Protecting over 200 million PCs, Macs, & Mobiles – more than any other antivirus

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14, outubro, 2014

Microempresário: antivírus é apenas o primeiro passo para proteger seus dados empresariais

Existe uma lenda difundida por usuários de internet e contada por muitos com o mesmo drama que contam a história do chapeuzinho vermelho, de que basta ter um antivírus para se manter protegido de todo e qualquer ataque virtual. Caro microempresário, muito provavelmente a grande maioria dos seus empregados acreditam nesta história.

MS WIN8.1

Além da utilização de um antivírus na sua rede empresarial, procure também orientar constantemente seus funcionários sobre como se manter seguro online

 

Na verdade, há grandes chances de que um líder empresarial como você tenha o mesmo pensamento, embora, teoricamente, conheça com mais profundidade as artimanhas criadas por cibercriminosos a fim de realizar golpes, roubo de identidade e furto de dados e dinheiro.

Uma das maneiras mais fáceis de hackers invadirem os computadores e, principalmente, servidores empresariais é através de uma prática chamada de engenharia social, onde através de um e-mail enviado por desconhecidos o usuário baixa os anexos da mensagem. Isso pode soar irreal, pois estamos “carecas” de saber sobre os perigos de realizar downloads de arquivos oriundos de e-mails desconhecidos.

Entretanto, se acontecer de seu funcionário ter curtido uma festa “daquelas” na noite anterior e recebe uma mensagem de alguém agradecendo pelas “biritas” que eles “entortaram” juntos há menos de 24 horas, é muito provável que ele ou ela, sem se lembrar do que realmente ocorreu, tente abrir as fotos por curiosidade.

Mas aí você dirá: “ok, mas o antivírus deveria alertar sobre o perigo de fazer o download desses arquivos e impedir a infecção”. Sim, você está certo. Entretanto, imagine que no laboratório de vírus da Avast chegam diariamente 50 mil amostras de novos vírus! Ou seja, hackers estão a todo momento se modernizando para driblar os programas de segurança.

Mas o maior problema é que, sem uma instalação e manutenção correta do antivírus, além da falta de uma boa orientação sobre o uso da proteção, o seu funcionário pode facilmente ignorar as mensagens de perigo e realizar o download sem perceber que está cometendo um erro. Leia aqui um artigo publicado sobre o assunto pela Deutsche Welle, uma das maiores empresas de mídia na Alemanha (o texto está em português).

Isto dito, ao pensar em segurança de dados empresariais, primeiramente, instale sim um antivírus confiável, de preferência um que tenha a opção de console de administração remota, para que você possa verificar diretamente do seu próprio computador os últimos alardes e tentativas de ataques sofridas por todos os seus funcionários, além de lhe dar a possibilidade de verificar o que eles fizeram ao sofrer esses ataques.

Mas esta atitude, como dito, é apenas o primeiro passo para proteger seus dados. Depois disso, é preciso se informar e orientar seus funcionários sobre os perigos que existem na internet. Tenha uma relação mais próxima com eles, compartilhe vídeos, podcasts e textos sobre engenharia social e segurança virtual. Inclua este tópico durante reuniões e considere seriamente a possibilidade de realizar sessões de discussão sobre o assunto uma vez a cada 3 ou 6 meses com a participação de outros empresários ou profissionais do ramo.

Enfim, conte com a tecnologia de um antivírus para proteger seus dados empresariais, mas não esqueça de fortalecer a relação humana com o mundo cibernético.

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30, setembro, 2014

Além da tecnologia: 5 passos fundamentais para manter os dados de sua microempresa seguros

Quando em maio de 2013 o técnico em segurança de TI (Tecnologia da Informação) da NSA (National Security Agency) dos Estados Unidos, Edward Snowden, deu com as línguas nos dentes e escancarou uma série de denúncias contra uma das maiores instituições de inteligência do mundo, descobriu-se que não somente inimigos norte-americanos mas também aliados do Tio Sam e até empresas privadas e estatais, como a Petrobras, estariam sendo espionados pela agência administrada pelo governo de Barack Obama.

credit card swiper

Empresário: você pretende voltar à era dos papéis ou investir em segurança de dados online?

Este caso foi (e continua sendo) polêmico. Uns acusam Snowden de traição, outros de herói, mas opiniões à parte, o que essas denúncias trazem à tona é o fato de que dados guardados eletronicamente são, em grande parte, vulneráveis. Isso levou o governo alemão até mesmo considerar seriamente a hipótese de passar a catalogar seus documentos em folhas de papéis utilizando para isso a velha e boa máquina de datilografar. Será que você deveria fazer o mesmo com seus dados comerciais?

