Protecting over 200 million PCs, Macs, & Mobiles – more than any other antivirus


18, setembro, 2014

Lembra da época em que baixar música na internet era (quase) certeza de contrair vírus?

Parece que foi ontem, mas já faz um bom tempo. Fim dos anos 90, começo de 2000. A internet passava a se popularizar no Brasil, embora em países como Estados Unidos e Japão já era uma febre. Websites como UOL, Yahoo! e Google iniciavam uma longa jornada que transformaria o estilo de vida de todo mundo. Mas nessa época também surgia uma nova “onda”: o download de músicas online.

Baixar música online é fácil, mas e quando esses monstrinhos vêem de brinde?

Baixar música online é fácil, mas e quando esses monstrinhos vêem de brinde?

Quem viveu esse tempo sabe muito bem como era complicado baixar uma faixa ou álbum completo da banda favorita. Além das dificuldades com a internet discada e computadores lentos (eu tinha um desktop com Pentium 2 que só faltava a manivela), ainda tinha o receio de enfrentar problemas jurídicos por baixar faixas ilegalmente e o medo eminente de contrair vírus que causaria uma explosão no computador. Hoje dou risadas disso tudo, embora a quarta edição do filme Duro de Matar que logo no começo mostra computadores infectados com vírus explodindo uma casa inteira, não me deixa mentir. Muita gente naquela época achava que um vírus de computador poderia realmente botar fogo no PC.

Mas voltando ao download de músicas online, jamais me esquecerei do primeiro dia em que tive a oportunidade de abrir o Kazaa. Eu não acreditava no que meus olhos estavam testemunhando. Com alguns clicks eu poderia baixar qualquer música que quisesse, mesmo daquelas bandas internacionais que dificilmente encontraria no Brasil. Aquilo era muito bom para ser verdade. E não demorou muito para conhecer o lado ruim desse paraíso musical: os ataques de vírus! Meu pobre Pentium 3 já estava se arrastando para conseguir processar todos os programas maliciosos que vinham com minhas músicas prediletas. Era uma contaminação em massa! Uma catástrofe! Ao menos, essa foi uma boa desculpa para convencer meu pai de que tínhamos que adquirir um computador novo (claro, sem entrar em muitos detalhes…).

Depois que comprei minha nova máquina em 2001, que veio com um processador AMD K6 (tipo um Boeing na época) e Windows XP, a primeira coisa que fiz foi adquirir um antivírus. Eu queria continuar baixando minhas músicas, mas tinha muito medo de perder mais um computador. Isso me deu um pouco mais de confiança, mas todo mundo sabia que baixar música online era extremamente perigoso. Nos dias atuais essa história é quase uma lenda. Embora hoje em dia eu utilize serviços pagos, como Spotify, para ter minhas faixas prediletas diretamente no meu celular, a preocupação em baixar músicas e vídeos gratuitamente de plataformas como o Torrentz, parece não existir. Outro dia, ao discutir este assunto no Facebook, um rapaz disse: “Para que antivírus? Eu só uso meu computador para ler e-mails, acompanhar notícias online e baixar Torrentz. Não preciso disso”. Fiquei tão espantado com este comentário do que quando acessei o Kazaa pela primeira vez. “Ele só pode estar de brincadeira”, foi o que pensei. Mas o tom das palavras que vieram em comentários seguintes era bem claro. Ele falava sério.

Não há dúvidas nenhuma de que os sites de P2P (Peer to Peer) que compartilham arquivos online melhoraram bastante nos últimos anos. Hoje em dia é possível ver o nível de qualidade do conteúdo a ser baixado antes mesmo de clicar nele. Mas isso significa que podemos continuar fazendo downloads sem um antivírus? A resposta para esta pergunta depende de cada um. Entretanto, está mais do que provado que o processo de download de arquivos P2P é extremamente perigoso. Mesmo telefones celulares podem se tornar vítimas de hackers.

Atualmente a AVAST possui em seu banco de dados mais de 1 milhão de amostras de vírus para aparelhos móveis, sendo que em 2011 eram apenas 100 mil. Portanto, a dica que dou para quem quer baixar música online é bem simples: procure por um aplicativo no mercado que seja confiável, mas não deixe de ter uma proteção extra. Outro detalhe, se você utiliza wi-fi pública ou aberta para fazer esses downloads, como por exemplo um shopping center ou restaurantes fast-food, instale um VPN (Virtual Private Network) em sua máquina para garantir a sua privacidade e evitar ataques à ela.

Depois é só apertar o play e curtir sem preocupações.

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no FacebookTwitterGoogle+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off

17, setembro, 2014

Nossa pressa pelo “agora” não quer dizer que queremos brechas na nossa segurança

instant-gratificationUm seriado nos Estados Unidos tem o lema “Eu quero agora” e fala sobre as pessoas que cresceram acostumadas a ter seus desejos satisfeitos num piscar de olhos com a ajuda de empresários e tecnólogos inovadores com fome de transformar tudo em lucro.

E sejamos sinceros, de impacientes e afobados, todos nós temos um pocuo.

