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19, agosto, 2014

5 passos para gerenciar a segurança de dados em pequenas empresas

Em artigos anteriores sobre segurança de TI (Tecnologia da Informação) para micro e pequenas empresas, discutimos aqui a importância do “console de administração remoto” que permite o gerenciamento das atividades de vírus da rede de computadores de uma certa empresa. Também discutimos as diferenças entre a criação de uma “área de trabalho” para a criação de uma rede empresarial ou o uso de um servidor com o mesmo objetivo.

Esses artigos em si poderiam ser o bastante para explicar quais são as opções que micros e pequenos empresários possuem atualmente ao desenvolver seus “centros de segurança de TI”, ou seja, um departamento dentro da empresa que fiscalizará e combaterá ataques de vírus e furtos de dados empresariais.

Você sabe de onde seus dados empresarias vêm e para onde vão? Sem sim, ótimo. Este é somente o primeiro passo para proteger sua empresa

Você sabe de onde seus dados empresarias vêm e para onde vão? Sem sim, ótimo. Este é somente o primeiro passo para proteger sua empresa

Entretanto, decidimos em ir um pouco mais a fundo e analizar quais são os vários fatores em torno desse processo de criação do centro de segurança. E aqui vão algumas dicas:

  1. Primeiramente, responsabilize uma única pessoa por este trabalho. Este profissional não precisa ser contratado especificamente para ser o seu administrador de sistema, aliás o melhor é dar esta função a alguém já dentro da empresa que tenha bons conhecimentos de gerenciamento de negócios.
  2. Faça uma análise de seus invetários. Coloque no papel exatamente todos os computadores e software que você possui na empresa e os dados que são alí monitorados. Tente traçar os caminhos que diferentes informações tomam dentro desses canais, ou seja, de onde a informação vem e para onde e como ela vai. Por exemplo: se você possui uma loja de roupas, descreva como os dados da venda de seus produtos são inseridos no sistema, de qual tipo de computador, etc. Depois faça o mesmo com os dados de compra daquele produto. Ah, e também não se esqueça que pode ser que alguém na sua empresa (ou você mesmo) pode estar acessando seus dados empresariais via smartphones. Não esqueça de incluí-los no inventário! Dessa forma, você verá que os dados de sua empresa seguem caminhos diversos e descubrirá os riscos que corre em cada passo.
  3. Faça uma análize das vulnerabilidades do seu sistema. A palavra sistema aqui significa a forma como a sua empresa trabalha e não tão somente sistema da informação (o que está diretamente ligado a TI). Neste processo, é importante entender como seus funcionários utilizam a rede de computadores da sua empresa e como dados são inseridos manualmente. Veja quais são as potenciais brechas que podem levar a, por exemplo, um ataque de “engenharia social”, onde a troca de informações online revelam detalhes importantes que podem ser usados para furto de identidade, dados e dinheiro. Por exemplo, a divulgação de uma senha em redes sociais por parte do empregado.
  4. Verifique e atualize seus programas constantemente. Uma das maneiras mais fáceis de hackers e crackers invadirem sistemas empresariais é através de software desatualizados. Recentemente a Windows anunciou que não daria mais suporte ao XP, obrigando muita gente a migrar para uma versão mais nova. Entretanto, dificilmente você ouvirá anuncios como esses vindo de firmas menores, portanto, mantenha o olho aberto no tipo de software que você está usando, não é só Windows que é importante: JavaScript, sistema de CRM, etc são tão importantes quanto seu sistema operacional.
  5. Pense em criptação de dados. Uma maneira segura de armazenar dados é através da criptografia, pois com ela letras e palavras são embaralhadas dificultando a leitura dos mesmos. Uma simples pesquisa online usando expressões como “empresas de criptografia” lhe dará várias opções de serviços.

Seguindo os passos acima você terá em mãos o seu sistema e saberá quais são os locais mais vulneráveis dentro do seu sistema e o que fazer para torná-los mais seguros. Entretanto, a história não acaba aí. Para que tudo esteja sempre sob controle é preciso instalar um antivírus empresarial que lhe dará o poder de gerenciamento do seu sistema. E é aí que entra a necessidade de ter um produto com console de administração remoto, onde todas as atividades de vírus e tentativas de ataques de hackers poderão ser vistos de um único computador.

