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Textos com Etiquetas ‘android’
12, setembro, 2014

O malware móvel atinge a marca de 1 milhão de amostras e se torna mais nocivo do que nunca

O malware móvel está crescendo exponencialmente. Temos já mais de 1 milhão de amostras maliciosas em nosso banco de dados, e havia 100.000 em 2011. Ainda relativamente novo, a maioria dos malwares para celulares tem uma estrutura muito simples, embora seja projetado para roubar com eficiência o dinheiro das pessoas. O malware móvel mais recente está, no entanto, se adaptando e transformando lentamente, abraçando táticas mais enganosas e complexas para atingir os usuários.

Os criadores de malware para PC começaram em uma garagem, os do malware móvel em um escritório

O malware móvel está seguindo um desenvolvimento semelhante ao experimentado pelo malware para PC anos atrás, com duas diferenças marcantes: a primeira que o malware para PC, em seus primeiros estágios, foram criados por amadores e só evoluiu lentamente para um negócio lucrativo nos últimos 10 anos. O malware móvel, mesmo com a sua estrutura simples, foi sempre um bom negócio desde o seu início. Os smartphones e tablets são capazes de reunir e armazenar mais dados pessoais que os PC nunca foram: há uma abundância de dados valiosos a serem coletados, incluindo dados pessoais e informações financeiras. Por isso, o foco do malware móvel sempre foi financeiro, o que significa que mesmo os primeiros malwares se mostravam como ameaças reais para suas vítimas ao roubar dinheiro delas. A segunda diferença é que mesmo que o foco de ataques a smartphones e tablets seja recente, está se desenvolvendo muito mais rápido do que o malware para PC em seus anos iniciais.

Há muitas portas de entrada para o malware móvel: além dos aplicativos maliciosos que entram nas lojas e em propagandas in-app com links para conteúdos infectados, os criadores de malware também tiram vantagem dos bugs nos sistemas operacionais móveis, em aplicativos populares e na estrutura da cobrança das operadoras de telefonia. Em 2013, entre 60% e 70% dos malwares foram desenvolvidos para enviar mensagens de texto premium sem o consentimento do usuário, um truque simples dos criminosos para mexer no bolso das pessoas. O mercado está reagindo ao malware e retaliando: as operadoras dos Estados Unidos e outros países, por exemplo, baniram os serviços de mensagens de texto premium. Assim que o mercado reage, os criadores de malware começam a pensar em outros meios muito mais sofisticados e enganosos para roubar o dinheiro das pessoas.

A nova geração de malware móvel

Malwares mais elaborados, como os ransomwares e spywares, estão crescendo e lentamente tomando o controle dos aparelhos móveis, ao mesmo tempo que o universo online das potenciais vítimas vai crescendo. O Google atingiu agora mais de 1 bilhão de usuários Android. Formalmente, ransomwares da família do Cryptolocker  somente eram conhecidos na plataforma Windows, mas recentemente atingiram os aparelhos Android pela primeira vez, assustando os usuários e sequestrando seus aparelhos, criptografando os arquivos até que o usuário pagasse o resgate. O spyware móvel, por outro lado, é capaz de rastrear a localização do usuário e muitos outros dados pessoais, que podem, mais tarde, ser utilizados para invadir suas contas ou para o roubo de identidade.

Prevemos que com o surgimento das novas tecnologias, os criadores de malware encontrarão novas formas de tirar vantagens de suas vítimas. Por exemplo, com o aumento do uso dos novos métodos de pagamento NFC (Near Field Payment), prevemos que os hackers mudarão a forma de ir atrás do dinheiro.

Os usuários precisam tomar consciência de quão valiosos são os seus smartphones: não somente o hardware, mas os dados que possuem lá

As ameaças móveis estão crescendo. Prevemos que alcançarão a mesma magnitude do malware para PC em 2018. Contudo, nos mais de 1 bilhão de smartphones comercializados em todo o mundo no ano passado, somente uma pequena porcentagem está protegida por um software antivírus.