Eu, por exemplo, às vezes sinto a minha impaciência crescer quando estou em um restaurante e alguém encontra um ponto para conectar seu notebook, smartphone ou tablet e eu não.  Fico lá, conversando com meus amigos na minha mesa e continuamos discutindo outros assuntos, pedimos mais um café e entramos em questões pessoais que geralmente ficam ao redor de tópicos como: “o que aconteceu no Facebook? Preciso enviar uma mensagem a um amigo. Vamos ver como andam as minhas notícias favoritas, meus sites de músicas… Aquele concerto parece bom, acho que vou comprar um ingresso. O quê? Meu cartão de crédito foi rejeitado? Melhor resolver aquele assunto no banco”, e por aí vai.

Este tipo de atividade em lugares públicos pode ser a porta de entrada dos problemas: hackers podem “roubar seus dados, dinheiro ou identidade virtual”.

Todos concordamos que a mentalidade do “eu quero isto agora” não inclui “eu quero ser espionado e roubado agora”.

Estamos cientes dos alertas sobre nossos aparelhos móveis: o smartphone é um computador ambulante no nosso bolso e qualquer um pode facilmente perdê-lo ou ser roubado. A quantidade de mensagens, a lista de contatos, as fotos, o histórico de navegação, etc., podem ser descobertos e utilizados contra nós se caírem nas mãos erradas, mesmo quando tiverem sido excluídos (leia mais em nosso blog).

Hackers também atacam nossos aparelhos móveis através de malwares. A AVAST já possui um milhão de códigos maliciosos em seu banco de dados. E eram apenas 100 mil em 2011.
Como já mostramos neste artigo do nosso blog em junho, nossos especialistas do Laboratório de Vírus descobriram um aplicativo de futebol da Copa do Mundo que não era um jogo verdadeiro, mas uma fraude que disparava propagandas na tela.

Como vivemos em uma sociedade do “eu quero isto agora”, aqui vão algumas dicas da AVAST para garantir que você não detone a sua segurança online procurando satisfazer urgentemente os seus desejos:

1. Instale um programa de segurança

Proteja o seu smartphone ou tablet de ataques maliciosos e bisbilhoteiros digitais que querem roubar seus dados e seus aparelhos. Instale o avast! Mobile Security e Anti-Theft na Loja Google Play.

2. Utilize lojas seguras para instalar seus aplicativos

As grandes lojas como a Google Play e a Amazon são os lugares mais seguros para buscar aplicativos. Elas têm rígidos controles de segurança e por isso são, geralmente, as fontes mais confiáveis. As outras lojas, especialmente as não-oficiais da Ásia e Oriente Médio, requerem que você fique de olhos abertos o tempo todo.

3. Utilize um PIN ou senha para bloquear seus aplicativos

O seu telefone Android tem suas próprias configurações de segurança, por isso recomendamos que você configure um número difícil para bloquear a tela. Para configurar um número ou gesto, vá para Configurações > Tela de bloqueio.

Utilize a função Bloqueio de aplicativos do avast! Mobile Security para que um PIN seja solicitado pelos aplicativos que você deseja manter privativos, como os de compras e bancos online. Você pode bloquear dois programas com um PIN/senha na versão gratuita ou bloquear um número ilimitado com o nosso produto Premium.

A função Verificador de senha do avast! Mobile Premium mantém os xeretas e ladrões longe de suas mensagens e emails. Depois de três tentativas de descobrir sua senha, o telefone é bloqueado.

4. Mantenha o seu smartphone perto de você

Batedores de carteira podem ficar com o seu telefone antes de que você termine de fazer o seu pedido ao garçom. A Geoproteção é uma função inteligente do avast! Mobile Premium. Você configura um perímetro de segurança em torno do lugar onde se encontra e escolhe algumas ações, como disparar um alarme. Se um ladrão tirar o telefone fora deste perímetro enquanto você está distraído com o seu café, o alarme dispara e o telefone é bloqueado.

5. Utilize a localização e o apagamento remoto se o seu telefone for roubado

O avast! Mobile Security e Anti-Theft têm funções de controle remoto que permitem a você realizar certas ações. Você pode rastrear e localizar o seu telefone perdido utilizando comandos SMS ou a sua conta my.avast.

O apagamento dos dados do seu telefone pode ser feito através de comandos SMS. O apagamento profundo permite que o avast! exclua completa e permanentemente, sobrescrevendo seus dados pessoais. Isto é útil quando você estiver pronto para vender ou jogar fora o seu telefone, como mostrou o nosso recente estudo antes mencionado sobre a compra e venda de telefones usados.

6. Permaneça seguro ao utilizar WiFi públicas e gratuitas

Os pontos de WiFi públicos podem facilitar a gestão do nosso plano de dados, mas também há um efeito colateral que você precisa estar atento. Hackers podem ler seus emails, arquivos, credenciais de login em sites, senhas, etc. e até ouvir suas chamadas VOIP no Skype ou no Viber.

Recomendamos que você utilize um serviço de criptografia como o avast! SecureLine VPN, especialmente quando estiver viajando, mas também em casa, como uma proteção adicional para os seus aparelhos e dados.

