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Arquivo da Categoria ‘Android corner’
17, setembro, 2014

Nossa pressa pelo “agora” não quer dizer que queremos brechas na nossa segurança

instant-gratificationUm seriado nos Estados Unidos tem o lema “Eu quero agora” e fala sobre as pessoas que cresceram acostumadas a ter seus desejos satisfeitos num piscar de olhos com a ajuda de empresários e tecnólogos inovadores com fome de transformar tudo em lucro.

E sejamos sinceros, de impacientes e afobados, todos nós temos um pocuo.

Eu, por exemplo, às vezes sinto a minha impaciência crescer quando estou em um restaurante e alguém encontra um ponto para conectar seu notebook, smartphone ou tablet e eu não.  Fico lá, conversando com meus amigos na minha mesa e continuamos discutindo outros assuntos, pedimos mais um café e entramos em questões pessoais que geralmente ficam ao redor de tópicos como: “o que aconteceu no Facebook? Preciso enviar uma mensagem a um amigo. Vamos ver como andam as minhas notícias favoritas, meus sites de músicas… Aquele concerto parece bom, acho que vou comprar um ingresso. O quê? Meu cartão de crédito foi rejeitado? Melhor resolver aquele assunto no banco”, e por aí vai.

Este tipo de atividade em lugares públicos pode ser a porta de entrada dos problemas: hackers podem “roubar seus dados, dinheiro ou identidade virtual”.

Todos concordamos que a mentalidade do “eu quero isto agora” não inclui “eu quero ser espionado e roubado agora”.

Estamos cientes dos alertas sobre nossos aparelhos móveis: o smartphone é um computador ambulante no nosso bolso e qualquer um pode facilmente perdê-lo ou ser roubado. A quantidade de mensagens, a lista de contatos, as fotos, o histórico de navegação, etc., podem ser descobertos e utilizados contra nós se caírem nas mãos erradas, mesmo quando tiverem sido excluídos (leia mais em nosso blog).

Hackers também atacam nossos aparelhos móveis através de malwares. A AVAST já possui um milhão de códigos maliciosos em seu banco de dados. E eram apenas 100 mil em 2011.
Como já mostramos neste artigo do nosso blog em junho, nossos especialistas do Laboratório de Vírus descobriram um aplicativo de futebol da Copa do Mundo que não era um jogo verdadeiro, mas uma fraude que disparava propagandas na tela.

Como vivemos em uma sociedade do “eu quero isto agora”, aqui vão algumas dicas da AVAST para garantir que você não detone a sua segurança online procurando satisfazer urgentemente os seus desejos:

1. Instale um programa de segurança

Proteja o seu smartphone ou tablet de ataques maliciosos e bisbilhoteiros digitais que querem roubar seus dados e seus aparelhos. Instale o avast! Mobile Security e Anti-Theft na Loja Google Play.

2. Utilize lojas seguras para instalar seus aplicativos

As grandes lojas como a Google Play e a Amazon são os lugares mais seguros para buscar aplicativos. Elas têm rígidos controles de segurança e por isso são, geralmente, as fontes mais confiáveis. As outras lojas, especialmente as não-oficiais da Ásia e Oriente Médio, requerem que você fique de olhos abertos o tempo todo.

3. Utilize um PIN ou senha para bloquear seus aplicativos

O seu telefone Android tem suas próprias configurações de segurança, por isso recomendamos que você configure um número difícil para bloquear a tela. Para configurar um número ou gesto, vá para Configurações > Tela de bloqueio.

Utilize a função Bloqueio de aplicativos do avast! Mobile Security para que um PIN seja solicitado pelos aplicativos que você deseja manter privativos, como os de compras e bancos online. Você pode bloquear dois programas com um PIN/senha na versão gratuita ou bloquear um número ilimitado com o nosso produto Premium.

A função Verificador de senha do avast! Mobile Premium mantém os xeretas e ladrões longe de suas mensagens e emails. Depois de três tentativas de descobrir sua senha, o telefone é bloqueado.

4. Mantenha o seu smartphone perto de você

Batedores de carteira podem ficar com o seu telefone antes de que você termine de fazer o seu pedido ao garçom. A Geoproteção é uma função inteligente do avast! Mobile Premium. Você configura um perímetro de segurança em torno do lugar onde se encontra e escolhe algumas ações, como disparar um alarme. Se um ladrão tirar o telefone fora deste perímetro enquanto você está distraído com o seu café, o alarme dispara e o telefone é bloqueado.

5. Utilize a localização e o apagamento remoto se o seu telefone for roubado

O avast! Mobile Security e Anti-Theft têm funções de controle remoto que permitem a você realizar certas ações. Você pode rastrear e localizar o seu telefone perdido utilizando comandos SMS ou a sua conta my.avast.

O apagamento dos dados do seu telefone pode ser feito através de comandos SMS. O apagamento profundo permite que o avast! exclua completa e permanentemente, sobrescrevendo seus dados pessoais. Isto é útil quando você estiver pronto para vender ou jogar fora o seu telefone, como mostrou o nosso recente estudo antes mencionado sobre a compra e venda de telefones usados.