E não pense que por ser uma pequena empresa você não está em risco. Com grandes multinacionais investindo mais e mais em segurança, hackers estão a cada dia mais interessados em firmas com um número limitado de funcionários, pois sabem que as chances de sucesso neste ambiente são muito maiores.

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11, agosto, 2014

3 maneiras de deixar computadores empresariais antigos protegidos

De acordo com dados publicados pelo CETIC (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação), 97% das empresas brasileiras com um número de funcionário entre 10 e 49 pessoas continuam usando computador de mesa, esse número sobre para 99% em empresas de pequeno/médio porte que possuem entre 50 e 249 funcionários. Isso mostra que o bom e velho desktop continua com força total no mundo dos negócios o que nos faz endagar: realmente é necessário renovar a infraestrutura de TI da sua micro ou pequena empresa para garantir maior segurança online?

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Você acha que computadores de mesa é coisa de ficção científica do passado? Saiba que a segurança da sua rede empresarial depende mais do que está dentro do seu PC

Agências de publicidade geralmente não possuem mais aquele “velho trambolho” no canto das mesas pois modernizar nesses casos não é só uma questão de escolha, mas necessidade! Muitos dos funcionários nesse ramo trabalham em casa ou diariamente visitam clientes. Além do mais, os laptops e tablets ajudam a dar um ar mais “hype” no ambiente!

Já outros setores, como por exemplo industrial, o desktop ajuda a manter uma certa organização na empresa. Enfim, seja lá qual for caso, a realidade é que quando falamos em sistemas de TI empresariais o mais importante não é o hardware, o equipamento em si, mas o software, aquilo que vai dentro da máquina.

É preciso ter uma interface fácil de ser usada seja lá qual for a idade do usuário, o nível de conhecimento técnico do mesmo e como o computador é usado diariamente. Qualquer software precisa ser ágil, leve e prático, pois ter o computador mais moderno do mercado não significa que a performance e a segurança do seu trabalho serão melhores.

Outro detalhe importante: muita gente acha que adquirindo produtos mais modernos ficará livre de vulnerabilidades e ataques de hackers, o que não é verdade! Novamente, o problema não está no hadware, mas no software. Correr riscos é uma realidade do mundo virtual, mas há maneiras de amenizar este problema com um investimento bem modesto.

1)      Atualização automática de programas: uma das maneiras que hackers e crackers conseguem invadir computadores e sistemas é através de programas antigos que não são mais usados mas continuam instalados no computador. Esta é uma brecha que pode ser facilmente superada se o seu sistema possuir uma solução que atualiza automaticamente os programas lá instalados. Um antivírus pode fazer esse trabalho pra você.

2)      Controle remoto da rede de computadores: se você tem uma rede de computadores na sua empresa, mesmo que esta seja uma micro ou pequena empresa, pense que manter o controle da atualização do antivírus pode ajudá-lo a evitar surpresas desagradáveis. E o melhor disso, você não precisa limitar o acesso de seus funcionários a certos websites. Dê liberdade aos que trabalham com você, mas use um sistema de controle remoto das atividades de vírus em sua rede para manter um maior controle da segurança dos seus dados empresariais.

3)      Instale um firewall confiável: mesmo que você tenha todos seus programas atualizados é necessários protegê-los. A melhor maneira de fazer isso é através de um firewall, que impede o acesso de hackers ao seu ambiente virtual de trabalho e, mesmo que isso ocorra, o cibercriminoso não conseguirá retirar nenhuma informação de lá de dentro caso você tenha um firewall confiável. Geralmente o antivírus que você usa na sua firma já vem com firewall, caso negativo, procure por um antivírus diferente ou uma solução única de firewall.

O mundo da segurança virtual é complexo, mas isso não significa que produtos novos podem lhe dar uma maior proteção. Atente-se ao seu software e mantenha boas práticas de uso da internet e dificilmente você e sua empresa se tornarão vítimas de cibercriminosos.

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4, agosto, 2014

Como evitar ataques de Engenharia Social à sua microempresa

Se você nunca ouviu falar de Engenharia Social talvez esteja pensando que isto seja algo ligado a algum ramo de engenharia focada na área social. Mas não é bem assim! Engenharia Social é como descrevemos ataques de cibercriminosos a informações confidenciais de uma empresa, seja ela micro, pequena, média ou grande.

Phishing, uma das maneiras mais populares de Engenharia Social. A sua empresa está pronta para combater este mal?

