levar a, por exemplo, um ataque de “engenharia social”, onde a troca de informações online revelam detalhes importantes que podem ser usados para furto de identidade, dados e dinheiro. Por exemplo, a divulgação de uma senha em redes sociais por parte do empregado.
  4. Verifique e atualize seus programas constantemente. Uma das maneiras mais fáceis de hackers e crackers invadirem sistemas empresariais é através de software desatualizados. Recentemente a Windows anunciou que não daria mais suporte ao XP, obrigando muita gente a migrar para uma versão mais nova. Entretanto, dificilmente você ouvirá anuncios como esses vindo de firmas menores, portanto, mantenha o olho aberto no tipo de software que você está usando, não é só Windows que é importante: JavaScript, sistema de CRM, etc são tão importantes quanto seu sistema operacional.
  5. Pense em criptação de dados. Uma maneira segura de armazenar dados é através da criptografia, pois com ela letras e palavras são embaralhadas dificultando a leitura dos mesmos. Uma simples pesquisa online usando expressões como “empresas de criptografia” lhe dará várias opções de serviços.

Seguindo os passos acima você terá em mãos o seu sistema e saberá quais são os locais mais vulneráveis dentro do seu sistema e o que fazer para torná-los mais seguros. Entretanto, a história não acaba aí. Para que tudo esteja sempre sob controle é preciso instalar um antivírus empresarial que lhe dará o poder de gerenciamento do seu sistema. E é aí que entra a necessidade de ter um produto com console de administração remoto, onde todas as atividades de vírus e tentativas de ataques de hackers poderão ser vistos de um único computador.

E não pense que por ser uma pequena empresa você não está em risco. Com grandes multinacionais investindo mais e mais em segurança, hackers estão a cada dia mais interessados em firmas com um número limitado de funcionários, pois sabem que as chances de sucesso neste ambiente são muito maiores.

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6, agosto, 2014

Apresentamos o mais novo cartão de crédito e débito: seu celular

De acordo com uma matéria escrita pelo jornalista Paulo Britto do Valor Econômico e publicada em novembro do ano passado no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o pagamento de contas via telefone celular vem ganhando força e a grande maioria dos especialistas entrevistados para o artigo acreditam que esta é uma tendência que veio para ficar.

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

De acordo com a matéria, essa nova forma de pagamento dará mais suporte aos não correntistas e pessoas de baixa renda para fazerem compras usando o sistema de crédito no celular, em vez de carregar dinheiro vivo sacado de um banco.

Entretanto, uma pesquisa publicada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e realizada entre 2012 e 2013, aponta para um aumento de 6%  no número de contas correntes em todo o país, com um crescimento de 9% de cartões de crédito no mesmo período.

Isso demonstra que, embora a opção de pagamento via celular já uma realidade, o setor bancário continua crescendo a passos largos, provando que mesmo pessoas de baixa renda têm procurado uma maneira de manter seu dinheiro em um local seguro.

Porém, um outro fenômeno que ocorreu nos últimos 2 anos foi a debandada de correntistas para o internet banking e o uso do celular como uma forma de manterem-se informados sobre a situação de suas reservas nos bancos. De acordo com a mesma pesquisa, em 2009 apenas 31% das operações bancárias ocorriam via internet ou telefone celular, ao passo que a grande maioria dos usuários (52%) preferiam ir até uma agência ou um caixa eletrônico para realizar qualquer tipo de comunicação com o banco (por exemplo: depósito, acesso aos movimentos bancários, etc). Em 2013 esse quadro se inverteu. Até o fim do ano passado, 47% de transações bancárias foram realizadas via internet ou no celular, enquanto que somente 37% dos correntistas optaram por ir pessoalmente à uma agência ou caixa eletrônico. Uma pequena parcela de transações (17%) são feitas nos chamados pontos de serviços (ou em inglês POS), como por exemplo, um caixa de restaurante, supermecado, etc, e continua praticamente no mesmo nível desde 2009.