6. Permaneça seguro ao utilizar WiFi públicas e gratuitas

Os pontos de WiFi públicos podem facilitar a gestão do nosso plano de dados, mas também há um efeito colateral que você precisa estar atento. Hackers podem ler seus emails, arquivos, credenciais de login em sites, senhas, etc. e até ouvir suas chamadas VOIP no Skype ou no Viber.

Recomendamos que você utilize um serviço de criptografia como o avast! SecureLine VPN, especialmente quando estiver viajando, mas também em casa, como uma proteção adicional para os seus aparelhos e dados.

Image from http://www.andbethere.com

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16, setembro, 2014

O aplicativo Facebook Messenger agita a privacidade

Nos últimos dias, você deve ter notado que quando você tenta enviar mensagens do aplicativo móvel do Facebook no seu telefone ou tablet, ele pede que você baixe o aplicativo independente Facebook Messenger. É um aplicativo legal que permite que você envie mensagens a seus amigos do Facebook. Além de fotos e vídeos, você pode chamar seus amigos gratuitamente utilizando a sua conexão WiFi. Foi por isso que ele trouxe à baila uma controvérsia sobre as permissões que necessita para isto.

avast! Mobile Security protects your Android device

O Messenger precisa permissões para tirar fotos e fazer vídeos utilizando a sua câmera, gravar áudio, chamar números de telefone, receber/enviar/ler/editar suas mensagens, acessar a internet e os seus contatos, manter um registro da sua localização. Quando olhamos as permissões listadas na loja Google Play, há outras coisas assustadoras, mas não verdadeiras ameaças, coisas como impedir que seu telefone hiberne e controle sobre a vibração.

A controvérsia sobre a privacidade foi gerada pela pergunta sobre o que o Facebook pode fazer com todos estes dados. Por exemplo, eles realmente precisam ter acesso aos seus contatos? Eles já não sabem quem são seus amigos no Facebook?

O ponto é que nada mudou nas permissões do Facebook Messenger. A primeira versão solicitava os mesmos acessos que a versão independente do aplicativo. Você pode ler as explicações do Facebook sobre as permissões solicitadas aqui.

Já escrevemos sobre as mudanças no gerenciamento de permissões do Google Play há alguns meses, mostrando como a maioria das pessoas aceita cegamente tudo que os desenvolvedores querem, sem se questionarem de nada. Cada um de nós precisa decidir quanto estamos dispostos a dar para receber em troca. Mas, por favor, fiquem espertos usuários do avast!, pois o seu smartphone combinado com as mídias sociais é a Meca dos hackers. Nossas vidas estão nos dados armazenados em nossos dispositivos móveis e sem uma segurança consistente e algum bom senso, cibercriminosos podem juntar os pontos e utilizar o resultado como quiseram.

Garanta que seus aparelhos estão protegidos corretamente. O avast! Mobile Security roda em telefones e tablets Android e é completamente gratuito. O Módulo Aplicativos mantém você seguro de aplicativos maliciosos escaneando-os em dois níveis: ao serem instalados e ao serem executados. Com o Gerenciador de Aplicativos você pode ver os aplicativos em execução e verificar as suas permissões e também se eles mostram ou não propagandas. Baixe o avast! Mobile Security e Anti-theft da loja Google Play.

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12, setembro, 2014

O malware móvel atinge a marca de 1 milhão de amostras e se torna mais nocivo do que nunca

O malware móvel está crescendo exponencialmente. Temos já mais de 1 milhão de amostras maliciosas em nosso banco de dados, e havia 100.000 em 2011. Ainda relativamente novo, a maioria dos malwares para celulares tem uma estrutura muito simples, embora seja projetado para roubar com eficiência o dinheiro das pessoas. O malware móvel mais recente está, no entanto, se adaptando e transformando lentamente, abraçando táticas mais enganosas e complexas para atingir os usuários.

Os criadores de malware para PC começaram em uma garagem, os do malware móvel em um escritório

O malware móvel está seguindo um desenvolvimento semelhante ao experimentado pelo malware para PC anos atrás, com duas diferenças marcantes: a primeira que o malware para PC, em seus primeiros estágios, foram criados por amadores e só evoluiu lentamente para um negócio lucrativo nos últimos 10 anos. O malware móvel, mesmo com a sua estrutura simples, foi sempre um bom negócio desde o seu início. Os smartphones e tablets são capazes de reunir e armazenar mais dados pessoais que os PC nunca foram: há uma abundância de dados valiosos a serem coletados, incluindo dados pessoais e informações financeiras. Por isso, o foco do malware móvel sempre foi financeiro, o que significa que mesmo os primeiros malwares se mostravam como ameaças reais para suas vítimas ao roubar dinheiro delas. A segunda diferença é que mesmo que o foco de ataques a smartphones e tablets seja recente, está se desenvolvendo muito mais rápido do que o malware para PC em seus anos iniciais.