Mensagem do banco Nordea informando seus clientes sobre Phishing, uma das maneiras mais populares de Engenharia Social

Uma das técnicas de Engenharia Social mais conhecidas é o phishing, que ocorre quando ao receber um e-mail informando que você acabou de ganhar R$ 100.000 também pede para que você informe seus dados pessoais pois assim o pagamento de seu prêmio poderá ser efetuado. Alguns golpes de phishing são facilmente identificados pela vítima, que ao suspeitar da linguagem informal do texto, erros gramaticais na mensagem e o endereço de email desconhecido, acabam optando por não fornecer os dados.

Outros golpes são um pouco mais “robustos” e cibercriminosos fazem cópias praticamente idênticas de um site idôneo, como por exemplo um banco, para enganar a vítima. Embora estas sejam práticas muito conhecidas, elas continuam populares e atingindo muita gente, principalmente as pessoas mais idosas que entraram para o “mundo virtual” recentemente e não sabem dos perigos que correm.

Mas a pergunta é: o que isso tem a ver com a minha empresa?

Um erro fatal que microempresários cometem ao abrirem suas empresas é não levar a segurança de dados de maneira séria desde o início; afinal de contas: “por que devo ser tão cuidadoso se no momento somente 3 pessoas trabalham comigo e todas são de total confiança?”

O problema é que, conforme uma empresa começa a crescer, e novos funcionários são contratados, o risco da mesma se tornar uma vítima de cibercriminosos aumenta. Nesses casos, a gerência da companhia passa a dar informações confusas ao seus empregados sobre como lidar com a internet no ambiente de trabalho, pois não estão preparados para ataques em potencial.

E é dessa forma que cibercriminosos tomam proveito da situação. Na ânsia de querer ser útil e mostrar serviço, funcionários que não possuem o devido treinamento e nenhum conhecimento sobre engenharia social, acabam por cometer equívocos que colocam em cheque não somente a própria privacidade do funcionário, mas também os dados secretos da empresa.

Recebemos todos os dias aqui na AVAST pedidos de ajuda por parte de nossos usuários sobre como lidar com spams e víruses que contraíram online, o que mostra que mesmo pessoas jovens e com um conhecimento básico (e até mesmo avançado) de TI, acabam se tornando vítimas.

É claro que a esta altura você deve estar pensando que vamos sugerir a você a instalação de um antivírus em sua rede de computadores, certo? Entretanto, embora isso realmente seja um ótimo passo inicial para garantir uma melhor proteção de seus dados, lembre-se que após a instalação do antivírus, regras claras e específicas sobre como a internet dentro da sua empresa deve ser usada precisam ser implementadas para evitar ataques de engenharia social.

Ao falar sobre isso, muitos empresários já pensam em proibir o uso de canais de mídia social (como Facebook, Twitter, Instagram, etc) no serviço, mas esta atitude além de interroper o processo de promoção de sua empresa na internet por parte de seus funcionários, dificilmente resolverá o problema, pois como dito, cibercriminosos podem conseguir acesso aos seus dados confidenciais até mesmo via e-mails.

A melhor maneira de lidar com isso é criando o mais rápido possível um guia de boas práticas de uso da internet. A Febraban (Federação Brasileira de Bancos), por exemplo, tem uma “Cartilha de Redes Sociais”, que poderia ser usada como inspiração para moldar o guia da sua empresa.

Para que essa iniciativa funcione bem, adicione informações especificamente relacionadas à sua industria, comércio e atividades internas. Realce o perigo de golpes de phishing  e (como mais conhecido recentemente), spearphishing.Deixe claro o que cada funcionário deve fazer caso suspeite de algo, quem ele ou ela deve procurar para informar sobre a situação e encoraje as pessoas a falar sobre o assunto com seus colegas.

Se possível, organize ao menos a cada semestre uma reunião com todos os seus funcionários informando sobre os ataques mais recentes e dê informações sobre o que fazer para que eles não se tornem as próximas vítimas.

Manter o guia de boas práticas exposto em locais visíveis dentro do escritório também é fundamental. Ajude seus funcionários a se lembrarem deste importante “detalhe” que eles retribuirão o favor criando uma rede de administração segura para a sua empresa.