Pode até ser que sim, mas a verdade é que este processo não é mais tão fácil quanto era 20 anos atrás. Imagina só ter uma pessoa no seu escritório “batendo à máquina” todos os seus documentos e guardando-os naquelas grandes gavetas em verde-musgo com puxador metálico que pesa uma tonelada. Acredite, há maneiras mais simples de manter seus dados comerciais seguros!

Para isso, descrevemos abaixo 5 passos que aconselhamos todo empresário seguir. Pode acreditar, eles vão muito além da tecnologia em si:

1)      Configure sua rede de computadores de maneira própria: independentemente se os computadores de sua empresa estão conectados via um simples “grupo de trabalho” ou um sistema mais complexo de “domínio do servidor”, tenha certeza de que você fez a configuração correta da mesma. Ou seja, não deixou nenhuma aresta para invasão de hackers, como softwares desatualizados e ultrapassados ou mantém a rede acessível a qualquer pessoa na empresa ou mesmo para um fornecedor.

2)      Instale um antivírus comercial: esta soa como “chover no molhado”, pois instalar um antivírus é o procedimento básico para qualquer atividade online. Mas o que é importante ressaltar é que muitas empresas, principalmente as de pequeno porte, ainda utilizam antivírus convencionais para proteger dados comerciais. Dificilmente a instituição que seguir por este caminho sofrerá algum tipo de processo por utilizar um software de maneira ilegal (embora este risco existe), mas o maior problema é com a segurança dos dados em si. Um antivírus comercial permite ao empresário gerenciar a segurança de todos os seus computadores remotamente, sem precisar acessar um por um. Com a utilização de um console de administração, é possível até mesmo verificar o comportamento de cada funcionário online, se o mesmo realizou as atualizações de vírus, se sofreu ataques, etc.

3)      Eduque seus funcionários sobre segurança online: os executivos de hoje nasceram entre as “gerações X e Y” e ainda passam por um momento de aprendizagem em termos de informática. Muitos deles cresceram em uma época que computador era algo de ficção científica, portanto, essas pessoas precisam ser educadas sobre como utilizar suas máquinas. Explicar ao seu funcionário o que é engenharia social, phishing, malware, etc e como se proteger de ataques online é essencial para a segurança de seus dados. Faça isso constantemente, pois os riscos se renovam todos os dias.

4)      Mantenha em mente que o ser humano pode falhar: lembre-se que embora grande parte do seu trabalho pode ser automatizado hoje em dia, ele continua de uma forma ou de outra a depender do ser humano, o qual é suscetível a erros. Tente minimizar esse problema colocando as pessoas certas para trabalhar na segurança da sua rede, mas esteja presente, ajude-os, fiscalize-os para que qualquer erro seja identificado antes de mesmo dele ocorrer.

5)      Criptografe sua base de dados: atualmente, empresários têm a opção de criptografar seus dados para que, em caso de ataques, os mesmos estejam protegidos. A criptografia torna uma informação escrita ilegível e somente quem tem a chave de acesso à ela consegue transformá-la de volta ao estado inicial. Mas lembre-se, este não é um processo simples! Requer tempo, dinheiro e conhecimento técnico. Por isso que a grande maioria das empresas que criptografam suas bases de dados, fazem isso somente com as informações mais importantes.

No mais, mantenha-se informado sobre ataques recentes, mesmo que o ameaça tenha ocorrido em um país distante e com uma empresa em diferente setor, pois o mundo virtual não possui fronteiras, muito menos barreiras, para cibercriminosos.

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24, setembro, 2014

Junte-se ao Avast Beta teste 2015 e compartilhe a sua experiência

Os desenvolvedores de produto da Avast convidam você a participar do Avast Beta teste 2015!

Beta 2 Test brazil

A interface principal do novo Avast 2015 virá remodelada e com novos recursos

Sua participação dará à equipe que está trabalhando na mais nova versão dos produtos de segurança mais confiáveis do mundo a oportunidade de saber diretamente de você (nosso usuário) o que está funcionando ou não, se você gostou do novo produto, se você vê algum problema de performance ou conetividade do programa, etc. O Avast 2015 trás novas pequenas funções que impactam no sistema como um todo, portanto, precisamos da sua opinão para que possamos deixar tudo redondinho para o lançamento no próximo mês.

Duas novas funções são inseridas no Avast Beta 2015

Avast NG Avast NG é um hardware virtual capaz de rodar cada processo do Windows separadamente em um ambiente virtual seguro que estará totalmente integrado ao seu desktop.Cada processo é executado em sua área particular do ambiente virtual, ou seja, totalmente isolado de outros aplicativos. Esta função roda através do Avast DeepScreen, resultando em uma detecção muito melhor. A ferramenta também será capaz de acionar o Sandbox e o SafeZone na versão final do produto. GrimeFighter de graça GrimeFighter oferecerá a limpeza gratuita de arquivos sujos e sintonizará as configurações do seu sistema. Essas funções serão realizadas por nossos Zilch e Torque minions.