Image from http://www.andbethere.com

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no Facebook, Twitter, Google+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off

16, setembro, 2014

O aplicativo Facebook Messenger agita a privacidade

Nos últimos dias, você deve ter notado que quando você tenta enviar mensagens do aplicativo móvel do Facebook no seu telefone ou tablet, ele pede que você baixe o aplicativo independente Facebook Messenger. É um aplicativo legal que permite que você envie mensagens a seus amigos do Facebook. Além de fotos e vídeos, você pode chamar seus amigos gratuitamente utilizando a sua conexão WiFi. Foi por isso que ele trouxe à baila uma controvérsia sobre as permissões que necessita para isto.

avast! Mobile Security protects your Android device

O Messenger precisa permissões para tirar fotos e fazer vídeos utilizando a sua câmera, gravar áudio, chamar números de telefone, receber/enviar/ler/editar suas mensagens, acessar a internet e os seus contatos, manter um registro da sua localização. Quando olhamos as permissões listadas na loja Google Play, há outras coisas assustadoras, mas não verdadeiras ameaças, coisas como impedir que seu telefone hiberne e controle sobre a vibração.

A controvérsia sobre a privacidade foi gerada pela pergunta sobre o que o Facebook pode fazer com todos estes dados. Por exemplo, eles realmente precisam ter acesso aos seus contatos? Eles já não sabem quem são seus amigos no Facebook?

O ponto é que nada mudou nas permissões do Facebook Messenger. A primeira versão solicitava os mesmos acessos que a versão independente do aplicativo. Você pode ler as explicações do Facebook sobre as permissões solicitadas aqui.

Já escrevemos sobre as mudanças no gerenciamento de permissões do Google Play há alguns meses, mostrando como a maioria das pessoas aceita cegamente tudo que os desenvolvedores querem, sem se questionarem de nada. Cada um de nós precisa decidir quanto estamos dispostos a dar para receber em troca. Mas, por favor, fiquem espertos usuários do avast!, pois o seu smartphone combinado com as mídias sociais é a Meca dos hackers. Nossas vidas estão nos dados armazenados em nossos dispositivos móveis e sem uma segurança consistente e algum bom senso, cibercriminosos podem juntar os pontos e utilizar o resultado como quiseram.

Garanta que seus aparelhos estão protegidos corretamente. O avast! Mobile Security roda em telefones e tablets Android e é completamente gratuito. O Módulo Aplicativos mantém você seguro de aplicativos maliciosos escaneando-os em dois níveis: ao serem instalados e ao serem executados. Com o Gerenciador de Aplicativos você pode ver os aplicativos em execução e verificar as suas permissões e também se eles mostram ou não propagandas. Baixe o avast! Mobile Security e Anti-theft da loja Google Play.

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no Facebook, Twitter, Google+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off

15, setembro, 2014

Pesquisa mostra que ataques online a micro e pequenas empresas é crescente

Em 2010, o Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil realizou uma pesquisa com o objetivo de estabelecer uma melhor visão do uso da internet por micro e pequenas empresas brasileiras. Este trabalho teve como base uma outra pesquisa realizada em 2007 e que seguia praticamente os mesmos parâmetros. De acordo com o TIC Microempresas 2010, o número de microempresas que sofreram ataques de vírus subiu de 39% para 48% em apenas 3 anos.

Os dados de sua micro empresa podem ser facilmente gerenciados com um antivírus empresarial

Os dados de sua micro empresa podem ser facilmente gerenciados com um antivírus empresarial

 

O documento aponta a utilização de um sistema operacional dominante no mercado como o principal fator para o crescimento no número de ataques online no país e, embora não cite nomes, muito provavelmente se refere ao Microsoft Windows. Então, o que fazer? Há duas possibilidades aqui: 1) optar pelo desenvolvimento de um sistema operacional aberto utilizando, por exemplo, Linux, dando ao empresário a opção de customizar a maneira como utiliza e gerencia a internet de sua organização; 2) implementar um sistema de segurança especialmente criado para o Microsoft Windows e que não requer grandes investimentos de tempo, dinheiro e recursos humanos no projeto.

Não vou entrar nos méritos da primeira opção, pois como dito, é uma alternativa que pode customizar o sistema operacional de sua empresa, o que é muito mais complexo do que simplesmente juntar os pontos entre um recurso e outro. Entretanto, para quem utiliza Microsoft Windows, a melhor solução é a instalação de um controle remoto de vírus e ataques online. O que pouca gente sabe (para não dizer a grande maioria dos empresários), é que todo esse trabalho pode ser feito por um antivírus empresarial.

O que ocorre é que muitas micro (em especial) e pequenas empresas ainda são equipadas com antivírus convencionais, ou seja, desenvolvidos para proteger computadores caseiros, os quais não são conectados em rede e cujos usuários são alguns membros de uma família, fazendo com que a administração do aparelho seja muito mais fácil. Entretanto, em uma empresa a situação é completamente diferente. Embora algumas organizações tenham apenas uma pequena quantidade de computadores (e aí eu quero dizer 3 ou 4 PCs na empresa), é muito difícil gerenciar os ataques a todos esses aparelhos diariamente acessando um por um, perguntando aos seus funcionários o que eles fizeram com o PC, que tipo de site acessaram, qual informação foi utilizada, etc. Além do mais, mesmo que o funcionário possua algum tipo de treino específico para segurança online, é difícil de acreditar que ele ou ela informaria a gerencia ou o dono do negócio sobre algum ataque em potencial e o que foi feito para solucioná-lo.