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28, julho, 2014

5 maneiras para micros e pequenas empresas protegerem seus sistemas de PDV

Em 2013, violações de segurança atingiram grandes empresas de consumo nos Estados Unidos, tais como: Target, Michael’s e Neiman Marcus. Milhões de transações ficaram comprometidas com esses ataques conhecidos como ataques no ponto de venda (PDV). O PDV ocorre quando um cliente faz o pagamento ao fornecedor e este é um dos momentos mais vulneráveis da transação. Vamos hoje tomar como exemplo fatos reais que ocorreram com grandes empresas nos Estados Unidos e traçar um paralelo com os micro e pequenos negócios no Brasil.

Sistema de PDV nos Estados Unidos: vulnerabilidade também atinge pequenos negócios

Sistema de PDV nos Estados Unidos: vulnerabilidade também atinge pequenos negócios

Grandes lojas de consumo lideram em 50% a lista de empresas onde dados dos clientes foram mais compromissados em 2013, seguidas por organizações que emitem cartões de crédito e bancos. É o que aponta o #DataInsecurity Report feito pela National Consumers League (Liga Nacional de Consumidores), em cooperação com Javelin Strategy & Research. O #DataInsecurity Report também revelou que 61% das vítimas disseram que as informações foram usadas para cometer fraudes contra elas.

Entretanto, esse fato não deveria ser uma supresa. De acordo com Nilson Report, aproximadamente US$4 trilhões foram pagos através de cartões de crédito, débito e pré-pago nos Estados Unidos ano passado. Adicione a isso a vasta disponibilidade de códigos de PDS para execução em fóruns e você terá uma ideia perfeita da grande quantidade de vítimas disponíveis para cybercriminosos atacarem. O sistema de pagamento PDV nos Estados Unidos é um alvo fácil pois cartões EMV (com chips embutidos) ainda não são populares por lá. EMV, criado entre Europay, MasterCard e Visa, é um sistema de segurança usado em quase todo o mundo.

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Se o seu sistema de pagamento usa cartão crédito, então é melhor tomar precauções

Cybercriminosos não estão preocupados com o tamanho do seu negócio

Embora a maioria dos ataques de PDV mostrados na imprensa foram sobre grandes lojas de consumo, cybercriminosos não querem saber se uma empresa é grande ou pequena. Na verdade, eles estão interessados em fazer dinheiro e não fama que podem vir a ter com ataques sobre empresas famosas. Independentemente do tamanho, se o seu negócio tem um system de PDV para cobrar clientes, você deveria proteger seu sistema de um possível ataque. PDV ataques não furtam somente informações importantes, eles podem também afetar a reputação da sua empresa.

O #DataInsecurity Report mostra que somente 10% das vítimas acreditam que as lojas poderão proteger suas informações no futuro.

Como os ataques de PDV funcionam

  • Eles podem enganar as vítima obrigando-os a baixar o Trojan através de phishing e-mails que parecem ser de fontes confiáveis
  • Eles são selenciosamente baixados pela vítima ao clicar em um link sem a mesma perceber
  • Eles tiram vantagem de um sistema desatualizado, como o Windows XP.3

Uma vez o Trojan ganha acesso ao sistema ele pode ficar “dormente” lá por um tempo longo. Durante este período, Trojans podem realizar scaneamento secretos, observar ações e coletar informações, como senhas, para enviar de volta aos servidores de comando. Assim que os cybercriminosos coletam todas as informações necessárias, eles podem acionar o Trojan para agir via um “Comando e Controle” (C&C) dos servidores. Trojans de PDV coletam e enviam pagamentos de um cartão de crédito de volta aos servidores, usando dados oriundos da memória do sistema de PDV.

Como proteger sua empresa de ataques de PDV

Existem várias maneiras de manter sua empresa segura:

1-     É crucial você proteger o sistema de computadores da sua empresa conectado ao seu sistema de PDS. Para fazer isso, utilize senhas seguras de acesso ao seu sistema.

2-     Eduque seus empregados sobre os métodos de “social engineering” usados para ataques, como o spearfishing e-mails.

3-     Use soluções de segurança apropriadas como o Avast! Endpoint Protection, para proteger seu sistema contra módulos maliciosos e hackers que querem explorar os gateways em seu sistema para a instalação de malwares.

4-     O seu software de segurança deveria se protegido com senha para impedir que hackers desliguem suas funcionalidades.