Para tornar os aparelhos móveis mais seguros, precisamos trabalhar juntos: as empresas de segurança, as operadoras, as lojas de aplicativos e os consumidores. Na AVAST, estamos constantemente aprimorando as nossas táticas de detecção de malware para proteger os usuários com as nossas soluções gratuitas e pagas. Ações como as das operadoras nos Estados Unidos, Brasil e Reino Unido de não mais cobrar seus clientes pela maioria das mensagens SMS Premium comerciais fecharam uma importante porta para os criadores de malware e são uma grande inciativa. Esperamos que as operadoras de outros países sigam este exemplo em breve. Além disso, regras de segurança mais restritas para os aplicativos na Google Play e outras lojas de aplicativos podem ajudar a levar à extinção alguns tipos de malwares.

Por fim, também depende dos usuários a proteção dos seus aparelhos e dados com soluções de segurança. As pessoas precisam entender que há novas ameaças sendo arquitetadas para atingir seus aparelhos móveis. Telefones e tablets contém preciosidades das pessoas, na forma de dados e informações pessoais acerca das suas pessoas amadas ou detalhes bancários e tudo isso interessa aos cibercriminosos. Por isso, é essencial que as pessoas tomem cuidado com seus smartphones e tablets da mesma forma que protegem seus computadores, a maioria dos quais têm um antivírus instalado.

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4, setembro, 2014

Porque vírus para celular não é uma lenda

Outro dia um amigo meu comparou a existência de vírus para celular com o Saci Pererê: “todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu nenhum”. Apesar desta ser uma boa “tirada”, ela não é de nenhuma maneira engraçada. Aliás é um tanto quanto trágica. Se você nunca viu, não significa que não existe.

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Quer evitar ataques ao seu celular? Baixe aplicativos somente em lojas oficiais

Há indícios de que programas maliciosos começaram a se alastrar em telefones móveis há mais de uma década, ou seja, muito antes dos famosos smartphones darem as caras. A diferença é que, naquela época, usávamos nossos celulares “só” para telefonar, ou no máximo mandar algumas mensagens de texto. Hoje o telefone móvel é um computador de bolso. Temos lá nossas vidas: agendas de contato, diários, planilhas de Excel, emails, acesso às redes sociais, podemos gerenciar lá nosso dinheiro, pagamentos e usos de cartões de crédito e débito, consultamos GPS e endereços, deixando lá o histórico de nossas rotas diárias, etc. Esqueci alguma coisa?

Acredito que sim. Caro leitor, me ajude nessa! O que mais podemos fazer com o celular? E depois eu pergunto: você acha que todas essas informações armazenadas em um único local não chamaria a atenção de cibercriminosos?

O problema é que, às vezes, você instala um aplicativo que não parece ser malicioso, mas que do nada passa a atacá-lo. Isso geralmente ocorre ao baixar programas de lojas não oficiais, mas pode acontecer também que um de seus contatos foi quem cometeu o equívoco de instalar um aplicativo de risco e, depois de contaminado, passa a enviar malwares para você via SMS.

“Enquanto pode demorar um tempo para criadores de malware para celular burlar lojas oficiais e suas políticas de venda, há maneiras menos maliciosas dos desenvolvedores de aplicativos nocivos tomar vantagem do mercado”, explica Filip Chytry, Analista de Malware da avast!. Segundo ele, existe uma “linha fina” entre malwares maliciosos e não maliciosos, fazendo com que os usuários baixem um programa nocivo que não causa danos de imediato, mas que pode a qualquer momento atacar o próprio usuário ou telefone de alguém de sua lista de contatos.

Em outras palavras, você pode estar carregando um Saci Pererê em seu smartphone sem saber e acha que está tudo certo. Portanto, além de instalar um antivírus no seu aparelho, tome cuidado com a maneira como você o usa. Procure utilizar somente lojas oficiais para baixar aplicativos. Se você usa Android, faça downloads somente no Google Play, para iPhone utilize AppleStore.

Outro detalhe, cuidado ao acessar a internet no seu celular via uma wi-fi aberta/pública, ou seja, em shopping centers, estádios de futebol, etc. Se um ataque ocorrer à esta rede, seu telefone poderá ser facilmente atingido sem você nem mesmo notar. E isso vale também para usuário de iOS. A sugestão para driblar este obstáculo é a instalação de um VPN (Virtual Private Network) no aparelho, além de um antivírus confiável.