Mudanças e novos recursos

  • Home Network Security faz o escaneamento de sua rede doméstica em busca de vulnerabilidades, como situação do WiFi, aparelhos conectados e configuração do roteador.
  • Escaneador HTTPS é capaz de detectar e descriptografar tráfegos protegidos em TSL/SSL em seu filtro de conteúdo web. Esse recurso lhe protegerá contra vírus que chegam através de tráfegos HTTPs e ainda adiciona compatibilidade a informações oriundas de SPDY+HTTPS/HTTP 2.0.
  • SecureDNS protegerá seu computador contra sequestro de DNS em roteadores/cliente incluindo redes inseguras (ex.: wi-fi pública/aberta). Vale lembrar que este recurso estará disponível somente nas versões pagas.
  • Smart Scan integrará todos os escaneamentos requisitados em um único processo com resultados e recomendações diferentes. Isso incluirá escaneamento de Antivírus, plug-ins do navegador, atualização de software, rede de internet doméstica e GrimeFighter.

Para saber mais sobre o Avast Beta teste 2015, o que testar, os problemas já conhecidos e nos enviar comentários, visite o fórum avast! Community onde há uma discussão aberta especialmente dedicada ao teste Beta.

Links para instalação do Avast Beta teste 2015

http://files.avast.com/beta9x/avast_free_antivirus_setup.exe http://files.avast.com/beta9x/avast_pro_antivirus_setup.exe http://files.avast.com/beta9x/avast_internet_security_setup.exe http://files.avast.com/beta9x/avast_premier_antivirus_setup.exe

Toda a equipe Avast está ansiosa para ouvir a sua opinião, elogio, crítica e, principalmente, sugestões! Venha, participe e ajude-nos a melhorar a vida virtual de todos nós!

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22, setembro, 2014

Contratando profissionais de TI: a experiência certa para micro e pequenas empresas

De acordo com dados publicados recentemente pelo Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil, 56% de empresas de pequeno porte (com número de funcionários entre 10 e 49 pessoas) em um total de 6.225 instituições pesquisadas terceirizaram seu departamento de TI (Tecnologia da Informação) nos últimos 12 meses, enquanto que 42% optaram por uma estrutura interna e 3% não souberam ou não quiseram responder à pergunta.

Change your passwords every six months or after news of a breach

Seu profissional de TI não é apenas um instalador de software, ele também gerencia os principais dados da sua empresa

Os dados acima refletem bem como o gerenciamento dos sistemas de tecnologia de micro e pequenas empresas pode ser complicado e cheio de armadilhas. A terceirização, geralmente, acaba sendo escolhida como uma opção mais barata e que não dá muita dor de cabeça, principalmente em empresas novas e com capital limitado. Em vez de contratar um profissional para atuar internamente, liga-se para uma empresa que envia seu consultor técnico para colocar o sistema da organização funcionando em questões de horas. A conta é paga no fim do mês, mas “caso precise de mais alguma coisa é só ligar”.

Já quem opta por contratar um profissional especificamente para isso acaba enfrentando problemas logo no início do processo de seleção do candidato. Com isso, perguntas espinhosas surgem constantemente, como por exemplo: por quem exatamente estou procurando? O que este profissional deve trazer à empresa? Qual tipo de experiência ele deve carregar? Quais funções exatamente ele vai exercer? Qual o seu papel para a empresa como um todo?

E aqui vai uma informação que pode confortá-lo: você não é o único a passar por este tipo de estresse! Há dois grandes problemas em termos de gerenciamento de TI hoje em dia: 1) algumas empresas não dão o devido valor a TI e seus donos acham que o profissional desta área está lá apenas para instalar Windows em suas máquinas e consertá-la quando a mesma nega-se a imprimir um documento; 2) aquelas empresas que dão o devido valor à equipe de TI e sabe que esses profissionais são responsáveis por gerenciar os principais dados comercias da instituição, acabam contratando profissionais sem experiência para isso.

Visite o departamento de suporte técnico de uma empresa desenvolvedora de soluções para TI e verás exatamente o que estou falando. É claro que não podemos generalizar, mas a verdade é que quem gerencia o sistema de TI de micro e pequenas empresas ou são os próprios donos das empresas e seus terceirizados ou pessoas que ainda estão engatinhando no ramo.