Já um antivírus empresarial faz exatamente tudo isso automaticamente. Através de interfaces simples e de fácil gerenciamento, um empresário pode rapidamente criar um relatório diário (semanal, quinzenal, mensal, etc.), sobre os últimos ataques que sofreu, como o antivírus se portou, quais ações foram tomadas depois disso e ainda criar um prognóstico para o futuro. Os agora famosos ataques de “Engenharia Social” também podem ser incluídos neste trabalho que, na verdade, não precisa ser gerenciado pelo dono do negócio em si, mas por um único funcionário de confiança com maior habilidade para temas relacionados a TI (Tecnologia da Informação).

Simplificar uma atividade que pode ser complexa dentro da sua micro empresa, pode não somente ajuda-lo no corte de gastos, mas principalmente a evitar transtornos futuros.

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais noFacebookTwitterGoogle+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off

12, setembro, 2014

O malware móvel atinge a marca de 1 milhão de amostras e se torna mais nocivo do que nunca

O malware móvel está crescendo exponencialmente. Temos já mais de 1 milhão de amostras maliciosas em nosso banco de dados, e havia 100.000 em 2011. Ainda relativamente novo, a maioria dos malwares para celulares tem uma estrutura muito simples, embora seja projetado para roubar com eficiência o dinheiro das pessoas. O malware móvel mais recente está, no entanto, se adaptando e transformando lentamente, abraçando táticas mais enganosas e complexas para atingir os usuários.

Os criadores de malware para PC começaram em uma garagem, os do malware móvel em um escritório

O malware móvel está seguindo um desenvolvimento semelhante ao experimentado pelo malware para PC anos atrás, com duas diferenças marcantes: a primeira que o malware para PC, em seus primeiros estágios, foram criados por amadores e só evoluiu lentamente para um negócio lucrativo nos últimos 10 anos. O malware móvel, mesmo com a sua estrutura simples, foi sempre um bom negócio desde o seu início. Os smartphones e tablets são capazes de reunir e armazenar mais dados pessoais que os PC nunca foram: há uma abundância de dados valiosos a serem coletados, incluindo dados pessoais e informações financeiras. Por isso, o foco do malware móvel sempre foi financeiro, o que significa que mesmo os primeiros malwares se mostravam como ameaças reais para suas vítimas ao roubar dinheiro delas. A segunda diferença é que mesmo que o foco de ataques a smartphones e tablets seja recente, está se desenvolvendo muito mais rápido do que o malware para PC em seus anos iniciais.

Há muitas portas de entrada para o malware móvel: além dos aplicativos maliciosos que entram nas lojas e em propagandas in-app com links para conteúdos infectados, os criadores de malware também tiram vantagem dos bugs nos sistemas operacionais móveis, em aplicativos populares e na estrutura da cobrança das operadoras de telefonia. Em 2013, entre 60% e 70% dos malwares foram desenvolvidos para enviar mensagens de texto premium sem o consentimento do usuário, um truque simples dos criminosos para mexer no bolso das pessoas. O mercado está reagindo ao malware e retaliando: as operadoras dos Estados Unidos e outros países, por exemplo, baniram os serviços de mensagens de texto premium. Assim que o mercado reage, os criadores de malware começam a pensar em outros meios muito mais sofisticados e enganosos para roubar o dinheiro das pessoas.

A nova geração de malware móvel

Malwares mais elaborados, como os ransomwares e spywares, estão crescendo e lentamente tomando o controle dos aparelhos móveis, ao mesmo tempo que o universo online das potenciais vítimas vai crescendo. O Google atingiu agora mais de 1 bilhão de usuários Android. Formalmente, ransomwares da família do Cryptolocker  somente eram conhecidos na plataforma Windows, mas recentemente atingiram os aparelhos Android pela primeira vez, assustando os usuários e sequestrando seus aparelhos, criptografando os arquivos até que o usuário pagasse o resgate. O spyware móvel, por outro lado, é capaz de rastrear a localização do usuário e muitos outros dados pessoais, que podem, mais tarde, ser utilizados para invadir suas contas ou para o roubo de identidade.

Prevemos que com o surgimento das novas tecnologias, os criadores de malware encontrarão novas formas de tirar vantagens de suas vítimas. Por exemplo, com o aumento do uso dos novos métodos de pagamento NFC (Near Field Payment), prevemos que os hackers mudarão a forma de ir atrás do dinheiro.

Os usuários precisam tomar consciência de quão valiosos são os seus smartphones: não somente o hardware, mas os dados que possuem lá

As ameaças móveis estão crescendo. Prevemos que alcançarão a mesma magnitude do malware para PC em 2018. Contudo, nos mais de 1 bilhão de smartphones comercializados em todo o mundo no ano passado, somente uma pequena porcentagem está protegida por um software antivírus.