Não substime o poder de fogo de hackers ao redor do mundo. Eles podem parecer verdadeiras lendas, mas existem e estão mais próximos do que você imagina.

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20, agosto, 2014

Aplicativo Facebook Messenger não é o maior perigo para a sua privacidade

Na semana passada, o anúncio de que o Facebook iria obrigar todos os seus usuários de Android a baixar o aplicativo Messenger para ler e enviar mensagens via telefone ou tablet na rede social mais popular do mundo causou um certo desconforto em muitas pessoas e levantou algumas dúvidas: quais são as reais intenções do Facebook com isso? A minha privacidade está em jogo?

Pessoalmente, esta comoção mundial (não foi só no Brasil que o assunto ganhou manchetes) é um tanto quanto estranha. Lembro que em 2011 quando comprei um smartphone Android para a minha esposa ela ficou muito receosa com o fato de que para baixar aplicativos ela teria de autorizar o Google (e outros donos de programas) a ter acesso ao aparelho, incluíndo seus contatos. Isso ocorre também ao baixar, por exemplo, What’s App, Viber, etc… Então, por que essa preocupação toda agora?

Novo aplicativo Facebook Messenger tem assustado muita gente. Mas ele é realmente o único perigo que corremos online?

Novo aplicativo Facebook Messenger tem assustado muita gente. Mas ele é realmente o único perigo que corremos online?

É preciso lembrar que a quantidade de dados que o Facebook possui de seus usuários na plataforma para computadores já é o bastante para deixar algumas milhões de pessoas de “calças curtas” por aí, sem contar o que pode ser adquirido via Instagram e o próprio What’s App, recentemente adquirido pela a empresa de Mark Zuckerberg. Entretanto, divulgamos diariamente a nossa rotina na web sem se preocupar com nada e achamos até legal quando recebemos 3 dígitos de joinha de gente que a gente nem sabe quem é.

Bem, a moral da história aqui é o seguinte: diante de tudo que já publicamos online e offline, o aplicativo Facebook Messanger não é o maior perigo para a nossa privacidade. Você já pensou onde vai parar aqueles formulários que você preenche para ganhar descontos em farmácias, supermercados, restaurantes, lojas online, etc? Pois é, provavelmente não!

Mas não é só isso!

Recentemente a avast! fez um teste comprando via eBay 20 telefones Android de segunda mão cujos donos teriam deletado todos dados alí contidos. Mas não demorou muito para que engenheiros da empresa conseguissem resgatar mais de 40 mil arquivos de fotos, vídeos, textos e até documentos, como um formulário de empréstimo bancário preenchido. E para este teste foi utilizado um software de recuperação de dados que qualquer pessoa pode adquirir online. Diante disso, podemos dizer que hackers não precisam de um aplicativo no Facebook para transformar sua vida em um inferno!

Mas como se proteger?

No dia a dia tome muito cuidado com formulários que você preenche. Procure manter uma lista dos locais onde você criou cartões de descontos ou fez algum pedido de reserva de produto. E caso você não queira mais os serviços daquela empresa, tente entrar em contato exigindo que seus dados sejam destruídos.

Na sua vida online, evite baixar aplicativos fora de lojas oficiais. Se possui Android, use a Google Play, para iOS faça tudo na AppleStore. É verdade que essas empresas vão coletar seus dados, mas ao menos você sabe quem são, diminuíndo os riscos de, por exemplo, um ataque de hacker ao seu aparelho.

Outro detalhe importante, muito cuidado com conexões de wi-fi abertas/públicas. Instale no seu Android ou iPhone um VPN (Virtual Private Network) para evitar que seu aparelho seja acessado mesmo que hackers ou crackers consigam invadir o wi-fi que você está conectado.

Para manter seus dados protegidos após a venda do seu Android, instale um antivírus que lhe dê controle total mesmo em caso de roubo, furto e perda do aparelho. Com esta proteção você garante que seu celular ou tablet seja monitorado online. Você pode até mesmo acionar uma sirene de alerta informando que o dispositivo foi roubado ou perdido. E, o mais importante, você pode deletar todos os seus dados para evitar que sejam usados por outras pessoas.