Como resolver esta falta de conhecimento técnico?

Aqui vão algumas dicas de como melhorar o departamento de TI da sua micro ou pequena empresa:

1)      Faça um inventário da tecnologia que você usa na empresa: comece revendo o que você possui dentro da empresa e o que você realmente precisa. Por exemplo, se a ideia é ter alguém só para instalar o Windows em rede, terceirize o trabalho, mas não se esqueça da manutenção dessa rede, que deverá ser feita por alguém internamente. Delegue então um profissional da sua equipe para fazer isso. Agora, se a sua empresa lida diariamente com vários dados de centenas de clientes (por exemplo, firmas de varejo online que coletam endereços, números de telefones, nomes completos, etc.), então procure por um profissional com experiência em administração de dados para ser acrescido ao seu time.

2)      Crie uma descrição exata da função: antes de sair postando a vaga nos principais sites de emprego do país, pare e pense exatamente o que você quer que esse profissional faça na sua empresa. Lembre-se: TI é uma área muito vasta e que está em constante mudança, portanto, é muito difícil (para não dizer impossível), contratar uma só pessoa que cobrirá todas as suas necessidades.

3)      Defina um orçamento anual para o seu departamento de TI: acredite ou não, mas em pleno século XXI muitas empresas ainda não possuem um orçamento para suas atividades com TI. Recentemente, publicamos uma pesquisa feita nos Estados Unidos indicando que a grande maioria das universidades norte-americanas não planejaram nenhum investimento na área de TI para este ano. Isso é o primeiro passo para um desastre! Não são apenas computadores novos que precisam ser adquiridos, mas também dados precisam ser gerenciados nas nuvens, aplicativos possuem mensalidades ou anuidades e, em muitos casos, a terceirização de alguns trabalhos precisam ocorrer em paralelo com o que está sendo feito internamente.

Por fim, pense sobre a tecnologia que você usará. A na AVAST, por exemplo, desenvolvemos produtos para micro, pequenas e médias empresas com funções, características e preços diferentes. Avalie a sua necessidade e informe-se para evitar que seus dados fiquem à mercê de cibercriminosos.

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18, setembro, 2014

Lembra da época em que baixar música na internet era (quase) certeza de contrair vírus?

Parece que foi ontem, mas já faz um bom tempo. Fim dos anos 90, começo de 2000. A internet passava a se popularizar no Brasil, embora em países como Estados Unidos e Japão já era uma febre. Websites como UOL, Yahoo! e Google iniciavam uma longa jornada que transformaria o estilo de vida de todo mundo. Mas nessa época também surgia uma nova “onda”: o download de músicas online.

Baixar música online é fácil, mas e quando esses monstrinhos vêem de brinde?

Baixar música online é fácil, mas e quando esses monstrinhos vêem de brinde?

Quem viveu esse tempo sabe muito bem como era complicado baixar uma faixa ou álbum completo da banda favorita. Além das dificuldades com a internet discada e computadores lentos (eu tinha um desktop com Pentium 2 que só faltava a manivela), ainda tinha o receio de enfrentar problemas jurídicos por baixar faixas ilegalmente e o medo eminente de contrair vírus que causaria uma explosão no computador. Hoje dou risadas disso tudo, embora a quarta edição do filme Duro de Matar que logo no começo mostra computadores infectados com vírus explodindo uma casa inteira, não me deixa mentir. Muita gente naquela época achava que um vírus de computador poderia realmente botar fogo no PC.

Mas voltando ao download de músicas online, jamais me esquecerei do primeiro dia em que tive a oportunidade de abrir o Kazaa. Eu não acreditava no que meus olhos estavam testemunhando. Com alguns clicks eu poderia baixar qualquer música que quisesse, mesmo daquelas bandas internacionais que dificilmente encontraria no Brasil. Aquilo era muito bom para ser verdade. E não demorou muito para conhecer o lado ruim desse paraíso musical: os ataques de vírus! Meu pobre Pentium 3 já estava se arrastando para conseguir processar todos os programas maliciosos que vinham com minhas músicas prediletas. Era uma contaminação em massa! Uma catástrofe! Ao menos, essa foi uma boa desculpa para convencer meu pai de que tínhamos que adquirir um computador novo (claro, sem entrar em muitos detalhes…).