Para tornar os aparelhos móveis mais seguros, precisamos trabalhar juntos: as empresas de segurança, as operadoras, as lojas de aplicativos e os consumidores. Na AVAST, estamos constantemente aprimorando as nossas táticas de detecção de malware para proteger os usuários com as nossas soluções gratuitas e pagas. Ações como as das operadoras nos Estados Unidos, Brasil e Reino Unido de não mais cobrar seus clientes pela maioria das mensagens SMS Premium comerciais fecharam uma importante porta para os criadores de malware e são uma grande inciativa. Esperamos que as operadoras de outros países sigam este exemplo em breve. Além disso, regras de segurança mais restritas para os aplicativos na Google Play e outras lojas de aplicativos podem ajudar a levar à extinção alguns tipos de malwares.

Por fim, também depende dos usuários a proteção dos seus aparelhos e dados com soluções de segurança. As pessoas precisam entender que há novas ameaças sendo arquitetadas para atingir seus aparelhos móveis. Telefones e tablets contém preciosidades das pessoas, na forma de dados e informações pessoais acerca das suas pessoas amadas ou detalhes bancários e tudo isso interessa aos cibercriminosos. Por isso, é essencial que as pessoas tomem cuidado com seus smartphones e tablets da mesma forma que protegem seus computadores, a maioria dos quais têm um antivírus instalado.

Mobile-Malware-infograph-PT

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no FacebookTwitterGoogle+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.


11, setembro, 2014

O avast! Free Antivírus para Mac bateu os produtos concorrentes em testes independentes!

Comparados com os usuários Windows, os do Mac são comumente pouco afetados pelos ataques de malware. Os cibercriminosos, no entanto, sabem tão bem quanto os produtores de antivírus sobre as fragilidades dos Mac. Com o crescente número de usuários Mac, os cibercriminosos descobrem um maior potencial para suas atividades maliciosas, especialmente porque os usuários do Mac tendem a ter um falso sentido de segurança e não utilizam aplicativos de segurança. Você só precisa ler este blog para aprender como os hackers estão adaptando os malwares para Windows e colocando o alvo no companheiro Mac.

Nunca devemos subestimar a segurança que um Mac precisa. O avast! Free Antivírus para Mac oferece proteção gratuita contra os últimos malwares projetados para atacar os sistemas operacionais Mac. Como todos os outros produtos de segurança da AVAST, a versão Mac participa frequentemente de testes de companhias independentes. Recentemente o avast! Free Antivírus para Mac foi não só certificado pela AV-TEST, mas também recebeu 100% no último teste de segurança para Mac realizado pela AV-Comparatives em julho e agosto.

Estamos orgulhosos de compartilhar os resultados com você!

logos

Mais sobre o desempenho do avast! em ambos os testes.

A AV-TEST GmbH é líder mundial no fornecimento de serviços de testes de segurança computacional. O último teste foi dirigido aos produtos de segurança para Mac OS X e foi conduzido entre julho e agosto de 2014. Dezoito produtos antivírus participaram e os testes foram conduzidos na plataforma MacOSX 10.9.4. Os resultados podem ser encontrados aqui.

A nova versão 9 do avast! Free Antivírus para Mac ultrapassou com facilidade os produtos concorrentes. O software de segurança ofereceu altas taxas de detecção de malware, não diminuiu o desempenho do Mac e não produziu nenhum falso positivo em nossos testes. Andreas Marx, CEO da AV-TEST

Abaixo está um resumo do desempenho do avast!

Q: Qual produto foi testado?

A: O avast! Free Antivírus para Mac

Q: Qual versão foi testada?

A: ’9.0 (41877)

Q: Qual foi o desempenho do avast! no teste de detecção por demanda?

A: O avast! Free Antivírus para Mac atingiu o nível de 97.5%

Q: Qual foi o desempenho do avast! no teste de detecção por acesso?

A: O avast! Free Antivírus para Mac atingiu 100%

Q: Quantos falsos positivos foram relatados nos testes de detecção por demanda e por acesso?

A: Nenhum. O avast! não cometeu nenhum erro e reconheceu todos os malwares corretamente!

A AV-Comparatives é uma organização independente e sem fins lucrativos que oferece sistematicamente testes de produtos antivírus para PC e Mac, bem como soluções de segurança móvel. O teste foi realizado entre julho e agosto de 2014 e verificou o desempenho de 8 aplicativos de segurança para os OS X 10.9 Mavericks.

Os alertas de phishing e malware do avast! são muito bons. As mensagens pop-up deixam claro que a ameaça foi bloqueada e fornecem informações úteis aos usuários avançados, como o URL e o caminho do arquivo (…). O avast! Free Antivírus para Mac identificou 100% das amostras tanto com malwares para Mac quanto para Windows, além de possuir uma interface muito direta, ainda que uma funcionalidade sem igual, disse a AV-Comparatives em seu relatório

Logo abaixo você pode encontrar uma visão geral do desempenho do avast! frente à concorrência.

Resultados da AV-Comparatives

Por fim, uma figura vale mais do que mil palavras e acreditamos que o seu Mac merece! Baixe o avast! Free Antivírus para Mac aqui.

avast

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no Facebook, Twitter, Google+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off

10, setembro, 2014

Universidades parecem não investir em sistemas de computação

Eu ingressei na universidade em 1998, um momento em que vivíamos a transição do mundo analógico para o digital. Ainda era possível ver algumas máquinas de datilografar em certos departamentos da instituição e a sala de computação contava com alguns poucos “dinossauros” conhecidos popularmente como desktops que eram mais lentos do que uma tartaruga com câimbra, mas ajudavam bastante na redação de textos, os quais deveriam ser armazenados em disquetes (alguém aí lembra disso?).