Há muitas portas de entrada para o malware móvel: além dos aplicativos maliciosos que entram nas lojas e em propagandas in-app com links para conteúdos infectados, os criadores de malware também tiram vantagem dos bugs nos sistemas operacionais móveis, em aplicativos populares e na estrutura da cobrança das operadoras de telefonia. Em 2013, entre 60% e 70% dos malwares foram desenvolvidos para enviar mensagens de texto premium sem o consentimento do usuário, um truque simples dos criminosos para mexer no bolso das pessoas. O mercado está reagindo ao malware e retaliando: as operadoras dos Estados Unidos e outros países, por exemplo, baniram os serviços de mensagens de texto premium. Assim que o mercado reage, os criadores de malware começam a pensar em outros meios muito mais sofisticados e enganosos para roubar o dinheiro das pessoas.

A nova geração de malware móvel

Malwares mais elaborados, como os ransomwares e spywares, estão crescendo e lentamente tomando o controle dos aparelhos móveis, ao mesmo tempo que o universo online das potenciais vítimas vai crescendo. O Google atingiu agora mais de 1 bilhão de usuários Android. Formalmente, ransomwares da família do Cryptolocker  somente eram conhecidos na plataforma Windows, mas recentemente atingiram os aparelhos Android pela primeira vez, assustando os usuários e sequestrando seus aparelhos, criptografando os arquivos até que o usuário pagasse o resgate. O spyware móvel, por outro lado, é capaz de rastrear a localização do usuário e muitos outros dados pessoais, que podem, mais tarde, ser utilizados para invadir suas contas ou para o roubo de identidade.

Prevemos que com o surgimento das novas tecnologias, os criadores de malware encontrarão novas formas de tirar vantagens de suas vítimas. Por exemplo, com o aumento do uso dos novos métodos de pagamento NFC (Near Field Payment), prevemos que os hackers mudarão a forma de ir atrás do dinheiro.

Os usuários precisam tomar consciência de quão valiosos são os seus smartphones: não somente o hardware, mas os dados que possuem lá

As ameaças móveis estão crescendo. Prevemos que alcançarão a mesma magnitude do malware para PC em 2018. Contudo, nos mais de 1 bilhão de smartphones comercializados em todo o mundo no ano passado, somente uma pequena porcentagem está protegida por um software antivírus.

Para tornar os aparelhos móveis mais seguros, precisamos trabalhar juntos: as empresas de segurança, as operadoras, as lojas de aplicativos e os consumidores. Na AVAST, estamos constantemente aprimorando as nossas táticas de detecção de malware para proteger os usuários com as nossas soluções gratuitas e pagas. Ações como as das operadoras nos Estados Unidos, Brasil e Reino Unido de não mais cobrar seus clientes pela maioria das mensagens SMS Premium comerciais fecharam uma importante porta para os criadores de malware e são uma grande inciativa. Esperamos que as operadoras de outros países sigam este exemplo em breve. Além disso, regras de segurança mais restritas para os aplicativos na Google Play e outras lojas de aplicativos podem ajudar a levar à extinção alguns tipos de malwares.

Por fim, também depende dos usuários a proteção dos seus aparelhos e dados com soluções de segurança. As pessoas precisam entender que há novas ameaças sendo arquitetadas para atingir seus aparelhos móveis. Telefones e tablets contém preciosidades das pessoas, na forma de dados e informações pessoais acerca das suas pessoas amadas ou detalhes bancários e tudo isso interessa aos cibercriminosos. Por isso, é essencial que as pessoas tomem cuidado com seus smartphones e tablets da mesma forma que protegem seus computadores, a maioria dos quais têm um antivírus instalado.

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9, setembro, 2014

Você pensa que apenas as celebridades são hackeadas? Pense de novo…

As notícias da semana passada foram que fotos nuas de celebridades foram postadas em um site de compartilhamento de fotos, o 4Chan. Junto com as notícias surgiram muitas teorias e discussões sobre como o hacker conseguiu obter fotos e vídeos íntimos de uma longa lista de celebridades. Enquanto tentamos descobrir como o hacker teve acesso a estes arquivos pessoais, seria bom atualizarmos os nossos computadores para evitar as mesmas fragilidades: há medidas gerais que todos devem tomar agora para proteger seus dados pessoais.

Não culpe a nuvem

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Uma das teorias que circula na internet é que o iCloud foi hackeado através de uma falha no aplicativo “Encontre o meu iPhone” da Apple. Kirsten Dunst, uma das celebridades cujas fotos pessoas foram roubadas tuitou o seguinte: “Obrigado iCloud”. Kirsten e outras vítimas hackeadas deveriam estar culpando a nuvem pelo que aconteceu? A teoria do hackeamento do iCloud é apenas uma teoria, os hackers teriam tido acesso às contas das celebridades através de emails phishing ou obtidos as senhas a partir de pessoas próximas às celebridades.