Depois que comprei minha nova máquina em 2001, que veio com um processador AMD K6 (tipo um Boeing na época) e Windows XP, a primeira coisa que fiz foi adquirir um antivírus. Eu queria continuar baixando minhas músicas, mas tinha muito medo de perder mais um computador. Isso me deu um pouco mais de confiança, mas todo mundo sabia que baixar música online era extremamente perigoso. Nos dias atuais essa história é quase uma lenda. Embora hoje em dia eu utilize serviços pagos, como Spotify, para ter minhas faixas prediletas diretamente no meu celular, a preocupação em baixar músicas e vídeos gratuitamente de plataformas como o Torrentz, parece não existir. Outro dia, ao discutir este assunto no Facebook, um rapaz disse: “Para que antivírus? Eu só uso meu computador para ler e-mails, acompanhar notícias online e baixar Torrentz. Não preciso disso”. Fiquei tão espantado com este comentário do que quando acessei o Kazaa pela primeira vez. “Ele só pode estar de brincadeira”, foi o que pensei. Mas o tom das palavras que vieram em comentários seguintes era bem claro. Ele falava sério.

Não há dúvidas nenhuma de que os sites de P2P (Peer to Peer) que compartilham arquivos online melhoraram bastante nos últimos anos. Hoje em dia é possível ver o nível de qualidade do conteúdo a ser baixado antes mesmo de clicar nele. Mas isso significa que podemos continuar fazendo downloads sem um antivírus? A resposta para esta pergunta depende de cada um. Entretanto, está mais do que provado que o processo de download de arquivos P2P é extremamente perigoso. Mesmo telefones celulares podem se tornar vítimas de hackers.

Atualmente a AVAST possui em seu banco de dados mais de 1 milhão de amostras de vírus para aparelhos móveis, sendo que em 2011 eram apenas 100 mil. Portanto, a dica que dou para quem quer baixar música online é bem simples: procure por um aplicativo no mercado que seja confiável, mas não deixe de ter uma proteção extra. Outro detalhe, se você utiliza wi-fi pública ou aberta para fazer esses downloads, como por exemplo um shopping center ou restaurantes fast-food, instale um VPN (Virtual Private Network) em sua máquina para garantir a sua privacidade e evitar ataques à ela.

Depois é só apertar o play e curtir sem preocupações.

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15, setembro, 2014

Pesquisa mostra que ataques online a micro e pequenas empresas é crescente

Em 2010, o Comitê Gestor da Internet (CGI) no Brasil realizou uma pesquisa com o objetivo de estabelecer uma melhor visão do uso da internet por micro e pequenas empresas brasileiras. Este trabalho teve como base uma outra pesquisa realizada em 2007 e que seguia praticamente os mesmos parâmetros. De acordo com o TIC Microempresas 2010, o número de microempresas que sofreram ataques de vírus subiu de 39% para 48% em apenas 3 anos.

Os dados de sua micro empresa podem ser facilmente gerenciados com um antivírus empresarial

Os dados de sua micro empresa podem ser facilmente gerenciados com um antivírus empresarial

 

O documento aponta a utilização de um sistema operacional dominante no mercado como o principal fator para o crescimento no número de ataques online no país e, embora não cite nomes, muito provavelmente se refere ao Microsoft Windows. Então, o que fazer? Há duas possibilidades aqui: 1) optar pelo desenvolvimento de um sistema operacional aberto utilizando, por exemplo, Linux, dando ao empresário a opção de customizar a maneira como utiliza e gerencia a internet de sua organização; 2) implementar um sistema de segurança especialmente criado para o Microsoft Windows e que não requer grandes investimentos de tempo, dinheiro e recursos humanos no projeto.

Não vou entrar nos méritos da primeira opção, pois como dito, é uma alternativa que pode customizar o sistema operacional de sua empresa, o que é muito mais complexo do que simplesmente juntar os pontos entre um recurso e outro. Entretanto, para quem utiliza Microsoft Windows, a melhor solução é a instalação de um controle remoto de vírus e ataques online. O que pouca gente sabe (para não dizer a grande maioria dos empresários), é que todo esse trabalho pode ser feito por um antivírus empresarial.

O que ocorre é que muitas micro (em especial) e pequenas empresas ainda são equipadas com antivírus convencionais, ou seja, desenvolvidos para proteger computadores caseiros, os quais não são conectados em rede e cujos usuários são alguns membros de uma família, fazendo com que a administração do aparelho seja muito mais fácil. Entretanto, em uma empresa a situação é completamente diferente. Embora algumas organizações tenham apenas uma pequena quantidade de computadores (e aí eu quero dizer 3 ou 4 PCs na empresa), é muito difícil gerenciar os ataques a todos esses aparelhos diariamente acessando um por um, perguntando aos seus funcionários o que eles fizeram com o PC, que tipo de site acessaram, qual informação foi utilizada, etc. Além do mais, mesmo que o funcionário possua algum tipo de treino específico para segurança online, é difícil de acreditar que ele ou ela informaria a gerencia ou o dono do negócio sobre algum ataque em potencial e o que foi feito para solucioná-lo.