Memórias à parte, já estamos em 2014 quando a empresa Avast Antivírus acaba de publicar uma pesquisa feita com universidades nos Estados Unidos apontando que 8 em cada 10 instituições de estudos norte-americanas dizem não ter um orçamento específico para o setor de TI (Tecnologia da Informação) e mais de um quarto das universidades pesquisadas na realidade nem se quer reservaram dinheiro para investimentos com computação este ano.

 

Algumas universidades hoje em dia até dão computadores aos seus estudantes como "brinde" por escolher aquela instituição, mas isso não significa investir em computação

Algumas universidades hoje em dia até dão computadores aos seus estudantes como “brinde” por escolher aquela instituição, mas isso não significa investir em computação

 

E quando a gente pensa que pior que tá não fica, nos aparece mais um dado impressionante: 1 em cada 5 instituições ainda utilizam o WindowsXP, que foi lançado em 2001 (quando eu ainda frequentava as salas de aula) e que em abril deste ano passou a não contar mais com o suporte da Microsoft, tornando o sistema altamente vulnerável para ataques de cibercriminosos. Esta pesquisa ainda não foi feita no Brasil, embora fosse interessante conhecer a realidade por aqui, e é difícil dizer o porquê desse tipo de comportamento, entretanto, uma das possíveis razões se deve ao fato de que computação em universidades ainda está diretamente relacionada a pesquisas e desenvolvimento de trabalhos acadêmicos, o que é um grande erro.

Uma universidade é uma empresa como outra qualquer e possui em seu banco de dados um grande número de informações que pode certamente ser de grande valor para hackers em todo o mundo. Lá é possível acessar nomes completos dos estudantes e seus familiares, endereços, históricos de estudos, números de telefones, e-mails, contas bancárias, etc. Nos Estados Unidos a Avast possui o chamado AVAST FREE for Education, que auxilia universidades locais com a segurança de dados e da rede de computadores. No Brasil, por enquanto, a melhor opção é a utilização de antivírus empresariais que facilitam na administração do sistema de TI, como por exemplo o avast! EndPoint Protection, que possui a função de gerenciamento remoto de rede, fazendo com que mesmo jovens estudantes de 20 anos possam ser capazes de monitorar as possíveis vulnerabilidades do sistema e criar relatórios para que o problema não volte a ocorrer. E o melhor, o avast! EndPoint Protection ainda cobre o Windows XP.

O mundo digital com certeza evoluiu e muito nos últimos 16 anos, entretanto, universidades nos Estados Unidos ainda tratam o assunto de segurança digital como secundário. Será que no Brasil seguimos o mesmo caminho?

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no Facebook,TwitterGoogle+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off

9, setembro, 2014

Você pensa que apenas as celebridades são hackeadas? Pense de novo…

As notícias da semana passada foram que fotos nuas de celebridades foram postadas em um site de compartilhamento de fotos, o 4Chan. Junto com as notícias surgiram muitas teorias e discussões sobre como o hacker conseguiu obter fotos e vídeos íntimos de uma longa lista de celebridades. Enquanto tentamos descobrir como o hacker teve acesso a estes arquivos pessoais, seria bom atualizarmos os nossos computadores para evitar as mesmas fragilidades: há medidas gerais que todos devem tomar agora para proteger seus dados pessoais.

Não culpe a nuvem

shutterstock_208714210

Uma das teorias que circula na internet é que o iCloud foi hackeado através de uma falha no aplicativo “Encontre o meu iPhone” da Apple. Kirsten Dunst, uma das celebridades cujas fotos pessoas foram roubadas tuitou o seguinte: “Obrigado iCloud”. Kirsten e outras vítimas hackeadas deveriam estar culpando a nuvem pelo que aconteceu? A teoria do hackeamento do iCloud é apenas uma teoria, os hackers teriam tido acesso às contas das celebridades através de emails phishing ou obtidos as senhas a partir de pessoas próximas às celebridades.

Os hackers teriam obtido acesso aos emails e senhas das celebridades através de brechas semelhantes às ocorridas no eBay ou do Heartbleed, que afetaram cerca de dois terços de todos os sites do mundo, incluindo o Yahoo Mail, OKCupid e o WeTransfer. Se as celebridades cujas fotos foram roubadas estavam afetadas por estas brechas e utilizaram as mesmas senhas em diversas contas, incluindo o iCloud, teria sido fácil para os hackers roubarem suas fotos pessoais.

Mesmo se o hacker tiver tido acesso os dados através das contas iCloud, a nuvem não deve ser culpada. O hacker, antes de qualquer outra coisa, é quem deve ser xingado. Contudo, todos temos de saber que há pessoas mal intencionadas por aí e precisamos proteger-nos a nós e aos nossos dados pessoais. A falta de consciência entre as celebridades também merece parte da culpa.

