Protecting over 200 million PCs, Macs, & Mobiles – more than any other antivirus


11, agosto, 2014

3 maneiras de deixar computadores empresariais antigos protegidos

De acordo com dados publicados pelo CETIC (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), 97% das empresas brasileiras com um número de funcionário entre 10 e 49 pessoas continuam usando computador de mesa, esse número sobre para 99% em empresas de pequeno/médio porte que possuem entre 50 e 249 funcionários. Isso mostra que o bom e velho desktop continua com força total no mundo dos negócios o que nos faz endagar: realmente é necessário renovar a infraestrutura de TI da sua micro ou pequena empresa para garantir maior segurança online?

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Você acha que computadores de mesa é coisa de ficção científica do passado? Saiba que a segurança da sua rede empresarial depende mais do que está dentro do seu PC

Agências de publicidade geralmente não possuem mais aquele “velho trambolho” no canto das mesas pois modernizar nesses casos não é só uma questão de escolha, mas necessidade! Muitos dos funcionários nesse ramo trabalham em casa ou diariamente visitam clientes. Além do mais, os laptops e tablets ajudam a dar um ar mais “hype” no ambiente!

Já outros setores, como por exemplo industrial, o desktop ajuda a manter uma certa organização na empresa. Enfim, seja lá qual for caso, a realidade é que quando falamos em sistemas de TI empresariais o mais importante não é o hardware, o equipamento em si, mas o software, aquilo que vai dentro da máquina.

É preciso ter uma interface fácil de ser usada seja lá qual for a idade do usuário, o nível de conhecimento técnico do mesmo e como o computador é usado diariamente. Qualquer software precisa ser ágil, leve e prático, pois ter o computador mais moderno do mercado não significa que a performance e a segurança do seu trabalho serão melhores.

Outro detalhe importante: muita gente acha que adquirindo produtos mais modernos ficará livre de vulnerabilidades e ataques de hackers, o que não é verdade! Novamente, o problema não está no hadware, mas no software. Correr riscos é uma realidade do mundo virtual, mas há maneiras de amenizar este problema com um investimento bem modesto.

1)      Atualização automática de programas: uma das maneiras que hackers e crackers conseguem invadir computadores e sistemas é através de programas antigos que não são mais usados mas continuam instalados no computador. Esta é uma brecha que pode ser facilmente superada se o seu sistema possuir uma solução que atualiza automaticamente os programas lá instalados. Um antivírus pode fazer esse trabalho pra você.

2)      Controle remoto da rede de computadores: se você tem uma rede de computadores na sua empresa, mesmo que esta seja uma micro ou pequena empresa, pense que manter o controle da atualização do antivírus pode ajudá-lo a evitar surpresas desagradáveis. E o melhor disso, você não precisa limitar o acesso de seus funcionários a certos websites. Dê liberdade aos que trabalham com você, mas use um sistema de controle remoto das atividades de vírus em sua rede para manter um maior controle da segurança dos seus dados empresariais.

3)      Instale um firewall confiável: mesmo que você tenha todos seus programas atualizados é necessários protegê-los. A melhor maneira de fazer isso é através de um firewall, que impede o acesso de hackers ao seu ambiente virtual de trabalho e, mesmo que isso ocorra, o cibercriminoso não conseguirá retirar nenhuma informação de lá de dentro caso você tenha um firewall confiável. Geralmente o antivírus que você usa na sua firma já vem com firewall, caso negativo, procure por um antivírus diferente ou uma solução única de firewall.

O mundo da segurança virtual é complexo, mas isso não significa que produtos novos podem lhe dar uma maior proteção. Atente-se ao seu software e mantenha boas práticas de uso da internet e dificilmente você e sua empresa se tornarão vítimas de cibercriminosos.

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6, agosto, 2014

Apresentamos o mais novo cartão de crédito e débito: seu celular

De acordo com uma matéria escrita pelo jornalista Paulo Britto do Valor Econômico e publicada em novembro do ano passado no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o pagamento de contas via telefone celular vem ganhando força e a grande maioria dos especialistas entrevistados para o artigo acreditam que esta é uma tendência que veio para ficar.

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

De acordo com a matéria, essa nova forma de pagamento dará mais suporte aos não correntistas e pessoas de baixa renda para fazerem compras usando o sistema de crédito no celular, em vez de carregar dinheiro vivo sacado de um banco.

Entretanto, uma pesquisa publicada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e realizada entre 2012 e 2013, aponta para um aumento de 6%  no número de contas correntes em todo o país, com um crescimento de 9% de cartões de crédito no mesmo período.