Já um antivírus empresarial faz exatamente tudo isso automaticamente. Através de interfaces simples e de fácil gerenciamento, um empresário pode rapidamente criar um relatório diário (semanal, quinzenal, mensal, etc.), sobre os últimos ataques que sofreu, como o antivírus se portou, quais ações foram tomadas depois disso e ainda criar um prognóstico para o futuro. Os agora famosos ataques de “Engenharia Social” também podem ser incluídos neste trabalho que, na verdade, não precisa ser gerenciado pelo dono do negócio em si, mas por um único funcionário de confiança com maior habilidade para temas relacionados a TI (Tecnologia da Informação).

Simplificar uma atividade que pode ser complexa dentro da sua micro empresa, pode não somente ajuda-lo no corte de gastos, mas principalmente a evitar transtornos futuros.

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10, setembro, 2014

Universidades parecem não investir em sistemas de computação

Eu ingressei na universidade em 1998, um momento em que vivíamos a transição do mundo analógico para o digital. Ainda era possível ver algumas máquinas de datilografar em certos departamentos da instituição e a sala de computação contava com alguns poucos “dinossauros” conhecidos popularmente como desktops que eram mais lentos do que uma tartaruga com câimbra, mas ajudavam bastante na redação de textos, os quais deveriam ser armazenados em disquetes (alguém aí lembra disso?).

Memórias à parte, já estamos em 2014 quando a empresa Avast Antivírus acaba de publicar uma pesquisa feita com universidades nos Estados Unidos apontando que 8 em cada 10 instituições de estudos norte-americanas dizem não ter um orçamento específico para o setor de TI (Tecnologia da Informação) e mais de um quarto das universidades pesquisadas na realidade nem se quer reservaram dinheiro para investimentos com computação este ano.

 

Algumas universidades hoje em dia até dão computadores aos seus estudantes como "brinde" por escolher aquela instituição, mas isso não significa investir em computação

Algumas universidades hoje em dia até dão computadores aos seus estudantes como “brinde” por escolher aquela instituição, mas isso não significa investir em computação

 

E quando a gente pensa que pior que tá não fica, nos aparece mais um dado impressionante: 1 em cada 5 instituições ainda utilizam o WindowsXP, que foi lançado em 2001 (quando eu ainda frequentava as salas de aula) e que em abril deste ano passou a não contar mais com o suporte da Microsoft, tornando o sistema altamente vulnerável para ataques de cibercriminosos. Esta pesquisa ainda não foi feita no Brasil, embora fosse interessante conhecer a realidade por aqui, e é difícil dizer o porquê desse tipo de comportamento, entretanto, uma das possíveis razões se deve ao fato de que computação em universidades ainda está diretamente relacionada a pesquisas e desenvolvimento de trabalhos acadêmicos, o que é um grande erro.

Uma universidade é uma empresa como outra qualquer e possui em seu banco de dados um grande número de informações que pode certamente ser de grande valor para hackers em todo o mundo. Lá é possível acessar nomes completos dos estudantes e seus familiares, endereços, históricos de estudos, números de telefones, e-mails, contas bancárias, etc. Nos Estados Unidos a Avast possui o chamado AVAST FREE for Education, que auxilia universidades locais com a segurança de dados e da rede de computadores. No Brasil, por enquanto, a melhor opção é a utilização de antivírus empresariais que facilitam na administração do sistema de TI, como por exemplo o avast! EndPoint Protection, que possui a função de gerenciamento remoto de rede, fazendo com que mesmo jovens estudantes de 20 anos possam ser capazes de monitorar as possíveis vulnerabilidades do sistema e criar relatórios para que o problema não volte a ocorrer. E o melhor, o avast! EndPoint Protection ainda cobre o Windows XP.

O mundo digital com certeza evoluiu e muito nos últimos 16 anos, entretanto, universidades nos Estados Unidos ainda tratam o assunto de segurança digital como secundário. Será que no Brasil seguimos o mesmo caminho?

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4, setembro, 2014

Porque vírus para celular não é uma lenda

Outro dia um amigo meu comparou a existência de vírus para celular com o Saci Pererê: “todo mundo já ouviu falar, mas ninguém nunca viu nenhum”. Apesar desta ser uma boa “tirada”, ela não é de nenhuma maneira engraçada. Aliás é um tanto quanto trágica. Se você nunca viu, não significa que não existe.