A realidade é uma só: privacidade online já não existe mais! É preciso agora manter-se seguro! Você já fez a sua parte?

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18, agosto, 2014

Convocamos todos os usuários avançados do avast!: entrem no teste beta do avast! Mobile Security

Você gostaria de dar uma olhada na nossa nova versão do avast! Mobile Security antes do lançamento oficial do produto? A oportunidade chegou. Estamos atrás de usuários avançados do Android que queiram participar no teste beta do avast! Mobile Security. O período de testes vai até 31 de agosto, portanto, você tem bastante tempo para testar todas as funções. Seus preciosos comentários podem ser incorporados ao nosso produto antes de que ele seja lançado para milhões de usuários: sua participação é vital!

Ajude a nossa equipe de desenvolvimento participando do time de teste beta. Precisamos dos seus comentários e sugestões! 

 

Participe do Beta Test do nosso novo avast! 2015. Precisamos de suas sugestões, críticas e elogios

Participe do Beta Test do nosso novo avast! Mobile Security. Precisamos de suas sugestões, críticas e elogios. Em troca, ganhe  um ano de licença gratuita

Testadores beta são vitais ao sucesso do avast! Mobile Security. Junte-se a eles!

Veja como entrar no teste beta do avast! Mobile Security:

  • Entre em nossa comunidade beta no Google+
  • Clique em avast! Mobile Security (beta)
  • Clique em “Tornar-se um testador beta” (“Become a tester”)
  • Baixe o aplicativo via Google Play em seu aparelho

O que esperamos de você?

  • Faça seus comentários sobre a nova interface, com foco especialmente nas questões gráficas e problemas de tradução
  • Informe todos os potenciais bugs que encontrar, preferivelmente com fotos das telas
  • Faça suas sugestões para melhorias, funções adicionais e soluções

Para onde enviar os seus comentários?

Todos os participantes ativos que fornecerem feedbacks consistentes irão receber uma licença do avast! Mobile Premium por um ano.

A nova interface já foi bem recebida pelos testadores beta. Agora desejamos ouvir você. Entre agora na Comunidade de testadores beta do avast! Mobile Security no Google+.

 

 

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6, agosto, 2014

Apresentamos o mais novo cartão de crédito e débito: seu celular

De acordo com uma matéria escrita pelo jornalista Paulo Britto do Valor Econômico e publicada em novembro do ano passado no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o pagamento de contas via telefone celular vem ganhando força e a grande maioria dos especialistas entrevistados para o artigo acreditam que esta é uma tendência que veio para ficar.

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

De acordo com a matéria, essa nova forma de pagamento dará mais suporte aos não correntistas e pessoas de baixa renda para fazerem compras usando o sistema de crédito no celular, em vez de carregar dinheiro vivo sacado de um banco.

Entretanto, uma pesquisa publicada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e realizada entre 2012 e 2013, aponta para um aumento de 6%  no número de contas correntes em todo o país, com um crescimento de 9% de cartões de crédito no mesmo período.

Isso demonstra que, embora a opção de pagamento via celular já uma realidade, o setor bancário continua crescendo a passos largos, provando que mesmo pessoas de baixa renda têm procurado uma maneira de manter seu dinheiro em um local seguro.

Porém, um outro fenômeno que ocorreu nos últimos 2 anos foi a debandada de correntistas para o internet banking e o uso do celular como uma forma de manterem-se informados sobre a situação de suas reservas nos bancos. De acordo com a mesma pesquisa, em 2009 apenas 31% das operações bancárias ocorriam via internet ou telefone celular, ao passo que a grande maioria dos usuários (52%) preferiam ir até uma agência ou um caixa eletrônico para realizar qualquer tipo de comunicação com o banco (por exemplo: depósito, acesso aos movimentos bancários, etc). Em 2013 esse quadro se inverteu. Até o fim do ano passado, 47% de transações bancárias foram realizadas via internet ou no celular, enquanto que somente 37% dos correntistas optaram por ir pessoalmente à uma agência ou caixa eletrônico. Uma pequena parcela de transações (17%) são feitas nos chamados pontos de serviços (ou em inglês POS), como por exemplo, um caixa de restaurante, supermecado, etc, e continua praticamente no mesmo nível desde 2009.