Os hackers teriam obtido acesso aos emails e senhas das celebridades através de brechas semelhantes às ocorridas no eBay ou do Heartbleed, que afetaram cerca de dois terços de todos os sites do mundo, incluindo o Yahoo Mail, OKCupid e o WeTransfer. Se as celebridades cujas fotos foram roubadas estavam afetadas por estas brechas e utilizaram as mesmas senhas em diversas contas, incluindo o iCloud, teria sido fácil para os hackers roubarem suas fotos pessoais.

Mesmo se o hacker tiver tido acesso os dados através das contas iCloud, a nuvem não deve ser culpada. O hacker, antes de qualquer outra coisa, é quem deve ser xingado. Contudo, todos temos de saber que há pessoas mal intencionadas por aí e precisamos proteger-nos a nós e aos nossos dados pessoais. A falta de consciência entre as celebridades também merece parte da culpa.

Saber onde você salva as coisas

Em 2011, quando fotos de Scarlett Johansson e Mila Kunis nuas apareceram, aprendemos que as celebridades não são imunes aos hackers. Na verdade, elas são alvos específicos e provavelmente continuarão as ser alvos. Parece que muitas celebridades não aprenderam a importância da segurança digital por ocasião do hackeamento de 2011. Cada usuário móvel, inclusive as celebridades, devem aprender as lições destes desafortunados eventos e repensar onde estão salvando seus dados pessoais e íntimos.

Muitos usuários móveis não sabem que seus dados não são salvos apenas nos seus equipamentos. Muitos aparelhos e aplicativos vem com funções de backup automático na nuvem. Backups na nuvem podem ser uma ferramenta muito útil para evitar a perda de dados, mas se você deseja apagar fotos íntimas do seu aparelho, você deve se lembrar também de apaga-las na nuvem.

Como proteger suas contas

Se os hackers conseguiram acessar os dados através de uma falha no iCloud, fraudes via phishing ou utilizando programas de força bruta, há um denominador comum em todos eles: senhas.

O especialista em malware móvel, Filip Chytry recomenda o seguinte para proteger suas contas:

  • Utilize senhas fortes: Senhas fortes são fundamentais quando o assunto é proteger as contas online. Senhas fortes devem ter pelo menos 8 caracteres, conter uma combinação de letras, números e símbolos. O ideal seria que você não conseguisse se lembrar da própria senha a primeira vez entrar em sua conta com sua nova senha. Você deve atualizar todas as suas senhas a cada três meses e depois de episódios de vazamento de contas online.
  • Utilize senhas diferentes para cada uma de suas contas: Não é fácil lembrar de senhas diferentes para todas as suas contas online, mas é vital que cada conta online tenha uma senha forte e diferente das outras. Senhas precisam ser pensadas como chaves, você não quer que a chave da sua casa abra o seu carro: contas online devem ter senhas diferentes. Gerenciadores de senha como o avast! EasyPass podem ajudar você a proteger suas senhas e contas.
  • Habilite a autenticação por dois fatores: Muitos sites e serviços oferecem autenticação por dois fatores, o que significa que para entrar em suas contas, além da senha, é preciso digitar um código numérico enviado ao seu telefone. Isto ajuda a verificar se a pessoa que está tentando entrar em uma conta é o seu verdadeiro dono e se é uma pessoa real (não apenas um programa tentando invadir a conta).
  • Baixe uma proteção antivírus para o seu aparelho móvel: Um antivírus, como o avast! Mobile Security, protege os seus aparelhos móveis não só contra malwares, mas também de links phishing. Sites de phishing se parecem com sites legítimos para enganar você e roubar suas credenciais de login, que pode ter sido a forma com que os hackers que publicaram as fotos pornográficas conseguiram acesso às contas das celebridades.

Se isto aconteceu com elas, também pode acontecer com você

Com frequência colocamos as celebridades em um pedestal, mas na verdade elas são pessoas normais como você e eu. Ninguém está imune aos hackers, mas tomando cuidado de onde você armazena seus dados pessoais e utilizando as ferramentas adequadas para protege-los, você está evitando que hackers possam ter acesso a eles. Todos devemos transformar estas circunstâncias em uma oportunidade de aprender a proteger nossas informações pessoais.

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4, setembro, 2014

Porque vírus para celular não é uma lenda

Outro dia um amigo meu comparou a existência de vírus para celular com o Saci Pererê: “todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu nenhum”. Apesar desta ser uma boa “tirada”, ela não é de nenhuma maneira engraçada. Aliás é um tanto quanto trágica. Se você nunca viu, não significa que não existe.

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Quer evitar ataques ao seu celular? Baixe aplicativos somente em lojas oficiais

Há indícios de que programas maliciosos começaram a se alastrar em telefones móveis há mais de uma década, ou seja, muito antes dos famosos smartphones darem as caras. A diferença é que, naquela época, usávamos nossos celulares “só” para telefonar, ou no máximo mandar algumas mensagens de texto. Hoje o telefone móvel é um computador de bolso. Temos lá nossas vidas: agendas de contato, diários, planilhas de Excel, emails, acesso às redes sociais, podemos gerenciar lá nosso dinheiro, pagamentos e usos de cartões de crédito e débito, consultamos GPS e endereços, deixando lá o histórico de nossas rotas diárias, etc. Esqueci alguma coisa?