5-     Todos software devem ser mantidos atualizados e todas a correções de segurança que eliminaram as explorações devem ser instalados assim que a empresa criadora dos software lança-las no mercado.

E outro detalhe, as soluções de sistemas de PDS nas “nuvens” (cloud-based) podem ser tão vulneráveis quanto os tradicionais sistemas de PDS, embora apresentem diferentes designs e funcionalidades. Uma ameaça recente mostrou que atores de malware têm se adaptado com sucesso aos novos sistemas de PDS atacando especificamente pequenos negócios. Assim sendo, é necessário tomar os mesmos cuidados com sistemas de PDS nas núvens que são tomados com sistemas convencionais.

O que fazer se seu sistema de PDS for atacado

Empresas devem admitir imediatamente que foram atacadas caso os dados de seus clientes foram atingidos de alguma maneira, dando às vítimas condições de se proteger. Obviamente, as companhias devem analisar a situação para determinar quais dados foram compromissados antes de ir a público. Essa análize deverá juntar informações que poderão ajudar os clientes a tomar as devidas medidas de proteção.

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21, julho, 2014

Usando antivírus para cortar custos de TI em micro e pequenas empresas

Você acaba de digitalizar ou automatizar sua empresa ao criar um sistema online de manutenção de dados, coleta de pedidos, pagamentos, etc pois está cansado de tanto papel e quer evitar as constantes indas e vindas a bancos e casas de correiros? Ou então, você está no clube dos novos empresários brasileiros que acaba de abrir um novo negócio onde a informática é a chave principal para a administração da empresa? Seja lá qual for a sua situação, saiba que ter um sistema de antivírus com console de administração central pode ajudá-lo a cortar gastos com TI.

Pensando em automatizar a sua empresa? Descubra como antivírus pode te ajudar a economizar tempo e dinheiro

Recentemente, discutimos aqui maneiras de evitar perdas catastrófica de dados, cuja conclusão final, após analisarmos vários fatores, é que a segurança de seus dados comerciais dependem muito mais da forma como eles são administrados do que necessariamente de uma tecnologia em si. Entretanto, o que um sistema de antivírus faz por você é bem simples: ajuda a manter seu orçamento em dia.

No geral, empresários são pessoas sem tempo para gastar com questões administrativas internas e não podem perder um dia de trabalho interceptando ataques de hackers. Como consequência, profissionais da área de TI (Tecnologia da Informação) se tornaram de extrema importância na estruturação de micros e pequenas empresas, o que também afeta negativamente o bolso e a conta bancária dos empresários.

Mas, e se eu te dizer que há uma maneira de simplificar este processo, reduzindo custos e aumentando o nível de segurança de seus dados?

Acredite ou não, mas micros e pequenas empresas possuem hoje em dia a possibilidade de gerenciar ataques de vírus e malwares através de um único login em um único computador: este é o não tão famoso, mas primordial, console central de administração.

Com ele, você não precisa navegar no mundo complicado e ilegível da programação de dados para impedir hackers de atacar os computadores de seu empresa. Em uma única janela de administração, desenvolvida em uma interface dinâmica e fácil de ser compreendida, você pode checar diariamente como os computadores de sua empresa estão sendo protegidos. Caso precise fazer alguma atualização de software ou vírus que não foi feita pelo seu funcionário, você não precisa ir fisicamente até aquela máquina, basta simplesmente usar a interface do console central.

Mas digamos que você não tenha tempo (e nem paciência) para fazer isso, você pode treinar uma pessoa de confiança dentro da sua empresa para ser responsável por este processo. Este profissional não precisa ser um técnico de informática, mas alguém que goste de tecnologia. Pegue alguém jovem, mas responsável, que não custe caro e dê a ele/ela a chance de mostrar serviço entregando em suas mãos a responsabilidade de manter em dia o antivírus da sua empresa. E caso fique preocupado com a maneira como a pessoa lida com seu sistema, você pode a qualquer momento (por exemplo 1 vez por semana/mês) acessar a interface do console de administração e facilmente checar o trabalho.

Não há dúvidas nenhuma de que mesmo com esse console de administração do antivírus você continuará na dependência de um profissional de TI para manter sua rede em dia, mas este profissional poderá ser terceirizado e requisitado somente 3 ou 4 vezes ao ano, ao invés de tê-lo na empresa com frequência ou como funcionário.