Isso demonstra que, embora a opção de pagamento via celular já uma realidade, o setor bancário continua crescendo a passos largos, provando que mesmo pessoas de baixa renda têm procurado uma maneira de manter seu dinheiro em um local seguro.

Porém, um outro fenômeno que ocorreu nos últimos 2 anos foi a debandada de correntistas para o internet banking e o uso do celular como uma forma de manterem-se informados sobre a situação de suas reservas nos bancos. De acordo com a mesma pesquisa, em 2009 apenas 31% das operações bancárias ocorriam via internet ou telefone celular, ao passo que a grande maioria dos usuários (52%) preferiam ir até uma agência ou um caixa eletrônico para realizar qualquer tipo de comunicação com o banco (por exemplo: depósito, acesso aos movimentos bancários, etc). Em 2013 esse quadro se inverteu. Até o fim do ano passado, 47% de transações bancárias foram realizadas via internet ou no celular, enquanto que somente 37% dos correntistas optaram por ir pessoalmente à uma agência ou caixa eletrônico. Uma pequena parcela de transações (17%) são feitas nos chamados pontos de serviços (ou em inglês POS), como por exemplo, um caixa de restaurante, supermecado, etc, e continua praticamente no mesmo nível desde 2009.

Ainda de acordo com a Febraban, em 2013 o uso do mobile banking teve um aumento de 6% no ano, com um crescimento médio de 270% nos últimos cinco anos. E embora apenas 3% dessas transações via celular possui algum tipo de movimentação financeira, isso demonstra o quanto correntistas em todo o Brasil apreciam a comodidade do uso de smartphones para cuidar de suas finanças.

Esse crescimento trás à tona outras questões, como o sistema de segurança dos aparelhos para compras e movimentação de dinheiro. Os sites de bancos no Brasil são, no geral, muito seguros e vulnaribilidades em aparelhos móveis são ainda casos bem recentes. Entrentanto, não há dúvidas nenhuma de que é uma questão de tempo para hackers ao redor do mundo começarem a investir pesado em crimes cibernéticos focados exatamente em telefones celulares.

Quando recentemente a AVAST fez um teste com 20 aparelhos móveis comprados de segunda mão online e tentou recuperar os dados desses equipamentos, chegou até mesmo a encontrar um requerimento de empréstimo bancário totalmente preenchido, ou seja, se estas informações caíssem em mãos erradas, o estrago poderia ser maior do que se imagina.

Ainda falta regulamentar muita coisa na área de pagamento via telefone celular, mas uma coisa é certa, a questão da segurança passa a ser primordial. Não basta apenas ter um PIN de acesso ao seu telefone, é preciso criptografar seus dados, sobrescrever os arquivos apagados e utilizar aplicativos de segurança que lhe ajudarão a encontrar seu telefone em caso de perda, roubo ou furto.

Em breve, o telefone será seu novo cartão de crédito e até mesmo dinheiro vivo. Você está realmente preparado para esta mudança?

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4, agosto, 2014

Como evitar ataques de Engenharia Social à sua microempresa

Se você nunca ouviu falar de Engenharia Social talvez esteja pensando que isto seja algo ligado a algum ramo de engenharia focada na área social. Mas não é bem assim! Engenharia Social é como descrevemos ataques de cibercriminosos a informações confidenciais de uma empresa, seja ela micro, pequena, média ou grande.

Phishing, uma das maneiras mais populares de Engenharia Social. A sua empresa está pronta para combater este mal?

Mensagem do banco Nordea informando seus clientes sobre Phishing, uma das maneiras mais populares de Engenharia Social

Uma das técnicas de Engenharia Social mais conhecidas é o phishing, que ocorre quando ao receber um e-mail informando que você acabou de ganhar R$ 100.000 também pede para que você informe seus dados pessoais pois assim o pagamento de seu prêmio poderá ser efetuado. Alguns golpes de phishing são facilmente identificados pela vítima, que ao suspeitar da linguagem informal do texto, erros gramaticais na mensagem e o endereço de email desconhecido, acabam optando por não fornecer os dados.

Outros golpes são um pouco mais “robustos” e cibercriminosos fazem cópias praticamente idênticas de um site idôneo, como por exemplo um banco, para enganar a vítima. Embora estas sejam práticas muito conhecidas, elas continuam populares e atingindo muita gente, principalmente as pessoas mais idosas que entraram para o “mundo virtual” recentemente e não sabem dos perigos que correm.

Mas a pergunta é: o que isso tem a ver com a minha empresa?