Saber onde você salva as coisas

Em 2011, quando fotos de Scarlett Johansson e Mila Kunis nuas apareceram, aprendemos que as celebridades não são imunes aos hackers. Na verdade, elas são alvos específicos e provavelmente continuarão as ser alvos. Parece que muitas celebridades não aprenderam a importância da segurança digital por ocasião do hackeamento de 2011. Cada usuário móvel, inclusive as celebridades, devem aprender as lições destes desafortunados eventos e repensar onde estão salvando seus dados pessoais e íntimos.

Muitos usuários móveis não sabem que seus dados não são salvos apenas nos seus equipamentos. Muitos aparelhos e aplicativos vem com funções de backup automático na nuvem. Backups na nuvem podem ser uma ferramenta muito útil para evitar a perda de dados, mas se você deseja apagar fotos íntimas do seu aparelho, você deve se lembrar também de apaga-las na nuvem.

Como proteger suas contas

Se os hackers conseguiram acessar os dados através de uma falha no iCloud, fraudes via phishing ou utilizando programas de força bruta, há um denominador comum em todos eles: senhas.

O especialista em malware móvel, Filip Chytry recomenda o seguinte para proteger suas contas:

  • Utilize senhas fortes: Senhas fortes são fundamentais quando o assunto é proteger as contas online. Senhas fortes devem ter pelo menos 8 caracteres, conter uma combinação de letras, números e símbolos. O ideal seria que você não conseguisse se lembrar da própria senha a primeira vez entrar em sua conta com sua nova senha. Você deve atualizar todas as suas senhas a cada três meses e depois de episódios de vazamento de contas online.
  • Utilize senhas diferentes para cada uma de suas contas: Não é fácil lembrar de senhas diferentes para todas as suas contas online, mas é vital que cada conta online tenha uma senha forte e diferente das outras. Senhas precisam ser pensadas como chaves, você não quer que a chave da sua casa abra o seu carro: contas online devem ter senhas diferentes. Gerenciadores de senha como o avast! EasyPass podem ajudar você a proteger suas senhas e contas.
  • Habilite a autenticação por dois fatores: Muitos sites e serviços oferecem autenticação por dois fatores, o que significa que para entrar em suas contas, além da senha, é preciso digitar um código numérico enviado ao seu telefone. Isto ajuda a verificar se a pessoa que está tentando entrar em uma conta é o seu verdadeiro dono e se é uma pessoa real (não apenas um programa tentando invadir a conta).
  • Baixe uma proteção antivírus para o seu aparelho móvel: Um antivírus, como o avast! Mobile Security, protege os seus aparelhos móveis não só contra malwares, mas também de links phishing. Sites de phishing se parecem com sites legítimos para enganar você e roubar suas credenciais de login, que pode ter sido a forma com que os hackers que publicaram as fotos pornográficas conseguiram acesso às contas das celebridades.

Se isto aconteceu com elas, também pode acontecer com você

Com frequência colocamos as celebridades em um pedestal, mas na verdade elas são pessoas normais como você e eu. Ninguém está imune aos hackers, mas tomando cuidado de onde você armazena seus dados pessoais e utilizando as ferramentas adequadas para protege-los, você está evitando que hackers possam ter acesso a eles. Todos devemos transformar estas circunstâncias em uma oportunidade de aprender a proteger nossas informações pessoais.

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no Facebook, Twitter, Google+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off

4, setembro, 2014

Porque vírus para celular não é uma lenda

Outro dia um amigo meu comparou a existência de vírus para celular com o Saci Pererê: “todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu nenhum”. Apesar desta ser uma boa “tirada”, ela não é de nenhuma maneira engraçada. Aliás é um tanto quanto trágica. Se você nunca viu, não significa que não existe.

new-AMSpost_img-300x300

Quer evitar ataques ao seu celular? Baixe aplicativos somente em lojas oficiais

Há indícios de que programas maliciosos começaram a se alastrar em telefones móveis há mais de uma década, ou seja, muito antes dos famosos smartphones darem as caras. A diferença é que, naquela época, usávamos nossos celulares “só” para telefonar, ou no máximo mandar algumas mensagens de texto. Hoje o telefone móvel é um computador de bolso. Temos lá nossas vidas: agendas de contato, diários, planilhas de Excel, emails, acesso às redes sociais, podemos gerenciar lá nosso dinheiro, pagamentos e usos de cartões de crédito e débito, consultamos GPS e endereços, deixando lá o histórico de nossas rotas diárias, etc. Esqueci alguma coisa?

Acredito que sim. Caro leitor, me ajude nessa! O que mais podemos fazer com o celular? E depois eu pergunto: você acha que todas essas informações armazenadas em um único local não chamaria a atenção de cibercriminosos?

O problema é que, às vezes, você instala um aplicativo que não parece ser malicioso, mas que do nada passa a atacá-lo. Isso geralmente ocorre ao baixar programas de lojas não oficiais, mas pode acontecer também que um de seus contatos foi quem cometeu o equívoco de instalar um aplicativo de risco e, depois de contaminado, passa a enviar malwares para você via SMS.