Acredito que sim. Caro leitor, me ajude nessa! O que mais podemos fazer com o celular? E depois eu pergunto: você acha que todas essas informações armazenadas em um único local não chamaria a atenção de cibercriminosos?

O problema é que, às vezes, você instala um aplicativo que não parece ser malicioso, mas que do nada passa a atacá-lo. Isso geralmente ocorre ao baixar programas de lojas não oficiais, mas pode acontecer também que um de seus contatos foi quem cometeu o equívoco de instalar um aplicativo de risco e, depois de contaminado, passa a enviar malwares para você via SMS.

“Enquanto pode demorar um tempo para criadores de malware para celular burlar lojas oficiais e suas políticas de venda, há maneiras menos maliciosas dos desenvolvedores de aplicativos nocivos tomar vantagem do mercado”, explica Filip Chytry, Analista de Malware da avast!. Segundo ele, existe uma “linha fina” entre malwares maliciosos e não maliciosos, fazendo com que os usuários baixem um programa nocivo que não causa danos de imediato, mas que pode a qualquer momento atacar o próprio usuário ou telefone de alguém de sua lista de contatos.

Em outras palavras, você pode estar carregando um Saci Pererê em seu smartphone sem saber e acha que está tudo certo. Portanto, além de instalar um antivírus no seu aparelho, tome cuidado com a maneira como você o usa. Procure utilizar somente lojas oficiais para baixar aplicativos. Se você usa Android, faça downloads somente no Google Play, para iPhone utilize AppleStore.

Outro detalhe, cuidado ao acessar a internet no seu celular via uma wi-fi aberta/pública, ou seja, em shopping centers, estádios de futebol, etc. Se um ataque ocorrer à esta rede, seu telefone poderá ser facilmente atingido sem você nem mesmo notar. E isso vale também para usuário de iOS. A sugestão para driblar este obstáculo é a instalação de um VPN (Virtual Private Network) no aparelho, além de um antivírus confiável.

Não substime o poder de fogo de hackers ao redor do mundo. Eles podem parecer verdadeiras lendas, mas existem e estão mais próximos do que você imagina.

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22, agosto, 2014

Novos métodos de malware ataques a smartphones começam a ganhar força

No mês passado publicamos aqui alguns dados que mostram o crescimento do uso do celular no Brasil debatendo uma frase do vice-presidente do Facebook na América Latina, Alexandre Hohagen, que disse em 2012 que o futuro da internet será o celular. De acordo com relatórios do governo federal (também publicados no texto mencionado), a internet móvel cresceu 416% entre 2010 e 2014 no Brasil. Esse salto não foi apenas visto em nosso país, mas no mundo todo, abrindo espaço para hackers e crackers explorarem a vida virtual que carregamos em nossos bolsos!

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Intercepção da comunicação entre servidores de aplicativos para celulares e BTS pode se tornar a mais nova forma de ataque a telefones móveis

Não há dúvidas nenhuma de que ataques de vírus a telefones móveis ainda estão passando por uma fase inicial de vida, mas o “embrião” que surgiu em 2007 cresceu, ganhou forma e nasceu. Hoje já é um pequeno bebê, capaz de entender o mundo ao seu redor. E o pior, assim como outra criança na sua idade, não conhece os perigos e está disposto a tudo para conseguir o que quer.

Por outro lado, o celular se tornou parte de nós mesmos. Há quem não consiga sair de casa sem ele e, quando sai, sente um vazio tremendo, como se estivesse andando pelado pelas ruas. É nele que hoje em dia acessamos nossas redes sociais, lemos livros e jornais, assistimos vídeos e (o mais importante), pagamos nossas contas. Ou seja, muita informação importante que hackers ao redor do mundo não podem deixar de explorar.

De acordo com Filip Chytry, Malware Analista na Avast antivírus, uma nova forma de ataque será através da comunicação entre os servidores dos aplicativos e os BTSs (Base Transceiver Stations), ou seja, alguém invade a comunicação ente o servidor e o BTS e pode ter acesso a qualquer conteúdo. “Os ataques feitos por intermediários nessa comunicação via servidores dos aplicativos significa que hackers de smartphones poderão redirecionar a comunicação entre o usuário e o servidor ou até mesmo infectar o aparelho instalando nele vírus através do aplicativo”, descreve Chytry.

Se este tipo de técnica realmente se firmar, as possibilidades de ataques serão imensas. “Hackers poderão restaurar detalhes bancários se eles conseguirem interceptar a comunicação do usuário com o aplicativo durante uma transação”, explica Chytry.