Um erro fatal que microempresários cometem ao abrirem suas empresas é não levar a segurança de dados de maneira séria desde o início; afinal de contas: “por que devo ser tão cuidadoso se no momento somente 3 pessoas trabalham comigo e todas são de total confiança?”

O problema é que, conforme uma empresa começa a crescer, e novos funcionários são contratados, o risco da mesma se tornar uma vítima de cibercriminosos aumenta. Nesses casos, a gerência da companhia passa a dar informações confusas ao seus empregados sobre como lidar com a internet no ambiente de trabalho, pois não estão preparados para ataques em potencial.

E é dessa forma que cibercriminosos tomam proveito da situação. Na ânsia de querer ser útil e mostrar serviço, funcionários que não possuem o devido treinamento e nenhum conhecimento sobre engenharia social, acabam por cometer equívocos que colocam em cheque não somente a própria privacidade do funcionário, mas também os dados secretos da empresa.

Recebemos todos os dias aqui na AVAST pedidos de ajuda por parte de nossos usuários sobre como lidar com spams e víruses que contraíram online, o que mostra que mesmo pessoas jovens e com um conhecimento básico (e até mesmo avançado) de TI, acabam se tornando vítimas.

É claro que a esta altura você deve estar pensando que vamos sugerir a você a instalação de um antivírus em sua rede de computadores, certo? Entretanto, embora isso realmente seja um ótimo passo inicial para garantir uma melhor proteção de seus dados, lembre-se que após a instalação do antivírus, regras claras e específicas sobre como a internet dentro da sua empresa deve ser usada precisam ser implementadas para evitar ataques de engenharia social.

Ao falar sobre isso, muitos empresários já pensam em proibir o uso de canais de mídia social (como Facebook, Twitter, Instagram, etc) no serviço, mas esta atitude além de interroper o processo de promoção de sua empresa na internet por parte de seus funcionários, dificilmente resolverá o problema, pois como dito, cibercriminosos podem conseguir acesso aos seus dados confidenciais até mesmo via e-mails.

A melhor maneira de lidar com isso é criando o mais rápido possível um guia de boas práticas de uso da internet. A Febraban (Federação Brasileira de Bancos), por exemplo, tem uma “Cartilha de Redes Sociais”, que poderia ser usada como inspiração para moldar o guia da sua empresa.

Para que essa iniciativa funcione bem, adicione informações especificamente relacionadas à sua industria, comércio e atividades internas. Realce o perigo de golpes de phishing  e (como mais conhecido recentemente), spearphishing.Deixe claro o que cada funcionário deve fazer caso suspeite de algo, quem ele ou ela deve procurar para informar sobre a situação e encoraje as pessoas a falar sobre o assunto com seus colegas.

Se possível, organize ao menos a cada semestre uma reunião com todos os seus funcionários informando sobre os ataques mais recentes e dê informações sobre o que fazer para que eles não se tornem as próximas vítimas.

Manter o guia de boas práticas exposto em locais visíveis dentro do escritório também é fundamental. Ajude seus funcionários a se lembrarem deste importante “detalhe” que eles retribuirão o favor criando uma rede de administração segura para a sua empresa.

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1, agosto, 2014

30% de brasileiros acessam Facebook só pelo celular – revolução no ar?

A revista Exame da editora Abril publicou esta semana uma matéria reportando que 30% dos brasileiros acessam o Facebook somente pelo celular. Esse dado vai de acordo com o que o vice-presidente da empresa para a America Latina, Alexandre Hohagen, vizualizou no início do ano: o futuro da internet será móvel.

O Brasil está tornando cada vez mais mobile, mas e a segurança de nossa nova vida digital?

O Brasil está tornando cada vez mais mobile, mas e a segurança de nossa nova vida digital?

Mas a pergunta que fica é: o Brasil já está preparado para essa migração que tornará o mercado e o dia a dia das pessoas mais mobile?

Uma pesquisa que recentemente fizemos antes da Copa do Mundo entre usuários de smartphones no Brasil e nos Estados Unidos, apontou para o fato de que a grande maioria dos brasileiros pretendiam assistir aos jogos pela televisão, enquanto que na terra do Tio Sam o celular seria o principal médio de acesso às partidas.

Por outro lado, brasileiros confirmaram que usuariam seus telefones para manterem-se informados sobre resultados e notícias pós-jogo, ou seja, usuariam o celular como um elemento extra durante a Copa. Isso significa que embora utilizamos o telefone the maneira diferente, este pequeno aparelho já se tornou parte do nosso estilo de vida e cada vez mais caminhamos em direção à uma revolução mobile.