Ainda de acordo com a Febraban, em 2013 o uso do mobile banking teve um aumento de 6% no ano, com um crescimento médio de 270% nos últimos cinco anos. E embora apenas 3% dessas transações via celular possui algum tipo de movimentação financeira, isso demonstra o quanto correntistas em todo o Brasil apreciam a comodidade do uso de smartphones para cuidar de suas finanças.

Esse crescimento trás à tona outras questões, como o sistema de segurança dos aparelhos para compras e movimentação de dinheiro. Os sites de bancos no Brasil são, no geral, muito seguros e vulnaribilidades em aparelhos móveis são ainda casos bem recentes. Entrentanto, não há dúvidas nenhuma de que é uma questão de tempo para hackers ao redor do mundo começarem a investir pesado em crimes cibernéticos focados exatamente em telefones celulares.

Quando recentemente a AVAST fez um teste com 20 aparelhos móveis comprados de segunda mão online e tentou recuperar os dados desses equipamentos, chegou até mesmo a encontrar um requerimento de empréstimo bancário totalmente preenchido, ou seja, se estas informações caíssem em mãos erradas, o estrago poderia ser maior do que se imagina.

Ainda falta regulamentar muita coisa na área de pagamento via telefone celular, mas uma coisa é certa, a questão da segurança passa a ser primordial. Não basta apenas ter um PIN de acesso ao seu telefone, é preciso criptografar seus dados, sobrescrever os arquivos apagados e utilizar aplicativos de segurança que lhe ajudarão a encontrar seu telefone em caso de perda, roubo ou furto.

Em breve, o telefone será seu novo cartão de crédito e até mesmo dinheiro vivo. Você está realmente preparado para esta mudança?

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29, julho, 2014

Novo celular promote bater Apple e Samsung com preço a R$ 100

Uma fabricante de telefones celulares na India, a Karbonn Mobiles, acaba de lançar seu mais novo smartphone: o A50. Esse produto promete revolucionar o mercado de telefones celulares com um preço final por volta de 100 reais. O aparelho atualmente só está à venda na India, mas você pode adquiri-lo via internet pois a este preço os custos de importação são quase zero.

Imagem de divulgação do novo A50 da Karbonn Mobiles, na India. Smartphone a R$ 100

Imagem de divulgação do novo A50 da Karbonn Mobiles, na India. Smartphone a R$ 100

Uma das grandes vantagens do A50 é a possibilidade de usar duplo cartão SIM, dando ao usuário a praticidade de mudar de provedores e número do telefone sem a necessidade de trocar de aparelho. Um outro detalhe importante é que embora o A50 venha com apenas 512MB de memória no chip interno, o usuário pode aumentar a capacidade do aparelho para 32GB com cartões de SD. Ou seja, a capacidade de armazenamento fica igual a um iPhone, por exemplo.

O processor de 1.2GHz e memória RAM de 256MB são suficientes o bastante para você acessar seu Facebook, e-mail e até mesmo baixar jogos e música. Entretanto, um detalhe que poderia ser um pouco melhor é a qualidade da tela, que atualmente é de apenas 480×320 pixels (o iPhone 5 tem uma resolução de 1136×640 pixels). Portanto, se você é um fã de cinema e gosta de assistir filmes em seu celular, talvez esta não seja a melhor opção.

Um outro detalhe negativo fica por conta da câmera de 2 megapixels que, além de ter uma baixa resolução, só está disponível na parte de trás do aparelho, obrigando o usuário a se contorcionar para fazer selfies. Além do mais, conversas via Skype ou Google Hang-Out seriam um pouco complicadas através de vídeos.

Moral da história, se você está a procura de um smartphone barato para as tarefas básicas do dia a dia, o A50 da Karbonn pode ser a escolha ideal. Rodando no sistema Android, este aparelho é rápido o bastante para acessar a internet e é um tanto quanto conveniente para tocar música.

Há algumas lojas na internet já oferecendo o A50 com o preço em torno de R$ 100. Entretanto, é bom lembrar que a grande maioria dessas lojas estão localizadas na India e, portanto, o preço divulgado é em rúpia indiana (1 real custa em torno de 27 rúpias).