Como dito, uma investida desta ainda está em fase de prospecção, mas já está bem encaminhada! Recentemente, dois crackers conseguiram invadir telefones, tablets e computadores que rodam em iOS (o sistema operacional da Apple famoso por ser altamente seguro), através de um aplicativo bem conhecido, o Instagram. Vale lembrar que neste caso, os aparelhos explorados estavam ligados a uma internet aberta ou wi-fi pública.

Como fazer para se proteger

A pergunta que fica é: como vou me proteger? Devo passar a andar pelado, ou seja, sem meu celular?

Bem, não é necessário ir tão longe! Os bancos brasileiros possuem ótimos sistemas de segurança, embora não revelam dados oficiais de possíveis ataques online às contas de seus clientes. Entretanto, usamos muito cartão de crédito para pagamentos via internet e também publicamos e acessamos informações sensíveis em nossas redes sociais via telefone, o que pode levar a problemas ainda mais sérios.

O ideal seria criptografar todos os seus dados, mas isto ainda não impede ataques. Portanto, para garantir a sua segurança, a melhor dica é instalar um antivírus em seu telefone assim como você faz em seu PC. E mesmo que você criptografe seus dados, utilize um VPN (Virtual Private Network), assim você poderá acessar a internet em locais públicos sem riscos.

E é bom lembrar que os sistemas de antivírus hoje em dia possuem também o chamado “anti-theft”, um programa antifurto que ajuda você a localizar seu aparelho em caso de roubo, furto ou perda.

O mundo digital está se tornando cada vez mais perigoso e a vida virtual que carregamos nos bolsos através de nossos smartphones é a próxima vítima na mira de cibercriminosos. Portanto, tome uma atitude hoje para não se tornar a presa de amanhã!

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20, agosto, 2014

Aplicativo Facebook Messenger não é o maior perigo para a sua privacidade

Na semana passada, o anúncio de que o Facebook iria obrigar todos os seus usuários de Android a baixar o aplicativo Messenger para ler e enviar mensagens via telefone ou tablet na rede social mais popular do mundo causou um certo desconforto em muitas pessoas e levantou algumas dúvidas: quais são as reais intenções do Facebook com isso? A minha privacidade está em jogo?

Pessoalmente, esta comoção mundial (não foi só no Brasil que o assunto ganhou manchetes) é um tanto quanto estranha. Lembro que em 2011 quando comprei um smartphone Android para a minha esposa ela ficou muito receosa com o fato de que para baixar aplicativos ela teria de autorizar o Google (e outros donos de programas) a ter acesso ao aparelho, incluíndo seus contatos. Isso ocorre também ao baixar, por exemplo, What’s App, Viber, etc… Então, por que essa preocupação toda agora?

Novo aplicativo Facebook Messenger tem assustado muita gente. Mas ele é realmente o único perigo que corremos online?

Novo aplicativo Facebook Messenger tem assustado muita gente. Mas ele é realmente o único perigo que corremos online?

É preciso lembrar que a quantidade de dados que o Facebook possui de seus usuários na plataforma para computadores já é o bastante para deixar algumas milhões de pessoas de “calças curtas” por aí, sem contar o que pode ser adquirido via Instagram e o próprio What’s App, recentemente adquirido pela a empresa de Mark Zuckerberg. Entretanto, divulgamos diariamente a nossa rotina na web sem se preocupar com nada e achamos até legal quando recebemos 3 dígitos de joinha de gente que a gente nem sabe quem é.

Bem, a moral da história aqui é o seguinte: diante de tudo que já publicamos online e offline, o aplicativo Facebook Messanger não é o maior perigo para a nossa privacidade. Você já pensou onde vai parar aqueles formulários que você preenche para ganhar descontos em farmácias, supermercados, restaurantes, lojas online, etc? Pois é, provavelmente não!

Mas não é só isso!

Recentemente a avast! fez um teste comprando via eBay 20 telefones Android de segunda mão cujos donos teriam deletado todos dados alí contidos. Mas não demorou muito para que engenheiros da empresa conseguissem resgatar mais de 40 mil arquivos de fotos, vídeos, textos e até documentos, como um formulário de empréstimo bancário preenchido. E para este teste foi utilizado um software de recuperação de dados que qualquer pessoa pode adquirir online. Diante disso, podemos dizer que hackers não precisam de um aplicativo no Facebook para transformar sua vida em um inferno!

Mas como se proteger?

No dia a dia tome muito cuidado com formulários que você preenche. Procure manter uma lista dos locais onde você criou cartões de descontos ou fez algum pedido de reserva de produto. E caso você não queira mais os serviços daquela empresa, tente entrar em contato exigindo que seus dados sejam destruídos.

Na sua vida online, evite baixar aplicativos fora de lojas oficiais. Se possui Android, use a Google Play, para iOS faça tudo na AppleStore. É verdade que essas empresas vão coletar seus dados, mas ao menos você sabe quem são, diminuíndo os riscos de, por exemplo, um ataque de hacker ao seu aparelho.