E isso parece muito lindo, mais ou menos como em um conto de fadas. Imagine só todos nós nos comunicando via smartphones… Ao menos poderei me desfazer da minha mesinha de canto onde mantenho meu laptop ligado e, quem sabe, colocar lá meu tão sonhado frigobar para minhas cervejas.

Facebook spam blocks relevant News Feed posts

30% de brasileiros acessam FB somente via telefone

Tudo muito bom, tudo muito bem, mas a pergunta que fica é: como manteremos a segurança dos nossos dados online nesse novo mundo mobile? Não vou nem discutir aqui a questão da privacidade, pois isso já é assunto antigo e que já foi superado. O problema maior fica por conta do surgimento de novos ataques via mídia social. Como isso afetará os telefones dos usuários do Facebook?

Ainda não existe dados concretos sobre a invasão de sistemas operacionais de celulares, como Android, iOS e Windows Phone, embora discuta-se abertamente o fato do Android ser mais vulnerável que os outros dois, o que talvez não seja tão simples assim.

O que as pessoas precisam entender é que cibercriminosos agem da mesma maneira do que um outro criminoso na vida real, eles procuram por lugares onde eles podem captar a maior quantidade de dinheiro (ou neste caso do mundo virtual, de dados) possível. Assaltar um prédio no bairro dos Jardim, em São Paulo, pode até ser mais difícil, é verdade, mas isso não impede de ser um alvo dos ladrões.

Isso ocorre também com cibercriminosos. Hoje, Android representa mais de 80% dos telefones celulares vendidos no Brasil, por que alguém gastaria tempo tentando atacar um Windows Phone que possui em torno de 2% do mercado brasileiro?

Alguns dirão: “ah, então é só evitar Android e tá tudo certo”, não é bem assim. Um vírus que ataca seu Facebook não está preocupado com o tipo de sistema operacional que você usa e, considerando que iOS e Windows Phone não possuem soluções antivírus, você se torna uma vítima em potencial ainda maior.

A segurança neste novo mundo online de mobiles ainda está longe de ser resolvida, ainda existem muito mais perguntas do que respostas. Mas, esta semana publicamos aqui o caso de dois crackers que conseguiram invadir aparelhos da Apple que estavam ligados a wi-fi abertas via Instagram. Por que isso não poderia ocorrer via Facebook (vale lembrar que Instagram é um empresa da Facebook)?

Se você realmente quer se manter seguro a sugestão é: primeiro, tome muito cuidado com os links que você acessa todos dias, se for suspeito, evite-o. Segundo, baixe um antivírus gratuíto em seu celular, com os novos aparelhos possuíndo grande espaço de memória e os antivírus se tornando cada vez mais leves, isso não lhe causará problemas e nem custará dinheiro.

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31, julho, 2014

Segurança na internet – Parte 2: golpes na internet

A internet é um espaço de compartilhamento e diálogo. Mas junto com este ambiente positivo nos deparamos com conteúdos impróprios para crianças – como sites pornográficos – ou racistas e discriminatórios, cibercriminosos tentam roubar seus dados pessoais ou seus dados bancários (e de cartões de crédito). Às vezes, pode passar pela cabeça do usuário comum que ninguém tem interesse no seu computador e que nosso computador não pode ser encontrado nesta multidão.

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No mundo virtual de hoje em dia, o cuidado com sua senha e dados pessoais deve ser redobrado

É um engano, os criminosos é quem passam ocultos na multidão e utilizam o seu computador para base de ataques a outros, disseminando vírus (malwares) ou spam. Além disso, é bom você ter presente que os sistemas bancários e os sites contam, em geral, com um maior arsenal de segurança e que o seu computador (celular ou tablet), que é o verdadeiro ponto fraco em tudo isso.

Um dos golpes comuns é o que acontece quando você tem seus dados pessoais de identificação roubados. Pode ser o seu CPF, mas também os dados para entrar em um site (nome do usuário e senha). Da posse destes dados, os golpistas começam a atuar em seu nome, enviando e-mails, realizando compras, enfim, causando prejuízos não só financeiros, mas também à sua reputação. Podem disseminar informações falsas ou fotos e dados pessoais. Isto pode trazer dificuldades no seu emprego e em sua vida pessoal e familiar.

O cuidado com suas senhas é fundamental. Utilize senhas diferentes para serviços e sites na internet. Monte senhas chamadas fortes: com letras maiúsculas e minúsculas, símbolos e números. Algo que não seja evidente e possa ser descoberto rapidamente por outro computador. O avast! oferece uma solução automatizada para suas senhas, chamada avast! EasyPass. Desta forma, utilizando senhas seguras e diferentes, os golpistas não conseguirão facilmente adivinhar seus dados, entrar nos sites ou fazer compras em seu nome.