Isso dito, tome cuidado com os sites que você fará a transação, compre somente de lojas autorizadas (onde a página de pagamento começa com http), utilize computadores em redes fechadas e caso você não tenha um antivírus na sua máquina, instale um antes de fazer a compra.

Alguns analistas de smartphones nos Estados Unidos, Reino Unido e Europa já colocam o A50 como uma ameaça aos poderosos aparelhos da Samsung e Apple, principalmente devido ao preço. E se considerarmos o mercado de países emergentes como o Brasil, este produto tem realmente um grande potencial de venda. Resta saber se ele funcionará bem o bastante para fazer frente às gigantes da telefonia móvel.

E aí, o que você acha? Um smartphone a 100 reais é negócio? Ou você prefere investir um pouco mais em um aparelho de marca renomada, como Apple ou Samsung?

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25, julho, 2014

4 razões para você não instalar antivírus no seu celular

Depois que empresas de antivírus passaram a investir pesado no desenvolvimento de produtos para celulares, algumas companhias do setor de telefonia começaram a contra-atacar dizendo que isso não passa de muito barulho por nada e que aparelhos móveis são seguros o bastante para viver sem proteção.

Celulares e tablets se tornaram uma febre no mundo inteiro e hoje já passaram a ser alvos de hackers

Hoje em dia celulares e tablets são uma febre no mundo inteiro e se tornaram um ótimo alvo para cybercriminosos

Não há dúvidas de que a grande maioria dos hackers preferem atacar computadores, pois sabem que é lá que as pessoas hoje em dia guardam seus dados mais vitais, fazendo do celular um alvo de menor importância. Entretanto, a cada dia que passa usamos mais o celular do que o computador, seja por conveniência de poder carregar tudo que precisamos no bolso da calça ou por simples paixão pelas telinhas móveis.

Isso dito, a conclusão é a seguinte: hoje os cybercriminosos ainda focam em ataques a computadores, mas com o aumento no uso de telefones celulares no Brasil e no mundo, eles poderão mudar de estratégia do dia para a noite.

Portanto, aqui vão 4 razões para você não baixar um antivírus no seu telefone:

1)      Você não salva nenhuma informação importante em seu celular: caso você seja uma das poucas pessoas que não faz nada com o seu celular além de ligar para os amigos, então talvez pode-se dar ao luxo de não usar um antivírus no celular. Mas se em alguma vez na vida você fez compras via telefone móvel, então lembre-se que seus dados estão possivelmente armazenados em algum local de fácil acesso.

2)      Você acredita fielmente que o seu celular jamais substituirá o computador: se você está 100% certo de que o desenvolvimento tecnológico que vivenciamos nos últimos 14 anos não continuará a passos tão largos, então não há necessidade nenhuma de usar antivírus no celular, pois possivelmente você não pretende aposentar seu laptop tão cedo.

3)      Você não corre o risco de perder ou ter seu celular roubado: caso você viva em um local seguro o bastante para ter certeza de que seu telefone móvel não vai cair em mãos erradas, então não se preocupe em instalar um antivírus com sistema antifurto. Isso será inútil!

4)      Você não usa internet aberta: talvez você jamais precisará de uma Wi-Fi para acessar a internet no seu celular, mas caso precise então mantenha em mente que são em locais como esses que corremos os maiores riscos de ataques e contaminação.

Ou seja, se você se sente pelado ao sair de casa sem celular, acessa a internet através dele em wifi de shopping center, anda de carro ou a pé pelas ruas das principais cidade do Brasil e armezena mais de 50% dos seus dados pessoais neste pequeno aparelho de mão, então está na hora de instalar um antivírus nele, ao menos uma versão gratuíta.

Lembre-se que hackers trabalham 24 horas dia, 7 dias por semana para encontrar vulnaribilidades em sistemas operacionais e conforme aumenta o número de usuários de telefones, sobe também o interesse por descobrir formas de implementar novos ataques. Segundo a Anatel, em março deste ano o Brasil possuía mais de 270 milhões  de telefones celulares ativos, o que representa mais do que a população do país (aproximadamente de 200 milhões de pessoas).