“Enquanto pode demorar um tempo para criadores de malware para celular burlar lojas oficiais e suas políticas de venda, há maneiras menos maliciosas dos desenvolvedores de aplicativos nocivos tomar vantagem do mercado”, explica Filip Chytry, Analista de Malware da avast!. Segundo ele, existe uma “linha fina” entre malwares maliciosos e não maliciosos, fazendo com que os usuários baixem um programa nocivo que não causa danos de imediato, mas que pode a qualquer momento atacar o próprio usuário ou telefone de alguém de sua lista de contatos.

Em outras palavras, você pode estar carregando um Saci Pererê em seu smartphone sem saber e acha que está tudo certo. Portanto, além de instalar um antivírus no seu aparelho, tome cuidado com a maneira como você o usa. Procure utilizar somente lojas oficiais para baixar aplicativos. Se você usa Android, faça downloads somente no Google Play, para iPhone utilize AppleStore.

Outro detalhe, cuidado ao acessar a internet no seu celular via uma wi-fi aberta/pública, ou seja, em shopping centers, estádios de futebol, etc. Se um ataque ocorrer à esta rede, seu telefone poderá ser facilmente atingido sem você nem mesmo notar. E isso vale também para usuário de iOS. A sugestão para driblar este obstáculo é a instalação de um VPN (Virtual Private Network) no aparelho, além de um antivírus confiável.

Não substime o poder de fogo de hackers ao redor do mundo. Eles podem parecer verdadeiras lendas, mas existem e estão mais próximos do que você imagina.

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no Facebook,TwitterGoogle+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off

2, setembro, 2014

Novo tipo de malware ataca pequenas e grandes lojas de varejo sem fazer alardes

Imagine a situação: você possui uma loja de varejo, digamos de roupas, sapatos etc, ou mesmo um pequeno restaurante ou padaria. De repente, você descobre que a grande maioria de seus clientes teve dados roubados após realizarem transações com cartões de crédito e débito no seu estabelecimento. Até você descobrir o motivo disso, outras pessoas já foram afetadas. O que fazer?

Ataques de malwares a Pontos de Venda (POVs) em lojas de varejo e outros pequenos negócios têm se tornado cada vez mais frequente

Ataques de malwares a Pontos de Venda (POVs) em lojas de varejo e outros pequenos negócios têm se tornado cada vez mais frequente

Pois isto foi o que aconteceu recentemente com uma das maiores empresas do setor varejista nos Estados Unidos, a Target, onde mais de 20 milhões de cartões foram furtados por ladrões que muito provavelmente jamais pisaram em uma loja da franquia.

Para realizar estes tipos de crimes, cibercriminosos primeiramente descobrem uma maneira de conseguir acesso ao sistema de administração de TI (Tecnologia da Informação) da empresa para então instalar um malware que atuará como um “espião de dados”, passando informação aos hackers localizados remotamente. E sabe como isso ocorreu na Target? De acordo com um colunista norte-americano na área de segurança online, Brian Krebs, os criminosos conseguiram o acesso privilegiado ao sistema da empresa via um prestador de serviços da Target, mais possivelmente uma companhia que fazia a manutenção do ar condicionado de uma das lojas da franquia nos Estados Unidos.

Mas o problema não acaba aí, no dia 31 de julho último, o Departamento de Segurança dos Estados Unidos publicou um relatório sobre o nascimento de um novo tipo de malware, chamado Backoff. Ele é instalado nos Pontos de Venda (POV) de uma pequena ou grande loja de varejo que possui um alto número de transações diárias e, assim, consegue capturar os dados dos clientes e furtar milhões de dólares sem precisar fazer barulho algum ou mesmo utilizar uma arma de fogo.

No relatório, os investigadores norte-americanos relatam detalhes técnicos deste malware e dão dicas de como se proteger contra este tipo de ataque. Uma das maneiras é usando um antivírus atualizado, como o avast! Endpoint Protection.

Mas além disso, mantenha o acesso ao sistema de segurança da rede de computadores da sua empresa sempre limitado a algumas pessoas. Isto porque, como comentado no texto de Brian Krebs, dar o acesso da rede em si a empresas terceirizadas pode ser até corriqueiro, mas é preciso achar uma maneira de manter seus dados seguros mesmo nessas condições.

Para isso, utilize um antivírus empresarial em que suas configurações só possam ser acessadas por senha e esta seja diferente dos outros acessos de TI na companhia. Desta forma, mesmo que a administração da rede dos computadores seja invadida por hackers para tentar contaminar o mundo virtual do seu negócio, o antivírus poderá atuar rapidamente, impedindo um desastre.

Por enquanto, ataques do Backoff só foram registrados nos Estados Unidos, mas considerando que estamos falando de um mundo cibernético, onde não há fronteiras, nem barreiras, é melhor os empresários brasileiros, incluíndo donos de micro e pequenas empresas, começarem a tomar muito cuidado com a maneira como seus dados são gerenciados diariamente.

Obrigado por utilizar o avast! Antivírus e por recomendar-nos aos seus amigos e familiares. Encontre as últimas notícias, divirta-se, participe de concursos e muito mais no Facebook,TwitterGoogle+ e Instagram. Dono do próprio negócio? Descubra mais sobre os nossos produtos corporativos.

Comments off