Esteja muito atento e não responda a emails e promoções que prometem um retorno depois que você fizer algum tipo de pagamento ou antecipação. Nunca participe como intermediário de operações financeiras. Desconfie de entidades que solicitam doações e procure encontrar os sites oficiais para contribuir. Nunca forneça seus dados bancários para “promessas de prêmios ou crédito pessoal”. Mais recentemente, falsas empresas oferecem emprego em troca de pagamento antecipado.

Outros golpes que estão se disseminando são o pedido de recursos para efetuar viagem para que, finalmente, duas pessoas que estavam namorando pela internet poderem se encontrar… Na verdade, depois de você pagar, nunca mais verá o seu amor… Que dicas podemos dar para desconfiar destes golpes? Em geral, exigem decisões rápidas e sigilosas e, curiosamente, estão cheias de erros de português, pois geralmente utilizam tradutores automáticos para aplicar os golpes em pessoas ao redor de todo o mundo.

Leia mais:
Segurança na internet – Parte 1: não tenha mais medo, aprenda com o avast!

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30, julho, 2014

Crackers encontram uma maneira de invadir aparelhos iOS via Instagram

Esta semana está sendo bem movimentada para a equipe de desenvolvedores do Instagram. No último sábado, um rapaz chamado Mazin Ahmed, e que no Twitter se auto-intitula como “estudante, interessado em aplicativos de segurança” publicou em seu blog um texto afirmando que havia encontrado uma vulnerabilidade grave no Instagram e que qualquer pessoa navegando no site via wi-fi pública estaria sob risco de ser hackeado, inclusive usuários de iOS, sistema operacional da Apple.

Quem disse que iPhones não podem ser hackeados?

Quem disse que iPhones não podem ser hackeados?

Mazin diz que enviou a informação ao Facebook, que há pouco mais de 1 ano comprou o Instagram por uma quantia em torno de 1 bilhão de dolar, mas a empresa teria respondido que já está ciente do problema e que trabalhará para resolver isso no futuro, entretanto, no momento, aceita os riscos desta falha. O texto de Mazin na íntegra e com a suposta resposta do Facebook, em inglês, pode ser lido aqui.

Se isso já não é o bastante, um programador conhecido como Steve Graham, ratificou o problema na segunda-feira, publicando o passo a passo de como conseguiu invadir e raquear um aparelho iOS. Ele garante que poderia facilmente tomar o controle do telefone se quisesse através dessa vulnerabilidade no Instagram.

O que realmente surpreende é o fato de que mesmo aparelhos iOS, cujos usuários têm orgulho de dizer que não estão sob riscos de ataques, foram hackeados e invadidos através desta falha. Isso leva a uma outra discussão: telefones celulares e tablets são realmente mais seguros do que PCs? E o iOS, é realmente um sistema operacional que não abre brechas para ataques? E será que outros aparelhos, como o Windows Phone, não estão suscetíveis a possíveis invasões de hackers?

As respostas para essas perguntas ficam a critério de nossos leitores. Entretanto, no meio tempo, para evitar furto de identidade em wi-fi pública, o ideal é instalar no celular algum tipo de aplicativo que criptografa dados, tornando-os ilegíveis.

É bom lembrar que somente equipamentos conectados via internet pública estão sob risco, portanto, o uso do Instagram de maneira geral em casa ou em outras conexões privadas estão (até o momento) seguras.

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29, julho, 2014

Novo celular promote bater Apple e Samsung com preço a R$ 100

Uma fabricante de telefones celulares na India, a Karbonn Mobiles, acaba de lançar seu mais novo smartphone: o A50. Esse produto promete revolucionar o mercado de telefones celulares com um preço final por volta de 100 reais. O aparelho atualmente só está à venda na India, mas você pode adquiri-lo via internet pois a este preço os custos de importação são quase zero.

Imagem de divulgação do novo A50 da Karbonn Mobiles, na India. Smartphone a R$ 100

Imagem de divulgação do novo A50 da Karbonn Mobiles, na India. Smartphone a R$ 100

Uma das grandes vantagens do A50 é a possibilidade de usar duplo cartão SIM, dando ao usuário a praticidade de mudar de provedores e número do telefone sem a necessidade de trocar de aparelho. Um outro detalhe importante é que embora o A50 venha com apenas 512MB de memória no chip interno, o usuário pode aumentar a capacidade do aparelho para 32GB com cartões de SD. Ou seja, a capacidade de armazenamento fica igual a um iPhone, por exemplo.