Outro detalhe, o console de administração geralmente já vem como parte do antivírus, portanto, não requer fórmulas matemáticas para ser instalado. O próprio antivírus pode ser baixado e instalado facilmente via internet sem a necessidade de vasta experiência em TI.

Se você ainda está em dúvida sobre qual antivírus adquirir em sua empresa, leia também as nossas dicas sobre o assunto publicadas na semana passada. Ou melhor, baixe uma versão de teste grátis e descubra por você mesmo as vantagens de usar um antivírus com console central de administração.

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14, julho, 2014

Qual o antivírus ideal para uma microempresa

O mês de maio de 2013 se tornou um marco para o setor de segurança de dados empresariais após Edward Snowden vir a público para acusar o governo norte-americano de espionagem internacional. Segundo o ex-administrador de sistemas da NSA (National Security Agency), a agência de segurança nacional dos Estados Unidos, a administração de Barack Obama estava não somente espionando inimigos, mas também aliados políticos e até mesmo empresas privadas e estatais, como a brasileira Petrobras.

Como microempresário a preocupação com a segurança de dados da sua empresa não deveria ser menor do que a forma como grandes multinacionais passaram a lidar com o assunto após as denúncias de Snowden. Aliás, devido ao fato de que pequenas empresas geralmente não possuem um número grande de profissionais atuando na área de TI (Tecnologia da Informação), elas se tornam um ótimo alvo para ataques de hackers do mundo todo a qualquer hora do dia. Portanto, ter um antivírus ideal para sua microempresa se tornou um procedimento essencial nos dias atuais. Mas a pergunta é: qual antivírus ideal para uma microempresa?

Mesmo grandes empresas podem

Mesmo grandes empresas cometem erros que comprometem dados de segurança, como durante  a final do Superbowl nos Estados Unidos. A sua microempresa está preparada para enfrentar situações como essas?

 

A maneira mais fácil de responder essa pergunta é através de uma autoanálise do seu negócio. Antes de ir a campo adquirir um antivírus, pense na maneira como você usa e distribui seus dados. Na semana passada, discutimos aqui neste espaço o que priorizar ao estabelecer a segurança de rede de computadores em microempresas, lembrando que limitar o uso da internet por parte dos seus funcionários pode ajudá-lo a manter a sua rede segura, mas ter um ambiente único para a administração do antivírus é primordial para ter certeza de que as atualizações de vírus estão ocorrendo de forma certa e segura.

Entretanto, vale ressaltar que o mundo da segurança online está cada vez mais descentralizado, ou seja, com a criação de computadores cada vez mais móveis, o gerenciamento da proteção de dados empresariais está se tornando muito complicado. Por isso que o antivírus ideal para a sua microempresa passa pela forma como informações empresariais são compartilhadas entre seus funcionários e departamentos.

Se o seu estabelecimento comercial não possui um profissional de TI, então pode ser que você prefira trabalhar com um antivírus que possua gerenciamento remoto, assim você pode se tornar o próprio administrador de segurança da sua empresa. No mínimo, todas as atualizações de vírus serão feitas de um único local com esse sistema, ou seja, você ou seu analista de TI não precisa checar computador por computador para garantir que todos estão sob proteção do antivírus que você adquiriu.

Outro ponto a ser considerado é a utilização de servidores. Algumas empresas mantem muita informação guardada em seu domínio de rede para que seja compartilhada por pessoas em diferentes departamentos e localidades. Neste caso, um antivírus especialmente criado para a proteção de servidores pode ajudar, mas o grande problema aqui é a complexidade de manutenção do mesmo, já que a formatação desse antivírus precisa ser customizada, exigindo assim, o envolvimento de um profissional (ou em alguns casos de uma equipe) de TI para manter a proteção funcionando corretamente.

A verdade é que não existe uma regra específica de como escolher um antivírus para o seu negócio, mas certamente a tomada de decisão passa pela a estrutura de sua empresa e como os seus funcionários compartilham informações internamente. Uma outra opção é adquirir uma licença de teste gratuíta pelo período de 30 dias para analizar as ferramentas de cada produto e tomar uma decisão final embasada na realidade de sua empresa e não somente nos anúncios de marketing.

Na semana que vem, vamos discutir esse assunto mais a fundo, enquanto isso compartilhe conosco as suas experiências e o que você espera de um antivírus empresarial.

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