Ainda de acordo com a Febraban, em 2013 o uso do mobile banking teve um aumento de 6% no ano, com um crescimento médio de 270% nos últimos cinco anos. E embora apenas 3% dessas transações via celular possui algum tipo de movimentação financeira, isso demonstra o quanto correntistas em todo o Brasil apreciam a comodidade do uso de smartphones para cuidar de suas finanças.

Esse crescimento trás à tona outras questões, como o sistema de segurança dos aparelhos para compras e movimentação de dinheiro. Os sites de bancos no Brasil são, no geral, muito seguros e vulnaribilidades em aparelhos móveis são ainda casos bem recentes. Entrentanto, não há dúvidas nenhuma de que é uma questão de tempo para hackers ao redor do mundo começarem a investir pesado em crimes cibernéticos focados exatamente em telefones celulares.

Quando recentemente a AVAST fez um teste com 20 aparelhos móveis comprados de segunda mão online e tentou recuperar os dados desses equipamentos, chegou até mesmo a encontrar um requerimento de empréstimo bancário totalmente preenchido, ou seja, se estas informações caíssem em mãos erradas, o estrago poderia ser maior do que se imagina.

Ainda falta regulamentar muita coisa na área de pagamento via telefone celular, mas uma coisa é certa, a questão da segurança passa a ser primordial. Não basta apenas ter um PIN de acesso ao seu telefone, é preciso criptografar seus dados, sobrescrever os arquivos apagados e utilizar aplicativos de segurança que lhe ajudarão a encontrar seu telefone em caso de perda, roubo ou furto.

Em breve, o telefone será seu novo cartão de crédito e até mesmo dinheiro vivo. Você está realmente preparado para esta mudança?

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30, julho, 2014

Crackers encontram uma maneira de invadir aparelhos iOS via Instagram

Esta semana está sendo bem movimentada para a equipe de desenvolvedores do Instagram. No último sábado, um rapaz chamado Mazin Ahmed, e que no Twitter se auto-intitula como “estudante, interessado em aplicativos de segurança” publicou em seu blog um texto afirmando que havia encontrado uma vulnerabilidade grave no Instagram e que qualquer pessoa navegando no site via wi-fi pública estaria sob risco de ser hackeado, inclusive usuários de iOS, sistema operacional da Apple.

Quem disse que iPhones não podem ser hackeados?

Quem disse que iPhones não podem ser hackeados?

Mazin diz que enviou a informação ao Facebook, que há pouco mais de 1 ano comprou o Instagram por uma quantia em torno de 1 bilhão de dolar, mas a empresa teria respondido que já está ciente do problema e que trabalhará para resolver isso no futuro, entretanto, no momento, aceita os riscos desta falha. O texto de Mazin na íntegra e com a suposta resposta do Facebook, em inglês, pode ser lido aqui.

Se isso já não é o bastante, um programador conhecido como Steve Graham, ratificou o problema na segunda-feira, publicando o passo a passo de como conseguiu invadir e raquear um aparelho iOS. Ele garante que poderia facilmente tomar o controle do telefone se quisesse através dessa vulnerabilidade no Instagram.

O que realmente surpreende é o fato de que mesmo aparelhos iOS, cujos usuários têm orgulho de dizer que não estão sob riscos de ataques, foram hackeados e invadidos através desta falha. Isso leva a uma outra discussão: telefones celulares e tablets são realmente mais seguros do que PCs? E o iOS, é realmente um sistema operacional que não abre brechas para ataques? E será que outros aparelhos, como o Windows Phone, não estão suscetíveis a possíveis invasões de hackers?

As respostas para essas perguntas ficam a critério de nossos leitores. Entretanto, no meio tempo, para evitar furto de identidade em wi-fi pública, o ideal é instalar no celular algum tipo de aplicativo que criptografa dados, tornando-os ilegíveis.

É bom lembrar que somente equipamentos conectados via internet pública estão sob risco, portanto, o uso do Instagram de maneira geral em casa ou em outras conexões privadas estão (até o momento) seguras.

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