Com essa debandada para o uso de celulares no Brasil, você tem alguma dúvida de que hackers já estão investindo em ataques a telefones móveis?

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18, julho, 2014

Vídeo mostra como melhorar a segurança de celulares Android

Este mês, a AVAST publicou um teste com telefones Androids que tem dado o que falar. A empresa conseguiu resgatar mais de 40.000 arquivos de fotos, vídeos e textos de 20 celulares Androids comprados via eBay. Mas a pergunta que fica dessa história é: como proteger meu celular?

Primeiramente, vale lembrar que a Android vem investindo pesado para driblar esse problema da recuperação de dados instalando, por exemplo, um sistema de criptografia para dar mais proteção aos arquivos salvos e deletados nos aparelhos que rodam o sistema operacional criado pela Google. O problema é que os dados só são criptografados se o usuário acionar esta função através da interface do telefone, caso contrário, imagens, fotos e vídeos podem continuar sob risco.

Entretanto, uma outra maneira de manter seu Android protegido é através da instalação de um sistema antifurto, que dá ao usuário a possibilidade de “sobrescrever” os dados de seu aparelho, impedindo assim que qualquer informação seja acessada, remotamente.

Para mostrar como isso funciona na prática, decidimos publicar aqui um vídeo criado por um site independente, ou seja, feito por pessoas que não são funcionários da AVAST e que fizeram uma análize detalhada do nosso antivírus para Android há 1 ano. Além do avast! Anti-Theft, que é gratuito, também é discutido no vídeo outros aplicativos do avast! Mobile Security. Com a palavra, a equipe do site Adrenaline:

 

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17, julho, 2014

No Brasil, celular é uma fonte extra de informação e não a única

Parte da letra de uma das músicas do grupo de rap paulista, Racionais MC’ss diz: “em todo lugar, vários têm celular”, e não há como negar que o uso desse pequeno aparelho eletrônico se tornou uma febre no Brasil. Mas, se no passado o telefone móvel era usado apenas para falar e, no máximo, enviar mensagens de textos, hoje em dia ele serve para muitas outras atividades.

O brasileiro encontrou uma maneira diferente de usar o celular em comparação aos americanos: mídia para extra informaçào

O brasileiro encontrou uma maneira diferente de usar o celular em comparação aos americanos: mídia para extra informação

Fizemos uma rápida análize da recente pesquisa realizada pela AVAST sobre o uso de mídias digitais durante a Copa, onde foi feita uma comparação como brasileiros e americanos pretendiam assistir os jogos durante o maior evento futebolístico do mundo, e descobrimos que a maneira que usamos nossos celulares no lado sul do continente é bem diferente do que ocorre na parte norte.

A verdade é que, por aqui, o celular (e tablet) se tornou uma fonte extra de informação, muito diferente do que ocorre nos Estados Unidos. No Brasil, o uso do celular segue em paralelo com outras mídias, enquanto nos Estados Unidos, onde duas em cada cinco residências possuem somente celulares, segundo dados publicados por uma organização de saúde local chamada CDC (Center for Disease Control and Prevention), o uso do celular praticamente substitui outras mídias, como a televisão.

De acordo com a nossa pesquisa, enquanto a maioria dos americanos disseram que iriam assistir a Copa pelo telefone (66.6%), apenas 32.1% dos brasileiros admitiram a intenção de usar o celular para ver aos jogos, já 92.1% disseram que iriam ligar a TV para acompanhar as disputas. Isso talvez deve-se ao fato de que só o Brasil possui um Galvão Bueno para narrar as partidas, mas mais do que isso o celular se tornou um “extra” na maneira como os brasileiros acompanham o futebol.

Das 29.308 pessoas entrevistadas, 8.959 confessaram que iriam utilizar seus smartphones ou tablets para acompanhar as partidas em tempo real, enquanto que 10.685 usariam os mesmos aparelhos para ler notícias e informações sobre os jogos. Ou seja, isso significa que 67% dos brasileiros utilizam o celular (ou tablet) como uma fonte de informação que a TV dificilmente pode se tonar: dar notícias em tempos reais, acessíveis a qualquer hora do dia e de praticamente qualquer canto da cidade.