Outro detalhe importante, muito cuidado com conexões de wi-fi abertas/públicas. Instale no seu Android ou iPhone um VPN (Virtual Private Network) para evitar que seu aparelho seja acessado mesmo que hackers ou crackers consigam invadir o wi-fi que você está conectado.

Para manter seus dados protegidos após a venda do seu Android, instale um antivírus que lhe dê controle total mesmo em caso de roubo, furto e perda do aparelho. Com esta proteção você garante que seu celular ou tablet seja monitorado online. Você pode até mesmo acionar uma sirene de alerta informando que o dispositivo foi roubado ou perdido. E, o mais importante, você pode deletar todos os seus dados para evitar que sejam usados por outras pessoas.

A realidade é uma só: privacidade online já não existe mais! É preciso agora manter-se seguro! Você já fez a sua parte?

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18, agosto, 2014

Convocamos todos os usuários avançados do avast!: entrem no teste beta do avast! Mobile Security

Você gostaria de dar uma olhada na nossa nova versão do avast! Mobile Security antes do lançamento oficial do produto? A oportunidade chegou. Estamos atrás de usuários avançados do Android que queiram participar no teste beta do avast! Mobile Security. O período de testes vai até 31 de agosto, portanto, você tem bastante tempo para testar todas as funções. Seus preciosos comentários podem ser incorporados ao nosso produto antes de que ele seja lançado para milhões de usuários: sua participação é vital!

Ajude a nossa equipe de desenvolvimento participando do time de teste beta. Precisamos dos seus comentários e sugestões! 

 

Participe do Beta Test do nosso novo avast! 2015. Precisamos de suas sugestões, críticas e elogios

Participe do Beta Test do nosso novo avast! Mobile Security. Precisamos de suas sugestões, críticas e elogios. Em troca, ganhe  um ano de licença gratuita

Testadores beta são vitais ao sucesso do avast! Mobile Security. Junte-se a eles!

Veja como entrar no teste beta do avast! Mobile Security:

  • Entre em nossa comunidade beta no Google+
  • Clique em avast! Mobile Security (beta)
  • Clique em “Tornar-se um testador beta” (“Become a tester”)
  • Baixe o aplicativo via Google Play em seu aparelho

O que esperamos de você?

  • Faça seus comentários sobre a nova interface, com foco especialmente nas questões gráficas e problemas de tradução
  • Informe todos os potenciais bugs que encontrar, preferivelmente com fotos das telas
  • Faça suas sugestões para melhorias, funções adicionais e soluções

Para onde enviar os seus comentários?

Todos os participantes ativos que fornecerem feedbacks consistentes irão receber uma licença do avast! Mobile Premium por um ano.

A nova interface já foi bem recebida pelos testadores beta. Agora desejamos ouvir você. Entre agora na Comunidade de testadores beta do avast! Mobile Security no Google+.

 

 

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Comments off
6, agosto, 2014

Apresentamos o mais novo cartão de crédito e débito: seu celular

De acordo com uma matéria escrita pelo jornalista Paulo Britto do Valor Econômico e publicada em novembro do ano passado no site do IDEC (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o pagamento de contas via telefone celular vem ganhando força e a grande maioria dos especialistas entrevistados para o artigo acreditam que esta é uma tendência que veio para ficar.

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

O uso do celular para pagamentos é a nova tendência do mercado. Você está preparado para isso?

De acordo com a matéria, essa nova forma de pagamento dará mais suporte aos não correntistas e pessoas de baixa renda para fazerem compras usando o sistema de crédito no celular, em vez de carregar dinheiro vivo sacado de um banco.

Entretanto, uma pesquisa publicada pela Febraban (Federação Brasileira de Bancos), e realizada entre 2012 e 2013, aponta para um aumento de 6%  no número de contas correntes em todo o país, com um crescimento de 9% de cartões de crédito no mesmo período.

Isso demonstra que, embora a opção de pagamento via celular já uma realidade, o setor bancário continua crescendo a passos largos, provando que mesmo pessoas de baixa renda têm procurado uma maneira de manter seu dinheiro em um local seguro.

Porém, um outro fenômeno que ocorreu nos últimos 2 anos foi a debandada de correntistas para o internet banking e o uso do celular como uma forma de manterem-se informados sobre a situação de suas reservas nos bancos. De acordo com a mesma pesquisa, em 2009 apenas 31% das operações bancárias ocorriam via internet ou telefone celular, ao passo que a grande maioria dos usuários (52%) preferiam ir até uma agência ou um caixa eletrônico para realizar qualquer tipo de comunicação com o banco (por exemplo: depósito, acesso aos movimentos bancários, etc). Em 2013 esse quadro se inverteu. Até o fim do ano passado, 47% de transações bancárias foram realizadas via internet ou no celular, enquanto que somente 37% dos correntistas optaram por ir pessoalmente à uma agência ou caixa eletrônico. Uma pequena parcela de transações (17%) são feitas nos chamados pontos de serviços (ou em inglês POS), como por exemplo, um caixa de restaurante, supermecado, etc, e continua praticamente no mesmo nível desde 2009.