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Quer evitar ataques ao seu celular? Baixe aplicativos somente em lojas oficiais

Há indícios de que programas maliciosos começaram a se alastrar em telefones móveis há mais de uma década, ou seja, muito antes dos famosos smartphones darem as caras. A diferença é que, naquela época, usávamos nossos celulares “só” para telefonar, ou no máximo mandar algumas mensagens de texto. Hoje o telefone móvel é um computador de bolso. Temos lá nossas vidas: agendas de contato, diários, planilhas de Excel, emails, acesso às redes sociais, podemos gerenciar lá nosso dinheiro, pagamentos e usos de cartões de crédito e débito, consultamos GPS e endereços, deixando lá o histórico de nossas rotas diárias, etc. Esqueci alguma coisa?

Acredito que sim. Caro leitor, me ajude nessa! O que mais podemos fazer com o celular? E depois eu pergunto: você acha que todas essas informações armazenadas em um único local não chamaria a atenção de cibercriminosos?

O problema é que, às vezes, você instala um aplicativo que não parece ser malicioso, mas que do nada passa a atacá-lo. Isso geralmente ocorre ao baixar programas de lojas não oficiais, mas pode acontecer também que um de seus contatos foi quem cometeu o equívoco de instalar um aplicativo de risco e, depois de contaminado, passa a enviar malwares para você via SMS.

“Enquanto pode demorar um tempo para criadores de malware para celular burlar lojas oficiais e suas políticas de venda, há maneiras menos maliciosas dos desenvolvedores de aplicativos nocivos tomar vantagem do mercado”, explica Filip Chytry, Analista de Malware da avast!. Segundo ele, existe uma “linha fina” entre malwares maliciosos e não maliciosos, fazendo com que os usuários baixem um programa nocivo que não causa danos de imediato, mas que pode a qualquer momento atacar o próprio usuário ou telefone de alguém de sua lista de contatos.

Em outras palavras, você pode estar carregando um Saci Pererê em seu smartphone sem saber e acha que está tudo certo. Portanto, além de instalar um antivírus no seu aparelho, tome cuidado com a maneira como você o usa. Procure utilizar somente lojas oficiais para baixar aplicativos. Se você usa Android, faça downloads somente no Google Play, para iPhone utilize AppleStore.

Outro detalhe, cuidado ao acessar a internet no seu celular via uma wi-fi aberta/pública, ou seja, em shopping centers, estádios de futebol, etc. Se um ataque ocorrer à esta rede, seu telefone poderá ser facilmente atingido sem você nem mesmo notar. E isso vale também para usuário de iOS. A sugestão para driblar este obstáculo é a instalação de um VPN (Virtual Private Network) no aparelho, além de um antivírus confiável.

Não substime o poder de fogo de hackers ao redor do mundo. Eles podem parecer verdadeiras lendas, mas existem e estão mais próximos do que você imagina.

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2, setembro, 2014

Novo tipo de malware ataca pequenas e grandes lojas de varejo sem fazer alardes

Imagine a situação: você possui uma loja de varejo, digamos de roupas, sapatos etc, ou mesmo um pequeno restaurante ou padaria. De repente, você descobre que a grande maioria de seus clientes teve dados roubados após realizarem transações com cartões de crédito e débito no seu estabelecimento. Até você descobrir o motivo disso, outras pessoas já foram afetadas. O que fazer?

Ataques de malwares a Pontos de Venda (POVs) em lojas de varejo e outros pequenos negócios têm se tornado cada vez mais frequente

Ataques de malwares a Pontos de Venda (POVs) em lojas de varejo e outros pequenos negócios têm se tornado cada vez mais frequente

Pois isto foi o que aconteceu recentemente com uma das maiores empresas do setor varejista nos Estados Unidos, a Target, onde mais de 20 milhões de cartões foram furtados por ladrões que muito provavelmente jamais pisaram em uma loja da franquia.

Para realizar estes tipos de crimes, cibercriminosos primeiramente descobrem uma maneira de conseguir acesso ao sistema de administração de TI (Tecnologia da Informação) da empresa para então instalar um malware que atuará como um “espião de dados”, passando informação aos hackers localizados remotamente. E sabe como isso ocorreu na Target? De acordo com um colunista norte-americano na área de segurança online, Brian Krebs, os criminosos conseguiram o acesso privilegiado ao sistema da empresa via um prestador de serviços da Target, mais possivelmente uma companhia que fazia a manutenção do ar condicionado de uma das lojas da franquia nos Estados Unidos.

Mas o problema não acaba aí, no dia 31 de julho último, o Departamento de Segurança dos Estados Unidos publicou um relatório sobre o nascimento de um novo tipo de malware, chamado Backoff. Ele é instalado nos Pontos de Venda (POV) de uma pequena ou grande loja de varejo que possui um alto número de transações diárias e, assim, consegue capturar os dados dos clientes e furtar milhões de dólares sem precisar fazer barulho algum ou mesmo utilizar uma arma de fogo.