O processor de 1.2GHz e memória RAM de 256MB são suficientes o bastante para você acessar seu Facebook, e-mail e até mesmo baixar jogos e música. Entretanto, um detalhe que poderia ser um pouco melhor é a qualidade da tela, que atualmente é de apenas 480×320 pixels (o iPhone 5 tem uma resolução de 1136×640 pixels). Portanto, se você é um fã de cinema e gosta de assistir filmes em seu celular, talvez esta não seja a melhor opção.

Um outro detalhe negativo fica por conta da câmera de 2 megapixels que, além de ter uma baixa resolução, só está disponível na parte de trás do aparelho, obrigando o usuário a se contorcionar para fazer selfies. Além do mais, conversas via Skype ou Google Hang-Out seriam um pouco complicadas através de vídeos.

Moral da história, se você está a procura de um smartphone barato para as tarefas básicas do dia a dia, o A50 da Karbonn pode ser a escolha ideal. Rodando no sistema Android, este aparelho é rápido o bastante para acessar a internet e é um tanto quanto conveniente para tocar música.

Há algumas lojas na internet já oferecendo o A50 com o preço em torno de R$ 100. Entretanto, é bom lembrar que a grande maioria dessas lojas estão localizadas na India e, portanto, o preço divulgado é em rúpia indiana (1 real custa em torno de 27 rúpias).

Isso dito, tome cuidado com os sites que você fará a transação, compre somente de lojas autorizadas (onde a página de pagamento começa com http), utilize computadores em redes fechadas e caso você não tenha um antivírus na sua máquina, instale um antes de fazer a compra.

Alguns analistas de smartphones nos Estados Unidos, Reino Unido e Europa já colocam o A50 como uma ameaça aos poderosos aparelhos da Samsung e Apple, principalmente devido ao preço. E se considerarmos o mercado de países emergentes como o Brasil, este produto tem realmente um grande potencial de venda. Resta saber se ele funcionará bem o bastante para fazer frente às gigantes da telefonia móvel.

E aí, o que você acha? Um smartphone a 100 reais é negócio? Ou você prefere investir um pouco mais em um aparelho de marca renomada, como Apple ou Samsung?

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28, julho, 2014

5 maneiras para micros e pequenas empresas protegerem seus sistemas de PDV

Em 2013, violações de segurança atingiram grandes empresas de consumo nos Estados Unidos, tais como: Target, Michael’s e Neiman Marcus. Milhões de transações ficaram comprometidas com esses ataques conhecidos como ataques no ponto de venda (PDV). O PDV ocorre quando um cliente faz o pagamento ao fornecedor e este é um dos momentos mais vulneráveis da transação. Vamos hoje tomar como exemplo fatos reais que ocorreram com grandes empresas nos Estados Unidos e traçar um paralelo com os micro e pequenos negócios no Brasil.

Sistema de PDV nos Estados Unidos: vulnerabilidade também atinge pequenos negócios

Sistema de PDV nos Estados Unidos: vulnerabilidade também atinge pequenos negócios

Grandes lojas de consumo lideram em 50% a lista de empresas onde dados dos clientes foram mais compromissados em 2013, seguidas por organizações que emitem cartões de crédito e bancos. É o que aponta o #DataInsecurity Report feito pela National Consumers League (Liga Nacional de Consumidores), em cooperação com Javelin Strategy & Research. O #DataInsecurity Report também revelou que 61% das vítimas disseram que as informações foram usadas para cometer fraudes contra elas.

Entretanto, esse fato não deveria ser uma supresa. De acordo com Nilson Report, aproximadamente US$4 trilhões foram pagos através de cartões de crédito, débito e pré-pago nos Estados Unidos ano passado. Adicione a isso a vasta disponibilidade de códigos de PDS para execução em fóruns e você terá uma ideia perfeita da grande quantidade de vítimas disponíveis para cybercriminosos atacarem. O sistema de pagamento PDV nos Estados Unidos é um alvo fácil pois cartões EMV (com chips embutidos) ainda não são populares por lá. EMV, criado entre Europay, MasterCard e Visa, é um sistema de segurança usado em quase todo o mundo.

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Se o seu sistema de pagamento usa cartão crédito, então é melhor tomar precauções

Cybercriminosos não estão preocupados com o tamanho do seu negócio

Embora a maioria dos ataques de PDV mostrados na imprensa foram sobre grandes lojas de consumo, cybercriminosos não querem saber se uma empresa é grande ou pequena. Na verdade, eles estão interessados em fazer dinheiro e não fama que podem vir a ter com ataques sobre empresas famosas. Independentemente do tamanho, se o seu negócio tem um system de PDV para cobrar clientes, você deveria proteger seu sistema de um possível ataque. PDV ataques não furtam somente informações importantes, eles podem também afetar a reputação da sua empresa.