Sair de casa sem o celular para muita gente é tão incômodo quanto atravessar a avenida Paulista pelado ao meio-dia de uma quarta-feira, mas isso não significa que essas mesmas pessoas estão totalmente desconectadas do resto do mundo ao seu redor. Elas conversam, assistem TV, jogam bola e comem ao mesmo tempo que escrevem mensagem no whatsapp e outro aplicativos. Loucura?

Você está com a palavra. Compartilhe aqui as suas experiências com seu celular. Você consegue sair de casa sem ele? Ao ir a um restaurante você desliga o seu aparelho ou usa-o até a comida esfriar?

 

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15, julho, 2014

Vai vender ou jogar fora seu celular? A reconfiguração de fábrica do Android falha ao apagar arquivos pessoais!

A internet se tornou um grande mercado popular, como sites de vendas diretas entre consumidores como a Amazon, eBay e Craigslist, vendendo milhões de produtos todos os dias. Smartphones usados são itens de vendas muito populares no eBay – mais de 80.000 pessoas expõem seus celulares a venda por dia. Parece uma forma muito inteligente de fazer um dinheiro extra, mas a AVAST descobriu que muitos deles falham no processo de proteger sua identidade e privacidade.

A AVAST recuperou inúmeros dados pessoais de smartphones usados

A maioria dos vendedores excluem todos os seus dados pessoais antes de vender seus aparelhos… ou assim eles pensam. Compramos 20 celulares Android usados pelo eBay e utilizamos um software de recuperação simples e facilmente disponível para obter arquivos excluídos. A quantidade de dados que conseguimos recuperar é assustadora e prova que a simples exclusão não é suficiente.

Nossos técnicos descobriram o seguinte:

Infográfico eBay Julho 2014

  • Mais de 40.000 fotos armazenadas
  • Mais de 1.500 fotos familiares de crianças
  • Mais de 750 fotos de mulheres em vários estágios de nudez
  • Mais de 250 selfies do que parecem ser os antigos proprietários
  • Mais de 1.000 buscas do Google
  • Mais de 750 emails e SMS
  • Mais de 250 nomes e emails de contatos
  • Identidade de 4 antigos proprietários
  • Um formulário completo de empréstimo bancário

Um dos celulares tinha um software de segurança de uma empresa competidora instalado, mas, infelizmente ele não ajudou o antigo proprietário como mostrou a maioria das informações pessoais que pode pode ser extraída daquele aparelho.

Ninguém se preocupa com as minhas antigas fotos, mensagens e buscas no Google, certo?

Errado! Como diz o velho ditado, uma figura vale mais do que mil palavras. Agora acrescente ao quadro as mensagens privadas do Facebook que incluem a localização, as buscas no Google por emprego em determinada área, vídeos e fotos, telefones dos contatos. Reúna todas estas peças juntas para fechar o quebra-cabeça e você verá claramente quem era o antigo proprietário do aparelho. Xeretas, inimigos e ladrões podem tirar proveito dos dados pessoais para ameaçar, bloquear ou roubar as identidades das pessoas. Eles podem utilizar estas informações para observar cada movimento das pessoas, explorar seus pontos fracos, abrir cartões de crédito em seu nome ou até mesmo continuar o que já fizeram e roubar ainda mais dados pessoais disponíveis na internet.

Como deletar permanentemente e sobrescrever os dados do seu celular Android

Excluir arquivos do seu celular Android antes de vendê-lo ou doá-lo não é suficiente. Você precisa sobrescrever seus arquivos, tornando-os irrecuperáveis. Para fazer isto, instale o avast! Anti-Theft da loja Google Play. Quando o aplicativo estiver instalado, habilite a função “Apagar completo” nas configurações avançadas do aplicativo. Você precisa criar uma conta no portal my.avast para conectar-se ao telefone (isto também permite que os usuários apaguem remotamente seus celulares em caso de roubo). O último passo é a limpeza e apagamento completo do telefone, que irá excluir e sobrescrever todos os dados pessoais.

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Leia mais sobre como cybercriminosos podem acessar seus dados pessoais através de seu telefone celular.

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