No relatório, os investigadores norte-americanos relatam detalhes técnicos deste malware e dão dicas de como se proteger contra este tipo de ataque. Uma das maneiras é usando um antivírus atualizado, como o avast! Endpoint Protection.

Mas além disso, mantenha o acesso ao sistema de segurança da rede de computadores da sua empresa sempre limitado a algumas pessoas. Isto porque, como comentado no texto de Brian Krebs, dar o acesso da rede em si a empresas terceirizadas pode ser até corriqueiro, mas é preciso achar uma maneira de manter seus dados seguros mesmo nessas condições.

Para isso, utilize um antivírus empresarial em que suas configurações só possam ser acessadas por senha e esta seja diferente dos outros acessos de TI na companhia. Desta forma, mesmo que a administração da rede dos computadores seja invadida por hackers para tentar contaminar o mundo virtual do seu negócio, o antivírus poderá atuar rapidamente, impedindo um desastre.

Por enquanto, ataques do Backoff só foram registrados nos Estados Unidos, mas considerando que estamos falando de um mundo cibernético, onde não há fronteiras, nem barreiras, é melhor os empresários brasileiros, incluíndo donos de micro e pequenas empresas, começarem a tomar muito cuidado com a maneira como seus dados são gerenciados diariamente.

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28, agosto, 2014

A simples troca de senha pode resolver o problema de vírus no Facebook

Todo mundo há de admitir que o mundo virtual não tem mais limites, está tudo lá, aberto e exposto para qualquer um ler, assistir ou ouvir. Em alguns casos, moderações conseguem ponderar discursos de ódio, sexistas e racistas. Mas o grande problema é que muita gente ainda continua a desfilar sua “ingenuidade” em redes sociais. E isso não é só com relação às mensagens publicadas, mas  também aos links em que clicam, aplicativos que baixam e os textos que lêem.

FNATIC DDoS1

Vírus em mídias sociais rodam em ambientes totalmente diferentes do seu PC, mas também podem atacar seu computador

Constantemente, recebo perguntas de leitores desesperados que dizem ter sido “vítimas de um ataque de vírus no Facebook” e querem saber a todo custo como fazer para se livrar da praga. “Devo instalar um antivírus na minha máquina?”, foi a pergunta de um desses leitores. E a resposta foi direta: “Não! Primeiro porque o Facebook é um ambiente totalmente diferente do seu compurador e segundo porque a esta altura sem antivírus sua máquina já deve estar contaminada”.

É preciso deixar bem claro que a função principal de um antivírus é proteger seu PC de ataques. Muita gente acha que o antivírus foi criado para limpar o computador, isto na verdade vem em segundo plano, pois são trabalhos diferentes e que exigem ferramentas diferentes para funcionar; embora não há dúvidas nenhuma de que antivírus como o avast! Premier realmente podem ajudar na limpeza do computador. Entretanto, o ideal é instalar um antivírus antes de usar a máquina e não o inverso.

Mas voltando ao assunto das mídias sociais, todo site de compartilhamento de notícias e discussões online estão rodando na internet, naquele mundo virtual que ninguém pode tocar mas que todo mundo faz parte. E embora você precisa do seu computador (telefone ou tablet) para acessá-lá, a internet está em um mundo totalmente diferente do seu computador. Portanto, o seu antivírus não conseguirá protegê-lo “daquele vírus” no Facebook, pois o antivírus está protegendo a sua máquina.

Como fazer para proteger meus perfis em redes sociais?

Uma das melhores maneiras de se protejer em redes sociais é tomando muito cuidado com os links que você clica, os vídeos que você acessa e, principalmente, os aplicativos que você baixa via Facebook e outras redes sociais.

Também tome cuidado com quem você está se conectando, pois além do próprio perfil ser um spam, cibercriminosos podem facilmente coletar informações vitais para realizar ataques. Depois, seu Facebook começa a enviar spams para todos os seus amigos, os quais te escrevem desesperados dizendo: “pare de me mandar vírus”, você mais desesperado ainda escreve para mim “como posso me livrar de vírus no meu Facebook” e eu com o maior prazer respondo: “troque a sua senha”.

E é só isso? Bem, para parar com os spams sim, mas para resolver sua vida não! Além de passar a ter mais cuidado com a maneira como você surfa online, faça uma varredura completa da sua máquina para ter certeza de que ela não foi infectada através de links que você baixou nas redes sociais.

E um último detalhe: instale somente um antivírus em seu PC, pois dois softwares de segurança juntos vão se conflitar, deixando brechas para grandes ataques.

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