O #DataInsecurity Report mostra que somente 10% das vítimas acreditam que as lojas poderão proteger suas informações no futuro.

Como os ataques de PDV funcionam

  • Eles podem enganar as vítima obrigando-os a baixar o Trojan através de phishing e-mails que parecem ser de fontes confiáveis
  • Eles são selenciosamente baixados pela vítima ao clicar em um link sem a mesma perceber
  • Eles tiram vantagem de um sistema desatualizado, como o Windows XP.3

Uma vez o Trojan ganha acesso ao sistema ele pode ficar “dormente” lá por um tempo longo. Durante este período, Trojans podem realizar scaneamento secretos, observar ações e coletar informações, como senhas, para enviar de volta aos servidores de comando. Assim que os cybercriminosos coletam todas as informações necessárias, eles podem acionar o Trojan para agir via um “Comando e Controle” (C&C) dos servidores. Trojans de PDV coletam e enviam pagamentos de um cartão de crédito de volta aos servidores, usando dados oriundos da memória do sistema de PDV.

Como proteger sua empresa de ataques de PDV

Existem várias maneiras de manter sua empresa segura:

1-     É crucial você proteger o sistema de computadores da sua empresa conectado ao seu sistema de PDS. Para fazer isso, utilize senhas seguras de acesso ao seu sistema.

2-     Eduque seus empregados sobre os métodos de “social engineering” usados para ataques, como o spearfishing e-mails.

3-     Use soluções de segurança apropriadas como o Avast! Endpoint Protection, para proteger seu sistema contra módulos maliciosos e hackers que querem explorar os gateways em seu sistema para a instalação de malwares.

4-     O seu software de segurança deveria se protegido com senha para impedir que hackers desliguem suas funcionalidades.

5-     Todos software devem ser mantidos atualizados e todas a correções de segurança que eliminaram as explorações devem ser instalados assim que a empresa criadora dos software lança-las no mercado.

E outro detalhe, as soluções de sistemas de PDS nas “nuvens” (cloud-based) podem ser tão vulneráveis quanto os tradicionais sistemas de PDS, embora apresentem diferentes designs e funcionalidades. Uma ameaça recente mostrou que atores de malware têm se adaptado com sucesso aos novos sistemas de PDS atacando especificamente pequenos negócios. Assim sendo, é necessário tomar os mesmos cuidados com sistemas de PDS nas núvens que são tomados com sistemas convencionais.

O que fazer se seu sistema de PDS for atacado

Empresas devem admitir imediatamente que foram atacadas caso os dados de seus clientes foram atingidos de alguma maneira, dando às vítimas condições de se proteger. Obviamente, as companhias devem analisar a situação para determinar quais dados foram compromissados antes de ir a público. Essa análize deverá juntar informações que poderão ajudar os clientes a tomar as devidas medidas de proteção.

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25, julho, 2014

4 razões para você não instalar antivírus no seu celular

Depois que empresas de antivírus passaram a investir pesado no desenvolvimento de produtos para celulares, algumas companhias do setor de telefonia começaram a contra-atacar dizendo que isso não passa de muito barulho por nada e que aparelhos móveis são seguros o bastante para viver sem proteção.

Celulares e tablets se tornaram uma febre no mundo inteiro e hoje já passaram a ser alvos de hackers

Hoje em dia celulares e tablets são uma febre no mundo inteiro e se tornaram um ótimo alvo para cybercriminosos

Não há dúvidas de que a grande maioria dos hackers preferem atacar computadores, pois sabem que é lá que as pessoas hoje em dia guardam seus dados mais vitais, fazendo do celular um alvo de menor importância. Entretanto, a cada dia que passa usamos mais o celular do que o computador, seja por conveniência de poder carregar tudo que precisamos no bolso da calça ou por simples paixão pelas telinhas móveis.

Isso dito, a conclusão é a seguinte: hoje os cybercriminosos ainda focam em ataques a computadores, mas com o aumento no uso de telefones celulares no Brasil e no mundo, eles poderão mudar de estratégia do dia para a noite.