Ainda de acordo com a Febraban, em 2013 o uso do mobile banking teve um aumento de 6% no ano, com um crescimento médio de 270% nos últimos cinco anos. E embora apenas 3% dessas transações via celular possui algum tipo de movimentação financeira, isso demonstra o quanto correntistas em todo o Brasil apreciam a comodidade do uso de smartphones para cuidar de suas finanças.

Esse crescimento trás à tona outras questões, como o sistema de segurança dos aparelhos para compras e movimentação de dinheiro. Os sites de bancos no Brasil são, no geral, muito seguros e vulnaribilidades em aparelhos móveis são ainda casos bem recentes. Entrentanto, não há dúvidas nenhuma de que é uma questão de tempo para hackers ao redor do mundo começarem a investir pesado em crimes cibernéticos focados exatamente em telefones celulares.

Quando recentemente a AVAST fez um teste com 20 aparelhos móveis comprados de segunda mão online e tentou recuperar os dados desses equipamentos, chegou até mesmo a encontrar um requerimento de empréstimo bancário totalmente preenchido, ou seja, se estas informações caíssem em mãos erradas, o estrago poderia ser maior do que se imagina.

Ainda falta regulamentar muita coisa na área de pagamento via telefone celular, mas uma coisa é certa, a questão da segurança passa a ser primordial. Não basta apenas ter um PIN de acesso ao seu telefone, é preciso criptografar seus dados, sobrescrever os arquivos apagados e utilizar aplicativos de segurança que lhe ajudarão a encontrar seu telefone em caso de perda, roubo ou furto.

Em breve, o telefone será seu novo cartão de crédito e até mesmo dinheiro vivo. Você está realmente preparado para esta mudança?

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29, julho, 2014

Novo celular promote bater Apple e Samsung com preço a R$ 100

Uma fabricante de telefones celulares na India, a Karbonn Mobiles, acaba de lançar seu mais novo smartphone: o A50. Esse produto promete revolucionar o mercado de telefones celulares com um preço final por volta de 100 reais. O aparelho atualmente só está à venda na India, mas você pode adquiri-lo via internet pois a este preço os custos de importação são quase zero.

Imagem de divulgação do novo A50 da Karbonn Mobiles, na India. Smartphone a R$ 100

Imagem de divulgação do novo A50 da Karbonn Mobiles, na India. Smartphone a R$ 100

Uma das grandes vantagens do A50 é a possibilidade de usar duplo cartão SIM, dando ao usuário a praticidade de mudar de provedores e número do telefone sem a necessidade de trocar de aparelho. Um outro detalhe importante é que embora o A50 venha com apenas 512MB de memória no chip interno, o usuário pode aumentar a capacidade do aparelho para 32GB com cartões de SD. Ou seja, a capacidade de armazenamento fica igual a um iPhone, por exemplo.

O processor de 1.2GHz e memória RAM de 256MB são suficientes o bastante para você acessar seu Facebook, e-mail e até mesmo baixar jogos e música. Entretanto, um detalhe que poderia ser um pouco melhor é a qualidade da tela, que atualmente é de apenas 480×320 pixels (o iPhone 5 tem uma resolução de 1136×640 pixels). Portanto, se você é um fã de cinema e gosta de assistir filmes em seu celular, talvez esta não seja a melhor opção.

Um outro detalhe negativo fica por conta da câmera de 2 megapixels que, além de ter uma baixa resolução, só está disponível na parte de trás do aparelho, obrigando o usuário a se contorcionar para fazer selfies. Além do mais, conversas via Skype ou Google Hang-Out seriam um pouco complicadas através de vídeos.

Moral da história, se você está a procura de um smartphone barato para as tarefas básicas do dia a dia, o A50 da Karbonn pode ser a escolha ideal. Rodando no sistema Android, este aparelho é rápido o bastante para acessar a internet e é um tanto quanto conveniente para tocar música.

Há algumas lojas na internet já oferecendo o A50 com o preço em torno de R$ 100. Entretanto, é bom lembrar que a grande maioria dessas lojas estão localizadas na India e, portanto, o preço divulgado é em rúpia indiana (1 real custa em torno de 27 rúpias).

Isso dito, tome cuidado com os sites que você fará a transação, compre somente de lojas autorizadas (onde a página de pagamento começa com http), utilize computadores em redes fechadas e caso você não tenha um antivírus na sua máquina, instale um antes de fazer a compra.

Alguns analistas de smartphones nos Estados Unidos, Reino Unido e Europa já colocam o A50 como uma ameaça aos poderosos aparelhos da Samsung e Apple, principalmente devido ao preço. E se considerarmos o mercado de países emergentes como o Brasil, este produto tem realmente um grande potencial de venda. Resta saber se ele funcionará bem o bastante para fazer frente às gigantes da telefonia móvel.

E aí, o que você acha? Um smartphone a 100 reais é negócio? Ou você prefere investir um pouco mais em um aparelho de marca renomada, como Apple ou Samsung?

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