Portanto, aqui vão 4 razões para você não baixar um antivírus no seu telefone:

1)      Você não salva nenhuma informação importante em seu celular: caso você seja uma das poucas pessoas que não faz nada com o seu celular além de ligar para os amigos, então talvez pode-se dar ao luxo de não usar um antivírus no celular. Mas se em alguma vez na vida você fez compras via telefone móvel, então lembre-se que seus dados estão possivelmente armazenados em algum local de fácil acesso.

2)      Você acredita fielmente que o seu celular jamais substituirá o computador: se você está 100% certo de que o desenvolvimento tecnológico que vivenciamos nos últimos 14 anos não continuará a passos tão largos, então não há necessidade nenhuma de usar antivírus no celular, pois possivelmente você não pretende aposentar seu laptop tão cedo.

3)      Você não corre o risco de perder ou ter seu celular roubado: caso você viva em um local seguro o bastante para ter certeza de que seu telefone móvel não vai cair em mãos erradas, então não se preocupe em instalar um antivírus com sistema antifurto. Isso será inútil!

4)      Você não usa internet aberta: talvez você jamais precisará de uma Wi-Fi para acessar a internet no seu celular, mas caso precise então mantenha em mente que são em locais como esses que corremos os maiores riscos de ataques e contaminação.

Ou seja, se você se sente pelado ao sair de casa sem celular, acessa a internet através dele em wifi de shopping center, anda de carro ou a pé pelas ruas das principais cidade do Brasil e armezena mais de 50% dos seus dados pessoais neste pequeno aparelho de mão, então está na hora de instalar um antivírus nele, ao menos uma versão gratuíta.

Lembre-se que hackers trabalham 24 horas dia, 7 dias por semana para encontrar vulnaribilidades em sistemas operacionais e conforme aumenta o número de usuários de telefones, sobe também o interesse por descobrir formas de implementar novos ataques. Segundo a Anatel, em março deste ano o Brasil possuía mais de 270 milhões  de telefones celulares ativos, o que representa mais do que a população do país (aproximadamente de 200 milhões de pessoas).

Com essa debandada para o uso de celulares no Brasil, você tem alguma dúvida de que hackers já estão investindo em ataques a telefones móveis?

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24, julho, 2014

Segurança na internet – Parte 1: não tenha mais medo, aprenda com o avast!

O avast! é o primeiro antivírus gratuito que falou português. Há 11 anos junto com você e reunindo profissionais de mais de 40 países diferentes, acumulamos conhecimento para guiar você com segurança pela internet. Se você ainda tem “medo de fazer algo errado” quando utiliza o computador, esta série é para você. A AVAST se especializou no desenvolvimento de produtos de segurança e quer trazer a você uma série completa sobre os perigos que corremos na internet, as boas práticas para evitar golpes, perda de dinheiro e furto de identidade. Você está prestes a embarcar em um tutorial que lhe ajudará a escapar dos perigos do mundo virtual.

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Você se preocupa com os e-mails estranhos que recebe? Já ouviu falar de phishing, mas não sabe exatamente o que é? Então embarque conosco nessa série explicativa sobre o mundo virtual

Primeiro, ter “medo de fazer algo errado” é sintoma de sabedoria. O computador ou os smartphones e tablets são instrumentos tecnológicos avançados. Quem não conseguiu acumular conhecimento e experiência no uso destes equipamentos pode ficar um pouco intimidado com eles. Procurar informação na internet nem sempre é fácil, pois utilizam termos complicados. Simplificar e fazer acessível a tecnologia a todos é uma tarefa que assumimos com gosto.

Com mais de 220 milhões de usuários em todo o mundo, falando a sua língua, o avast! quer participar da responsabilidade de trazer a você uma internet mais segura. Nas próximas semanas, vamos abordar como evitar os golpes e ameaças na internet, os problemas que surgem a partir de e-mails indesejados (spam e phishing), o uso correto das tecnologias de segurança (antivírus e firewall), além de medidas de proteção à sua privacidade.

Queremos uma internet com o que ela tem de melhor: encontrar amigos, participar como cidadão dos debates públicos, obter informações, divertir-se, utilizar serviços bancários, fazer compras e muitas outras coisas legais. Também é saudável respeitar o número de horas dedicadas às tecnologias digitais: pratique esporte, encontre-se pessoalmente com seus amigos e outros colegas de trabalho, leve uma vida equilibrada.

Todas as medidas de precaução na sua vida real devem ser tomadas quando você utiliza a internet: entrar apenas em sites e lojas confiáveis, não falar para todo mundo os seus dados pessoais, trancar as portas e colocar alarmes. A AVAST acredita que segurança implica em prevenção: atuar antes de ter uma má surpresa.

Acompanhe a série e aprenda a se proteger na internet. Até a próxima quinta-feira.

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